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São fontes formais imediatas do processo penal:
União Federal e Constituição Federal.
União Federal, Constituição Federal, Leis Complementares.
Constituição Federal e Legislação Federal Infraconstitucional.
União Federal, Princípios Gerais do Direito, Direito Comparado, Costumes.
A lei processual penal aplicar-se-á desde logo, sem prejuízo da validade dos atos realizados sob a vigência da lei anterior. Também é correto afirmar que
nova lei processual que suprime recursos não pode ser aplicada no processo que julga fato que lhe é anterior.
os princípios gerais do direito são aplicados ao processo penal, mas apenas em benefício do acusado.
quanto ao procedimento, o CPP tem primazia em relação a normas processuais estabelecidas em leis especiais.
a lei processual penal admitirá interpretação extensiva e aplicação analógica.
não se admite aplicação subsidiária do CPC no curso de processo penal.
É correto afirmar que o Direito Processual Penal possui como uma de suas fontes formais mediatas
a lei.
a Constituição Federal.
os costumes.
a analogia.
a interpretação extensiva.
Na falta de norma expressa na legislação processual penal, seja no Código de Processo Penal, seja nas leis extravagantes, deve-se buscar suplementação normativa no Código de Processo Civil.
Certo
Errado
Sobre conceito, finalidade e fontes do processo penal, assinale a alternativa correta.
A competência para legislar sobre direito processual penal é concorrente entre a União, os Estados e o Distrito Federal.
Direito processual penal é o ramo do direito público que compreende princípios e normas definidoras de condutas criminosas com previsão de determinada sanção.
É possível que os Estados legislem sobre questões específicas de direito processual penal, desde que autorizados por lei complementar editada pela União.
Os tratados e convenções internacionais são considerados fontes materiais do direito processual penal.
O direito processual penal é sub-ramo do Direito Penal. Por isso que é chamado de “Direito Penal adjetivo”. Logo, não possui autonomia científica.


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O fato de a vítima ser juiz de direito demonstra maior reprovabilidade da conduta de João, o que impede o reconhecimento do princípio da insignificância.
Certo
Errado
Sobre as fontes e os princípios do Direito Processual Penal, analise as afirmativas a seguir e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A competência para edição de normas processuais penais é exclusiva da União, sendo esta a única fonte material do referido direito processual.
( ) No Direito brasileiro, a principal fonte formal é a lei, que recebe a denominação de fonte imediata.
( ) A transação penal nos crimes de menor potencial ofensivo constitui exceção ao princípio da indisponibilidade.
( ) O princípio da verdade real é absoluto.
Assinale a sequência CORRETA.
V V F F.
V F V F.
F V V F.
F F V V.
Em se tratando de processo penal, assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, uma fonte direta e uma fonte indireta.
Costume e lei.
Costume e jurisprudência.
Doutrina e jurisprudência.
Princípios gerais do direito e doutrina.
Lei e costume.
Sobre o princípio da identidade física do juiz no processo penal, é correto afirmar que:
o Código de Processo Penal regula o tema de maneira suficiente e autônoma;
o juiz que presidiu o primeiro ato de instrução deve proferir a sentença;
o juiz que presidiu qualquer ato de instrução deve proferir a sentença;
pode ser mitigado nos casos de convocação, licença ou promoção do juiz que presidiu a instrução;
pode ser mitigado nos casos de cumulação de competências ou desempenho de atividade extraordinária.


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Constitui hipótese que viola o princípio constitucional da presunção de inocência ou de não culpabilidade (ou garantia do estado de inocência – art. 5º, inciso LVII, CRFB):
decretação de prisão processual fundamentada na gravidade em abstrato do crime;
decretação de prisão preventiva antes do trânsito em julgado da sentença;
valoração do fato criminoso em si para decretação ou manutenção da prisão processual;
decretação de prisão cautelar antes do trânsito em julgado da sentença;
transferência e inclusão de preso provisório em estabelecimento penal federal de segurança máxima.
O princípio da presunção de inocência ou da não culpabilidade subsiste durante todo o processo e tem o objetivo de garantir o ônus da prova à acusação até declaração final de responsabilidade por sentença penal condenatória transitada em julgado.
No que se refere aos princípios constitucionais e infraconstitucionais aplicáveis ao processo penal, é correto afirmar que:
no processo penal que visa apurar crimes societários, a inexistência de descrição, na denúncia, do vínculo entre o denunciado e a empreitada criminosa a ele imputada, caracteriza-se, conforme causa de decretação de nulidade do processo já reconhecida pelo STJ, como violação ao princípio constitucional da ampla defesa.
o princípio da economia processual e do tempus regit actum afasta eventual alegação de nulidade decorrente da não observância, na audiência de inquirição de testemunhas realizada no ano de 2009, do sistema adversarial anglo-americano, consistente primeiramente no direct examination – por parte de quem arrolou – e posteriormente no cross-examination – pela parte contrária – cabendo ao magistrado apenas a complementação da inquirição sobre os pontos não esclarecidos, ao final, caso entenda necessário.
o reconhecimento por uma instância superior da mera deficiência de defesa técnica processual em favor de um condenado pela prática do crime de falsidade ideológica em primeira instância acarreta, segundo entendimento sumulado pelo STF, a imediata declaração de nulidade da condenação.
uma pessoa condenada no ano de 2010 a 23 anos de reclusão pelo crime de homicídio tem direito à interposição do recurso denominado “protesto por novo júri” em virtude do crime a ela imputado ter sido praticado em 2006.

Para parte da doutrina, o inciso I do art. 156 do CPP é inconstitucional por transferir para o juiz as funções típicas do Delegado de Polícia.
Parte da doutrina sustenta que a natureza jurídica da prova é de um direito correlato ao direito de ação e de defesa, sendo atividade própria das partes e não do órgão jurisdicional, portanto, o inciso II do art. 156 doCPPseria inconstitucional.
Em razão da presunção de inocência, o ônus da prova no processo penal é da acusação.
É pacífico que no processo penal brasileiro existe o princípio da verdade real, que está consagrado no art. 156 do CPP, justificando a atividade investigatória e probatória do juiz.
A presunção de inocência possui axiologia tridimensional, atuando como regra de tratamento, regra de julgamento e regra de garantia.
De acordo com a construção doutrinária e jurisprudencial, configura hipótese de violação do princípio do promotor natural:
designação de órgão de composição pluripessoal, de atuação despersonalizada, com anuência do Promotor de Justiça com atribuição natural;
designação de Promotores de Justiça em sistema de mutirão, com anuência do Promotor de Justiça com atribuição natural;
signação de um Promotor de Justiça cuja intervenção se justifique a partir de critérios abstratos e prédeterminados, estabelecidos em lei;
designação prévia e motivada de um Promotor de Justiça para atuar na sessão de julgamento do Tribunal do Júri, com anuência do Promotor de Justiça com atribuição natural;
designação de um Promotor de Justiça ad hoc ou de exceção com a finalidade de processar uma pessoa ou caso específico.


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A respeito dos princípios gerais e informadores do processo penal, assinale a opção correta.
Não há previsão legal do contraditório na fase de investigação e a sua inexistência não configura violação à Constituição Federal (CF).
Em determinados crimes é permitido ao juiz a iniciativa da ação penal condenatória, como no caso de procedimentos especiais, a exemplo do processo e julgamento dos crimes de falência.
A exigência de sigilo das investigações prevista no Código de Processo Penal (CPP) impede, de forma absoluta, o acesso aos autos a quem quer que seja, sempre que houver risco ao bom andamento das investigações.
O princípio da obrigatoriedade nas ações penais públicas se estende ao procedimento relativo aos juizados especiais criminais, porquanto, desde que convencido da existência do crime, deve o MP, obrigatoriamente, submeter a questão penal ao exame do Poder Judiciário.
No conflito entre o jus puniendi do Estado, de um lado, e o jus libertatis do acusado, a balança deve se inclinar a favor do primeiro, porquanto prevalece, em casos tais, o interesse público.
É assegurado, de forma expressa, na norma fundamental, o direito de qualquer acusado à plenitude de defesa em toda e qualquer espécie de procedimento criminal.
Considerando os princípios aplicáveis ao Direito Processual Penal, marque a opção correta.
O Princípio da Obrigatoriedade aplica-se às ações penais públicas e privadas.
O Princípio da Concentração decorre do Princípio da Oralidade.
O Princípio da Autoritariedade consagra os órgãos incumbidos da persecução criminal, presentes os permissivos legais, estão obrigados a atuar.
O Princípio da Indisponibilidade é uma decorrência do Princípio da Oficiosidade.
O Princípio do favor rei consagra que ninguém pode ser compelido a produzir prova contra si mesmo.
Marque a alternativa correta.
Duas teorias disputam a regência do princípio da duração razoável do processo: a “teoria do prazo fixo” e a “teoria do não prazo”. Todavia, tal princípio não tem aplicação no inquérito policial.
No inquérito policial, aplica-se o princípio da ampla defesa, do contraditório, da plenitude de defesa e da publicidade, como formas irrenunciáveis de promover um efetivo garantismo penal.
A interceptação telefônica pode ser requerida pela autoridade policial no curso da investigação, regendo-se a matéria pelo princípio da reserva de jurisdição.
À luz da jurisprudência do STF, é possível submeter, coercitivamente, o indicado a exame grafotécnico e perícia para confronto vocal com base no princípio da proporcionalidade e razoabilidade, desde que se esteja apurando
crimes hediondos ou de elevada gravidade ou, ainda, praticado com violência.
O princípio da vedação do retrocesso não é reconhecido no ordenamento pátrio, portanto, apesar de anteriormente ter sido possível a concessão de fiança a crimes com pena superior a 04 anos, desde que fosse pena de detenção, com o advento da Lei n° 12.403/11, essa possibilidade inexiste.
O princípio da obrigatoriedade da ação penal pública incondicionada impõe o dever ao membro do Ministério Público de oferecer denúncia, mas não retira deste o juízo de conveniência e oportunidade para a iniciativa penal, sendo vedada, apenas, a desistência da ação após o recebimento da denúncia.


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