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Com base na Instrução Normativa MAPA n° 45, de 15 de junho de 2004, quando detectada a presença de animais com Anemia Infecciosa Equina (AIE), deve-se:
Realizar marcação temporária dos equídeos com as letras IE (Infecção Equina).
Realizar o sacrifício ou isolamento dos equídeos portadores.
Interditar a propriedade e transferir livremente os animais para propriedades não infectadas após vacinação.
Sacrificar os animais da propriedade e/ ou propriedades vizinhas em um raio de 2 km.
Encaminhar os animais para abate e congelamento, visando a neutralização do agente transmissor.
Com base na legislação vigente para o trânsito de animais bovinos encaminhados para estabelecimentos abatedouros credenciados, os animais deverão estar acompanhados dos seguintes documentos:
Nota fiscal do produtor e GTA (Guia de Trânsito Animal).
GTA (Guia de Trânsito Animal) com o número do cadastro do criador e o certificado de tipificação de carcaça.
Nota fiscal do produtor contendo número do cadastro do criador, lote e carimbo do SIE/ CIDASC.
Nota fiscal do abatedouro e GTA (Guia de Trânsito Animal) com o número do cadastro do criador e o certificado de tipificação de carcaça.
Nota fiscal do abatedouro e GTA (Guia de Trânsito Animal) contendo número do cadastro do criador, lote e carimbo do SIE/CIDASC.
Considerando o tema “Abate de suínos”, tendo em conta o disposto no RIISPOA/2017 e na Portaria nº 711/1995, avalie as frases abaixo e assinale a opção correta.
I - A língua deverá sofrer corte longitudinal superficial na face dorsal mediana, para pesquisa de cisticercose e sarcosporidiose.
II - No caso de animais descartados da reprodução, deve ser feita a pesquisa da cisticercose no diafragma, mesmo que esta parasitose não tenha sido detectada nas demais linhas de inspeção.
III - As carcaças com artrite em uma ou mais articulações, com reação nos linfonodos, hipertrofia da membrana sinovial, sem repercussão no seu estado geral, devem ser destinadas ao aproveitamento condicional pelo uso do calor.
IV - Somente se permitirá o uso de carnes provenientes de cabeças de suínos “coureados” em produtos submetidos à esterilização pelo calor.
De acordo com a legislação brasileira (Instrução Normativa do MAPA n° 62/2011), o leite pasteurizado deve ser submetido a tratamento térmico na faixa de temperatura de 72 a 75ºC durante 15 a 20s, em equipamento de pasteurização a placas, dotado de painel de controle com termo-registrador e termo-regulador automáticos, válvula automática de desvio de fluxo, termômetros e torneiras de prova, seguindo-se de resfriamento imediato em aparelhagem a placas até temperatura igual ou inferior a 4ºC. Sobre a pasteurização do leite nas condições descritas, assinale a alternativa INCORRETA.
O binômio tempo/ temperatura foi definido de acordo com os parâmetros de resistência térmica das bactérias Mycobacterium tuberculosis e Coxiella burnetti.
A fosfatase alcalina é inativada nas condições de processo acima descritas, sendo utilizada como indicador de eficiência do tratamento térmico.
Algumas bactérias esporuladas termodúricas podem sobreviver à pasteurização.
O teste da peroxidase deve ser negativo para o leite pasteurizado sob as condições descritas.
O processo de pasteurização acima descrito é o HTST (High Temperature, Short Time), ou seja, alta temperatura e curto tempo de exposição, sendo que o binômio tempo/ temperatura pode variar de acordo com a legislação de cada país.
Segundo consta na Instrução Normativa n° 52, de 20 de novembro de 2007, para a realização de pesquisa com praga quarentenária, deverá ser solicitada autorização prévia da(o):
SDA (Secretaria de Defesa Agropecuária).
SEDESA (Superintendência de Sanidade Agropecuária).
GTPQ (Gerência Técnica de Pragas Quaternárias).
DSV (Departamento de Sustentabilidade Vegetal).
CIPV (Conselho Internacional para a Proteção de Vegetais).
Com base na Instrução Normativa MAPA n° 28, de 24 de agosto de 2016, o documento emitido para acompanhar o trânsito da partida de plantas ou produtos vegetais, de acordo com as normas de defesa sanitária vegetal, é denominado:
Guia de Transporte Adicional (GTA).
Permissão de Trânsito de Vegetais (PTV).
Certificado Fitossanitário de Origem (CFO).
Certificado Fitossanitário de Reexportação (CFR).
Declaração Adicional (DA), referente à inspeção na origem.
De acordo com o Manual Técnico para Controle da Raiva dos Herbívoros (MAPA, 2009), a vulnerabilidade é um conjunto de fatores relacionados à capacidade de ingresso do transmissor em uma área e à circulação viral. Tais fatores possibilitam a difusão da doença para novas áreas e servem de facilitadores para que esse processo ocorra. Considerando os determinantes de vulnerabilidade, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Construção de usinas hidrelétricas, desmatamentos, construção de novas ferrovias e rodovias, formação de novas áreas de pastagem, retirada abrupta de fonte alimentar, inundações e outras alterações ambientais.
( ) Casos de raiva em herbívoros ou Desmodus rotundus no município e/ou em municípios vizinhos.
( ) Casos de raiva em outros quirópteros e em outros mamíferos (variante 3).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: