

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A vigilância alimentar e nutricional proposta pelo Ministério da Saúde recomenda a coleta e produção de informações nutricionais. Em relação ao tema, assinale a alternativa correta.
Recomenda-se que na atenção básica sejam realizadas avaliações antropométricas e de consumo alimentar de indivíduos em todas as fases do curso de vida: crianças, adolescentes, adultos, idosos e gestantes.
Os marcadores de consumo alimentar utilizados na atenção básica se propõem a avaliar a participação de nutrientes específicos da dieta.
O registro da avaliação do estado nutricional deve seguir o calendário máximo de consultas para assistência à saúde, conforme recomendado pelo Ministério da Saúde.
Para a avaliação antropométrica na atenção básica, é necessário ter equipamentos adequados, como balança, estadiômetro e adipômetro.
São dois os tipos de formulários de marcadores de consumo alimentar para aplicação na atenção básica: um destinado a crianças menores de 2 anos e outro para indivíduos maiores de 2 anos.
Sobre o processo de transição nutricional, considere as assertivas abaixo, avalie-as como verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta estabelecida de cima para baixo.
( ) Um novo padrão dietético parece estar surgindo motivado pela preocupação de se prevenir ou retardar o aparecimento de doenças degenerativas e prolongar o tempo de vida com saúde. No entanto, resta verificar se essas mudanças, instituídas em alguns países por iniciativas individuais de consumidores e, em outros, por meio de políticas públicas, irão constituir, em larga escala, um processo de transição da estrutura da dieta e da composição corporal.
( ) As principais alterações na estrutura da dieta que contribuíram para o aumento da prevalência de obesidade e de doenças crônicas não transmissíveis foram: o aumento da disponibilidade de grãos processados, de alimentos com elevado teor de gordura, de produtos de origem animal, de açúcar e de alimentos processados e refeições preparadas fora de casa.
F, F.
V, F.
F, V.
V, V.
O perfil das causas de morte no Brasil tem mudado de forma importante, sendo, atualmente, a causa mais frequente de mortalidade da população as:
doenças infecciosas e parasitárias.
doenças do aparelho geniturinário.
doenças do aparelho circulatório.
doenças do aparelho digestivo.
A hipovitaminose A é um problema de saúde pública em várias localidades, sobretudo nos países em desenvolvimento. O grupo populacional sob maior risco para o desenvolvimento de hipovitaminose A é formado por:
escolares, devido a hábitos alimentares pouco saudáveis típicos da sociedade moderna.
pré – escolares, em virtude do rápido crescimento e desenvolvimento, com consequente aumento das necessidades de vitamina A.
adolescentes, devido a demanda aumentada de vitamina A para a maturação sexual.
idosos, devido à capacidade absortiva intestinal diminuída para diversos nutrientes, inclusive vitamina A.
Nos últimos anos, tem-se observado uma modificação nos perfis de morbidade e mortalidade das populações humanas. Tendo em vista esse fato, considere as seguintes afirmações:
I. As doenças infecciosas agudas foram substituídas por doenças crônicas não transmissíveis.
II. As deficiências nutricionais foram, progressivamente, substituídas pelo sobrepeso e obesidade.
III. A desnutrição energético-proteica, em crianças, aumentou em mais de 80% nas últimas três décadas.
Está correto apenas o que se afirma em
I.
II.
I e II.
I e III.
II e III.
A anemia por deficiência de ferro é um grave problema de saúde pública, que consiste na deficiência nutricional de maior magnitude no mundo, e que no Brasil acomete, segundo dados da Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS, 2006),
maiores proporções em homens negros (18,9%) do que em homens brancos (5,3%), nas menores rendas.
maiores proporções entre adolescentes de ambos os sexos na região Norte (19,3%) e na região Nordeste (17,4%).
cerca de 21% das crianças menores de cinco anos e de 30% das mulheres em idade fértil.
maior proporção em mulheres brancas (28,5%) em comparação com mulheres negras (19,3%), nas maiores rendas.
Dentre as ações de natureza, eminentemente, protetoras da saúde, encontram-se as medidas de vigilância epidemiológica. Com relação às estratégias de prevenção e controle de doenças transmissíveis, podemos destacar que:
I. A prevenção de doenças transmissíveis pode ser alcançada por meio de ações de promoção da saúde como, saneamento básico, educação sanitária, dentre outras.
II. Os mecanismos de transmissão de cada doença, como o veículo de disseminação do agente e o reservatório da infecção devem ser considerados.
III. A imunização, o combate vetorial e a esterilização da fonte de infecção são exemplos de estratégias de prevenção e controle.
Quais das afirmativas acima estão CORRETAS:
I e II.
I e III.
II e III.
I, II e III.
O Estudo Nacional da Despesa Familiar (ENDEF), realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com assessoria da Food and Agriculture Organization (FAO), no período de 18 de agosto de 1974 a 15 de agosto de 1975, foi concebido como uma pesquisa de objetivos múltiplos para atender, basicamente, às necessidades de planejamento do governo e que refletiriam, em seu conjunto, as condições de vida da população, observadas e analisadas sob vários aspectos, com ênfase especial para o (a)
orçamento familiar.
renda familiar na área rural da região Norte.
antropometria.
consumo alimentar.
atividade profissional dos membros das famílias pesquisadas.
Transição nutricional representa a(o):
Leite materno para alimentação sólida.
Alimento em papas para alimentação sólida.
Elevada prevalência de desnutrição para elevada prevalência de obesidade.
Elevado consumo de frutas e verduras para elevado consumo de alimentos industrializados.
Informações e dados epidemiológicos indicam que nas áreas e nos grupos pesquisados a hipovitaminose A constitui um problema de saúde pública em várias regiões Brasileiras, portanto é incorreto afirmar:
A hipovitaminose A constitui um quadro de carência específica de retinol caracterizado pela diminuição ou esgotamento das reservas hepáticas com a conseqüente redução ou desaparecimento da vitamina A circulante.
Uma das medidas de prevenção à hipovitaminose A é a promoção ao aleitamento materno exclusivo até o 6º mês e complementar até os dois anos de idade pelo menos.
No Brasil são considerados áreas de risco a região Nordeste, o estado de Minas Gerais (região Norte, Vale do Jequitinhonha e Vale do Mucurici) e o Vale do Ribeira em São Paulo.
Na hipovitaminose A os sinais mais típicos que predominam em relação ao olho são, cegueira noturna, arriboflavinose, xerose corneal e a ceratomalácia.
As crianças menores de cinco anos e as puérperas são consideradas grupo de risco à deficiência nutricional de vitamina A, desta forma o ministério de saúde implantou o programa nacional de suplementação de vitamina A em regiões consideradas de risco.
Com relação à Vigilância Epidemiológica, escolha a opção CORRETA.
A vigilância epidemiológica tem como principal finalidade implementar medidas que incentivem a boa cobertura vacinal.
A notificação compulsória é a situação em que somente o profissional de saúde tem obrigação de comunicar à autoridade sanitária a ocorrência de doenças ou agravos que estão sob vigilância epidemiológica.
Dentre as doenças incluídas na lista nacional de agravos e doenças de notificação compulsória da vigilância epidemiológica, encontram-se a tularemia, hantavirose, paralisia flácida aguda, febre do Nilo ocidental e febre maculosa.
Dentre os indicadores demográficos utilizados pela Vigilância Epidemiológica, destacam-se: taxa bruta de mortalidade, taxa bruta de natalidade, taxa de crescimento populacional, taxa bruta de morbidade e taxa de incidência de doenças transmissíveis.
Os resultados epidemiológicos obtidos na última década apontam que a prevalência da obesidade vem aumentando em praticamente todos os países desenvolvidos, com raras exceções, bem como nos países em desenvolvimento. No Brasil, também se registrou um aumento na prevalência de obesidade, que predomina na região nordeste. Em relação à obesidade, é INCORRETO afirmar:
Recomendações nutricionais podem ser definidas como as quantidades de nutrientes e de energia disponíveis nos alimentos que um indivíduo sadio deve ingerir para satisfazer suas necessidades fisiológicas normais.
Para melhorar a aderência do paciente à dieta, é recomendável que esta se adapte aos seus hábitos alimentares, sempre que possível, fornecendo-lhe variadas opções de cardápio. Ao lado disso, o sucesso da dieta depende fundamentalmente do processo de reeducação alimentar.
Sendo a avaliação do estado nutricional a base para se definir a melhor conduta dietética a ser adotada, os componentes essenciais da avaliação podem ser agrupados em: história dietética, medidas antropométricas e avaliação bioquímica.
A Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN) recomenda dez normas para se obter uma alimentação adequada, que visam a contemplar conceitos de equilíbrio, harmonia e variedade da alimentação.
A cirurgia bariátrica vem sendo apresentada, em alguns casos, como a solução para a obesidade. A recomendação para a realização da cirurgia é para pacientes com índice de massa corporal (IMC) igual ou maior que 40, ou igual ou maior que 35, caso ele apresente comorbidades associadas à obesidade como: diabetes mellitus, hipertensão arterial ou dislipidemias.
A hipertensão arterial tem sido considerada como um problema de saúde pública, sendo sua manifestação positivamente relacionada com idade, peso corporal e classe social da população. Estudos evidenciam que pequena parcela dos hipertensos conhece essa condição e submete-se a tratamento dietético e medicamentoso.
A hipovitaminose A constitui problema endêmico nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste, sobressaindo a população infantil nordestina como a mais vulnerável a essa carência.
Os resultados de pesquisas realizadas nos últimos trinta anos, em particular o Estudo Nacional de Despesa Familiar (ENDEF/1974) e a Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição (PNSN/1989), indicam um aumento na prevalência da desnutrição energético-protéica, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, sugerindo, assim, uma evolução temporal do problema.
A obesidade na população brasileira está-se tornando bem mais freqüente que a desnutrição infantil, sinalizando um processo de transição epidemiológica significativo no âmbito da saúde coletiva.