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Em relação à rotulagem de alimentos, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determina que:
as informações do rótulo não precisam estar escritas no idioma oficial do país
é facultativa a inscrição do prazo de validade do produto
é permitido afirmar, no rótulo, que o alimento apresenta propriedades terapêuticas
os aditivos alimentares presentes no alimento não precisam ser incluídos na “lista de ingredientes” que consta no rótulo
no rótulo de alimentos constituídos de um único ingrediente não é necessário incluir a “lista de ingredientes”
Segundo a IN SDA (Instrução Normativa da Secretaria de Defesa Animal) nº 25, de 8 de novembro de 2012, são exemplos de substâncias classificadas, respectivamente, nas listas A1 e B:
butorfanol e fenobarbital
testosterona e tiopental
propofol e zidovudina
pentobarbital e acepromazina
cetamina e morfina
De acordo com a Portaria Ministério da Saúde nº 1.428, de 26 de novembro de 1993, é correto afirmar que:
as propostas de Padrão de Identidade e Qualidade (PIQ) para produtos na área de alimentos serão elaboradas pelos Serviços de Vigilância Sanitária Estaduais
as normas de boas práticas previstas na referida portaria não são aplicáveis a empresas públicas
os estabelecimentos prestadores de serviços na área de alimentos são isentos de PIQ, no entanto, deverão propor Boas Práticas
a classificação do produto que deve estar contida no PIQ é a denominação do produto
o responsável técnico por um estabelecimento produtor de alimentos deve ter capacidade de definir procedimentos, eficazes e efetivos, para os controles dos PCC
A Resolução da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) nº 216, de 15 de setembro de 2004, determina que:
o controle químico de pragas em estabelecimentos de alimentos pode ser realizado por funcionários da própria empresa
a água utilizada para manipulação de alimentos não precisa ser potável
não é permitido que os manipuladores de alimentos usem barba, esmalte e base de unha
o proprietário do estabelecimento não pode ser o responsável pelas atividades de manipulação dos alimentos
os registros devem ser mantidos por período mínimo de 1 (um) ano contado a partir da data de preparação dos alimentos
O Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCEBT) foi instituído em 2001 pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) com o objetivo de diminuir o impacto negativo dessas zoonoses na saúde humana e animal, além de promover a competitividade da pecuária nacional. Sobre esse programa, analise as afirmativas a seguir.
I. Nos bovinos e bubalinos, a principal manifestação clínica da Brucelose é o aborto, que ocorre em torno do sétimo mês de gestação.
II. Os testes para triagem utilizados para diagnóstico da brucelose são o Antígeno Acidificado Tamponado, Anel em Leite e 2-Mercaptoetanol. Para teste confirmatório, os métodos utilizados são o de Fixação de Complemento e o Teste de Polarização Fluorescente.
III. É obrigatória a vacinação de todas as fêmeas das espécies bovina e bubalina na faixa etária de três a oito meses. A marcação das fêmeas vacinadas é obrigatória, utilizando-se ferro candente, no lado esquerdo da cara, com um V, acompanhado do algarismo final do ano de vacinação.
Assinale:
se somente a afirmativa I estiver correta.
se somente a afirmativa II estiver correta.
se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
se todas as afirmativas estiverem corretas.
Segundo o RIISPOA (Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal), o ovo classificado como ovo “especial” deve apresentar, dentre outras características, o peso:
maior ou igual a 61g
de 55 a 60g
de 49 a 54g
de 43 a 48g
de 35 a 42g
Em relação às doenças de notificação obrigatórias, assinale a opção que indica as que requerem notificação imediata de qualquer caso confirmado.
Brucelose (Brucella suis), febre Q e paratuberculose.
Actinomicose, botulismo (Clostridium botulinum) e carbúnculo sintomático/manqueira (Clostridium chauvoei).
Fasciolose hepática, febre catarral maligna e filariose.
Leishmaniose, leptospirose e toxoplasmose.
Ectima contagioso, enterotoxemia (Clostridium perfringens) e equinococose/hidatidose.
Em relação aos requisitos sanitários para emissão de GTA para animais destinados a exposições, feiras e leilões, assinale a afirmativa correta.
Os animais devem proceder de estabelecimento onde, nos 30 dias anteriores à data da emissão da autorização, não tenha havido ocorrência clínica de doença para a qual a espécie é susceptível.
Para bovinos e bubalinos, as fêmeas com até 36 meses, devem ser vacinadas entre 3 a 8 meses de idade com a vacina B-19.
Para equinos, teste laboratorial negativo para AIE de até 180 dias para animais procedentes de propriedades controladas.
Para equinos, é recomendada a vacinação contra influenza entre o mínimo de 30 dias e o máximo de 90 dias, antes da data do início do evento.
Para ovinos, os machos reprodutores devem apresentar resultado negativo ao teste de soroaglutinação a Brucella ovis, seis (6) dias antes da data do inicio do evento.
O Médico Veterinário, quando incumbido da responsabilidade de atuar na Vigilância Epidemiológica de um município, deve ter controle sobre a situação parasitológica dos animais da região.
Assinale a alternativa correta em relação ao assunto.
Capillaria bovis parasita rim e bexiga de bovinos e bubalinos.
Trichostrongylus axei é um parasita de estômago de ovinos.
Dictyocaulus viviparus é um parasita de bovinos, que acomete rins e eventualmente as articulações.
Haemoncose em ruminantes raramente cronifica e quando isto ocorre a mortalidade pode chegar a 100%.
Ancylostoma caninum é um parasita do intestino delgado. O hospedeiro definitivo é o cão. É uma zoonose.
Newcastle é uma enfermidade aguda, infectocontagiosa viral, causada por RNA‐vírus do gênero Avulavirus. De distribuição mundial e altamente contagiosa, acomete aves domésticas e silvestres e, também, o homem, impactando economicamente na avicultura e se tornando um problema de saúde pública. Em aves, as manifestações clínicas respiratórias, nervosas, diarreia, edema da cabeça e mortalidade variam conforme a patogenicidade do vírus. A Instrução Normativa 32/2002, da Secretaria de Defesa Agropecuária, estabelece as normas técnicas de vigilância, controle e erradicação da doença de Newcastle e da influenza aviária. Quanto às normas constantes na IN nº 32/2002 – SDA/MAPA, analise as afirmativas.
I. Estabelece o sacrifício de todas as aves com o diagnóstico positivo dentro do estabelecimento.
II. Realiza a imediata investigação no estabelecimento, após a denúncia ou notificação, conduzida por um médico veterinário do serviço oficial.
III. Restringe a movimentação de aves e seus produtos em uma área na Zona de Proteção de 3 km e transfere os animais de uma Zona de Vigilância de 10 km em torno do estabelecimento infectado.
IV. Estabelece o controle da movimentação de pessoas nas áreas de risco.
Estão corretas apenas as afirmativas
Com relação à febre aftosa e ao seu vírus, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Após um surto de febre aftosa em uma zona livre onde a vacinação é praticada, a recuperação do status sanitário poderá ocorrer 6 meses após o último caso em que foram aplicadas medidas de sacrifício dos animais do foco, vacinação de emergência e a demonstração de ausência da circulação viral por meio de inquérito sorológico baseado na detecção de anticorpos para proteínas não estruturais do vírus da febre aftosa.
( ) Após um surto de febre aftosa em uma zona livre onde a vacinação é praticada, a recuperação do status sanitário poderá ocorrer 18 meses após o último caso em que os animais do foco não foram sacrificados, mas foram aplicadas medidas de vacinação de emergência e a demonstração de ausência da circulação viral por meio de inquérito sorológico baseado na detecção de anticorpos para proteínas não estruturais do vírus da febre aftosa.
( ) Além da comprovação das ausências de foco nos últimos 24 meses e de evidência de circulação viral nos últimos 12 meses, uma zona livre de febre aftosa com vacinação, para requerer junto à OIE o status de zona livre sem vacinação, deve permanecer, no mínimo, 24 meses sem vacinar todo o rebanho bovino.
( ) O Plano de Ação para Febre Aftosa do MAPA, inserido no Sistema Brasileiro de Emergências Veterinárias, no contexto do Sistema de Vigilância para Doenças Vesiculares, em ordem de ações a serem executadas, define as fases: Investigação, Alerta, Emergência e Conclusão. A condução dessas fases deverá, no primeiro momento, descartar ou comprovar um caso de doença vesicular. Na segunda hipótese, a febre aftosa deverá obrigatoriamente ser descartada ou confirmada.
( ) No Brasil, em todas as regiões onde a vacinação contra a febre aftosa é praticada, a comprovação da ausência de circulação viral, necessária para requerer status sanitário superior, somente pode ser comprovada por meio de resultados negativos em testes oficiais e reconhecidos pela OIE direcionados para identificação de proteínas ou do genoma do vírus da febre aftosa, uma vez que a realização de sorologia fica prejudicada pela resposta imunológica vacinal.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.