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A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência define tecnologia assistiva como produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que têm como objetivo promover a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. Dentre as alternativas a seguir, assinale aquela que NÃO se refere a um equipamento de tecnologia assistiva.
Aplicativos voltados ao entretenimento e à edição de imagens em aparelhos celulares.
Semáforos com dispositivos sonoros que auxiliam as pessoas durante a travessia.
Elevadores com sinalização tátil e informações em braile.
Bengalas utilizadas para auxiliar a mobilidade de pessoas com deficiência.
Para fins de aplicação da Lei nº 13146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), os conceitos estão corretamente definidos, exceto:
Tecnologia assistiva ou ajuda técnica: produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social.
Desenho universal: concepção de produtos, ambientes, programas e serviços reservados às pessoas com deficiência, com ou sem necessidade de adaptação ou de projeto específico, incluindo os recursos de tecnologia assistiva.
Pessoa com mobilidade reduzida: aquela que tenha, por qualquer motivo, dificuldade de movimentação, permanente ou temporária, gerando redução efetiva da mobilidade, da flexibilidade, da coordenação motora ou da percepção, incluindo idoso, gestante, lactante, pessoa com criança de colo e obeso.
Barreiras: qualquer entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que limite ou impeça a participação social da pessoa, bem como o gozo, a fruição e o exercício de seus direitos à acessibilidade, à liberdade de movimento e de expressão, à comunicação, ao acesso à informação, à compreensão, à circulação com segurança, entre outros.
Em uma escola da rede pública municipal, a equipe pedagógica recusou a realização de adaptações curriculares e de ajustes pedagógicos solicitados para um estudante com deficiência, argumentando que o currículo adotado deve ser aplicado de forma uniforme a todos os alunos para preservar a “igualdade de tratamento”.
A família requereu formalmente providências, sustentando que a ausência de ajustes compromete a participação e a aprendizagem do estudante nas atividades escolares.
Considerando o regime jurídico da educação inclusiva previsto no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), aponte a alternativa CORRETA.
A recusa de adaptações curriculares caracteriza medida institucional de padronização pedagógica, cabendo à escola definir ajustes apenas quando houver alteração formal do currículo pela administração educacional.
A decisão de não realizar adaptações curriculares corresponde a critério pedagógico de isonomia, sendo admissível quando a escola assegura oferta regular do ensino e acompanhamento do estudante em atividades comuns.
A ausência de ajustes pode ser admitida como diretriz de organização curricular, desde que a escola mantenha serviços de apoio paralelos ao currículo regular, sem interferir na estrutura das atividades escolares.
A não implementação de adaptações expressa opção metodológica da unidade escolar, sendo possível quando a equipe pedagógica registra alternativas de acompanhamento individual em instrumentos internos de avaliação.
A negativa de ajustes e adaptações configura prática incompatível com a educação inclusiva, pois a garantia de acessibilidade e de apoios razoáveis integra o dever institucional de assegurar participação e aprendizagem em igualdade de condições.
No contexto do planejamento pedagógico para estudantes com TEA, segundo a Lei Brasileira de Inclusão, o que deve ser contemplado na elaboração do Plano de Atendimento Educacional Especializado (PAEE) para garantir a efetividade do processo de ensino-aprendizagem?
A priorização exclusiva de habilidades sociais em detrimento do conteúdo acadêmico previsto na BNCC.
A substituição das atividades em grupo por tarefas individuais permanentes para evitar crises sensoriais.
O planejamento de estudos de caso e a disponibilização de recursos de tecnologia assistiva e usabilidade pedagógica.
A aplicação de provas com o mesmo nível de complexidade e tempo de execução dados aos alunos sem deficiência, garantindo, com isso, igualdade de condições.
O uso de múltiplos instrumentos de avaliação para garantir o acompanhamento de aprendizagens, utilizando sempre o mesmo nível de complexidade e tempo da turma como estratégia de inclusão.
A Lei n. 13 146/15, que versa sobre a Inclusão da Pessoa com Deficiência, garante a oferta de ensino do Sistema Braille às pessoas com deficiência visual (DV), bem como o uso de recursos de tecnologia assistiva, de forma a ampliar habilidades funcionais dos estudantes, promovendo sua autonomia e sua participação. Uma escola de Anos Iniciais, que oferece atendimento educacional especializado, recebe um estudante com DV congênita que frequenta o 3º ano e faz uso de tecnologia assistiva em sala de aula, como leitores de tela, máquinas de escrever em Braille, softwares de reconhecimento de voz, aplicativos de acessibilidade para smartphones e óculos falantes.
Considerando que esse estudante apresenta autonomia no uso de recursos de tecnologia assistiva, é correto afirmar que o atendimento educacional especializado atua na
função principal de auxiliar o professor regente no processo de ensino e aprendizagem, com foco especial no uso da máquina de escrever em Braille, bem como acompanhando o estudante em todas as aulas, complementando o trabalho do professor regente e garantindo um atendimento mais individualizado e eficaz.
garantia da participação do estudante na sociedade e na escola, eliminando barreiras físicas, comunicacionais, de aprendizagem, bem como disponibilizando recursos de acessibilidade a serem utilizados nas atividades escolares.
facilitação da comunicação em Libras entre o estudante e a comunidade escolar como um todo, representando uma ponte comunicativa entre a Libras e a Língua Portuguesa, garantindo que todos possam entender e participar de forma plena.
gestão educacional da escola, garantindo que o processo de ensino e aprendizagem esteja alinhado com as diretrizes educacionais e que a instituição ofereça um ambiente propício ao desenvolvimento do estudante.


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As instituições privadas, de qualquer nível e modalidade de ensino, são obrigadas a disponibilizar aos estudantes com deficiência recursos de tecnologia assistiva, que ampliem as habilidades funcionais desses alunos, sem prejuízo da cobrança de valores adicionais às mensalidades no cumprimento dessas determinações.
Certo
Errado
A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) aborda a Tecnologia Assistiva em diversas seções, visando garantir a inclusão e a autonomia das pessoas com deficiência. Considerando as disposições da referida lei, analise as seguintes afirmações:
I. A recusa no fornecimento de Tecnologia Assistiva a pessoa com deficiência que dela necessite imprescindivelmente é considerada uma forma de discriminação em razão da deficiência.
II. O poder público tem o dever de assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e avaliar pesquisas voltadas para o desenvolvimento de Tecnologia Assistiva.
III. Nos processos seletivos para ingresso em cursos de ensino superior, quando em instituições públicas, a disponibilização de Tecnologia Assistiva independe de solicitação pelo candidato.
É correto o que se afirma em:
I, II e III.
II e III apenas.
I e II apenas.
I e III apenas.
De acordo com o Art. 74 da Lei Brasileira de Inclusão é garantido à pessoa com deficiência acesso a produtos, recursos, estratégias, práticas, processos, métodos e serviços de tecnologia assistiva que maximizem sua autonomia, mobilidade pessoal e:
participação na sociedade.
habilitação social.
desenvolvimento social.
disponibilidade orçamentária.
qualidade de vida.
A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI), Lei nº 13.146/2015, representa uma mudança paradigmática na forma como a sociedade e o Estado devem tratar a questão da deficiência, adotando o modelo social em detrimento do modelo médico. A LBI impactou profundamente o sistema educacional, reforçando o dever do Estado, da família, da comunidade escolar e da sociedade em assegurar uma educação de qualidade à pessoa com deficiência, em todos os níveis, posicionando o ensino regular como espaço prioritário. Para garantir a inclusão, a lei detalha conceitos importantes como desenho universal", "tecnologia assistiva" e "adaptações razoáveis", que devem ser compreendidos e aplicados pelo professor de Educação Especial em sua prática diária, visando a eliminação de barreiras. Acerca dos conceitos e diretrizes estabelecidos pela Lei nº 13.146/2015, assinale a alternativa correta."
A LBI proíbe expressamente a utilização de 'tecnologia assistiva' nas salas de aula comuns do ensino regular, determinando que tais recursos (como softwares, pranchas de comunicação) sejam restritos às Salas de Recursos Multifuncionais ou centros de reabilitação.
A LBI define 'adaptações razoáveis' como modificações e ajustes necessários e adequados que não acarretem ônus desproporcional ou indevido, quando requeridos em cada caso, a fim de assegurar que a pessoa com deficiência possa gozar ou exercer, em igualdade de condições, todos os direitos e liberdades fundamentais.
A LBI conceitua 'desenho universal' como um conjunto de adaptações específicas e individualizadas criadas para cada aluno com deficiência após a identificação de suas necessidades, exigindo sempre um projeto arquitetônico ou pedagógico segregado.
A LBI estabelece o 'atendimento educacional especializado' (AEE) como uma modalidade substitutiva ao ensino regular, devendo ser ofertado preferencialmente em escolas especiais para garantir o foco no desenvolvimento das habilidades adaptativas da pessoa com deficiência.
Como Professor de Educação Digital na Rede Municipal de Concórdia, você planeja um projeto de produção de conteúdo multimídia em uma turma inclusiva que possui estudantes público-alvo da Educação Especial.
De acordo com os princípios da Educação Inclusiva, a Lei Brasileira de Inclusão (LBI - Lei nº 13.146/2015) e a Base Curricular Municipal, qual estratégia garante a equidade e a acessibilidade digital efetiva no desenvolvimento do projeto?
Determinar que o Atendimento Educacional Especializado (AEE) adapte os conteúdos digitais em turno inverso, após a conclusão do projeto pela turma regular, visando não alterar o planejamento padrão da aula.
Assegurar o acesso universal a dispositivos móveis e conectividade de qualidade na escola, conforme as políticas de Inclusão Digital, mantendo a metodologia de ensino padronizada para a totalidade dos alunos.
Adotar prioritariamente adaptações razoáveis no momento da entrega do trabalho, como ajustes de contraste e fontes, somente se os alunos sinalizarem dificuldades na avaliação do produto final.
Focar na eliminação de barreiras arquitetônicas e atitudinais na sala de aula, transferindo a responsabilidade pela criação de materiais pedagógicos digitais acessíveis para os familiares e profissionais de apoio.
Planejar o projeto usando o Desenho Universal de Aprendizagem (DUA) e incluir recursos de Tecnologia Assistiva (TA), como legendas e interfaces para leitores de tela, garantindo que a acessibilidade seja fundamental desde a concepção.


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Nos termos do Art. 75 do Estatuto da Pessoa com Deficiência, o poder público deve desenvolver, a cada quatro anos, um plano específico de medidas voltado à tecnologia assistiva. Entre seus objetivos, encontra-se:
Priorizar a terceirização de serviços de tecnologia assistiva, eliminando a pesquisa nacional.
Impedir importações de tecnologias assistivas, restringindo-as apenas à produção interna.
Facilitar o acesso a crédito especializado e subsidiado para aquisição de tecnologia assistiva.
Criar mecanismos para aumentar a tributação e controle sanitário sobre tecnologias assistivas.
A Lei Brasileira de Inclusão (LBI), Lei nº 13.146/2015, adota o modelo social de deficiência, que entende a deficiência como o resultado da interação entre os impedimentos da pessoa e as barreiras (físicas, atitudinais, comunicacionais, etc.) impostas pela sociedade. Para superar o modelo de integração e efetivar a inclusão, a LBI detalha uma série de conceitos que são ferramentas para a remoção dessas barreiras. O professor de Educação Especial deve dominar esses conceitos para garantir que o ambiente escolar seja verdadeiramente acessível e inclusivo para todos os estudantes.
Acerca dos conceitos fundamentais estabelecidos pela Lei nº 13.146/2015, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)A LBI define 'barreiras' como qualquer entrave ou obstáculo, incluindo os atitudinais (preconceitos, estereótipos) e os pedagógicos (métodos de ensino que não consideram a diversidade), que limitem a participação social.
(__)'Desenho Universal' é definido como a concepção de produtos, ambientes e serviços a serem usados por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou projeto específico, incluindo metodologias de ensino (como o Desenho Universal para a Aprendizagem - DUA).
(__)'Tecnologia Assistiva' (TA) refere-se exclusivamente a equipamentos eletrônicos de alto custo, como próteses biônicas ou softwares de comunicação avançados, não incluindo recursos simples ou artesanais.
(__)'Adaptações razoáveis' são reformas estruturais de grande porte e alto custo que a escola deve implementar, mesmo que representem um ônus desproporcional, para atender a um único aluno.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
F, V, F, V.
V, V, F, F.
F, F, V, V.
V, F, V, F.
O Estatuto da Pessoa com Deficiência garante à pessoa com deficiência acesso a produtos, recursos, estratégias, práticas, processos, métodos e serviços de tecnologia assistiva que maximizem sua autonomia, mobilidade pessoal e qualidade de vida. Sendo assim, o poder público deve desenvolver um plano específico de medidas, periodicamente avaliado, com a finalidade de:
I- Tornar mais fácil o acesso a crédito especializado, incluindo a disponibilidade de linhas de crédito com subsídios, destinadas especialmente à compra de tecnologia assistiva.
II- Criar mecanismos de fomento à pesquisa e à produção nacional de tecnologia assistiva, desde que não haja concessão de linhas de crédito subsidiadas pelo governo.
III- Eliminar ou reduzir a tributação da cadeia produtiva nacional de tecnologia assistiva, exceto dos produtos provenientes de países estrangeiros.
IV- Simplificar e acelerar a incorporação de novos recursos de tecnologia assistiva nos produtos destinados ao Sistema Único de Saúde – SUS.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
II e IV.
III e IV.
I e III.
II e III.
I e IV.
Segundo a Lei nº 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência) consideram-se produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social:
Acessibilidade.
Desenho universal.
Tecnologia assistiva.
Adaptações razoáveis.
Residências inclusivas.
São recursos, equipamentos e dispositivos que auxiliam pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida a realizar atividades cotidianas, como estudar e trabalhar. Podem ser mecânicas, eletrônicas ou digitais e são desenvolvidas para atender às necessidades específicas de cada pessoa, como os ampliadores de tela, que aumentam o tamanho da fonte e das imagens na tela do computador para os usuários com baixa visão.
De acordo com a Lei nº 13.146/2015 — Estatuto da Pessoa com Deficiência, o enunciado corresponde à(ao):
Desenho universal.
Tecnologia assistiva ou ajuda técnica.
Elemento de urbanização.
Suporte material.


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Nos processos seletivos para ingresso e permanência nos cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior e de educação profissional e tecnológica, públicas e privadas, deve haver a disponibilização de recursos de acessibilidade e de tecnologia assistiva adequados, previamente solicitados e escolhidos pelo candidato com deficiência.
Certo
Errado
Com base no que preconiza o Estatuto da Pessoa com Deficiência, compõem a área da Tecnologia Assistiva:
produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços.
recursos, ações e metodologias inclusivas que tomem como premissa uma educação para todos.
ações, bens e serviços de ordem especializada com foco na pessoa com necessidades educacionais especiais.
tecnologias digitais de informação e comunicação que assistam as pessoas com deficiência em suas especificidades.
A simples recusa à oferta de adaptações razoáveis e de tecnologias assistivas à pessoa com deficiência é considerada discriminação.
Certo
Errado
No ano de 2015, o Estado Brasileiro criou a Lei Nº 13.146, que passou a ser conhecida como Lei Brasileira de Inclusão. Esta Lei assegura às pessoas com deficiência ou transtornos globais do desenvolvimento (TGD) um conjunto de recursos, métodos, práticas e serviços visando a melhoria do desempenho, da mobilidade pessoal e da qualidade de vida. O conjunto de ferramentas que possibilitam o acesso a esses recursos se caracteriza por meio de:
Tecnologia assistiva;
TIC;
Construção de rampas;
Adaptações curriculares;
Metodologias ativas.
A tecnologia assistiva é reconhecida como importante meio para a autonomia e a inclusão social de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Brasil, 2015). Assinale a afirmativa que descreve corretamente o papel da tecnologia assistiva na promoção da inclusão escolar de estudantes com deficiência.
Substitui a comunicação e a interação com o aluno, focando no uso de dispositivos que suprimem sua participação direta nas atividades escolares.
É voltada para a pesquisa e a aplicação exclusiva de equipamentos médicos, que são essenciais para promover a participação do aluno nas atividades escolares.
É indicada apenas para uso fora do contexto escolar, sendo aplicada em situações sociais, e secundariamente nas atividades pedagógicas e educacionais.
Engloba uma variedade de recursos e metodologias que promovem a funcionalidade, a autonomia e a participação ativa do aluno nas atividades escolares e sociais.