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Assinale a alternativa que está de acordo com o recomendado nas Normas Técnicas para o controle da raiva dos herbívoros domésticos publicada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) do Brasil.
A aplicação de substâncias anticoagulantes, ao redor das lesões recentes provocadas por morcegos hematófagos em herbívoros, deverá ser feita por médico veterinário ou por auxiliar que tenha recebido treinamento adequado e que esteja devidamente imunizado.
A produção, o controle e a comercialização de todas as partidas de vacina obedecerão às normas do Departamento de Defesa Animal, junto ao qual todas as vacinas deverão estar previamente licenciadas. Só serão aprovadas vacinas com prazo de validade igual ou superior a 1 (um) ano.
Será considerada “área de ocorrência de raiva” aquela onde a doença tenha sido confirmada durante os 3 (três) anos precedentes.
A realização de vacinações focais e perifocais compreenderá todas as propriedades existentes na área infectada abrangendo um raio de até 10 (dez) km, devendo ser procedida do mesmo modo com relação ao combate aos transmissores.
A duração da imunidade das vacinas para uso em herbívoros, para efeito de revacinação, será de no máximo 24 (vinte e quatro) meses.
De acordo com a Instrução Normativa nº 52, de 20 de novembro de 2007, qual órgão é responsável pela supervisão e avaliação das ações desenvolvidas para categorização, detecção, monitoramento, controle e erradicação das pragas quarentenárias presentes?
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA.
Serviço de Sanidade Agropecuária – SESA.
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA.
Secretaria de Defesa Agropecuária – DAS.
Agência de Defesa Agropecuária Nacional – ADAN.
Considere o disposto na Portaria Interministerial n° 1.426, de 11 de julho de 2008, que proíbe o tratamento de leishmaniose visceral canina com produtos de uso humano ou não registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Assinale a alternativa que corresponde a uma das definições estabelecidas pela mesma.
Reservatório canino: cão com manifestações clínicas compatíveis com leishmaniose visceral e que apresente teste sorológico reagente ou exame parasitológico positivo.
Caso canino confirmado de leishmaniose visceral por critério laboratorial: animal com exame laboratorial parasitológico positivo ou sorologia reagente, independentemente de apresentar ou não quadro clínico aparente.
Caso canino confirmado de leishmaniose visceral por critério clínico-epidemiológico: todo cão proveniente de áreas endêmicas ou onde esteja ocorrendo surto e que apresente quadro clínico compatível de leishmaniose visceral, sem a confirmação do diagnóstico laboratorial.
Cão infectado: todo cão assintomático com sorologia reagente ou parasitológico positivo em município com transmissão confirmada, ou procedente de área endêmica. Em áreas sem transmissão de leishmaniose visceral não é necessária a confirmação parasitológica.
Risco à saúde humana: animal com exame laboratorial parasitológico positivo ou sorologia reagente, e apresentando quadro clínico aparente.
Sobre a Instrução Normativa no 16, de 18 de março de 2003, que proíbe a saída de material propagativo de citrus produzido em viveiros telados e a céu aberto dos municípios onde for constatada a ocorrência da Morte Súbita dos Citrus, considere:
I. A praga na cultura dos citrus, de causa ainda desconhecida, identificada como Morte Súbita dos Citrus, atinge muitos municípios da região Sudeste do Brasil.
II. O transporte de material de propagação de citrus produzido em ambiente aberto, nos municípios com ocorrência da praga, é realizado em veículo com proteção de tela antiafídeo.
III. O transporte de material de propagação de citrus produzido em ambiente protegido, nos municípios com ocorrência da praga, é acompanhado de Certificado Fitossanitário de Origem ou Permissão de Trânsito Vegetal.
IV. O transporte de material de propagação de citrus produzido em municípios indenes que passar por municípios afetados deverá ser realizado em veículo com proteção de tela térmica.
Está correto o que se afirma APENAS em
A Portaria AGED no 638, de 19 de agosto de 2011, considera como “Vazio Sanitário Vegetal”, o período compreendido de 1 de agosto a 30 de setembro de cada ano calendário, para os municípios que compõem a região produtiva I:
A afirmação acima refere-se à região produtiva I que é composta pelas microrregiões do IBGE:
De acordo com a Portaria AGED-MA no 681, de 4 de setembro de 2017, em seu artigo 6o: O transportador e/ou proprietário que não esteja portando os documentos fitossanitários exigidos para o trânsito de máquinas, veículos transportadores e implementos agrícolas no Estado do Maranhão ou não se submeter às exigências da referida Portaria estará sujeito a
I. aplicação de penalidades previstas na legislação estadual.
II. imposição do procedimento de lavagem e desinfestação da máquina ou implemento agrícola.
III. notificação ao infrator exigindo retorno imediato ao seu ponto de origem, quando oriundo de outra UF.
Está correto o que se afirma em
De acordo com as Instruções Normativas (IN) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), assinale a alternativa correta.
A IN no 17 de 8 de maio de 2008 que institui o Programa Nacional de Sanidade dos Equídeos (PNSE), define as atividades que devem ser promovidas para prevenir, diagnosticar, controlar e erradicar doenças que possam causar danos ao complexo agropecuário dos equídeos, sendo elas: educação sanitária; estudos epidemiológicos; controle do trânsito dos animais; cadastramento, fiscalização e certificação sanitária e comunicação, sem necessidade de intervenção imediata até que haja confirmação, quando da suspeita de doença de notificação obrigatória.
De acordo com a IN no 25 de 19 de julho de 2016 é proibido o ingresso de suínos e material genético suíno nas Unidades Federativas declaradas como livres de peste suína clássica (PSC), quando procedentes de Unidade Federativa não declarada como livre de PSC do Brasil, bem como dos produtos e subprodutos de origem suína, como carnes resfriadas ou congelada de suínos com ou sem osso; produtos cárneos industrializados ou gordurosos, de origem suína, frescos, crus, curados, maturados, salgados, dessecado, defumados ou não; miúdos in natura ou salgados; gorduras; pele de suíno in natura ou salgada e produto de origem suína, comestível ou não, destinado à alimentação animal ou para uso em fertilizantes.
De acordo com a IN no 20 de 21 de outubro de 2016 que estabelece o controle e monitoramento de Salmonella spp. na cadeia de produção de frangos e perus de corte, é obrigatório a coleta de amostras em um terço dos lotes dos estabelecimentos avícolas comerciais, para a realização de ensaios laboratoriais para detecção de salmonelas, segundo metodologia oficial utilizada pela Coordenação Geral de Laboratórios Agropecuários, da Secretaria de Defesa Agropecuária, do MAPA. Entende-se como lote o grupo de aves da mesma espécie, finalidade e idade, alojadas em um ou mais galpões do mesmo núcleo.
De acordo com a IN no 16 de 8 de maio de 2008 que institui o Programa Nacional de Sanidade Apícola (PNSAp), visando ao fortalecimento da cadeia produtiva apícola, o representante do Departamento de Saúde Animal (DAS), para prevenir, diagnosticar, controlar e erradicar doenças e pragas que possam causar danos à cadeia produtiva apícola, deverá promover as seguintes atividades: educação sanitária; estudos epidemiológicos; controle do trânsito; cadastramento, fiscalização e certificação sanitária e comunicação, sem necessidade de intervenção imediata até que haja confirmação, quando da suspeita de doença ou praga de notificação obrigatória.
De acordo com a IN no 21 de 21 de outubro de 2014 que estabelece as normas técnicas de Certificação Sanitária da Compartimentação da Cadeia Produtiva Avícola das granjas de reprodução, de corte e incubatórios, de galinhas ou perus, para a infecção pelos vírus de Influenza aviária (IA) e doença de Newcastle (DNC), deve ser realizado o cadastro das propriedades com aves ou suínos de subsistência, criações industriais de suínos e demais pontos de risco existentes em um raio de aproximadamente 10 km ao redor das unidades de produção e unidades funcionais associadas, para que estas possam garantir a manutenção da certificação de status sanitário diferenciado, adquirido por meio da adoção de procedimentos adicionais de biosseguridade, vigilância epidemiológica, supervisões e auditorias.
A classificação de produtos vegetais, de seus subprodutos e de resíduos de valor econômico é uma das atividades pertinentes aos fiscais de defesa sanitária vegetal e visa aferir a identidade e a qualidade de tais produtos para que os consumidores possam ter maior segurança no consumo ou uso desses produtos. Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.
Em nenhuma hipótese, um produto já classificado recebe nova classificação.
A classificação de produtos vegetais é uma atividade realizada exclusivamente junto aos laboratórios oficiais do MAPA.
A classificação dos produtos de origem vegetal é irrevogável, ou seja, ela não se altera mesmo que o interessado pela classificação discorde do resultado do processo.
Poderão ser dispensadas da classificação obrigatória, observadas orientações do MAPA, as pequenas quantidades de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico.
Para que uma pessoa física seja enquadrada como classificadora, basta que ela seja formada como Engenheiro Agrônomo.
As Instruções Normativas editadas pelo MAPA regulamentam as diretrizes sobre a defesa sanitária vegetal no Brasil. Em especial, as IN’s orientam os profissionais a definir estratégias com relação às Pragas Quarentenárias Presentes e Ausentes e, ainda, visam estabelecer planos de contingência para a praga em questão. Sobre esse assunto, assinale a alternativa que apresenta uma praga considerada Quarentenária Ausente e que possui plano de contingência publicado pelo MAPA.
Fusarium oxysporum f.sp cubense raça 4 tropical – Fusariose da Bananeira.
Acarus siro – Ácaro da Farinha.
Cicadulina mbila – Cicardulina do milho.
Acrobasis pyrivorella – Mariposa da Pêra.
Frankliniella bispinosa – Tripes da pimenta.