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Segundo as normas brasileiras, estão entre os principais métodos de insensibilização de animais para abate, EXCETO:
Percussivo não penetrativo.
Sangria.
Eletronarcose.
Exposição à atmosfera controlada.
Percussivo penetrativo.
Ao identificar a doença de Newcastle, recomenda-se
I. sacrifício imediato de todas as aves presentes no estabelecimento avícola.
II. destruição da carne de todas as aves provenientes da granja e abatidas durante o período de incubação da doença (2 a 15 dias).
III. vazio sanitário por, no mínimo, 42 dias após a desinfecção.
IV. proibição do trânsito e retirada de aves das propriedades e estabelecimentos avícolas, por período mínimo de 21 dias.
V. destruição ou tratamento apropriado de todos os resíduos: ração, cama, fezes, utensílios.
Está INCORRETA apenas a alternativa
I
II
III
IV
V
De acordo com o Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos de Origem Animal, a carne bovina salgada e dessecada com teor de umidade máximo de 45% na porção muscular e teor de resíduo mineral fixo máximo de 15%, tolerando-se até 5% de variação, é denominada:
salame
jerked beef.
presunto cru.
charque
bacon
De acordo com o Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal, o subproduto seco e triturado, resultante do cozimento na água, em tanques abertos, de ossos inteiros, após a remoção de gordura e do excesso de outros tecidos é a farinha de:
ossos autoclavados.
ossos degelatinizados.
carne e ossos.
ossos crus.
carne.
Sobre a matança de emergência mediata, analise.
I. É a que se destina ao abate dos animais verificados doentes após o exame clínico e deve ser efetuada depois da matança normal.
II. É a destinada ao sacrifício, a qualquer momento, dos animais incapacitados de locomoção, certificadamente acidentados, contundidos, com ou sem fratura, e que não apresentem alteração de temperatura ou quaisquer outros sintomas, que os excluam regularmente do abate em comum.
III. Incluem-se os bovinos provenientes do curral de observação.
IV. Incluem-se os bovinos que se fizerem acompanhar de certificado de tuberculinização ou de soro-aglutinação brucélica positivos, expedido por veterinário oficial da defesa sanitária animal ou por profissionais credenciados por este serviço.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) alternativa(s)
II, III
I, III, IV
I
II, III, IV
I, II, III
De acordo com o Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA), considere as seguintes afirmativas:
I. O produto de um bovino que sofra morte acidental dentro do estabelecimento de abate pode ser aproveitado, a juízo do serviço de inspeção, desde que o animal seja imediatamente sangrado.
II. As carcaças de suínos a serem entregues a consumo devem sofrer o processo de pelagem, raspagem e chamuscamento.
III. Para a pesquisa de cisticercose, devem ser cuidadosamente examinados o coração, os músculos masseteres, a língua e o diafragma e seus pilares.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas I e II.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
I, II e III.
O estabelecimento fabricante ou importador, que não fabricar ou não importar produtos no período de um ano, segundo a lei, terá sua licença de funcionamento automaticamente cancelada
Amostra de fiscalização é o procedimento de aferição da identidade e da qualidade dos produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico, padronizados. Esse procedimento compreende, entre outras, as etapas de coleta de amostras, análise, emissão de laudo e comunicação do resultado ao interessado.
De acordo com a legislação vigente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, relativa ao percentual máximo permitido quando a adição de água no processo de resfriamento do frango, o limite máximo permitido para o frango exposto no comércio é:
de 2% (dois por cento) no frango resfriado e temperado;
de 8% (oito por cento) no frango congelado temperado;
de 2% (dois por cento) no frango congelado e temperado;
de 8% (oito por cento) no frango resfriado e 6% (seis por cento) no frango congelado;
de 6% no (seis por cento) frango resfriado e no máximo 2% (dois por cento) no congelado.
Das multas e demais penalidades, aplicadas pelo órgão incumbido da execução do Decreto Lei nº 467/69 que dispõe sobre a Fiscalização de Produtos de Uso Veterinário, dos Estabelecimentos que os Fabriquem, caberá pedido de reconsideração ao Diretor-Geral do Departamento de Defesa e Inspeção Agropecuária, dentro do prazo de 30 (trinta) dias, e recurso dentro de igual período, subsequente. O recurso será dirigido
ao Ministro da Agricultura.
ao Secretário da Agricultura do Estado onde se deu o fato.
ao Secretário Municipal da Agricultura.
ao Conselho Federal de Medicina Veterinária.
ao Conselho Regional de Medicina Veterinária.
Com relação ao estabelecimento dos requisitos para adesão dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, individualmente ou por meio de consórcios, ao Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (SUASA), integrado pelo Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA), na forma da Instrução Normativa nº 36, de 20 de julho de 2011, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, é INCORRETO afirmar que:
compete ao Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (DIPOA), das Agências de Defesa Agropecuária dos Estados, a coordenação operacional do SISBI-POA;
o Estado, o Distrito Federal ou Município que possua um Serviço de Inspeção e pretenda solicitar adesão ao SISBI-POA deverá dispor previamente de registros auditáveis referentes à implantação e manutenção do seu Serviço de Inspeção;
para aderir ao SISBI-POA, as unidades da Federação deverão adequar seus processos e procedimentos de inspeção e fiscalização, ficando obrigadas a seguir a Legislação Federal ou dispor de Regulamentos equivalentes;
o Estado, o Distrito Federal ou o Município que não possua um Serviço de Inspeção instituído somente poderá solicitar a adesão ao SISBI-POA após constituí-lo efetivamente, inclusive, de forma a gerar registros auditáveis que caracterizem a equivalência pretendida;
o SISBI-POA terá responsabilidade de assegurar que os procedimentos e a organização da inspeção de produtos de origem animal se façam por métodos universalizados e aplicados equitativamente em todos os estabelecimentos inspecionados.
O sushi e sashimi por serem pratos preparados com pescado cru são considerados produtos altamente perecíveis, não só porque são consumidos in natura, apenas ligeiramente resfriado, mas também pelos aspectos higiênico-sanitários envolvidos na sua preparação e conservação, os quais exigem cuidados e conhecimento. Segundo os padrões microbiológicos da legislação brasileira (Resolução nº 12, de 02 de janeiro de 2001, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde) para o grupo de alimentos prontos de cozinhas, restaurantes e similares em que estão incluídos pescados crus, os grupos ou microrganismos que DEVEM ser pesquisados são:
coliformes a 45oC; estafilococos coagulase positiva; Vibrio parahaemolyticus e Salmonella sp;
Bacillus cereus; estafilococos coagulase positiva; Listeria monocytogenes e Salmonella sp;
Bacillus cereus; estafilococos coagulase positiva; Vibrio parahaemolyticus e clostrídio sulfito redutor a 460C;
Bacillus cereus; estafilococos coagulase positiva; Vibrio parahaemolyticus e Pseudomonas aeruginosa;
coliformes a 45oC, estafilococos coagulase positiva, Vibrio parahaemolyticus e Pseudomonas aeruginosa.
Estabelecimento que apenas distribua produtos de uso veterinário, incluindo medicamentos que exijam refrigeração, deve — entre outros requisitos estabelecidos pela legislação — possuir locais fisicamente separados de dependências residenciais ou outras, incompatíveis com a finalidade específica do estabelecimento, e deve dispor de equipamento para registro das variações de temperatura
Em estabelecimento fabricante, manipulador ou fracionador de produto farmacêutico de uso veterinário, exige-se a responsabilidade técnica de médico veterinário ou farmacêutico ou químico industrial ou engenheiro agrônomo.
Sobre a Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, que dispõe sobre a vigilância sanitária a que ficam sujeitos os medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e correlatos, cosméticos, saneantes e outros produtos, é CORRETO afirmar.
Definiu o impedimento da duplicidade de inspeção dos produtos de origem animal conforme disposto na Lei 1.283, de 18 de dezembro de 1950;
Foi alterada pela Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999, que definiu o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária e incluiu alimentos para animais de estimação;
Sofreu importantes alterações pela Lei nº 9.787, de 10 de fevereiro de 1999, que estabeleceu o medicamento genérico e dispôs sobre a utilização de nomes genéricos em produtos farmacêuticos entre outras providências;
Regulamentou a metodologia de coleta de água para consumo humano alterando o Decreto- Lei nº 986 de 21 de outubro de 1969, que instituiu as normas básicas sobre alimentos;
Tornou obrigatória a contratação do Responsável Técnico, nas empresas que produzam alimentos, bebidas, águas envasadas, aditivos alimentares e de medicamentos veterinários.
Devido à necessidade de manutenção da situação sanitária do Brasil em relação à Encefalopatia Espongiforme Bovina é proibida, em todo o território nacional, a produção, a comercialização e a utilização de produtos destinados à alimentação de ruminantes que contenham em sua composição:
glicídios e proteínas de origem animal.
gorduras e proteínas de origem animal.
proteínas e sais minerais de origem animal.
gorduras e glicídios de origem animal.
gorduras e sais minerais de origem animal.
Resolução RDC n° 12, de 02 de janeiro de 2001, aprova o regulamento Técnico sobre padrões microbiológicos para alimentos. Todos Os critérios para estabelecimento de padrão microbiológico podem ser considerados isoladamente ou em conjunto, EXCETO.
Caracterização dos microrganismos e ou suas toxinas considerados de interesse sanitário.
Classificação dos alimentos segundo o risco epidemiológico.
Métodos de análise que permitam a determinação dos microrganismos
Plano de Amostragem para a determinação do número e tamanho de unidades de amostras a serem analisadas.
Normas e padrões de organismos localmente reconhecidos, Codex Alimentarius e outros organismos.
Na implantação do Sistema de APPCC em uma indústria sob inspeção federal a sequência planejada de observações ou medições devidamente registradas para avaliar se um PCC – Ponto de Controle Crítico – está sob controle, caracteriza uma:
monitorização.
verificação.
análise de risco.
medida preventiva.
capacitação.
O Mapa, por meio da Instrução Normativa n°2, de 10 de janeiro de 2001, institucionalizou e implementou o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose – PNCEB.O objetivo do programa é:
Baixar a prevalência e a incidência de casos de brucelose e tuberculose.
Evitar o aborto;
Certificação de propriedades com incidência alta de brucelose e tuberculose.
Vacinar contra brucelose fêmea adulta;
Erradicar brucelose em machos.
Quanto à vigilância sanitária e epidemiológica no controle de qualidade do pescado, julgue o item INCORRETO.
O pescado integra o grupo dos alimentos altamente perecíveis, as ações da vigilância sanitária são de extrema importância para assegurar aos consumidores produtos com boa qualidade higiênico-sanitária.
As práticas de vigilância sanitária se estabelecem com base no conceito de risco como possibilidade, perigo potencial ou ameaça de dano ou agravo.
A decomposição bacteriana do pescado ocorre normalmente a partir da microbiota marinha ou fluvial, que não é patogênica para o homem, com espécies de Pseudomonas, Moraxella, Acinetobacter, Flavobacterium,Micrococcus e coriniforme.
O pescado sofre, assim que é retirado da água, alterações de ordem química, enzimática e bacteriana.
O pescado pode ser veiculador de uma gama enorme de microrganismos patogênicos para o homem, a maior parte deles, fruto da contaminação fisiológica.