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Uma paciente com 16 anos, ASA I, comparece à consulta odontológica, acompanhada de sua mãe, para exodontia do dente 48 incluso, o qual, ao exame radiográfico, apresenta-se com 2/3 de formação radicular, mesioangulado e, segundo a classificação de Peal e Gregory, corresponde às classes 1 e B.
A respeito do caso clínico exposto, assinale a afirmativa correta.
O dente 48 apresenta-se totalmente dentro do ramo mandibular.
O dente 48 apresenta-se no mesmo plano oclusal do dente adjacente.
Esse caso clínico corresponde ao grau de maior dificuldade cirúrgica de extração de terceiros molares mandibulares.
No procedimento cirúrgico para exodontia do 48, deve-se remover osso da face lingual, a fim de facilitar a sua extração.
Na exodontia do dente 48, é adequado realizar uma osteotomia vestibular e distal, uma odontossecção, removendo parte da coroa distal, e, com uma alavanca na mesial, luxar o dente para posterior.
Para a exodontia de 3º molar superior retido e impactado, qual a maior preocupação que se deve ter?
Exposição do seio maxilar causando fístula buco sinusal.
Presença do nervo palatino maior na região.
Fratura da tábua óssea vestibular.
Fratura do dente a ser extraído.
Realização de incisão inadequada.
Mesmo se determinado dente apresenta indicação e necessidade de exodontia, em algumas situações, ele não deve ser removido devido a outros fatores ou a contraindicações para a extração. Esses fatores, assim como as indicações, são relativos na sua força. Em algumas situações, a contraindicação pode ser modificada pelo uso de cuidado adicional ou tratamento, e a extração indicada pode ser feita. São contraindicações locais para a extração de um dente de forma eletiva, EXCETO:
Diabetes tipo I descontrolada.
Dentes localizados dentro de tumores malignos.
Pericoronarite.
Dente em área de radiação ativa.
Abscesso dentoalveolar agudo associado a trismo.
O folículo que cerca a coroa do dente impactado influencia a extração: o espaço folicular amplo dificulta a remoção do dente, ao passo que o espaço folicular fino ou inexistente facilita a remoção.
Certo
Errado
A exodontia dos terceiros molares é um dos procedimentos mais comuns na cirurgia bucal, e deve ser realizada desde que os efeitos benéficos sejam maiores que os maléficos. Uma contraindicação ao tratamento é:
prevenção das doenças periodontais.
dentes em áreas recentemente irradiadas.
dentes não funcionais.
lesão ampla de cárie dentária.
A técnica empregada para realização de exodontias, em que se utiliza somente alavancas ou extratores, é denominada
técnica primeira.
técnica segunda.
técnica terceira.
técnica quarta.
Leia o caso clínico a seguir.
Um paciente de 70 anos com histórico de doença cardíaca e hipertensão controlada chega ao consultório para realizar uma exodontia. Durante o procedimento, ele começa a se queixar de dor no peito e apresenta sinais de sudorese. O cirurgião-dentista suspeita de um possível quadro de angina ou infarto.
A conduta do profissional, nesse caso, é
continuar o procedimento para evitar complicações e administrar analgésicos.
administrar um sedativo e aguardar o quadro estabilizar para finalizar o procedimento.
concluir o procedimento rapidamente e, depois, encaminhar o paciente ao cardiologista.
encaminhar imediatamente o paciente ao hospital e administrar O2, monitorando sinais vitais.
Ao definir o plano de tratamento para a remoção de terceiros molares inferiores, quanto à complexidade da técnica, é necessário classificá-los quanto a posição, classe e profundidade. Diante disso, segundo Winter (1926) e Pell e Gregory (1933), a posição, classe e profundidade se relacionam, respectivamente, com
posição do terceiro molar inferior em relação à borda anterior do ramo da mandíbula e a face distal do segundo molar inferior; eixo do terceiro molar inferior com a posição do segundo molar inferior; posição e o nível da face oclusal do terceiro molar inferior em relação à posição do segundo molar inferior.
eixo do terceiro molar inferior com a posição do segundo molar inferior; posição do terceiro molar inferior em relação à borda anterior do ramo da mandíbula e a face distal do segundo molar inferior; posição e o nível da face oclusal do terceiro molar inferior em relação à posição do segundo molar inferior.
posição e o nível da face oclusal do terceiro molar inferior em relação à posição do segundo molar inferior; posição do terceiro molar inferior em relação à borda anterior do ramo da mandíbula e a face distal do segundo molar inferior; eixo do terceiro molar inferior com a posição do segundo molar inferior.
eixo do terceiro molar inferior com a posição do segundo molar inferior; posição e o nível da face oclusal do terceiro molar inferior em relação à posição do segundo molar inferior; posição do terceiro molar inferior em relação à borda anterior do ramo da mandíbula e a face distal do segundo molar inferior.
Durante um procedimento cirúrgico para exodontia do dente 37, um cirurgião-dentista estava realizando a luxação com um fórceps quando a coroa do dente se fraturou devido à presença de uma restauração extensa. A fratura ocorreu abaixo da crista óssea e da linha cemento-esmalte. O periodonto estava íntegro, sem evidência de reabsorção do osso alveolar.
Com base nessas informações, assinale a alternativa correta quanto à sequência clínica que deve ser optada para finalizar a extração.
Utilização de fórceps 68.
Utilização de fórceps 18L.
Confecção de odontossecção no sentido vestíbulo lingual e remoção das raízes com fórceps 17.
Luxação e remoção das raízes sem confecção de canaleta e/ou odontossecção.
Confecção de canaleta para ponto de apoio, odontossecção (se necessário) e uso de alavancas para remoção das raízes.
A exodontia é a intervenção cirúrgica mais antiga da Odontologia e ainda hoje é o procedimento cirúrgico mais corriqueiro entre os diversos tipos de modalidade cirúrgica existentes. Entre os instrumentais específicos utilizados para a realização de exodontias, estão os fórceps dentários, que são constituídos estruturalmente de dois cabos articulados entre si, que apresentam, em uma de suas extremidades, a haste para empunhadura e, em outra, a sua parte ativa, denominada mordente, que apresentam formas e tamanhos variados, de acordo com o dente ou grupo de dentes a que se destinam. Considerando os fórceps para dentes mandibulares, é correto afirmar que o fórceps nº 23 é indicado para exodontias de:
Incisivos e caninos.
Pré-molares.
Molares inferiores hígidos.
Molares inferiores com furca exposta.
Restos radiculares.
A pressão rotacional é utilizada para exodontia simples de quais dentes?
Unirradiculares, com raiz cônica e sem dilaceração.
Multirradiculares.
Anteriores superiores, exclusivamente.
Terceiros molares inferiores parcialmente erupcionados.
Molares decíduos.
Qual fórceps está indicado para exodontia de molares inferiores direito e esquerdo?
16.
17.
18.
19.
Considerando as exodontias, é CORRETO afirmar que
podem ser indicadas em decorrência de doenças periodontais, dentes com focos de infecções, ou ainda, dentes extranumerários.
não há cirurgia segura e são desnecessárias e inúteis a anamnese e quaisquer exames complementares prévios ao procedimento.
os exames de imagem são dispensáveis, desnecessários e não auxiliam no diagnóstico nem no momento do ato cirúrgico.
a fratura mandibular é um dos mais simples e comuns acidentes que ocorrem sempre durante um transoperatório de remoção de dentes anteriores superiores.
a comunicação buco-sinusal nunca poderá ser relacionada a elas no caso de remoção dos dentes superiores posteriores.
A extração dos dentes superiores envolve o uso de instrumentos específicos projetados para diferentes configurações de raízes. Considerando essa necessidade, qual dos seguintes instrumentos é mais adequado para a remoção dos dentes 13 e 16?
Fórceps 151 e 18R.
Fórceps 150 e 18R.
Fórceps 151 e 18L.
Fórceps 69 e 18R.
Fórceps 150 e 18L.
Durante a exodontia do 38, houve a fratura em ângulo mandibular. Nesse caso, quais as incidências radiográficas indicadas?
P.A de mandíbula, panorâmica e lateral oblíqua.
Towne, P.A de mandíbula e Hirtz.
Water’s, Hirtz e lateral oblíqua.
Towne, Water’s e panorâmica.
O planejamento das incisões posteriores da mandíbula, para exodontias dos terceiros molares, deve prever, principalmente, a proteção do nervo lingual.
Certo
Errado
Para a exodontia dentária são utilizados fórceps específicos para cada grupo de dentes. Diante disto, assinale a alternativa CORRETA que corresponde à indicação do tipo de fórceps com o dente a ser extraído.
Fórceps 151 para o dente 21.
Fórceps 18L para o dente 16.
Fórceps 18R para o dente 27.
Fórceps 17 para o dente 46.
Fórceps 150 para o dente 42.
Em relação às exodontias, segundo Peterson, assinale a alternativa correta em relação aos princípios do uso de fórceps para a extração de um elemento dentário destruído por lesão cariosa extensa.
Primeiro movimento: Pressão apical.
Segundo movimento: Pressão lingual.
Terceiro movimento: Pressão vestibular.
Quarto movimento: Pressão proximal.
Quinto movimento: Pressão de rotação.
Durante uma exodontia de um terceiro molar inferior, é essencial que o cirurgião-dentista tenha conhecimento das estruturas anatômicas adjacentes. Assinale a alternativa correta sobre as relações anatômicas envolvidas:
O nervo lingual não está envolvido em cirurgias de terceiros molares inferiores, pois passa distante da região de extração.
A artéria maxilar é a principal fonte de irrigação sanguínea da mandíbula, e sua proximidade com os molares inferiores exige cautela durante o procedimento cirúrgico.
O nervo alveolar inferior passa próximo às raízes dos dentes molares inferiores e, em alguns casos, pode estar em contato direto com a raiz, aumentando o risco de parestesia se for lesado durante a extração.
Durante a extração de um molar superior, o nervo alveolar inferior é o principal nervo que pode ser lesionado.
A extração do dente normalmente requer que o processo alveolar circundante seja expandido, permitindo que, com a expansão óssea, o dente seja removido. Mas, em algumas situações, em vez de expandir o osso, ocorre uma fratura do processo alveolar e sua remoção com o dente. A causa mais comum da fratura do processo alveolar é o uso de força excessiva com fórceps, que fratura a parede cortical.
Entre os locais mais prováveis para fraturas ósseas, estão
a parede cortical lingual de incisivos superiores e a parede cortical lingual dos molares inferiores (especialmente os primeiros molares).
a tuberosidade maxilar e as porções do assoalho dos seios maxilares associados aos molares superiores.
o osso lingual dos incisivos inferiores e a parede cortical lingual sobre o canino superior.
a parede cortical vestibular dos molares inferiores (especialmente os primeiros molares) e o osso vestibular dos incisivos superiores.
o osso vestibular dos incisivos superiores e a parede cortical lingual dos molares superiores (especialmente os segundos molares).