

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Em Currículo, Território em Disputa, Miguel Arroyo (2013) analisa criticamente a forma como o currículo escolar é organizado e vivenciado nas instituições educacionais. Em relação a essa análise, examine as asserções a seguir e, posteriormente, assinale a alternativa correta:
I – O currículo é apresentado como algo inevitável, indiscutível e tratado como sagrado.
II – Essa forma de apresentação contribui para que a relação entre os docentes e os currículos seja marcada por tensão.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é um complemento da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições falsas.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é um complemento da I.
Sobre a Pedagogia Histórico-Crítica, Saviani pensou em denominá-la de pedagogia revolucionária e de pedagogia dialética. Porém, entendeu que Pedagogia Histórico-Crítica era o nome mais adequado, pois, por um lado, contemplava o aspecto crítico desprezado pelas pedagogias não críticas (pedagogia tradicional, escolanovismo e tecnicista) e a dimensão histórica que era desconsiderada pelas teorias críticoreprodutivistas (Educação enquanto aparelho ideológico do Estado, educação enquanto teoria da escola dualista e educação entendida como violência simbólica). E, por outro, considerava as determinações sociais e o compromisso com a classe trabalhadora, que são indispensáveis a uma teoria educacional transformadora.
Referência: SAVIANI, Dermeval. Pedagogia HistóricoCrítica: primeiras aproximações. 11.ed. Campinas: Autores Associados, 2013.
Nesta direção, considerando a Pedagogia Histórico-Crítica, analise as afirmativas estabelecendo (V) VERDADEIRO ou (F) FALSO, em seguida assinale a única alternativa que apresenta a ordem CORRETA, de cima para baixo.
( ) Segundo Saviani (2013), a tarefa a que se propõe a Pedagogia Histórico-Crítica em relação à educação escolar implica: identificação das formas mais desenvolvidas em que se expressa o saber objetivo produzido historicamente, reconhecendo as condições de sua produção e compreendendo as suas principais manifestações, bem como as tendências atuais de transformação; conversão do saber objetivo em saber escolar, de modo que se torne assimilável pelos alunos no espaço e tempo escolares; provimento dos meios necessários para que os alunos não apenas assimilem o saber objetivo enquanto resultado, mas apreendam o processo de sua produção, bem como as tendências de sua transformação.
( ) Para Saviani (2013), as teorias educacionais que convencionou chamar de “crítico-reprodutivistas”, captam de modo mecânico e unidirecional a determinação da sociedade sobre a educação, acabam por dissolver a especificidade da educação e, por insuficiência dialética, eliminam as contradições do interior da escola, reduzindo-a a um espaço onde os interesses dominantes se impõem de forma, por assim dizer, absoluta. Por isso, a competência técnica no interior das escolas é interpretada como estando sempre a serviço dos interesses dominantes.
( ) Em Pedagogia Histórico-Crítica: primeiras aproximações, Saviani (2013) aponta que o educador que queira colocar-se na perspectiva da “emergente classe trabalhadora” não necessariamente precise romper com a velha concepção de cultura (a enciclopédico-burguesa). Isso implica desobedecer, quebrar as regras estabelecidas, ousar aplicar do livre arbítrio para comer ou não comer do fruto da “árvore da ciência do bem e do mal”, negando, assim, a inocência paradisíaca que reina na escola capitalista.
( ) Para Saviani (2013), o viés positivista, vinculando a objetividade à neutralidade e descartando a universalidade do saber, relacionase ao processo de desistoricização que caracteriza essa concepção. A historicização, pois, em lugar de negar a objetividade e a universalidade do saber, é a forma de resgatá-las. Paradoxalmente, portanto, foi justamente a subordinação do saber objetivo aos interesses burgueses que conduziu o positivismo a proclamar a neutralidade do saber como condição de sua objetividade.
( ) Na Pedagogia Histórico-Crítica (PHC), que nasce inicialmente como Pedagogia CríticoReprodutivista, Saviani(2013) apontaqueaquestão educacional é sempre referida ao problema do desenvolvimento social e das análises críticas das classes. A vinculação entre interesses populares e educação é explícita. Os defensores da proposta desejam a transformação da sociedade. Se este marco não está presente, não é da Pedagogia Histórico-Crítica que se trata. Portanto, o caráter de classe da Pedagogia Histórico-Crítica está explícito. E na PHC, a socialização do saber elaborado é a tradução pedagógica do princípio mais geral da socialização dos meios de produção. Ou seja, do ponto de vista pedagógico, também se trata de socializar o saber elaborado, pois este é um meio de produção.
V, F, F, V, F.
F, F, F, V, F.
V, V, F, F, V.
V, V, F, V, F.
V, F, F, F, V.
Compreende o currículo como uma organização técnica dos conteúdos, orientada pela eficiência e pelo alcance de objetivos previamente definidos. Na visão de Tomaz Tadeu da Silva, essa formulação corresponde a uma determinada teoria do currículo, que é a:
crítica
pós-crítica
tradicional
multicultural
Assinale a opção que apresenta uma intervenção pedagógica, no contexto socioassistencial, alinhada às concepções histórico-crítica e emancipatória de educação.
A centralidade na transmissão de conteúdos escolares formais e na correção de desvios comportamentais, visando à adequação e à inserção imediata dos indivíduos nas dinâmicas produtivas do mercado de trabalho.
A compreensão das situações de vulnerabilidade social como fenômenos individuais e biológicos, cuja superação depende do esforço meritocrático e do desenvolvimento da resiliência psicológica de cada usuário.
A aplicação de metodologias diretivas e padronizadas de planejamento técnico, intervindo nas necessidades prioritárias do território, a partir do saber institucional e científico, sem a interferência dos saberes locais para preservar a neutralidade das ações.
O fortalecimento das oficinas socioeducativas em espaços de entretenimento e recreação, de forma que a ausência de intencionalidade pedagógica e de direcionamento político garanta a neutralidade ideológica do serviço.
A apreensão da realidade dos usuários a partir de suas contradições materiais e sociais, utilizando o diálogo e a problematização para que a comunidade compreenda as causas estruturais de suas vulnerabilidades e se organize na defesa de direitos.
Basil Bernstein, em sua teoria do discurso pedagógico, analisa como o conhecimento é recontextualizado do campo da produção para o campo da reprodução (escola). O conceito de "Classificação" na teoria de Bernstein refere-se à:
Capacidade do professor em rotular os alunos entre "aptos" e "não aptos" de acordo com sua origem social.
Organização dos alunos em turmas de níveis de aprendizagem semelhantes para facilitar a instrução direta.
Hierarquia administrativa da escola que define quem pode ou não acessar os recursos tecnológicos.
Força da fronteira entre os diferentes conteúdos curriculares, definindo o grau de isolamento entre as disciplinas.
Analise as assertivas a seguir, elaboradas a partir das discussões de Arroyo (2013) sobre a lógica estrutural do currículo brasileiro, e assinale a alternativa correta.
I – Para Arroyo, a distinção entre núcleo comum e parte diversificada expressa uma concepção democrática e inclusiva de currículo, uma vez que a diversidade de saberes regionais, raciais, de classe e de gênero é incorporada como eixo obrigatório na formação dos estudantes.
II – Segundo o autor, o chamado “núcleo comum” baseia-se na ideia de um sujeito universal e abstrato, que tende a apagar as marcas dos sujeitos concretos - como lugar, classe, raça, gênero e etnia - produzindo um currículo que desconsidera e secundariza os saberes dos grupos historicamente marginalizados.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é um complemento da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições falsas.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é um complemento da I.
Para Caldart et all (2012), as instituições formais de ensino têm a função de desconstruir a histórica inferiorização social, política e cultural daqueles sujeitos que buscam afirmar seus pertencimentos sociais como “povos do campo” e/ ou “povos e comunidades tradicionais” – agricultores familiares, quilombolas, sem-terra, indígenas, mestiços, agricultores urbanos, juventude rural, populações agroextrativistas (seringueiros, castanheiros, quebradeiras de coco de babaçu), grupos vinculados aos rios ou ao mar (ribeirinhos, pescadores artesanais, caiçaras, varjeiros, jangadeiros, marisqueiros), grupos associados a ecossistemas específicos (pantaneiros, caatingueiros, vazanteiros, geraizeiros, chapadeiros), grupos associados à agricultura ou à pecuária (faxinais, sertanejos, caipiras, sitiantes, campeiros, fundo de pasto, vaqueiros) e outras formas identitárias.
Nesse sentido, é correto afirmar que, para cumprir essa função, dentre os desafios que se apresentam, os currículos de ensino devem
negar a Pedagogia Histórico-Crítica como pressuposto didático.
superar a Educação Intercultural Crítica como perspectiva de ensino.
afirmar a Pedagogia do Movimento como referência política e pedagógica.
supervalorizar os saberes tradicionais em detrimento de outras formas de conhecimento.
estabelecer um método ensino que priorize uma maneira universal de ensinar tudo a todos.
O termo “Currículo” foi introduzido nos Estados Unidos, em 1918, através da obra intitulada The Curriculum, de John Franklin Bobbitt (1876- 1956). "O campo do currículo ganhou força como algo especializado, reflexão e estudo, desenvolveu em meio à efervescência da revolução industrial que, naquele contexto, moldou-se às perspectivas industriais para a formação da mão-de-obra para atender às necessidades das indústrias”
SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2010, p. 23.
Considerando as teorias tradicionais de currículo, é INCORRETO afirmar.
Evidencia seu caráter tecnicista, com lógica da racionalidade técnica.
Estrutura-se tendo por base os princípios administrativos do taylorismo e do fordismo.
O sentido de controle é evidenciado por meio do planejamento do ensino e da avaliação dos processos educacionais.
Bobbitt direciona a leitura do currículo como força intencional de formar mão-de-obra especializada para as indústrias.
Orienta suas ações para a formação humanística, configurando-se como expressão das lutas de poder e de classe.
No artigo O ensino superior brasileiro: novas configurações e velhos desafios, Antônio Severino (2008) faz uma análise sobre o ensino superior no Brasil evidenciando um processo explícito de uma reforma universitária permanente e prioritária. Nas palavras do autor “No mínimo, fica claramente assumida a política de ensino superior que, no meu entendimento, não responde apenas às exigências de regulamentação formal da LDB, mas sobretudo consagra uma tomada de posição francamente adepta das consígnias da visão neoliberal da educação” (p. 80). Sobre essa crítica, assinale a alternativa incorreta:
O intenso movimento legislativo evidencia adesão à privatização, permitindo instituições com fins lucrativos, e aceita que a boa formação universitária possa ocorrer sem pesquisa ou produção de conhecimento (SAVIANI, 2003, p. 14-15), alinhando-se à agenda neoliberal para cultura, ciência e educação.
Desde os anos 1990, mudanças em legislação e programas têm efeito ambíguo: defendem qualidade, cidadania e inclusão no mercado de trabalho, mas nem sempre se articulam em um projeto político-educacional coerente.
Desde os anos 1990, o poder público brasileiro tem buscado diversificar e diferenciar o ensino superior, aplicando flexibilidade, competitividade e avaliação, alinhado à pressão da agenda neoliberal dominante (OLIVEIRA, 2007, p. 11).
É possível afirmar que há baixa tendência de mercantilização dos serviços educacionais e privatização do Ensino Superior, o que se tem em vista é atender melhor às demandas sociais e do mercado de trabalho, sendo contrária a linha da teoria do capital humano.
As universidades públicas enfrentam o desafio de conciliar políticas educacionais e demandas do mercado com seu projeto político-pedagógico, correndo o risco de se tornarem dependentes de metas políticas e de mercantilizar sua produção acadêmica (OLIVEIRA, 2007, p. 18).
Em “Escola e Democracia”, Saviani (2008) utiliza-se da metáfora da “teoria da curvatura da vara”, alicerçada na ideia de que, quando a vara está torta, é preciso curvá-la para o lado oposto.
Segundo o autor, essa teoria parte da ideia central de que
a superação das pedagogias dominantes ocorre por meio da neutralidade científica e do afastamento de posições polêmicas no interior do debate educacional, sendo justamente tais posições responsáveis por manter a vara torta, ou seja, por manter os desvios que reproduzem desigualdades.
no embate ideológico, deve-se alcançar o equilíbrio entre as pedagogias em disputa com base estritamente na definição de uma concepção correta para corrigir os desvios.
no embate ideológico, não basta enunciar a concepção correta para corrigir os desvios, é necessário abalar as certezas e desautorizar o senso comum.
para corrigir os desvios, é preciso um esforço pedagógico imparcial, entendido como a ação de colocar a vara em uma postura neutra, uma vez que a tendência ao desvio se dá pelas posições polêmicas no interior do debate educacional.
Uma equipe pedagógica decide reorganizar o currículo para enfrentar desigualdades culturais e estimular a formação crítica dos estudantes. De acordo com a concepção curricular apresentada por Veiga (2002), a decisão mais coerente é:
Reestruturar as disciplinas mantendo sua autonomia conceitual, promovendo articulações pontuais entre conteúdos para assegurar progressão e coerência curricular.
Selecionar conteúdos com base em critérios técnicos e científicos, reduzindo a ênfase em debates sociopolíticos para preservar a objetividade do ensino.
Valorizar as aprendizagens informais presentes no cotidiano escolar, utilizando o currículo oculto como recurso complementar de socialização dos estudantes.
Utilizar mecanismos de controle social orientados principalmente à regulação do comportamento, como condição prévia para o desenvolvimento da autonomia discente.
Adotar um currículo integrado e articulado a uma concepção crítica de controle social voltada à emancipação, favorecendo a autonomia intelectual.
Nos vários períodos históricos existiram várias correntes pedagógicas e cada uma delas fala sobre a ação do (a) professor (a), do estudante e da maneira como deveria ocorrer a produção do conhecimento. Na tendência denominada de Escola Nova o estudante é:
treinado para produtividade.
sujeito crítico e transformador.
passivo e receptor.
ativo e centro da aprendizagem.
sujeito histórico que se apropria do saber.
O pensamento crítico denuncia a mercantilização do ensino como um dos seus principais problemas contemporâneos, e aponta a despolitização da educação como estratégia utilizada nesse processo. Isso significa que as escolas são levadas a não refletir sobre as tensões sociais e a priorizarem uma adaptação ao mercado.
Assinale a opção que apresenta um exemplo de despolitização da educação, no sentido indicado.
Estabelecimento de regras que proíbem manifestações político-partidárias nas dependências escolares.
Implementação de projetos que promovam a convivência harmoniosa no ambiente escolar.
Valorização de práticas pedagógicas voltadas ao desenvolvimento cívico e ético dos alunos.
Exigência de um currículo nacional homogêneo em detrimento da análise das realidades locais.
Incentivo à mediação de conflitos como estratégia para fortalecer o diálogo entre os estudantes.
À luz das teorias críticas da educação, da articulação entre escola, cidadania e desigualdade social, e considerando uma concepção histórico-crítica de educação como prática social comprometida com a transformação da realidade, é CORRETO afirmar que:
A construção do conhecimento escolar requer uma distância analítica em relação às vivências disformes dos estudantes, evitando que as dimensões afetivas interfiram nas bases epistemológicas do ensino.
A pedagogia comprometida com a superação das formas de opressão reconhece a historicidade das experiências populares como campo legítimo de produção e reelaboração crítica dos saberes escolares.
Ao organizar os saberes em função de prescrições curriculares centralizadas, a escola reafirma sua responsabilidade com a estabilidade dos vínculos formativos e amplia o repertório cultural coletivo.
A interlocução entre práticas sociais e conteúdos escolares deve resguardar a integridade dos sistemas lógicos disciplinares, assegurando a progressividade do aprendizado segundo critérios técnico-formais.
De acordo com as diferentes concepções pedagógicas que marcaram a evolução do ensino, analise as assertivas a seguir:
I. Na concepção tradicional, o ensino é entendido como transmissão de conhecimentos, centrado na exposição do professor e na reprodução do conteúdo pelo aluno.
II. A Escola Nova desloca o foco pedagógico para o aluno, valorizando os métodos e processos de aprendizagem, bem como aspectos psicológicos e o desenvolvimento do interesse.
III. A concepção tecnicista rejeita o planejamento educacional e prioriza a espontaneidade do processo de ensino, evitando a definição de objetivos.
Está(ão) CORRETA(S):
Somente III.
Somente I e II.
I, II e III.
Somente II.
De acordo com John Dewey, é um equívoco pensar que ao controlar o que se ensina é possível controlar também o que se aprende. Nesse sentido, para o autor:
As aprendizagens que se dão de modo colateral, tais como gestos, atitudes, gostos, desgostos, desejo de aprender etc., são muitas vezes mais importantes que o conteúdo propriamente trabalhado pelo professor.
As aprendizagens enfatizadas referem-se, no âmbito educacional, ao currículo denominado:
Currículo formal.
Currículo prescrito.
Currículo normativo
Currículo oculto.
Durante a reformulação curricular de uma rede municipal, gestores defendem um currículo voltado à formação crítica dos estudantes. Essa concepção curricular compreende que
o currículo deve ser neutro.
o currículo deve priorizar conteúdos descontextualizados.
o currículo é atravessado por relações sociais, culturais e políticas.
o currículo deve excluir debates sociais.
o currículo deve focar apenas avaliações externas.
O currículo escolar é objeto de diferentes interpretações teóricas que procuram explicar sua função social e educacional.
Nesse sentido, as teorias críticas do currículo defendem que:
o conhecimento escolar reflete relações sociais e culturais
o currículo deve ser definido apenas por especialistas
os conteúdos são universais e imutáveis
o currículo é neutro
Considera o currículo como prática cultural e política voltada à emancipação e à formação crítica. Nessa visão teórica, o professor é um intelectual transformador, e o currículo é um território de disputas. Um dos grandes representantes dessa vertente de pensamento é Henry Giroux. Essa determinada concepção teórica é a:
visão fenomenológica
perspectiva tecnicista
teoria pós-crítica
teoria crítica
De acordo com Libâneo (2001), abordando a tendência pedagógica progressista crítico-social dos conteúdos, o papel da escola é:
Difundir conteúdos escolares de forma espontânea, centrando-se apenas nas experiências individuais dos alunos.
Transmitir conteúdos sistematizados, priorizando saberes neutros e universais.
Priorizar a formação técnica, desconsiderando outros contextos “extraescolares”.
Difundir conteúdos vivos e concretos, articulados com a realidade social dos alunos.