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Sobre os condutores responsáveis pela alimentação das cargas, analise os itens a seguir.
I. Entre os elementos B e E há necessidade de substituir o condutor II pelo condutor neutro;
II. O eletroduto C possui todos os condutores necessários para ligar um interruptor;
III. O elemento A possui neutro e não há necessidade de instalar um retorno.
Está correto o que se afirma em
III, apenas.
I, II e III.
I e III, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
No processo de fabricação de eixos mecânicos é utilizada uma ferramenta com baixa rotação, velocidade fixa e conjugado de saída proporcional ao seu conjugado resistente.
Para atender ao requisito de velocidade, o motor elétrico mais indicado para que a ferramenta opere corretamente, é do tipo
síncrono com dois polos em 60Hz.
síncrono com redutor de velocidade no eixo.
assíncrono com amplificador de velocidade no eixo.
assíncrono acionado por um soft-starter.
síncrono acionado por um inversor de frequência.
A figura a seguir é uma parte do diagrama de comando de uma chave compensadora com reversão.

Os contatos K1 e K2 têm a função de
acionar.
desenergizar.
energizar.
intertravar.
temporizar.
Em um circuito terminal monofásico 220 V, deseja-se alimentar um conjunto de tomadas em laboratório com potência aparente de 3,96 kVA (fator de potência ≈ 1), instalado a 25 m do quadro de distribuição (distância elétrica de ida). Serão usados condutores de cobre com isolação PVC 70°C em eletroduto embutido, com dois condutores carregados (fase e neutro) a 30°C. Para fins de projeto, adote: resistividade do cobre ρ = 0,0175 Ω.mm²/m; e capacidades de condução Iz: 2,5 mm² → 21 A; 4 mm² → 28 A; 6 mm² → 36 A. A menor seção do condutor de fase, com o dispositivo de proteção contra sobrecorrente adequado, e a queda de tensão estimada são condutor de fase de cobre de:
2,5 mm², disjuntor termomagnético de 16 A e queda de tensão estimada de 5,8 V
2,5 mm², disjuntor termomagnético de 20 A e queda de tensão estimada de 6,3 V
2,5 mm², disjuntor termomagnético de 20 A e queda de tensão estimada de 6,8 V
4 mm², disjuntor termomagnético de 25 A e queda de tensão estimada de 6,8 V
6 mm², disjuntor termomagnético de 32 A e queda de tensão estimada de 5,8 V
Um motor de indução trifásico aciona uma bomba centrífuga. Em 60 Hz, o conjunto opera a n1 = 1800 rpm e consome P1 = 6,4 kW. Deseja-se operar a 45 Hz usando um acionamento eletrônico. Adote as leis de afinidade da bomba: n proporcional a f e P proporcional a n³. Para o torque, use T (N·m) = 9550 · P(kW) / n(rpm). A estratégia mais adequada para variação de velocidade e os valores corretos de n2, P2 e T2 são:
controle vetorial; n2 = 1500 rpm; P2 = 3,2 kW; T2 = 20,4 N·m
partida suave (soft-starter); n2 = 1800 rpm; P2 = 6,4 kW; T2 = 34,0 N·m
inversor de frequência com controle V/f; n2 = 1350 rpm; P2 = 4,8 kW; T2 = 34,0 N·m
inversor de frequência com controle V/f; n2 = 1350 rpm; P2 = 2,7 kW; T2 = 25,8 N·m
inversor de frequência com controle V/f; n2 = 1350 rpm; P2 = 2,7 kW; T2 = 19,1 N·m
Um divisor de tensão em corrente contínua é alimentado por uma fonte ideal de Vs = 90 V, com resistores em série R1 = 15 kΩ e R2 = 30 kΩ. Deseja-se medir a tensão em R2 com um voltímetro de resistência interna Rv = 20 kΩ, ligado em paralelo com R2. A leitura indicada pelo voltímetro e o erro percentual de carregamento são:
Vindicada = 60 V e erro = 0%
Vindicada = 30 V e erro = 50%
Vindicada = 50 V e erro = 16,7%
Vindicada = 40 V e erro = 33,3%
Vindicada = 20 V e erro = 66,7%
A manutenção preventiva em um quadro de distribuição de energia de um prédio público deve incluir, periodicamente:
Pintura dos disjuntores para evitar oxidação e substituição anual de todos os cabos, independentemente do estado.
Inspeção visual da integridade dos componentes, aperto das conexões terminais e limpeza de poeira e detritos.
Ajuste dos valores nominais dos disjuntores para valores mais altos, para evitar desarmes inconvenientes.
Medição da resistência de isolamento dos condutores com o circuito energizado e em plena carga.
Desligamento do aterramento principal para testar a atuação dos dispositivos de proteção.
Na instalação de cabeamento estruturado em prédios públicos, é fundamental priorizar:
A instalação sem identificação dos cabos
A utilização de cabos de qualquer categoria
A execução sem testes de certificação
A rapidez da instalação, mesmo sem projeto
A organização, padronização e identificação dos cabos
Um curto-circuito ocorre, geralmente, quando:
Há contato indevido entre condutores energizados
O disjuntor está desligado
A tensão está baixa
O aterramento está correto
A iluminação é excessiva
Uma subestação 138 kV atenderá 4 linhas e 2 transformadores, com exigência de continuidade N-1. O projeto deve permitir manutenção de qualquer disjuntor sem desligar a subestação e sem retirar de serviço mais do que o estritamente necessário, mantendo boa flexibilidade operativa para manobras e ampliações futuras. Considerando também que área e custo são restrições importantes, o arranjo de barras mais adequado e a forma correta de relacioná-lo à coordenação de isolamento (em nível conceitual) são:
arranjo disjuntor e meio; na coordenação de isolamento devem ser considerados níveis de suportabilidade dos equipamentos (ex.: BIL), níveis de surtos esperados (atmosféricos e de manobra), níveis de proteção dos para-raios e margens de coordenação entre proteção e suportabilidade
arranjo de barra dupla com disjuntor duplo; na coordenação de isolamento o nível de isolamento pode ser reduzido, pois a duplicidade de barras e disjuntores elimina a necessidade de margens frente a surtos
arranjo barra principal e transferência; na coordenação de isolamento é suficiente especificar para-raios apenas nos alimentadores, pois a proteção do barramento é inerente ao arranjo escolhido
arranjo de barra simples; na coordenação de isolamento basta adotar como referência a tensão nominal do sistema, pois o arranjo de barras não influencia a definição de níveis de isolamento
arranjo em anel; na coordenação de isolamento deve-se desconsiderar surtos de manobra, pois em 138 kV apenas surtos atmosféricos são relevantes
O circuito abaixo mostra filtro ativo utilizando um amplificador operacional.

Assinale a alternativa que mostra corretamente a função de transferência que relaciona o sinal de saída (Vo) em relação ao sinal de entrada (Vi) desse circuito.
H(s)=−(RisRfCf+1)
H(s)=−(RfRi).(sCf−Rf1)
H(s)=−(RiRf).(sRfCf+11)
H(s)=−(RiRf).(sRfCf−1sRfCf+1)
H(s)=−(RiRf).(sCf+1sCf+Rf)
Assinale a alternativa correta com relação às memórias utilizadas em sistemas embarcados.
As memórias flash possuem ciclos infinitos de gravação, portanto são recomendadas na utilização de dados que se alteram constantemente.
A memória flash apaga e grava dados bit a bit. Isso a torna eficiente para alterar pequenas quantidades de informação, não exigindo a reescrita de um bloco inteiro.
A memória flash é mais rápida que a memória RAM, por isso é usada como memória de trabalho (código em execução) pelos microprocessadores.
A memória RAM possui tempos diferentes de acesso aos bytes dependendo do endereço da memória a ser acessada. Quanto mais próximo o endereço de acesso do endereço da pilha, maior a velocidade de escrita na memória.
As memórias ROM são utilizadas para armazenar dados e informações que não mudam durante as operações do sistema; por exemplo, o armazenamento de programas controlados por microprocessadores.
Um voltímetro é utilizado para medir a tensão de uma fonte cujo valor real é conhecido. Ao repetir várias medições, observa-se que os valores obtidos são muito próximos entre si, porém diferem significativamente do valor verdadeiro da tensão.
Portanto, é correto afirmar que o voltímetro apresenta:
Alta exatidão e alta precisão.
Alta exatidão e baixa precisão.
Baixa exatidão e alta precisão.
Baixa exatidão e baixa precisão.
Erro médio tendendo a zero, pois a repetição das medições permite reduzir erros sistemáticos.
O circuito abaixo mostra uma configuração com polarização por realimentação de tensão de um transistor bipolar de junção (BJT).

Assinale a alternativa que melhor descreve a equação para o cálculo da corrente de base do transistor BJT para o ponto quiescente. Considere que o transistor está na região ativa e β é o ganho do transistor.
IB=RB+βRCVCC−VBE
IB=RB+(β+1)VCC−VBE
IB=βRBVCC−VBE
IB=RB+RCVCC−VBE
IB=RB+RC(VCC−VBE)(RBRC)
O princípio da indução eletromagnética de Faraday é a base conceitual da geração de energia elétrica na maioria unidades geradoras. A esse respeito, é correto afirmar que
o gerador de uma usina termoelétrica depende da Lei de Faraday para induzir tensão no estator.
nos aerogeradores que utilizam geradores de indução duplamente alimentados, a Lei de Faraday é explica a injeção de corrente no estator e rotor.
nas células fotovoltaicas, a geração de eletricidade representa a principal exceção industrial à Lei da Indução de Faraday.
em usinas hidrelétricas, a alta velocidade da água exige o uso de geradores de polos lisos para garantir que a variação do fluxo magnético estabelecida pela Lei de Faraday.
nas usinas nucleares, o eletromagnetismo não está presente, uma vez que a conversão nuclear para elétrica não está sujeita à Lei de Faraday.
Uma carga indutiva desconhecida é alimentada por uma fonte senoidal. Um Wattímetro, um Voltímetro e um Amperímetro foram instalados para realizar as leituras nessa carga. Os valores registrados foram:
• Potência: 6.000 W.
• Tensão: 250 V.
• Corrente elétrica: 30 A.
Com base nessas leituras, os valores da potência aparente solicitada pela carga, do fator de potência e da sua reatância indutiva são iguais a
6.000 VA - 1,0 - zero
6.000 VA - 0,9 - 4,0 Ω
7.500 VA - 0,9 - 5,0 Ω
7.500 VA - 0,8 - 4,0 Ω
7.500 VA - 0,8 - 5,0 Ω
No sistema de controle em malha fechada descrito no diagrama de blocos da Figura a seguir, o sinal de erro atuante E(s) está definido como a diferença entre o sinal de referência R(s) e o sinal de realimentação negativa.

Considerando-se esse diagrama de blocos, a função de transferência do sinal de referência R(s) para o sinal de erro atuante E(s) é
s3+16s2+52s+1s3+15s2+50s
s3+15s2+48s+1s3+16s2+50s
s3+16s2+50s+1s3+15s2+52s
s3+20s2+48s+1s3+15s2+50s
s3+15s2+52s+1s3+16s2+50s
Os motores trifásicos assíncronos possuem ampla aplicação nos setores industrial, comercial e até mesmo em sistemas prediais, graças à sua robustez, baixo custo, simplicidade de manutenção e elevada eficiência. São comumente utilizados em equipamentos como bombas centrífugas, compressores de ar, ventiladores industriais, correias transportadoras e sistemas de climatização.
Considerando-se as características eletromecânicas e de operação dos motores trifásicos assíncronos, nos modelos com rotor tipo
gaiola de esquilo, os enrolamentos do rotor são posicionados nas diversas ranhuras do rotor, isolados do núcleo de ferro, com os enrolamentos trifásicos ligados em delta ou estrela, permitindo alterar a resistência do rotor e, consequentemente, o torque de partida.
bobinado, os condutores formam um circuito fechado conectado internamente dentro do rotor, o que não permite alterar a resistência do rotor e, consequentemente, o torque de partida.
bobinado, os condutores são curto-circuitados em cada terminal por anéis terminais contínuos, o que não permite alterar a resistência do rotor e, consequentemente, o torque de partida.
gaiola de esquilo, é possível variar a resistência total do rotor por fase, utilizando um resistor trifásico equilibrado variável ligado aos anéis coletores por meio de escovas, permitindo variar a resistência do rotor e, consequentemente, o torque de partida.
bobinado, cada terminal do enrolamento é levado a anéis coletores, que são isolados do eixo do rotor, e podem ser ligados a resistências externas, permitindo alterar a resistência do rotor e, consequentemente, o torque de partida.
Sistemas de aquisição de dados requerem que o conversor analógico-digital (ADC) converta uma tensão de entrada analógica em uma representação digital. No entanto, o ADC necessita de um tempo finito para realizar a conversão. Se o sinal analógico mudar rapidamente durante esse tempo, a confiabilidade do processo de conversão pode ser comprometida, resultando em incerteza ou erro de borda. Para resolver essa limitação, utiliza-se o circuito Sample-and-Hold (S/H), imediatamente antes do ADC. A Figura 1 ilustra o circuito S/H.

Figura 1- Diagrama simplificado de um circuito S/H. Adaptado de Tocci, Widmer e Moss, Sistemas Digitais: princípios e aplicações (11a Edição).
A função crítica do circuito Sample-and-Hold (S/H) para a conversão A/D é
introduzir um atraso de propagação padronizado para sincronização de barramento.
manter o valor instantâneo do sinal constante durante o tempo de conversão do ADC.
gerar o pulso que inicia a digitalização do sinal.
converter tensão analógica em um código binário de 1 bit.
atuar como filtro passa-baixa para remover componentes de alta frequência do sinal de entrada.
No domínio do tempo, a resposta ao degrau unitário do circuito apresentado é dada pela seguinte expressão.
vs(t)=R1R2(1−eR2C−t)
Certo
Errado