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Com a preocupação da qualidade do ensino superior, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, em seu Art. 57, determina que nas instituições públicas de educação superior, o professor ficará obrigado ao mínimo de
quarenta e cinco horas semanais de aulas
quarenta horas semanais de aulas
dez horas semanais de aulas
oito horas semanais de aulas
quatro horas semanais de aulas
Na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei no 9.394/1996, no Art. 12, tem-se que os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência, dentre outras, de elaborar e executar sua proposta pedagógica.
Qual é a estratégia básica para que a equipe gestora possa cumprir a sua incumbência de elaborar a proposta pedagógica para garantir o processo coletivo do ato de planejar da unidade escolar?
Estimular cada professor a organizar apenas um tópico.
Contratar uma empresa de consultoria para produzir o planejamento global.
Realizar a tarefa de forma on-line.
Desenvolver a cultura de planejamento escolar.
Selecionar nos livros didáticos as ações e conteúdos pedagógicos.
Consta na Lei de Diretrizes de Bases da Educação Nacional (LDB), Lei no 9.394/1996, inciso V, do artigo 24, como regra comum da Educação Básica, nos níveis fundamental e médio, que a verificação do rendimento escolar do aluno deve ter como critério as seguintes referências:
hierarquização de notas e competição entre alunos
prevalência do resultado final e ausência de estudos de recuperação
não obrigatoriedade de estudo de recuperação e classificação de notas
avaliação classificatória e prevalência de aspectos quantitativos
avaliação contínua e cumulativa, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos
As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (publicadas em 2009 e inseridas nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica, de 2013) estabelecem que, na transição para o Ensino Fundamental, a proposta pedagógica deve prever formas de garantir a continuidade no processo de aprendizagem e desenvolvimento das crianças. Deve, além disso,
acolher as especificidades etárias, com antecipação de conteúdos que serão trabalhados no Ensino Fundamental.
respeitar as especificidades etárias, sem antecipação de conteúdos que serão trabalhados no Ensino Fundamental.
equiparar as especificidades etárias, promovendo a permanência da criança na Educação Infantil quando a correspondência idade-desenvolvimento ainda não for adequada.
considerar as especificidades etárias e os requisitos de seleção necessários ao ingresso no Ensino Fundamental.
minimizar as especificidades etárias, preferencialmente por meio de jornada em tempo integral, com duração igual ou superior a sete horas diárias
É comum haver algumas dúvidas quanto às denominações e aos tipos que caracterizam as instituições de Educação Infantil. A esse respeito, assinale a alternativa correta.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei no 9.394/96) determina a distinção entre creche e pré-escola, sendo a primeira direcionada a crianças de até 3 anos de idade, e a segunda direcionada a crianças de 4 e 5 anos.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei no 9.394/96) determina a distinção entre creche e pré-escola, sendo a primeira referente às instituições públicas, e a segunda referente às instituições particulares.
As diferenças entre creche e pré-escola são definidas no credenciamento da instituição junto à entidade governamental competente, a depender do contexto regional em que se situa e do tipo de contrato a ser estabelecido com as famílias.
A Constituição Federal (1988), antecipando direitos garantidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (1990), determinou o dever do Estado perante as funções de cuidar e educar, atribuindo-as, respectivamente, à creche e à pré-escola.
Creche e pré-escola são sinônimos tanto no âmbito teórico quanto no âmbito jurídico; porém, no jargão popular, há a prática usual de denominar creches as instituições situadas em bairros mais pobres, onde estão as famílias com menor renda
A educação superior está expressa nos artigos 43 a 47 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96) e tem por finalidade formar profissionais em diferentes áreas do saber, promovendo a divulgação dos conhecimentos culturais, comunicando-se por meio do ensino. Neste sentido, a Educação Superior abrange os seguintes cursos e programas (conforme o Art. 44). Marque a opção CORRETA.
Cursos sequenciais por campo do saber, de diferentes níveis de abrangência, abertos a candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos pelas instituições de ensino.
De graduação, abertos a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e tenham sido classificados em processo seletivo.
De pós-graduação, compreendendo programas de mestrado e doutorado, cursos de especialização, aperfeiçoamento e outros, abertos a candidatos diplomados em cursos de graduação que atendam às exigências das instituições de ensino.
De extensão, abertos a candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos em cada caso pelas instituições de ensino.
As assertivas apresentadas nas alternativas A, B, C e D se complementam e, portanto, estão corretas.
De acordo com a Resolução nº 4, de 13 de julho de 2010, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica, em seu art. 29, a Educação Especial, como modalidade transversal a todos os níveis, etapas e modalidades de ensino, é:
organizada de maneira a atender apenas casos de deficiências físicas em locais de acessibilidade comprovada.
prevista para as escolas públicas de Educação Fundamental, desde que haja profissionais habilitados para tal.
parte integrante da educação regular, devendo ser prevista no projeto político-pedagógico da unidade escolar.
coadjuvante das ações governamentais no que diz respeito aos projetos da Educação e da Saúde.
de caráter opcional para as Redes de Ensino que têm menos recursos como as de pequenos municípios.
Por meio da emenda constitucional nº 59/2009, o Plano Nacional de Educação (PNE) deixou de ser uma disposição transitória da LDB (Lei nº 9.394/1996), para se transformar em uma exigência constitucional a cada dez anos, sendo referência para os planos plurianuais surgidos no período. O PNE 2014-2024 tem vinte metas estabelecidas, divididas entre educação básica e educação superior. Algumas dessas metas são buscadas desde o início do século XX, como a universalização da alfabetização, para que o Brasil deixasse de ser um “mar de analfabetos e uma ilha de letrados”. Além dessas metas relativas a educação básica, o PNE estabelece metas ousadas também sobre a educação superior. Sobre as metas do PNE para a educação superior, assinale a alternativa correta.
Transferir para a administração dos municípios cerca de 30% das instituições de ensino superior do país, uma vez que a maior parte dos professores formados atua em instituições públicas municipais de educação.
Elevar a taxa bruta de matrículas na educação superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurada a qualidade da oferta e expansão para, pelo menos, 40% das novas matrículas, no segmento público.
Formar, em nível de pós-graduação, 50% dos professores da educação básica até o último ano de vigência do PNE, e garantir a todos(as) os(as) profissionais da educação básica formação continuada em sua área de atuação, considerando as necessidades, demandas e contextualizações dos sistemas de ensino.
Elevar a escolaridade média da população de 18 a 29 anos, de modo a alcançar, no mínimo, doze anos de estudo no último ano de vigência do plano para as populações do campo, da região de menor escolaridade do País e dos 25% mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros.
Oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos(as) alunos(as) da educação básica e oferecer 25% das matrículas de jovens e adultos na educação profissional.
A respeito da inserção dos cursos de tecnólogos no Brasil e da atuação dos CEFET, assinale a opção correta.
Esses cursos se consolidaram rapidamente no ensino superior, em decorrência da imediata inserção dos profissionais na divisão social e técnica do trabalho.
A transformação das escolas técnicas federais em CEFET reduziu a abrangência dessas instituições.
Por não se adequar ao conceito de educação tecnológica, os cursos de licenciatura não integraram as atribuições dos CEFET.
Por serem regidos por instrumentos legais conflitantes entre si, os CEFET possuíam finalidades e atribuições diferenciadas.
A criação dos cursos superiores de tecnologia opuseram-se aos objetivos da economia de mercado para os países dependentes.
O Sistema de Seleção Unificada – Sisu, sistema informatizado gerenciado pela Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação, instituído pela Portaria Normativa MEC no 2, de 26 de janeiro de 2010, passou a ser regido pela Portaria Normativa no 21/12, a qual dispõe que, no Sisu, por meio de processo autônomo, “são selecionados estudantes, com base, exclusivamente, nos resultados obtidos por eles no Exame Nacional do Ensino Médio – Enem, para vagas em cursos de graduação, disponibilizadas
pelas instituições públicas e gratuitas de ensino superior que dele participarem, por meio de assinatura de Termo de Adesão.
por instituições participantes, públicas e particulares, prioritariamente, em cursos na modalidade de ensino a distância.
por instituições públicas e particulares de ensino superior em cursos de licenciatura, que a ele aderirem.
por instituições públicas federais e municipais que oferecem cursos tecnológicos.
pelas instituições públicas e comunitárias que, automaticamente, participarão do Sisu.