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Assinale a alternativa que completa corretamente o fragmento a seguir:
No Brasil, antes de 1930, as ações do Estado como regulador da área social limitava-se a intervenções tópicas e emergenciais face às reivindicações sociais dos trabalhadores. De maneira geral, as necessidades sociais eram tratadas pelo Estado como “caso de polícia” e a provisão social era deixada a cargo _____
do Estado, da família e da comunidade.
do mercado e da iniciativa privada não mercantil.
da sociedade civil e das políticas sociais.
do mercado de trabalho e das empresas.
da Igreja, dos sindicatos e partidos políticos.
O Estado pode ser definido como uma condensação de forças sociais, ou seja, uma arena de conflitos de interesses.
No modelo privatista, são identificadas demandas institucionais trazidas ao profissional de serviço social regido por essa lógica de atenção à saúde. Assinale a alternativa que trata de uma demanda institucional pautada no modelo privatista.
Busca de democratização do acesso às unidades e aos serviços de saúde.
Atendimento humanizado.
Estímulo às abordagens individuais.
Incentivo às práticas interdisciplinares.
Promoção do acesso democrático às informações.
A base de princípios sobre a qual se estruturou o sistema brasileiro de política social, entre os anos de 1930 e 1970, fundava-se no binômio:
equidade / justiça social.
redistribuição / igualdade.
universalidade / assistência.
democracia / corporativismo.
meritocracia / clientelismo.
Os estudos acerca das políticas sociais no Brasil reconhecem, no padrão de proteção social brasileiro, a combinação de traços característicos dos diferentes modelos históricos de Estado de Bem-Estar.
As medidas autoritárias e desmobilizadoras dos conflitos sociais adotadas no país durante a ditadura militar são traços típicos do modelo:
conservador.
liberal.
social-democrata.
redistributivo.
institucional.
A frágil intervenção do Estado na garantia dos direitos sociais, até o início do século XX, deveu-se à forte influência do pensamento neoliberal que define, como uma perspectiva central, a(o)
coletividade como sujeito de direito
diminuição do papel do Estado
desnaturalização da miséria
socialização da riqueza produzida
mercado regulável e institucionalizado
Ao apreender o Estado como Estado ampliado e a instituição como aparelho contraditório, os assistentes sociais a serviço tão somente da classe dominante reproduzem as relações de dominação.
No campo das políticas sociais, a experiência brasileira do período tecnocrático-militar caracteriza-se pela implementação de políticas de caráter desenvolvimentista.
Uma das teorias que mais influenciaram o pensamento político e social moderno foi a da cidadania, surgida na Grécia antiga e, posteriormente, sistematizada por Beveridge.
Para uma interpretação crítica da realidade social, há de se compreender as diferentes relações que articulam esferas do processo de acumulação, produção, circulação e consumo
ao conjunto de técnicas tayloristas e fordistas e aos métodos de gestão do trabalho, tornando-o inflexível.
às várias maneiras de manifestação do capital que também se impõem enquanto mecanismos de controle e reprodução social.
às diferentes formas de realização do valor e divisão do trabalho técnico no capitalismo monopolista.
às mudanças técnicas/organizacionais que foram introduzidas na mundialização do capital e consequente valorização do operariado.
à própria simplificação e destituição do “saber fazer” da classe burguesa dentro do sistema produtivo.
A intervenção do Estado em demandas sociais é o único fator que determina a natureza pública de uma política social.
A concepção comunitarista de sociedade civil, delineada na perspectiva neoliberal, contrapõe-se ao estímulo às iniciativas privadas nas ações sociais.
Segundo Gramsci, sociedade civil consiste no conjunto de aparelhos por meio dos quais a classe dominante impõe coercitivamente a sua dominação.
A história das políticas sociais vincula-se à história da sociedade capitalista e à consolidação dos modernos Estados nacionais.
Na perspectiva do Estado liberal, um dos pressupostos essenciais das políticas sociais é a ideia de que o bem-estar individual maximiza o bem-estar coletivo.
O ambiente de crise do capital e do neoliberalismo favorece a ampliação das possibilidades preventivas e redistributivas das políticas sociais.
O Estado, nas últimas décadas, passou por significativas mudanças: o desmonte do Welfare State, o neoliberalismo, as compressões econômicas, os ajustes fiscais, a globalização da economia e as pressões das agências multilaterais. O receituário neoliberal influenciou e influencia não só a política econômica, mas também a social. Nessa direção, limitaram-se as prioridades das políticas públicas. Assim, introduziu-se fortemente o conceito de
investimento social nas instituições sociais que ofertam os serviços públicos.
políticas e programas desenhados sob a ótica da universalidade.
equidade, ofertando múltiplas e distintas oportunidades para assegurá-la.
desigualdade e exclusão.
focalização e eleição dos pobres e de algumas minorias, como prioridades na proteção social.
A análise das políticas sociais como processo e resultado de relações complexas e contraditórias entre Estado e sociedade é própria da perspectiva idealista, na qual sujeito e objeto são historicamente situados e estão em relação de igualdade quanto ao seu papel no mundo.
No processo de reestruturação produtiva no Brasil, ocorreram mudanças significativas no direcionamento da força de trabalho e um novo perfil se estabeleceu para as políticas de recursos humanos, dentre elas, a
criação de sistemas de avaliação coletiva, com indicadores de metas quantitativas.
contratação de novos empregados com exigência estritamente técnica.
criação de programas de formação profissional, com conteúdos comportamentais.
introdução de sistemas de avaliação e manutenção de benefícios para todos os trabalhadores.
expansão dos benefícios e serviços sociais oferecidos pelas empresas para os trabalhadores com estabilidade.