

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Texto04
Talvez sendo rigorosa, creio que nas escolhas importantes revelamos o que pensamos merecer. Casamento, trabalho, prazer, estilo de vida, nos cuidados ou nos descuidos - não importa. Mas a família, esse chão sobre o qual caminhamos por toda a vida, seja ele esburacado ou plano, ensolarado ou sombrio, não é uma escolha nossa. Porque lhe atribuo uma importância tão grande, para o bem e para o mal, ela tem sido tema recorrente de meu trabalho, em livros, artigos e palestras.
Pela família, com a qual eventualmente nem gostaríamos de conviver, somos parcialmente moldados, condenados ou salvos. Ela nos lega as memórias ternas, o necessário otimismo, a segurança - ou a baixa autoestima e os processos destrutivos. Esse pequeno território é nosso campo de treinamento como seres humanos. Misto de amor e conflito, ela é que nos dá os verdadeiros amigos e os melhores amores.
Para saber o que seria uma família positiva (não gosto do termo "normal"), deixemos de lado os estereótipos da mãe vitimizada, geradora de culpas e raiva; do pai provedor, destinado a trabalhar pelo sustento da família, sem espaço para ter, ele próprio, carinho e escuta; e dos filhos sempre talentosos e amorosos com seus pais. A boa família, na verdade, é aquela que, até quando não nos compreende, quando desaprova alguma escolha nossa, mesmo ASSIM nos faz sentir aceitos e respeitados. É onde sempre somos queridos e onde sempre temos lugar.
LUFT, Lya. Família: como fazer. Veja, São Paulo, n.44, p.25, 3 nov. 2004. Artigo de Opinião.
Os textos 04 e 05 apresentam uma relação intertextual por:
Organizar-se a partir do mesmo tipo de estilo e de registro.
Apresentar as mesmas estratégias argumentativas.
Tratar temas distintos, mesmo que em perspectiva idêntica.
Admitir uma relação de diálogo temático.
Assemelhar-se quanto ao envolvimento do enunciador no texto.
Analise as proposições em relação ao Texto 1, e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.
( ) A leitura da tira mostra que o discurso é apresentado na forma direta; no entanto, não segue o padrão convencional do diálogo como ocorre em uma crônica, a exemplo. As falas das personagens, nas tiras, são representadas por meio de balões. Logo a tira representa um monólogo.
( ) No segundo quadrinho, Susanita se inclui e também inclui Mafalda no discurso com a finalidade de torná-lo mais objetivo, mais convincente e mais atraente.
( ) No processo de comunicação, seja ela por meio da linguagem verbal ou da não-verbal, a linguagem é expressa de acordo com a função que se quer ressaltar, logo sempre haverá o predomínio de uma função. Na tira, a predominante é a função emotiva ou expressiva, pois indica o ânimo do emissor, seus sentimentos e suas emoções.
( ) A tira, geralmente, opta pelas narrativas que, por meio de dois canais – imagem e texto escrito, levam a mensagem ao leitor, e para decodificá-la é necessário relacionar os elementos da imagem – icônicos - com os do texto – linguísticos.
( ) Esta tira procura mostrar uma narrativa plurissignificativa - linguagem verbal e não-verbal, que se desenvolve com uma transformação de época e de tecnologia, proporcionando a dominância de um sistema sobre o outro, um representado pela personagem Mafalda e o outro pela Susanita.
Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
V – V – V – F – V
V – F – V – V – V
F – F – V – V – F
F – V – F – V – F
V – F – V – V – F
A frase “No que diz respeito________ tecnologia cada vez mais presente na vida dos cidadãos, começa-se ______pensar como ela pode favorecer os trabalhadores, dando ________ eles mais liberdade para desenvolverem suas atividades” é corretamente completada por:
à … a … a
a … à … à
à … a … à
a … à … a
a … a … à
De acordo com o texto do 2º quadrinho, um dos problemas do passarinho que pede socorro é
não saber onde está.
precisar de comida e água.
não ter companhia de uma fêmea.
estar com muito frio.
querer a liberdade.
A passagem do terceiro quadrinho “… porque não sou famoso o suficiente para divulgar seu mecenato cultural.” expressa
a causa da falta de patrocínio para a arte do garoto.
a finalidade da falta de patrocínio para a arte do garoto.
uma oposição entre a falta de patrocínio e a arte do garoto.
uma consequência da falta de patrocínio para a arte do garoto.
uma comparação entre a falta de patrocínio e a arte do garoto.
Considere a tirinha a seguir.

O conteúdo da tirinha
corrobora o conteúdo do texto I, uma vez que trata do mesmo assunto.
possui elementos em comum com o texto I, mas sob uma perspectiva diferente.
destoa do conteúdo do texto I, uma vez que não aborda a internet.
contradiz o conteúdo do texto I, pois não aborda pontos semelhantes.
Leia a tira a seguir.

A leitura da tira revela que Calvin
revoltou-se com depoimentos de idosos sobre o abandono de seus filhos.
ficou indignado por não saber o horário em que ele deveria tomar banho.
compreendeu um dos motivos que faz um filho ignorar os pais na velhice.
foi surpreendido pelo pai por poder tomar banho quando tivesse vontade.
divertiu-se com a brincadeira e a surpresa oferecida pelo seu pai.
TEXTO 1 – Vamos acabar com esta folga
1 O negócio aconteceu num café. Tinha uma
porção de sujeitos, sentados nesse café,
tomando umas e outras. Havia brasileiros,
portugueses, franceses, argelinos, alemães,
5 o diabo.
De repente, um alemão forte pra cachorro
levantou e gritou que não via homem pra ele
ali dentro. Houve a surpresa inicial,
motivada pela preocupação, e logo um turco,
10 tão forte como o alemão, levantou-se de lá e
perguntou:
- Isso é comigo?
- Pode ser com você também- respondeu o
alemão.
15 Aí então o turco avançou para o alemão e
levou uma traulitada tão segura que caiu no
chão. Vai daí o alemão repetiu que não havia
homem ali dentro pra ele. Queimou-se então
um português que era maior ainda do que o
20 turco. Queimou-se e não conversou. Partiu
para cima do alemão e não teve outra sorte.
Levou um murro debaixo dos queixos e caiu
sem sentidos.
O alemão limpou as mãos, deu mais um
25 gole no chope e fez ver aos presentes que o
que ele dizia era certo. Não havia homem
para ele ali naquele café.[…] Até que, lá do
canto do café, levantou-se um brasileiro
magrinho, cheio de picardia, para perguntar,
30 como os outros:
- Isso é comigo?
O alemão voltou a dizer que podia ser.
Então o brasileiro deu um sorriso cheio de
bossa e veio vindo gingando assim pro lado
35 do alemão. Parou perto, balançou o corpo
e...PIMBA!O alemão deu-lhe uma porrada na
cabeça com tanta força que quase desmonta o
brasileiro.
Como, minha senhora? Qual é o fim da
40 história? Pois a história termina aí,
madame. Termina aí que é pros brasileiros
perderem essa mania de pisar macio e pensar
que são mais malandros do que os outros.
(Stanislaw Ponte Preta)
TEXTO 2 – O violão e o vilão
1 Havia a viola da vila,
a viola e o violão.
Do vilão era a viola,
e da Olívia o violão.
5
O violão da Olívia dava
vida à vila, à vila dela.
O violão duvidava
10 da vida, da viola e dela.
Não vive Olívia na vila,
na vila nem na viola.
O vilão levou-lhe a vida,
15 levando o violão dela.
No vale, a vila de Olívia
vela a vida
no seu violão vivida
20 e por um vilão levada.
Vida de Olívia- levada
por um violão violento.
Violeta violada
25 pela viola do vento.
(Cecília Meireles)
Tome como referência as seguintes frases: texto 1 “ O negócio aconteceu num café. Tinha uma porção de sujeitos, sentados nesse café, tomando umas e outras.” – linhas 01 a 03- e texto 2 “ Havia a viola da vila, a viola e o violão. Do vilão era a viola, e da Olívia o violão.” – linhas 01 a 04. Há uma diferença na linguagem e no estilo utilizados nos dois textos, caracterizando-os, respectivamente, como:
música e texto.
verbal e não verbal.
texto e poesia.
prosa e poesia.
texto e prosa.
As expressões “Absurdo!” e “Moleza!” exercem, nesse texto, a função
expressiva da linguagem porque elas exprimem julgamento ou opinião do locutor na interação.
fática da linguagem porque elas estabelecem contato interpessoal entre os interlocutores da tirinha.
referencial da linguagem porque elas têm como propósito transmitir informações aos interlocutores.
poética da linguagem porque elas produzem efeito estético pela sonoridade da mensagem.

assddDisponível em < https://goo.gl/ASMZxi >, Acesso em: 10 abr. 2018 (com adaptações).
O texto mostra uma conversa entre um homem e uma mulher que dividem a mesma casa. Da análise do texto, infere-se que:
A opinião de um dos personagens reforça a ineficácia sobre a forma da qual acontecem as eleições no país.
A gestão política anterior agradou tanto os personagens a ponto de um deles passar quatro anos comemorando.
A ressaca à qual um dos personagens se refere representa desconforto causado gestão política anterior ao momento da fala.
A vitória do candidato atual repercutiu no desentendimento entre os personagens por meio da defesa dos diferentes pontos de vista.
No plano da linguagem verbal, concorre para o efeito de humor da tira o emprego
do verbo “precisar”, definindo o estudo como obrigação.
do substantivo "mercado”, que possui dois sentidos diferentes.
do adjetivo “superpreparado”, indicando o entusiasmo das personagens.
da expressão “olhos fechados”, que indica a busca por surpresas.
do substantivo “corredor”, empregado com sentido impreciso.
Em "Por mais que a professora explique, eu não entendo esse negócio de sujeito e predicado", a locução conjuncional em destaque tem valor semântico de
condição.
consequência.
comparação.
concessão.
causa.

FONTE: http://ria-muito.blogspot.com.br/2012/06/30-tirinhas-dilbert.html.
Acesso 20 mar 2018.
A tirinha acima apresenta uma crítica ao (à):
discurso corporativo de empresas marcado por formas alienadas de comunicação.
modo coletivo como se trabalha em grandes empresas.
maneira como as pessoas, em situações de descontração no trabalho, mentem.
vulgarização dos resultados econômicos atingidos por empresas.
fala democrática que caracteriza as formas de comunicação empresarial.
A leitura da tira permite concluir corretamente que o garoto
reconhece que seus desenhos não atraem patrocinadores pelo fato de não expressarem valor artístico.
mostra-se disposto a trabalhar para superar a dificuldade em encontrar patrocínio para desenvolver sua arte.
entende que deve dedicar-se a um trabalho para custear sua arte apenas até se tornar um artista reconhecido.
apesar de reconhecer a dificuldade de encontrar quem financie sua arte, refuta a ideia de trabalhar para bancá-la.
é solidário com o ponto de vista segundo o qual o dinheiro de impostos não deve ser empregado para financiar as artes.
Leia a tira.

(Folha de S.Paulo, 14.04.2018)
A produção de sentido na tira se dá com a utilização de discurso semelhante ao discurso padrão da área da aviação com instruções aos passageiros em situações de emergência. De acordo com Koch e Elias (2011), quando um gênero textual assume a função de outro, ocorre
progressão referencial.
discurso indireto livre.
continuidade tópica.
intertextualidade intergêneros.
intertextualidade não-explícita.
Assinale a alternativa que apresenta proposta de reescrita para o último quadrinho, considerando a correção gramatical e a manutenção do sentido original de texto.
Pelo teu silêncio eu vejo que tu não concorda.
Pelo teu silêncio eu vejo que tu não concordas.
Pelo teu silêncio eu vejo que você não concorda.
Pelo seu silêncio eu vejo que tu não concordas.
Pelo seu silêncio eu vejo que tu não concordais.
O conectivo “mas”, no segundo quadrinho do texto III, pode ser substituído, sem que haja prejuízo para o sentido do texto, por todos abaixo, exceto:
portanto.
porém.
no entanto.
todavia.
Apesar de a palavra “extinta” (último quadrinho) comunicar a ideia pretendida pela autora da tira, o termo que a substituiria de forma mais precisa, considerando o contexto da frase em questão, é
sumida.
erradicada.
desabilitada.
reduzida.
banida.
O senso comum pode representar a ideia de que os quadrinhos são a mera junção de imagens e palavras. Os elementos que abordamos até então mostram que não é só isso. É possível haver quadrinhos sem palavras, mas não sem imagens. Isso nos leva a crer que as palavras não são um recurso obrigatório nos quadrinhos, embora tenham desempenhado um papel importante no avanço dessa mídia: por meio dos balões de fala, recordatários e onomatopeias, as palavras ampliaram as possibilidades de recursos gráficos das histórias.
(COSTA, Lucas Piter Alves. In Revista do SELL, v. 4, n. 1.
Disponível em http://seer.uftm.edu.br/revistaeletronica/index.php/sell/article/vie wFile/412/610

No quadrinho acima, o humor é um dos efeitos da sequência das imagens. Nesse caso, é CORRETO afirmar que o efeito humorístico está no fato de:
O vaqueiro conseguir laçar dois animais em sequência, causando surpresa no leitor.
Os animais não esboçarem qualquer reação ao serem laçados pelo vaqueiro.
Haver o elemento da surpresa, causado pela ação do vaqueiro de fazer dos animais laçados a base para deitar e dormir numa rede.
A cerca, que aparece parcialmente no primeiro quadro, sumir dos dois quadros seguintes.
Não aparecer ninguém para questionar a ação surpreendente do vaqueiro.
Sobre o Texto V, observe este fragmento da fala da bibliotecária: “(...) Temos milhões de histórias, milhares de romances, centenas de pensamentos profundos (...)”. Quanto à vírgula, é correto afirmar que ela foi utilizada para
explicar ao jovem que só será possível ler tal variedade de documentos.
enumerar a variedade de registros literários na biblioteca.
apresentar a biblioteca ao jovem e deixá-lo à vontade para usar o wi-fi.
enumerar as atividades realizadas na biblioteca.
possibilitar que o jovem tivesse tempo de pensar na resposta.