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Quanto à febre aftosa, analise as afirmativas.
I. O estado de Santa Catarina é o único estado brasileiro que mantém a situação de “área livre sem vacinação” desde 2007, reconhecido pela Organização Mundial para Saúde Animal (OIE).
II. O último foco de febre aftosa notificado no país ocorreu no ano de 2006, nos estados do Paraná e Mato Grosso do Sul.
III. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, entre os meses de agosto e setembro de 2013, reconheceu os estados de Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e a região centro‐norte do estado do Pará como “zonas livres de febre aftosa com vacinação”.
IV. Segundo a Organização Mundial para Saúde Animal (OIE), Paraguai, Colômbia e Peru, que fazem fronteira com o Brasil, estão em situação de “zona infectada”.
Estão corretas apenas as afirmativas
De acordo com os critérios de julgamento descritos no Art.176 do Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos de Origem Animal, nos casos de cisticercose bovina ("Cysticercusbovis"), pode-se afirmar que:
As carcaças que apresentem um único cisto já calcificado serão enviadas para a esterilização pelo calor, após remoção e condenação dessa parte.
Os pulmões das carcaças com infestação discreta que foram destinadas ao consumo ou à refrigeração, não sofrerão qualquer restrição,desde que considerados isentos de infestação.
A rejeição total da carcaça será realizada quando a carne se apresentar aquosa ou descorada.
A rejeição parcial da carcaça será realizada quando houver comprovação de até cinco cistos em incisões praticadas em várias partes da musculatura e numa área correspondente a aproximadamente à palma da mão.
Conforme as normas técnicas de vigilância, de controle e de erradicação para Doença de Newcastle do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, as amostras para o isolamento e a identificação do vírus da Doença de Newcastle devem ser:
Mantidas em formaldeído a 10%, identificadas, refrigeradas e lacradas.
Mantidas preferencialmente em refrigeração quando destinadas à sorologia.
Colhidas em PBS com pH 7,2 e contendo antibióticos.
Colhidas assepticamente em “pool” e mantidas em temperatura ambiente.
A pasteurização é um tratamento térmico que confere segurança microbiológica ao leite, eliminando bactérias patogênicas. Os coliformes são importantes indicadores da higiene com que o leite foi produzido e, sendo bactérias Gram-negativas, são bastante sensíveis à pasteurização; além disso, as enzimas fosfatase e peroxidase são importantes parâmetros da eficiência do processo de pasteurização.
Sobre as determinações da IN nº 62 (MAPA, 2011) em relação ao leite imediatamente após a pasteurização e antes de sua embalagem, assinale a alternativa correta.
Teste qualitativo positivo para fosfatase alcalina, teste negativo para peroxidase e enumeração de coliformes a 30/35 °C – NMP/mL (Número Mais Provável/mililitro) da amostra: N=5, c=2, m=2, M=4.
Teste qualitativo negativo para fosfatase alcalina, teste positivo para peroxidase e enumeração de coliformes a 30/35 °C – NMP/mL (Número Mais Provável/mililitro) da amostra: N=5, c=2, m=2, M=4.
Teste negativo para presença de inibidores de crescimento microbiano, teste qualitativo negativo para fosfatase alcalina, teste positivo para peroxidase e enumeração de coliformes a 30/35 °C – NMP/mL (Número Mais Provável/mililitro) da amostra: N=5, c=2, m=2, M=4.
Teste qualitativo negativo para fosfatase alcalina, teste positivo para peroxidase e enumeração de coliformes a 30/35 °C menor do que 0,3 NMP/mL (Número Mais Provável/mililitro) da amostra.
Teste negativo para presença de inibidores de crescimento microbiano, teste qualitativo negativo para fosfatase alcalina, teste positivo para peroxidase e enumeração de coliformes a 30/35 ºC menor do que 0,3 NMP/mL (Número Mais Provável/mililitro) da amostra.
Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, são doenças que requerem notificação imediata de qualquer caso SUSPEITO e de qualquer caso CONFIRMADO, respectivamente:
mormo e raiva.
tuberculose e mixomatose.
língua azul e agalaxia contagiosa.
listeriose e mormo.
febre Q e anemia infecciosa equina.
Assinale a opção que apresenta doenças erradicadas ou nunca registradas no Brasil, que requerem notificação imediata de casos suspeitos ou diagnóstico laboratorial.
Brucelose (Brucella melitensis) e triquinelose.
Paratuberculose e carbúnculo sintomático.
Fasciolose hepática e tuberculose bovina.
Doença de Marek e brucelose (Brucella suis).
Anemia infecciosa equina e cisticercose suína.
O departamento de inspeção de produtos de origem animal (DIPOA) instituiu o programa de procedimentos‐padrão de higiene operacional (PPHO) a ser utilizado nos estabelecimentos de leite e derivados. PPHO são procedimentos descritos, desenvolvidos, implantados e monitorizados, visando estabelecer a forma rotineira pela qual o estabelecimento industrial evitará a contaminação direta ou cruzada e a adulteração do produto, preservando sua qualidade e integridade por meio da higiene antes, durante e depois das operações industriais. Com base na estruturação do plano PPHO a ser implementado nos estabelecimentos de leite e derivados, analise as afirmativas.
I. O plano deve ser estruturado em 9 pontos básicos.
II. Segurança da água, higiene dos empregados e controle integrado de pragas devem fazer parte da estrutura do PPHO.
III. Dentre os pontos básicos da estruturação do PPHO, o treinamento dos funcionários é o primeiro a ser implantado.
IV. Segurança no transporte, proteção na estocagem dos pontos de venda e identificação correta das embalagens dos produtos são pontos da estruturação do PPHO.
Estão corretas as afirmativas
É proibida a matança de qualquer animal que não tenha permanecido pelo menos vinte e quatro horas em descanso, jejum e dieta hídrica nos depósitos do estabelecimento de carnes e derivados. Esse período de repouso pode ser reduzido em situações especiais previstas na legislação, não podendo ser inferior a seis horas.
Todos os produtores rurais e transportadores de animais, bem como os profissionais envolvidos em manejo, clínica, análises laboratoriais, ensino e pesquisa veterinária que tenham conhecimento de casos suspeitos de doenças vesiculares infecciosas devem comunicar o fato ao serviço veterinário oficial, em prazo não superior a vinte e quatro horas, contado do conhecimento da suspeita.