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João, servidor público civil no Estado do Espírito Santo, buscou informações, junto à legislação de regência, sobre as hipóteses em que poderá se ausentar do serviço, sem qualquer prejuízo para suas atividades funcionais.
Nesse cenário, considerando as disposições da Lei Complementar Estadual nº 46/1994, é correto afirmar que poderá o servidor público ausentar-se do serviço:
pelos dias necessários à realização de provas ou exames finais, quando estudante matriculado em estabelecimento de ensino oficial ou reconhecido;
por oito dias consecutivos, por motivo de falecimento do cônjuge, companheiro, pais, filhos, irmãos;
por até dois dias, para apresentação obrigatória em órgão militar;
por até cinco dias consecutivos, por motivo de casamento;
por um dia, a cada seis meses, para doação de sangue.
Maria, casada com João desde 2015 e servidora pública do estado do Espírito Santo desde dezembro de 2023, ainda em cumprimento de estágio probatório, consultou, em setembro de 2025, a diretoria de gestão de pessoal do seu órgão de lotação sobre a possibilidade de ser cedida para acompanhar seu marido, também servidor público, nomeado para provimento de cargo efetivo em outro ente da Federação.
Nessa situação hipotética, de acordo com o disposto na Lei Complementar estadual n.º 46/1994,
não é possível a cessão da servidora, porquanto ela está em cumprimento de estágio probatório.
é possível a cessão da servidora, com ônus para o estado, devendo ser suspenso o cômputo do período de avaliação do estágio probatório.
é possível a cessão da servidora, sem ônus para o estado, dada a relação conjugal estabelecida antes da nomeação, não sendo suspenso o cômputo do período de avaliação do estágio probatório.
é possível a cessão da servidora, sem ônus para o estado, haja vista a relação conjugal estabelecida antes da nomeação, devendo ser suspenso o cômputo do período de avaliação do estágio probatório.
é possível a cessão da servidora, com ônus para o estado, independentemente de comprovação de que a relação conjugal foi estabelecida antes da nomeação, não sendo suspenso o cômputo do período de avaliação do estágio probatório.
A Lei Complementar nº 46/1994, do Estado do Espírito Santo, estabelece o regime jurídico dos servidores públicos civis, incluindo o regime disciplinar. Em caso de infração, o Processo Administrativo Disciplinar (PAD) é instaurado. Qual é a finalidade principal do PAD?
Punir o servidor com a demissão sumária, independentemente da gravidade da falta, para manter a disciplina na repartição.
Aplicar sanções de natureza pecuniária (multas) de forma imediata pela chefia, sem necessidade de comissão processante.
Assegurar o contraditório e a ampla defesa para a apuração da responsabilidade do servidor no cometimento de infração no exercício de suas atribuições.
Investigar a vida privada do servidor, buscando elementos externos ao serviço que possam justificar sua exoneração.
São penas disciplinares previstas na Lei Complementar Estadual 46/1994, que institui o Regime Jurídico Único dos servidores públicos civis da administração direta, das autarquias e das fundações públicas do Estado do Espírito Santo, EXCETO:
Suspensão.
Prisão.
Advertência verbal ou escrita.
Demissão.
Cassação de aposentadoria ou disponibilidade.
Nos termos da Lei Complementar Estadual 46/1994, que institui o Regime Jurídico Único dos servidores públicos civis da administração direta, das autarquias e das fundações públicas do Estado do Espírito Santo, marque a alternativa CORRETA:
O servidor público não poderá, em nenhuma hipótese, servir fora da repartição em que for lotado ou estiver alocado.
Reintegração é a volta ao serviço ativo do servidor público posto em disponibilidade.
Será concedido regime especial de trabalho ao servidor público estável que tenha filho, cônjuge ou dependente com deficiência, sujeitando-se apenas a compensação de horas, na forma e condições previstas em legislação específica.
O servidor público que for afastado em virtude de condenação por sentença definitiva, a pena que resulte em demissão ou perda do cargo, terá suspensa a sua remuneração e seus dependentes passarão a perceber auxílio-reclusão.
O servidor público, ao ser investido em novo cargo de provimento efetivo, não estará dispensado do cumprimento integral do período de 3 (três) anos de estágio probatório no novo cargo.


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A Lei Complementar nº 46/1994 (ES) assegura ao servidor público o direito a férias anuais remuneradas. Qual é o período aquisitivo e a regra principal para as primeiras férias do servidor?
O servidor fará jus a 45 (quarenta e cinco) dias de férias, não podendo acumulá-las, e podendo gozá-las imediatamente após a posse.
O servidor fará jus a 30 (trinta) dias de férias, que não podem ser acumuladas, e deve gozá-las seis meses após o ingresso no serviço público.
O servidor fará jus a 30 (trinta) dias de férias, que podem ser acumuladas por no máximo dois períodos, sendo que, para o primeiro período aquisitivo, serão exigidos 12 (doze) meses de exercício.
O servidor fará jus a 30 (trinta) dias de férias, mas, no primeiro período, só poderá gozar de 15 (quinze) dias, e os 15 restantes serão convertidos em pecúnia.
Acometido por grave doença, Caio, servidor público civil no âmbito do Estado do Espírito Santo, buscou informações – junto à legislação que trata sobre o regime jurídico a ele aplicável – sobre a licença para tratamento da própria saúde.
Nesse cenário, considerando as disposições da Lei Complementar Estadual nº 46/1994, é correto afirmar que:
o servidor público não poderá permanecer em licença para tratamento da própria saúde por prazo superior a 12 meses, sendo aposentado a seguir, na forma da lei, se julgado inválido;
é vedado ao servidor público licenciado para tratamento de saúde desistir do restante do período de licença, ainda que se julgue em condições de reassumir o exercício do cargo;
o laudo da junta médica nenhuma referência fará ao nome ou à natureza da doença de que sofre o servidor público, inclusive em se tratando de doença profissional;
inexistindo, no local, médico de órgão oficial, serão aceitos laudos passados por, pelo menos, dois médicos particulares, os quais produzirão efeitos imediatamente;
a concessão de licença superior a 30 dias dependerá sempre de inspeção por junta médica oficial.
A Lei Complementar nº 46/94, que institui o Regime Jurídico Único para os servidores públicos civis da administração direta, das autarquias e das fundações do Estado do Espírito Santo, em seu “Capitulo II”, prevê as formas de exoneração do servidor público, listando, dentre outras, a exoneração de ofício. Assinale a alternativa que trata de uma das hipóteses em que há aplicação da exoneração de ofício nos termos da lei:
A exoneração de ofício se dá a juízo do Secretário da pasta competente, sendo aplicada aos nomeados para cargo em comissão, ao passo que não prescinde de procedimento disciplinar. Esta regra não se aplica a servidor efetivo que ocupe cargo em comissão.
A exoneração de ofício se dá a juízo da autoridade competente, mediante pedido formal e escrito do próprio servidor efetivo.
A exoneração de ofício, dentre outras hipóteses, se dá quando não satisfeitas as condições do estágio probatório.
A Exoneração de ofício prescinde de procedimento administrativo disciplinar, onde reste apurada a materialidade e autoria de eventual crime/falta funcional, hipótese na qual, respeitado o contraditório e ampla defesa, o servidor será exonerada de ofício.
A exoneração de ofício é a aplicada pelo chefe imediato na hipótese de cometimento de infração disciplinar tida como gravíssima, dispensado o procedimento administrativo disciplinar.
Tomando por base a Lei Complementar nº 46/94, que institui o Regime Jurídico Único para os servidores públicos civis da administração direta, das autarquias e das fundações do Estado do Espírito Santo, assinale a alternativa correta no que concerne a uma das formas de provimento de cargo público prevista na referida Lei:
Reversão.
Merecimento.
Promoção.
Comissão.
Redistribuição.
Quanto a realização de concursos públicos no âmbito do Estado do Espirito Santo, assinale a alternativa correta segundo as regras gerais constantes da Lei Complementar nº 46/94:
No âmbito da administração direta do Poder Executivo, os concursos públicos serão realizados pela Secretaria de Estado responsável pela administração de pessoal, salvo disposição em contrário prevista em lei específica.
No âmbito da administração direta do Poder Executivo, os concursos públicos serão realizados pela Secretaria de Estado responsável pela administração de pessoal, salvo disposição em contrário prevista em decreto modificativo municipal.
Nas autarquias e fundações públicas, os concursos públicos serão realizados pela Secretaria de Estado responsável pela administração de pessoal e acompanhadas pelas próprias entidades.
É assegurada ao sindicato ou, na falta deste, à entidade representativa de servidores públicos, a indicação de todos os membros integrantes das comissões responsáveis pela realização de concursos.
A inscrição para concurso público destinado ao provimento de cargos nos órgãos da administração direta, indireta ou fundacional do Estado do Espírito Santo, não terá custo superior a trinta e cinco por cento do salário mínimo e será gratuito para quem esteja desempregado ou não possuir renda familiar superior a um salário mínimo, comprovadamente.


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No Regime Jurídico Único dos servidores públicos civis da administração direta, das autarquias e das fundações públicas do Estado do Espírito Santo, a Gratificação de Representação destina-se a atender às despesas extraordinárias, decorrentes de compromissos de ordem social ou profissional inerentes a representatividade de ocupantes de cargos de proeminência e destaque dentro da administração pública estadual. Conforme determina a Lei Complementar nº 46/1994, a Gratificação de Representação será fixada legalmente até o limite máximo de:
vinte por cento do vencimento do cargo.
vinte e cinco por cento do vencimento do cargo.
cinquenta por cento do vencimento do cargo.
trinta por cento do vencimento do cargo.
quarenta por cento do vencimento do cargo.
O servidor público, ao ser investido em novo cargo de provimento efetivo, fica dispensado do cumprimento integral do período de três anos de estágio probatório no novo cargo.
Certo
Errado
Enquanto estava trabalhando, João de Deus, servidor público estadual, foi comunicado do falecimento do seu companheiro, com quem mantinha união estável há mais de dez anos. Em razão do acontecimento em questão, ele poderá ausentar-se do serviço por
um dia útil.
dez dias consecutivos.
cinco dias consecutivos.
até oito dias consecutivos.
dois dias consecutivos, no máximo
A Lei Complementar Estadual nº 46, de 31 de janeiro de 1994, ao tratar do Direito de Petição, estabelece que é assegurado ao servidor público o direito de requerer ou representar, pedir reconsideração e recorrer aos poderes públicos. Sobre o tema, assinale a afirmativa INCORRETA.
A representação será obrigatoriamente apreciada pela autoridade superior àquela contra a qual é formulada.
Em caso de provimento do pedido de reconsideração ou do recurso, os efeitos da decisão retroagirão à data da interposição do recurso.
O pedido de reconsideração será dirigido à autoridade que houver expedido o ato ou proferido a primeira decisão, não podendo ser renovado.
A autoridade recorrida poderá, alternativamente, reconsiderar a decisão ou submeter o feito, devidamente instruído, à apreciação da autoridade superior.
O prazo para interposição de pedido de reconsideração ou de recurso é de trinta dias, a contar da publicação ou da ciência, pelo interessado, da decisão recorrida.
A absolvição criminal só afasta a responsabilidade civil ou administrativa do servidor público, se concluir pela inexistência do fato ou lhe negar a autoria.
Certo
Errado


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A Lei Complementar Estadual nº 46, de 31 de janeiro de 1994, trata, dentre outros temas, do regime disciplinar dos Servidores Públicos Civis do Estado do Espírito Santo. De acordo com a citada lei, NÃO é um dever do servidor público:
Guardar sigilo sobre assuntos da repartição.
Obedecer às ordens superiores, exceto quando manifestamente ilegais.
Tratar com urbanidade os demais servidores públicos e o público em geral.
Providenciar para que esteja sempre em ordem no assentamento individual, a sua declaração de família.
Comunicar, em vinte e quatro horas, a existência de qualquer valor indevidamente creditado em sua conta bancária.
Considerando o que dispõe o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado do Espírito Santo, a penalidade aplicável a servidor público que recusar fé a documento público é:
Repreensão apenas verbal.
Advertência verbal ou escrita.
Suspensão de até quinze dias.
Demissão em caso de reincidência.
Suspensão de até noventa dias e multa.
Com base nas disposições da Lei Complementar Estadual nº 046/1994 e sobre gestão de pessoas no setor público, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O servidor público efetivo, ao ser investido em um novo cargo de provimento também efetivo de acumulação legal, não necessitará cumprir novo prazo de estágio probatório.
( ) A jornada normal de trabalho de um servidor público é definida nos respectivos planos de carreiras e de vencimentos, não sendo permitida jornada superior a 40 horas semanais ou 8 horas diárias. Ao contrário da administração privada, na administração pública, em virtude de suas peculiaridades, não existe amparo legal para a implantação de teletrabalho.
( ) Tendo a autoridade competente fixado o horário de trabalho do servidor público, esse não poderá ser alterado por conveniência da administração.
( ) Aos servidores públicos efetivos, aos ocupantes de cargo de confiança, de cargo em comissão ou exercentes de função gratificada, será assegurado o direito à licença para o desempenho de mandato classista.
A sequência está correta em
F, F, F, F.
V, F, V, V.
F, V, F, F.
V, V, V, F.
F, F, V, V.
Flávio foi nomeado para ocupar cargo público estadual, mas não tomou posse no prazo legalmente previsto. Meses depois, ainda no prazo de validade do concurso público, esgotou-se a lista de nomeação dos candidatos subsequentes, daí Flávio, como único não empossado, requereu o reaproveitamento nesse cargo público. Nesse caso, é possível afirmar que
Flávio deve ser reintegrado pela Administração Pública.
Flávio deve ser reconduzido pela Administração Pública.
Flávio pode ser nomeado novamente e depois empossado no cargo público.
Flávio precisa ser novamente nomeado e depois reaproveitado no cargo público.
Flávio não pode ser nomeado pela segunda vez em decorrência desse concurso público, ainda que existam cargos vagos.
O concurso público terá validade de até dois anos, podendo ser prorrogado uma única vez, por igual período.
Certo
Errado


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