

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Nas obrigações provenientes de ato ilícito, o devedor é considerado em mora:
Desde a prática do ato.
Desde a citação.
Desde a data em que foi proferida a sentença condenatória.
A partir do trânsito em julgado da sentença condenatória.
A partir da intimação, para pagamento na fase de execução de sentença.
Assinale a alternativa correta:
Tendo a pessoa jurídica diversos estabelecimentos em lugares diferentes, considera-se domicílio aquele onde localizada a sua sede.
Comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.
São consumíveis os móveis que podem substituir-se por outros da mesma espécie, qualidade e quantidade.
Conforme estabelecido na Lei n. 4.320/1964, a receita classificar-se-á em três categorias econômicas, a saber: receitas correntes, receitas de capital e receitas diferidas.
O titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social
comete ato ilícito, consubstanciado em abuso do direito, sujeitando-se à responsabilidade civil.
não comete ato ilícito, mas, apenas, viola regra moral, sem consequências jurídicas.
não comete ato ilícito, mas se sujeita à responsabilidade civil de natureza objetiva.
comete ato ilícito, sujeitando-se a sanções administrativas, mas não à responsabilidade civil.
comete abuso do direito, que a lei não reputa ato ilícito para fins indenizatórios.
A responsabilidade civil decorrente do abuso do direito
determina indenização material, independentemente de comprovação de prejuízo.
não acarreta consequência pecuniária, se não houver dano moral.
rege-se pelo critério subjetivo, só sendo indispensável o dano.
rege-se pelo critério subjetivo, sendo indispensável o dano apenas quando configurado dolo.
independe de comprovação de culpa.
Durante partida de futebol, Filipe envolveu-se em uma briga e passou, abruptamente, a desferir pontapés em todos a seu redor, atingindo inclusive o árbitro, Mário, que tentava separar a contenda. Muito ferido, Mário ajuizou ação de indenização contra Filipe. Por sua vez, este fez prova de que não teve a intenção de acertar Mário. O pedido deverá ser julgado
procedente, pois Filipe agiu com culpa, devendo ser responsabilizado subjetivamente.
improcedente, pois Filipe provou não existir um dos elementos para a responsabilização civil.
procedente, pois Filipe agiu com culpa, devendo ser responsabilizado objetivamente.
procedente, pois Filipe agiu em abuso do direito, devendo ser responsabilizado objetivamente.
procedente, pois Filipe agiu em abuso do direito, devendo ser responsabilizado subjetivamente.
Sônia é proprietária de uma pousada. Marina, sua, vizinha, cria codornas. Segundo Sônia, o forte cheiro das codornas atrapalharia seu negócio. Por tal razão, com a intenção de afugentar as codornas, mas também imaginando que poderia entreter seus clientes, passou, com autorização do órgão ambiental, a criar corujas, as quais acabaram por dizimar as codornas. Sônia cometeu ato
ilícito, pois agiu com dolo direto de matar as codornas, podendo Marina, em razão de tal fato, postular indenização.
lícito, pois não é obrigada a tolerar atividade danosa a seus negócios.
lícito, pois a criação das corujas foi autorizada pelo órgão ambiental, podendo Marina, entretanto, em razão dos prejuízos que experimentou, postular indenização.
ilícito, pois excedeu abusivamente os limites impostos pela boa-fé objetiva e pela finalidade social do negócio, podendo Marina, em razão de tal fato, postular indenização.
imoral, porém lícito, uma vez que fundado em exercício regular do direito.
Praticado um ato jurídico de objeto lícito, mas cujo exercício, levado a efeito sem a devida regularidade, acarreta um resultado que se considera ilícito (FRANÇA, R. Limongi. Instituições de Direito Civil. 4. ed., Saraiva, 1991, p. 891), pode-se afirmar que o agente
cometeu ato ilícito que só pode determinar indeni zação por dano moral.
incorreu em abuso do direito.
praticou ato ilícito, mas que não pode implicar qual quer sanção jurídica.
realizou negócio nulo.
realizou negócio anulável.
De acordo com o Código Civil Brasileiro:
o credor pode ceder o seu crédito, se a isso não se opuser a natureza da obrigação, a lei ou a convenção como devedor , ficando automaticamente responsável pela solvência do devedor.
comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.
a herança de pessoa viva pode ser objeto de contrato, desde que haja a anuência de todos os potenciais herdeiros.
os celebrantes são livres para convencionar o pagamento de uma dívida em ouro ou moeda estrangeira, bem como para compensar a diferença entre o valor desta e o da moeda nacional.
o incapaz não pode ser responsabilizado pelos prejuízos que causar, ainda que as pessoas por ele responsáveis não disponham de meios suficientes para fazê-lo.
Nas obrigações provenientes de ato ilícito, considera-se o devedor em mora
a partir do trânsito em julgado de ação de reparação de danos.
a partir de sentença que reconhecer a responsabilidade civil.
quando interpelado extra ou judicialmente.
desde a data da prática do ato.
desde a citação em ação de reparação de danos.
Analise as proposições a seguir segundo as regras ditadas no Código Civil vigente e marque a única alternativa que contempla as afirmações CORRETAS:
Estão corretas apenas as afirmações I, II e V.
Estão corretas apenas as afirmações II, III e IV.
Estão corretas apenas as afirmações II e IV.
Está correta apenas a afirmação IV.
Estão corretas apenas as afirmações I, II e IV.
De acordo com as regras que orientam os atos jurídicos e a responsabilidade civil, marque as assertivas como verdadeiras (V) ou falsas (F).
V – V – F – V.
F – F – V – V.
F – V – V – F.
V – F – F – F.
A respeito do ato jurídico, assinale a opção correta.
O exercício de um direito não constitui ato ilícito, ainda que exceda manifestamente os limites impostos pelos bons costumes.
O mero fato de dirigir em alta velocidade, com visível negligência, caracteriza ilícito civil, ainda que não haja dano ou violação de direito alheio.
Destruição de coisa alheia para remover perigo iminente não constitui ato ilícito, mas pode gerar o dever de indenizar.
Aquele que, ao agir em legítima defesa, pratica ato ilícito será obrigado a indenizar.
O agente que cause dano a terceiro, ainda que em decorrência de ato praticado no exercício regular de um direito, deverá repará-lo.
A respeito do abuso de direito no direito civil e nas relações de consumo, assinale a opção INCORRETA.
Ocorre o abuso de direito quando a pessoa, ao exercer um determinado direito, excede intencionalmente os limites impostos pela função social e econômica de um instituto, pela boa-fé objetiva e pelos bons costumes. A responsabilidade civil decorrente do ato abusivo tem natureza subjetiva.
Quando o ato ou o negócio jurídico é praticado com abuso de direito, se reconhecido e declarado como tal, enseja-se a declaração de nulidade do referido ato e surge a obrigação de indenizar os danos, morais e patrimoniais, por ele causados.
Práticas abusivas são ações ou condutas que se caracterizam como ilícitas, independentemente de se encontrar ou não algum consumidor lesado ou que se sinta lesado.
Constitui abuso de direito a situação em que o proprietário excede o exercício do direito de propriedade, principalmente imóvel, e que cause prejuízo a outros, gerando o dever de ressarcir os danos causados.
Nas relações de consumo, o abuso de direito poderá manifestar-se também por omissão, o que afronta os princípios da finalidade social e econômica da relação de consumo, da equidade e da proporcionalidade, mas especialmente da boa-fé.
Diante de chuva forte e inesperada, Márcio constatou a inundação parcial da residência de sua vizinha Bianca, fato este que o levou a contratar serviços de chaveiro, bombeamento d’água e vigilância, de modo a evitar maiores prejuízos materiais até a chegada de Bianca.
Utilizando-se do quadro fático fornecido pelo enunciado, assinale a afirmativa correta.
A falta de autorização expressa de Bianca a Márcio para a prática dos atos de preservação dos bens autoriza aquela a exigir reparação civil deste.
Bianca não estará obrigada a adimplir os serviços contratados por Márcio, cabendo a este a quitação dos contratados.
Se Márcio se fizer substituir por terceiro até a chegada de Bianca, promoverá a cessação de sua responsabilidade transferindo-a ao terceiro substituto.
Os atos de solidariedade e espontaneidade de Márcio na proteção dos bens de Bianca são capazes de gerar a responsabilidade desta em reembolsar as despesas necessárias efetivadas, acrescidas de juros legais.
Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou __________, violar direito e causar dano a outrem, ainda que de natureza exclusivamente moral, comete ato ilícito. - A palavra que completa corretamente a lacuna acima é
imperícia.
obediência.
imprudência.
Examine os enunciados seguintes:
I. Comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boafé ou pelos bons costumes.
II. As partes devem estipular contratos típicos, somente, valendo a respeito o princípio da tipicidade ou taxatividade.
III. Nos contratos de adesão, são nulas as cláusulas que estipulem a renúncia antecipada do aderente a direito resultante da natureza do negócio.
Está correto o que se afirma em
II e III, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
I, II e III.
III, apenas.
A respeito do abuso de direito, assinale a opção correta.
O venire contra factum proprium não se configura ante comportamento omissivo.
A supressio pode coexistir com os prazos legais da decadência.
Na surrectio, o exercício continuado de uma situação jurídica implica nova fonte de direito subjetivo, desde que não contrarie o ordenamento.
A configuração do abuso de direito exige o elemento subjetivo.
De acordo com o STJ, a teoria dos atos próprios não se aplica ao poder público.