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A intermediação, realizada pelo profissional, entre a clientela e as normas institucionais, ambas definindo articuladamente as necessidades e as formas como devem ser satisfeitas, representa o modelo de
subordinação.
dominação.
procuração.
representação.
mediação.
O Serviço Social conta com profissionais que executam políticas públicas dentro do aparato do Estado. Em sua prática, o profissional deve, além de prestar assistência, realizar um trabalho educativo que resulte num bem e não num produto a ser consumido. Para isto deverá enfrentar o desafio de, a partir
de um trabalho de caso a caso, procurar definir as grandes linhas de ação no campo da assistência aos diversos grupos vulnerabilizados.
de um movimento que inclua o voluntariado de todos os recantos do país, enfrentar os mais diversos problemas de saúde e saneamento.
das grandes leis e tendências da sociedade burguesa, decifrar as particularidades históricas do movimento atual, dando respostas condizentes à questão social.
de variada ação conjunta de todas as corporações que integram o campo do funcionalismo público, atender os mais necessitados.
de programas diversos, eliminar todas as formas de exclusão, provendo, assim, todos os marginalizados e desempregados.
A relação do profissional, no processo de intervenção do Estado na mediação estatal, é vista de maneira contraditória: possibilita ao mesmo tempo um reforço do processo de acumulação e dominação, e também um reforço e uma contribuição ao fortalecimento das organizações populares. Ao optar pela segunda alternativa, o profissional terá de enfrentar um dilema, tendo de trabalhar com o processo teórico de compreensão/explicação, de compartilhamento de sentimentos, atitudes e habilidades pessoais e com técnicas que precisam ser metodicamente construídas através de
implementação de projetos e de programas que possam ocupar o tempo ocioso.
articulação do pragmático e do político, do vivido e do pensado, do imediato e do mediato.
ocupações voltadas para o campo da cultura, com projetos de teatro e música.
atividades de esporte, lazer e laborterapia, que tranqüilize os usuários.
programas de capacitação em atividades domésticas de pintura e bordado.
A atuação do Assistente Social em um órgão estatal, via de regra, exige que ele trabalhe com planejamento. Em decorrência dessa atribuição, ele deverá compreender que um plano de ação será tanto mais frágil quanto mais deficiente for a análise do problema em
suas causas.
suas conseqüências.
seus resultados.
seus efeitos.
seus movimentos.
O processo de ação ou intervenção profissional não é um modelo que contém um conjunto de passos preestabelecidos (a chamada receita), mas um método que exige profunda capacidade teórica para estabelecer os pressupostos da ação, uma capacidade analítica para entender e explicar as particularidades da conjuntura e situações, uma capacidade de propor alternativas com participação dos sujeitos na intricada trama em que se correlacionam as forças sociais.
Este é um método que tem por paradigma uma concepção
pragmática.
dialética.
empirista.
funcionalista.
positivista.
O saber fazer profissional do assistente social exige conhecimento de situações do cotidiano de sua prática, dos meios e condições de realizações, das possibilidades e tendências que suas ações poderão desencadear. Para conhecer a complexidade da situação em que estão envolvidas pessoas ou grupos e nela atuar, o profissional deverá lançar mão de procedimentos e técnicas de
observação, coleta, organização, análise de dados e plano de ação.
ludoterapia e psicoterapia que possam entreter e ajudar os usuários.
esporte e lazer que estabeleçam uma rotina de aproveitamento do tempo.
informações contidas na rede virtual e em documentos oficiais.
autoconhecimento para facilitar o relacionamento dos participantes.
O processo de planejamento contém componentes técnicos e metodológicos que contribuem para imprimir racionalidade às decisões e ações. Sobre esses componentes, é correto afirmar:
No processo de planejamento, os instrumentos de decisão devem manter total independência entre si, com o objetivo de assegurar a sua coerência.
Planos, programas e projetos são instrumentos que consolidam as decisões em diferentes níveis, observando maior ou menor aproximação com a ação.
Os processos de planejamento, por serem construídos no âmbito das relações societárias e institucionais, que são marcadas pelo consenso entre os atores envolvidos, dispensam a negociação política.
Os instrumentos de gestão do planejamento devem manter distância em relação à expressão das necessidades sociais, para garantir o gerenciamento e a execução de forma adequada.
O debate contemporâneo sobre a instrumentalidade do Serviço Social está voltado para a discussão sobre:
a racionalidade do trabalho na sociedade e sua relação com a atividade profissional;
as dificuldades operativas da condução técnico-instrumental na atividade profissional;
a necessidade de dar maior atenção aos instrumentais exclusivos do Serviço Social;
a ausência de sustentação metodológica da maior parte dos instrumentais utilizados pelo Serviço Social;
a insipiente instrumentalização para o exercício profissional no âmbito dos processos formativos.
Os assistentes sociais participam de processos coletivo de trabalho, partilhado com outras categorias profissionais sob a forma de trabalho cooperativo. Essa forma de participação é historicamente determinada pela:
capacidade do assistente social em relacionar-se com outros profissionais;
divisão social e técnica do trabalho na sociedade capitalista madura;
dimensão interdisciplinar do trabalho no campo das políticas sociais;
necessidade de um trabalho harmônico que garanta a boa prestação dos serviços sociais;
ausência de hierarquia organizacional que coloque o trabalho do assistente social em posições menos privilegiadas institucionalmente.
Ao elaborar o estudo social, o assistente social lança mão do instrumental científico proporcionado por sua profissão, assegurando uma intervenção neutra.
A tendência em atribuir aos instrumentos e técnicas um status superior ao que é dado aos demais componentes da prática profissional relaciona-se:
à valorização da racionalidade técnica no modo de produção capitalista e à compreensão de que os instrumentos e técnicas de intervenção são elementos imanentes ao próprio Serviço Social;
ao alto padrão alcançado pelo debate metodológico no Serviço Social e à ausência de aprofundamento deste debate com relação às questões técnico-instrumentais;
ao baixo padrão alcançado pelo debate metodológico no Serviço Social e à ausência de rebatimento deste debate em relação às questões técnico-instrumentais;
à ausência de um estatuto intelectual do Serviço Social e à própria natureza interventiva da profissão;
à negação da dimensão interventiva do Serviço Social e, conseqüentemente, do status de cientificidade que a prática profissional adquire com a valorização da dimensão técnica da intervenção.
Um programa de atualização profissional para os servidores é o documento que agrupa os projetos de atualização pedagógica teórica e prática, prevenção ao uso de drogas e treinamento para o desenvolvimento de habilidades profissionais em adolescentes. Esse documento também estabelece prioridades entre os projetos e destina-lhes os recursos.
O trabalho do Serviço Social desenvolvido junto às classes subalternas tem, necessariamente, uma dimensão
econômico-social.
Apreender a totalidade do social, a partir do cotidiano, significa para o Assistente Social
entender-se como transmissor de conteúdos capazes de equacionar os problemas sociais.
esquematizar/propor soluções preestabelecidas para o enfrentamento de cada caso.
conhecer/trabalhar todos os usuários em sua condição de classe.
conhecer/trabalhar a questão social na fragmentação em que se apresenta.
perceber que os objetivos formais das instituições priorizam a cidadania dos setores populares.
Para que a prática profissional nas instituições não se reduza ao atendimento imediato das demandas, há a necessidade de
O Serviço Social é uma profissão basicamente de caráter interventivo. Na sua prática, o Assistente Social, tanto na esfera pública estatal como no setor privado, enfrenta a necessidade de se capacitar, para executar um
A ação profissional dos Assistentes Sociais é, com maior freqüência, voltada para o atendimento de demandas e segmentos da população sem acesso aos mínimos sociais. Para desenvolver a prática profissional, o Assistente Social necessita conhecer e compreender
Segundo Iamamoto, um dos requisitos para o deciframento da dimensão política da prática profissional do Assistente Social
é transitar pela bagagem acumulada na profissão e, com base nas pesquisas e estudos na esfera acadêmica, optar pela linha teórico-metodológica que mais atenda a compreensão da relação do homem e do mundo.