Questões de Concurso sobre Regime de Bens

 
 
Disciplina
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
205 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Jussara e Evandro casaram-se civilmente sob o regime da comunhão parcial de bens. Na constância da união, o casal recebeu de herança da mãe de Evandro uma casa de praia no Rio de Janeiro, Jussara comprou um automóvel, Evandro ganhou um prêmio no sorteio do clube e Jussara recebeu em doação de suas amigas um jet ski.


Caso ocorra o divórcio, será objeto de partilha somente:


A

a casa de praia, o automóvel e o prêmio do sorteio;


B

a casa de praia, o automóvel e o jet ski;


C

a casa de praia e o jet ski;


D

o automóvel e o prêmio do sorteio;


E

o automóvel.

De acordo com o Código Civil, em pacto antenupcial que adotar o regime de participação final nos aquestos,


A

poder-se-á convencionar a livre disposição dos bens imóveis, desde que particulares.


B

poder-se-á convencionar a livre disposição dos bens imóveis, tanto comuns quanto particulares.


C

poder-se-á convencionar a livre disposição dos bens imóveis, desde que comuns.


D

é vedada convenção que preveja a livre disposição dos bens imóveis particulares.


E

é reputada sem efeito convenção que preveja a livre disposição dos bens imóveis, tanto comuns quanto particulares.

Existem situações legalmente determinadas que implicam a obrigatoriedade da adoção do regime de separação de bens. Nesse sentido, é correto afirmar que não deve(m) casar, por dar(em) ensejo a causa impeditiva da alteração de regime legal,


A

o viúvo ou viúva que tiver filho do cônjuge falecido enquanto não der início à abertura do inventário dos bens do casal.


B

o adotante com quem foi cônjuge do adotado.


C

o cônjuge sobrevivente com o condenado por tentativa de homicídio contra o seu consorte.


D

a mulher cujo casamento se desfez por ser nulo ou ter sido anulado, até 10 meses depois do começo da dissolução da sociedade conjugal.


E

o tutor, o curador e seus descendentes, ascendentes, irmãos, cunhados ou sobrinhos com a pessoa tutelada ou curatelada, até 6 meses após cessada a tutela ou curatela.

Ana e Marcos estão noivos e vão se casar adotando o regime de comunhão parcial de bens. Sendo assim, eles decidiram adquirir um apartamento, que será a primeira moradia do casal. O bem é adquirido em nome de Marcos, mas dois anos após o casamento, por livre e espontânea vontade, ele decide doar o apartamento a Ana. Decorridos mais três anos de casamento, Ana e Marcos decidem se divorciar. Nos termos do Código Civil, e considerando o caso hipotético, podemos afirmar que, com o divórcio, Marcos:


A

Terá direito a um terço do apartamento.


B

Terá direito à meação quanto ao apartamento, pois o bem foi doado na constância do casamento.


C

Não terá direito à meação quanto ao apartamento, pois o bem foi doado a Ana na constância do casamento.


D

Terá direito à meação quanto ao apartamento, pois ele e Ana são casados em regime de comunhão parcial de bens.


E

Terá direito à meação quanto ao apartamento, pois o bem foi adquirido por ele anteriormente à data do casamento.

Em 03 de maio de 1998, quando namorava Antônia, Carlos tomou R$ 3.000,00 (três mil reais) emprestados de sua namorada para realização de uma viagem de lazer com amigos. O valor deveria ser pago em 03 de maio de 2000. No ano seguinte ao empréstimo, Antônia e Carlos contraem matrimônio no dia 03 de maio e decidem optar pelo regime da comunhão universal de bens. Em 2018, o casal resolve dissolver a sociedade conjugal e a extinção do casamento pelo divórcio ocorre em 03 de maio daquele ano. Seis meses após o divórcio, Antônia decide cobrar seu crédito oriundo do referido empréstimo.


Acerca do crédito de Antônia, é correto afirmar que


A

a pretensão de Antônia encontra-se extinta em razão da ocorrência da prescrição.


B

Antônia pode cobrar o valor, pois o prazo prescricional ficou interrompido e não houve extinção da dívida por confusão.


C

é indevido o pagamento por Antônia, ante o uso do valor para aprestos do matrimônio.


D

Carlos deve realizar o pagamento, pois a dívida é excluída da comunhão e o prazo prescricional ficou suspenso.


E

a cobrança é indevida, pois a comunhão universal extinguiu a obrigação por força da confusão patrimonial.

Mantidas as regras sobre a impenhorabilidade do imóvel residencial instituído como bem de família, de acordo com o Código Civil, é correto afirmar que referido bem é isento de execução


A

por dívidas posteriores à sua instituição, salvo as que provierem de tributos relativos ao prédio, ou despesas de condomínio.


B

enquanto viverem ambos os cônjuges, ou, na falta destes, até que os filhos completem 21 anos.


C

se falecido um dos cônjuges, independentemente da maioridade civil dos filhos ou de sua sujeição à curatela.


D

quando seu valor não alcançar pelo menos um terço da dívida proveniente de tributos relativos ao prédio, ou despesas de condomínio.


E

se judicialmente reconhecida a impossibilidade de sua manutenção nas condições em que foi instituído.

Horácio e Estela, casados sob o regime da comunhão parcial de bens, adquiriram onerosamente, na constância do casamento, um automóvel e uma casa. Antes do casamento, Estela era proprietária de um apartamento.


De acordo com as regras do citado regime, é correto afirmar que:


A

a anuência de ambos os cônjuges não é necessária para os atos, a título gratuito, que impliquem cessão do uso ou gozo dos bens comuns;


B

não entram na comunhão eventuais frutos do apartamento percebidos na constância do casamento;


C

em caso de malversação dos bens, o juiz pode entregar a administração a apenas um dos cônjuges;


D

se a casa estiver registrada somente em nome de Horácio, este bem não será considerado comum para fim de partilha;


E

as dívidas que Estela contrair na administração do seu apartamento e em benefício deste obriga os bens comuns.

Rogério, 40 anos, e Priscila, 45 anos, vivem há quinze anos em união estável. O casal tem dois filhos e se preparam para a chegada do terceiro. No entanto, não celebraram contrato escrito acerca das questões patrimoniais envolvendo a sua união.


Nesse caso, deve ser aplicado o regime de:


A

comunhão parcial de bens;


B

comunhão universal de bens;


C

participação final nos aquestos;


D

separação legal de bens;


E

separação convencional de bens.

No regime da comunhão parcial de bens do casamento, comunicam-se


A

os bens sub-rogados em lugar daqueles que cada cônjuge possuir ao casar.


B

os bens adquiridos a título oneroso na constância da sociedade conjugal, se móveis por qualquer dos cônjuges, e se imóveis, apenas se com o concurso financeiro e em nome de ambos.


C

as obrigações provenientes de atos ilícitos.


D

quaisquer bens adquiridos a título oneroso, exceto os proventos do trabalho pessoal de cada cônjuge.


E

os bens que forem adquiridos na constância do casamento a título oneroso, ainda que só em nome de um dos cônjuges.

É obrigatório o regime da separação de bens no casamento:


I- da pessoa maior de 60 (sessenta) anos.

II- de todos os que dependerem, para casar, de suprimento judicial.

III- das pessoas que o contraírem com inobservância das causas suspensivas da celebração do casamento.


Estão corretos:


A

os itens I e II.


B

os itens I e III.


C

os itens II e III.


D

todos os itens.

Pedro e Vânia, ambos com trinta anos e capazes, contraíram matrimônio no ano de 2020, sem firmar pacto antenupcial. Nesse caso, e considerando que nenhum deles se encontrava em situação que exigisse a imposição de regime de bens obrigatório, vigorará, quanto aos bens entre os cônjuges, o regime da


A

comunhão universal.


B

comunhão parcial.


C

separação obrigatória de bens.


D

separação convencional de bens.


E

participação final nos aquestos.

José Machado e Ana Maria conheceram-se na faculdade em 2004, como alunos do curso de Administração, e casaram-se em 2006. Na época, nenhum dos dois era titular de um patrimônio expressivo e pretendiam empreender juntos, constituindo uma sociedade empresária. Por esse motivo, entenderam mais adequado celebrar o casamento sob o regime da comunhão parcial de bens, compartilhando os sucessos e fracassos da nova atividade.


Contudo, os planos alteraram-se. Em 2009, José Machado iniciou o curso de Direito e em 2021 recebeu a notícia da aprovação no concurso para Auditor-Fiscal. Já Ana Maria tornou-se uma empresária de sucesso e prepara-se para iniciar um negócio de altíssimo risco na área de inovação. Diante das vidas profissionais muito distintas, com diferentes expectativas de ganhos financeiros, o José pretende modificar o regime de bens do casamento para a separação convencional.


Sobre a hipótese, assinale a afirmativa correta.


A

A alteração de regime de bens durante o casamento é permitida, bastando-se fazer um novo pacto antenupcial, sendo desnecessária a autorização judicial.


B

A alteração de regime de bens é permitida, desde que haja autorização judicial postulada pelo casal, sendo despicienda a motivação, desde que não cause prejuízo a terceiros


C

O regime de bens do casamento poderá ser alterado, desde que haja autorização judicial postulada por qualquer um dos cônjuges, sendo necessário motivar o pedido e demonstrar que a mudança não causa prejuízo a terceiros.


D

A alteração de regimes é permitida, desde que haja autorização judicial a ser concedida diante de um pedido motivado, o qual deve ser feito por ambos os cônjuges, bem como o resguardo de direitos de terceiros.


E

A alteração de regime não é permitida, visto que a função do patrimônio comum é a garantia de credores e a mudança configura fraude contra credores.

Considere as asserções I e II abaixo:


I. Aplica-se a lei brasileira quanto aos impedimentos dirimentes e às formalidades da celebração de casamento de estrangeiros realizado no Brasil.


PORQUE


II. A aplicação das regras sobre direitos de família são determinados pela lei do país onde foi realizado o casamento.


A respeito de tais asserções, é correto:


A

As asserções I e II são proposições falsas.


B

As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.


C

As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.


D

A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.


E

A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.

Antônio e Daniela, ambos com 16 anos de idade, casaram por conta da gravidez de Daniela. Informaram aos pais de ambos, no entanto o pai de Daniele se recusou a autorizar o matrimônio, em que pese ter havido a aquiescência da sua mãe e dos pais de Antônio. Após o ajuizamento da competente ação, o casamento foi autorizado por meio de sentença. Sobre essa situação, indique a alternativa CORRETA:


A

Não corriam prazos prescricionais em desfavor de Antônio e Daniela, por conta da idade de ambos, mas, com o casamento, cessará a causa impeditiva.


B

Com o suprimento judicial, Antônio e Daniela poderão casar-se, porém vigorará a condição suspensiva consistente no nascimento com vida do filho do casal.


C

A sentença, nesse caso, é nula, ante a impossibilidade de suprimento judicial sem a concordância dos pais.


D

Judicialmente autorizado o casamento entre os menores, será obrigatório o regime legal da separação de bens.


E

Com o suprimento judicial, Antônio e Daniela poderão casar-se, no entanto tal fato não cessará a incapacidade civil de ambos.

Em matéria de outorga marital ou uxória, assinale a alternativa incorreta:


A

Nenhum dos cônjuges pode prestar fiança, sem autorização do outro, exceto no regime da separação absoluta.


B

Nenhum dos cônjuges pode prestar aval, sem autorização do outro, exceto no regime da separação absoluta.


C

O juiz pode suprir a outorga quando um dos cônjuges a negue sem motivo justo.


D

O ato praticado sem outorga é nulo.


E

Somente o cônjuge a quem cabia conceder a outorga, ou seus herdeiros, podem demandar a invalidação do ato.

No tocante ao regime de bens no casamento:


I. Durante a vigência do regime da participação final nos aquestos, o direito à meação é renunciável, cessível ou penhorável.

II. No regime da separação de bens, ambos os cônjuges são obrigados a contribuir para as despesas do casal na proporção dos rendimentos de seu trabalho e de seus bens, salvo estipulação em contrário no pacto antenupcial.

III. É anulável o pacto antenupcial se não for feito por escritura pública, e nulo se não lhe seguir o casamento.

IV. A eficácia do pacto antenupcial, realizado por menor, fica condicionada à aprovação de seu representante legal, salvo as hipóteses de regime obrigatório de separação de bens.


Aponte as afirmativas FALSAS:


A

I e III.


B

I e II.


C

III e IV.


D

II e IV.

Em relação ao direito patrimonial entre os cônjuges:


A

é obrigatório o regime da separação de bens no casamento da pessoa maior de sessenta anos.


B

é admissível a livre alteração do regime de bens, independentemente de autorização judicial, ressalvados porém os direitos de terceiros.


C

podem os cônjuges, independentemente de autorização um do outro, comprar, mesmo que a crédito, as coisas necessárias à economia doméstica, bem como obter, por empréstimo, as quantias que a aquisição dessas coisas exigir, situações que os obrigarão solidariamente.


D

em nenhuma hipótese pode o cônjuge, sem autorização do outro, alienar ou gravar de ônus real os bens imóveis.


E

é anulável o pacto antenupcial se não for feito por escritura pública, e nulo se não lhe seguir o casamento.

Aldo e Mariane são casados sob o regime da comunhão parcial de bens, desde setembro de 2013. Em momento anterior ao casamento, Rubens, pai de Mariane, realizou a doação de um imóvel à filha. Desde então, a nova proprietária acumula os valores que lhe foram pagos pelos locatários do imóvel. No ano corrente, alguns desentendimentos fizeram com que Mariane pretendesse se divorciar de Aldo. Para tal finalidade, procurou um advogado, informando que a soma dos aluguéis que lhe foram pagos desde a doação do imóvel totalizava R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais), sendo que R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) foram auferidos antes do casamento e o restante, após. Mariane relatou, ainda, que atualmente o imóvel se encontra vazio, sem locatários.


Sobre essa situação e diante de eventual divórcio, assinale a afirmativa correta.


A

Quanto aos aluguéis, Aldo tem direito à meação sob o total dos valores.


B

Tendo em vista que o imóvel locado por Mariane é seu bem particular, os aluguéis por ela auferidos não se comunicam com Aldo.


C

Aldo tem direito à meação dos valores recebidos por Mariane, durante o casamento, a título de aluguel.


D

Aldo faz jus à meação tanto sobre a propriedade do imóvel doado a Mariane por Rubens, quanto sobre os valores recebidos a título de aluguel desse imóvel na constância do casamento.

   
Gerar simulado