Questões de Concurso sobre Do Concurso de Pessoas

 
 
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A chamada participação de menor importância constitui


A

circunstância atenuante.


B

causa de exclusão da tipicidade.


C

causa supralegal de exclusão da ilicitude.


D

causa geral de diminuição da pena.


E

causa legal de exclusão da culpabilidade.

Considere a seguinte situação hipotética.

Pedro e Paulo são amigos e residem no mesmo bairro. Depois de consumirem algumas doses de bebida alcoólica, já um tanto embriagados e armados de pistolas, assaltaram a residência do único médico da cidade.

Nessa situação, no crime praticado por Pedro e Paulo houve o concurso de pessoas.


C
Certo

E
Errado

Acerca da comunicabilidade das elementares e circunstâncias, é correto afirmar que:


A

as elementares objetivas se comunicam ao partícipe do crime;


B

as circunstâncias objetivas não se comunicam ao partícipe do crime;


C

as circunstâncias subjetivas se comunicam ao partícipe do crime;


D

as elementares subjetivas não se comunicam ao partícipe do crime;


E

as circunstâncias não se comunicam ao partícipe do crime.

De acordo com o entendimento dominante do Supremo Tribunal Federal (STF), como o delito praticado é de mão própria, não se admite co-autoria ou participação, sendo atípica a conduta do advogado de defesa.

C
Certo

E
Errado

Considere as afirmativas a respeito do concurso de pessoas:

I. O auxílio após a consumação do crime terá o caráter de participação, se prometido antes ou durante a execução do delito.

II. Na fase de cogitação, mesmo consumado o delito, não se admite co-autoria, nem participação, que só podem ter lugar após o início da execução.

III. Se um dos concorrentes quis participar de crime menos grave, ser-lhe-á imposta a pena deste; essa pena será aumentada até metade, na hipótese de ter sido previsível o resultado mais grave.

Está correto o que se afirma APENAS em


A

I.


B

I e II.


C

I e III.


D

II.


E

II e III.

Assinale a opção incorreta relativa ao concurso de agentes.


A

Praticado o crime por vários agentes, exige-se, para a caracterização da co-autoria, a participação psicológica de cada um deles.


B

As circunstâncias objetivas se comunicam, desde que o partícipe delas tenha conhecimento.


C

Considere a seguinte situação hipotética. Adriano desentendeu-se com José e decidiu matá-lo. Procurou por Lucas, que, após saber de sua intenção, emprestou-lhe uma arma. Adriano embriagou-se e, utilizando-se da arma citada, atingiu mortalmente José. Nessa situação, Adriano e Lucas serão responsabilizados pelo crime de homicídio.


D

Considere a seguinte situação hipotética. Alberto, namorado de Ana, grávida há um mês, pagou aborto criminoso, a pedido da gestante. Nessa situação, Alberto incorreu no crime de aborto, na condição de co-autor.


E

A autoria colateral inexige o vínculo subjetivo entre os participantes.

Considere a seguinte situação hipotética.

No interior de uma mata, Cláudio e Tiago, ao mesmo tempo, sem conhecerem a intenção um do outro, efetuaram tiros de revólver contra Mário, que veio a falecer em face dos ferimentos causados pelo disparo da arma portada por Tiago.

Com base nessa situação, Cláudio e Tiago responderão pelo crime de homicídio, em concurso de pessoas.


C
Certo

E
Errado

De acordo com o sistema adotado pelo Código Penal, é possível impor aos partícipes da mesma atividade delituosa penas de intensidades desiguais.


C
Certo

E
Errado

Caracteriza-se a autoria colateral:


A

quando mais de um agente realiza a conduta, em conluio, com o objetivo de atingir o mesmo resultado.


B

quando mais de um agente realiza a conduta, sem que exista liame subjetivo entre eles.


C

quando mais de um agente realiza a conduta, havendo liame subjetivo entre eles, não se aferindo quem foi o causador do resultado.


D

quando um agente auxilia o outro na prática de crime.


E

quando alguém se serve de pessoa sem discernimento para realizar por ele a conduta típica.

O particular que auxilia funcionário público na execução de crime de peculato doloso


A

só comete esse delito em co-autoria se sabia da condição de funcionário público do agente.


B

comete o crime de condescendência criminosa, se não tiver conhecimento da condição de funcionário público do agente.


C

não responde por esse delito porque o simples auxílio é penalmente irrelevante.


D

não responde por esse delito porque o sujeito ativo do peculato doloso só pode ser funcionário público.


E

não responde por esse delito em co-autoria, mas apenas pelo crime de peculato culposo.

Pedro e Paulo, previamente ajustados e com unidade de desígnios, subtraíram de Manoel, mediante grave ameaça exercida com o emprego de uma arma de fogo, a importância de R$ 1.000,00. Após a subtração, Pedro foi preso em flagrante com a importância de R$ 500,00 e Paulo conseguiu fugir com o remanescente do produto da subtração. Nessa situação, Pedro e Paulo responderão pelo crime de roubo consumado, aplicando-se as causas de aumento de pena por de emprego de arma e concurso de pessoas.


C
Certo

E
Errado

No concurso de pessoas, as elementares do tipo, sejam elas objetivas ou subjetivas, só se comunicam se entrarem na esfera de conhecimento dos participantes do crime.


C
Certo

E
Errado

Os disparos de arma de fogo devem ser examinados em relação a cada um dos responsáveis, caracterizando-se, na espécie, a denominada autoria a longa manus.


C

Certo


E

Errado

Armando, Sérgio e Mário são sujeitos ativos do crime perpetrado, sendo os dois primeiros co-autores, e Mário, partícipe.


C
Certo

E
Errado
O motorista da viatura policial não responderá por qualquer crime, uma vez que falta a necessária unidade do elemento subjetivo dirigido à causação do resultado.

C
Certo

E
Errado

Examine as afirmações abaixo sobre o concurso de pessoas:

I - Quem, de qualquer modo, concorre para o crime incide nas penas a este cominadas, independentemente de sua culpabilidade.

II - Se a participação no crime for de menor importância, a pena pode ser diminuída de um a dois terços.

III - O ajuste, a determinação ou instigação e o auxílio, salvo disposição expressa em contrário, não são puníveis, se o crime não chega, pelo menos, a ser tentado.

Está(ão) correta(s):


A

I, II e III;


B

somente I;


C

somente II;


D

somente III.

A respeito de aspectos diversos do direito penal, julgue os itens abaixo.

-

I Se três indivíduos iniciarem luta desordenada, agindo uns contra os outros e ocasionando lesões corporais recíprocas, e dois deles forem comprovadamente inimputáveis, tal comprovação impossibilitará a configuração do delito de rixa.

II O indivíduo que, surpreendido por policiais, após consumir um cigarro de substância entorpecente, ainda se encontre sob influência do tóxico de forma a demonstrar a utilização pretérita, responderá pela conduta típica de trazer consigo.

III Configura a continuidade delitiva a hipótese em que o agente, mediante várias condutas, pratica os crimes de furto e de ameaça em condições de tempo, lugar e maneira de execução semelhantes, indicando ser cada um desses crimes continuação do anterior.

IV A condenação penal do servidor público pela prática de abuso de autoridade não impede as sanções administrativa e civil pelo mesmo fato.

V Considere a seguinte situação hipotética.

Tércio e Dionísio planejaram um furto a ser executado por Dionísio em uma residência, cujos moradores encontravam-se viajando. Tércio forneceu uma chave falsa a Dionísio, que, utilizando-a, adentrou a casa e deparou-se com um imprevisto vigia, oportunidade em que praticou violência contra este para obter êxito na subtração de vários objetos.

-

Nessa situação, Tércio terá cometido o crime de furto qualificado pois não participou do delito mais grave, no caso o roubo.

-

Estão certos apenas os itens


A

I e II.


B

I e III.


C

II e IV.


D

III e V.


E

IV e V.

Carlos, Sílvio e Selênio resolveram cometer um crime de furto a residência e o fizeram. Carlos abriu o imóvel com uma gazua, Sílvio ingressou no imóvel e subtraiu vários bens e Selênio apenas os acompanhou para, de fora do imóvel, avisar de eventual aproximação de estranhos, o que não ocorreu. Nessa situação, Carlos e Sílvio cometeram crime de furto, mas Selênio, por falta de ato de execução ou auxílio material, não cometeu esse crime.


C
Certo

E
Errado
   
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