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Na jurisdição voluntária, o juiz está desobrigado de aplicar o critério da legalidade estrita e pode guiar-se, no caso concreto, por parâmetros de conveniência e oportunidade.
Certo
Errado
O Ministério Público possui legitimidade para funcionar como substituto processual no polo ativo de ação coletiva para postular direitos indisponíveis mesmo quando os substituídos são beneficiários individualizáveis.
Segundo o disposto no Código de Processo Civil, relativamente aos procedimentos de Jurisdição Voluntária, é correto afirmar:
Procedimentos de emancipação e sub-rogação, verbi gratia, não são de Jurisdição Voluntária.
O juiz não é obrigado a observar critério de legalidade estrita, podendo adotar em cada caso a solução que considerar mais conveniente ou oportuna.
Sendo o procedimento de Jurisdição Voluntária, das sentenças proferidas não cabe apelação.
O juiz é obrigado a observar critério de legalidade estrita, sob pena de violação ao Princípio da Correlação entre pedido e sentença.
Jurisdição é o poder que o Estado tem de resolver os conflitos, substituindo a vontade das partes e impondo essa decisão coercitivamente. Assinale a alternativa que estabelece, de acordo com a teoria clássica, majoritária no Brasil, a característica da jurisdição voluntária.
Tem caráter administrativo.
Ocorre em um procedimento em que há interessados e coisa julgada.
A jurisdição atua a partir de uma lide, na qual há conflitos de interesse.
Tem por finalidade a atuação do direito e a pacificação social.
Um exemplo de jurisdição voluntária é a ação de restauração de autos.
Sobre a jurisdição voluntária, é correto afirmar que:
assim como na contenciosa, o juiz é obrigado na jurisdição voluntária a observar a legalidade estrita;
o Ministério Público pode atuar como órgão interveniente na jurisdição voluntária, mas não como órgão agente;
o interditando não pode constituir advogado, devendo ser nomeado curador especial para sua defesa;
cessando as funções do tutor ou curador pelo decurso do prazo em que era obrigado a servir, ser-lhe-á lícito requerer a exoneração do encargo;
o tutor ou curador poderá eximir-se do encargo, apresentando escusa ao juiz a qualquer tempo.