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Quanto aos aspectos de função da linguagem, assinale a alternativa correta.
O texto elucida, dirigindo-se a potenciais clientes, o histórico de surgimento e de desenvolvimento do BRB. Nele, predomina a função apelativa da linguagem.
As informações apresentadas no texto por meio de números e de estatísticas não servem ao propósito de contextualização da história do BRB, apesar do predomínio da função referencial da linguagem.
O texto explica o histórico de surgimento do BRB, contextualizando a criação, a atuação e a estrutura. Nele, predomina a função referencial da linguagem.
A informação no texto acerca da mudança de nome do banco é um aspecto típico da função da linguagem denominada metalinguística.
O texto explica o histórico de surgimento do BRB, contextualizando a criação, a atuação e a estrutura. Nele, predomina a função apelativa da linguagem.
Assinale a alternativa correta.
Nos textos 1, 2 e 3 há o predomínio da função fática da linguagem.
Nos textos 1, 2 e 3 há o predomínio da função metalinguística da linguagem.
Nos textos 2 e 3 há o predomínio da função referencial da linguagem.
Nos textos 2 e 3 há o predomínio da função conativa da linguagem.
No texto 1, apenas, há o predomínio da função conativa da linguagem.
“Um investigador de crimes cibernéticos é um agente da lei especializado na avaliação de casos envolvendo crimes de computador. Esse pessoal pode trabalhar para agências policiais e empresas privadas e também pode ser conhecido como técnico em computação forense. O trabalho nesse campo requer treinamento em tecnologia da informação e aplicação da lei, para que as pessoas tenham as ferramentas para localizar evidências, bem como as habilidades para protegê-las e garantir que sejam utilizáveis em tribunal.”
De todos os termos destacados nesse segmento do texto 5, o único que tem antecedente claramente identificado é:
Esse pessoal;
nesse campo;
da lei;
as pessoas;
as habilidades.
Dentro da comunicação formal, a função de linguagem orientada para o destinatário, que constitui o receptor como o centro de interesse da mensagem, é a função
conativa.
fática.
emotiva.
referencial.
Quanto à função da linguagem, é CORRETO afirmar sobre o texto que:
Há o predomínio de declarações que apontam para a função emotiva ou expressiva da linguagem. Essa função se caracteriza pela linguagem centrada em si mesma.
Há o predomínio da função conativa da linguagem, pois o texto está centrado no receptor.
O texto não está estruturado com o foco de persuadir o leitor, mas sim de informá-lo, o que caracteriza o predomínio da função referencial da linguagem.
Ele está centrado na organização da linguagem através do argumento de autoridade da neurocientista, dando enfoque ao código, ou seja, há o predomínio da função metalinguística da linguagem.
No decorrer do texto, através do uso de conectivos de retomada, fica explícito o objetivo do emissor de manter-se conectado ao leitor, o que caracteriza a função poética da linguagem.
O objetivo do texto é informar sobre:
A elevação do número de famílias com crianças que desenvolvem ansiedade e insegurança logo nos primeiros anos de vida.
As dificuldades que os pais enfrentam no relacionamento com as crianças que não se identificam com os valores da família.
A importância de pais e familiares compartilharem com suas crianças tempo de qualidade em período de férias.
A necessidade de os pais terceirizarem, cada dia mais cedo, o cuidado de seus filhos a outras pessoas, creches e ou berçários.
O uso excessivo das tecnologias e suas consequências para o desenvolvimento social, intelectual e emocional das crianças.
Considerando a dimensão discursiva da linguagem, pode-se afirmar que, no texto Mais e melhores neurônios, predomina a função:
emotiva.
referencial.
conativa.
metalinguística.
fática.
No texto 10A2-II, predomina a função da linguagem
fática.
referencial.
metalinguística.
poética.
conativa.
Atenção! O texto a seguir serve de base para as questões de 01 a 07:
RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO
O termo “responsabilidade” é o conhecido pelo senso comum. É utilizado para qualquer situação em que alguém deva responder pelas consequências de atos ou fatos lesivos – toda pessoa que é apta a ter direitos deve responder por suas obrigações. No campo do Direito, verifica-se a existência de uma tríplice responsabilidade: a administrativa, a penal e a civil, inconfundíveis e independentes entre si e, eventualmente, cumuláveis.
No entanto, a regra da independência não é absoluta, existindo a possibilidade de interdependência entre tais instâncias. É corrente, no Direito Civil, que não se pode mais questionar a existência do fato ou sua autoria, quando a questão estiver decidida no juízo criminal, o que reforça a ideia de uma autonomia relativa entre as esferas. Essa relativização da independência de jurisdições se justifica em virtude de o Direito Penal incorporar a exigência de provas mais rígidas para a solução das questões submetidas a seus ditames, sobretudo em virtude do princípio da presunção de inocência. Porém, nem sempre as questões decididas definitivamente no juízo criminal irradiarão efeitos vinculantes nos juízos cível e administrativo.
A sentença penal absolutória, tanto no caso em que fundamentada na falta de provas para a condenação quanto na hipótese em que ainda não tenha transitado em julgado, não vinculará o juízo cível ou administrativo no julgamento das respectivas ações. Sobre o tema, no RE 1164236/MG, o STJ registrou-nos que "a ação em que se discute a reparação civil somente estará prejudicada na hipótese de a sentença penal absolutória fundamentar-se, em definitivo, na inexistência do fato ou na negativa de autoria'.
A responsabilização civil tem origem no Direito Civil, em que se verifica, no mais das vezes, a responsabilidade contratual, pois fundada em acordos prévios entre os particulares. Em regra, a responsabilidade do Estado constitui modalidade extracontratual, por inexistir um contrato que sustente o dever de reparar, distintamente do que ocorre nas relações travadas entre os particulares. A seguir, aprofundemos a distinção entre a responsabilidade extracontratual e contratual.
A responsabilidade extracontratual ou aquiliana é a que decorre da ação ou omissão, lícita ou ilícita, que provoque dano a alguém, independentemente de prévia obrigação contratual. É o exemplo da responsabilidade civil do Estado, a qual se destina a salvaguardar os "terceiros': assim entendidos aqueles que não se acham submetidos a qualquer vínculo especial com o Poder Público (§ 6.0 do art. 37 da CF/1988). Já a responsabilidade contratual origina-se no descumprimento de cláusulas contratuais entre as partes. É o exemplo da indenização decorrente da anulação do contrato administrativo de prestação de serviços de limpeza, devido à culpa atribuível ao Estado-administrador.
(Adaptado de Borges, Cyonil e Sá, Adriel. Manual de Direito Administrativo Facilitado. São Paulo: Editora Juspodivm, 2018. 2ª edição).
A leitura atenta do texto permite concluir que nele predomina uma função da linguagem conhecida como:
Referencial, também conhecida como informativa ou denotativa.
Fática ou de contato.
Emotiva ou expressiva.
Conativa ou apelativa.
Observe a seguir a primeira estrofe de “Os Lusíadas”, de Luís de Camões”:
As armas e os Barões assinalados
Que da Ocidental praia Lusitana
Por mares nunca de antes navegados
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo Reino, que tanto sublimaram.
Sobre os componentes dessa estrofe e sobre suas relações literárias, assinale a afirmativa correta.
Trata-se de primeira estrofe de uma epopeia, ou seja, uma narrativa em versos sobre grandes feitos heroicos; nesse caso, as conquistas dos grandes navegadores, da Antiguidade até a época da publicação do poema.
A primeira estrofe de uma epopeia apresenta geralmente a dedicatória, ou seja, a quem se dedica o poema; nesse caso, aos navegadores portugueses do século XVI.
A epopeia clássica, como os Lusíadas, mostra um rigor formal absoluto: nesse caso, um longo poema integralmente composto em estrofes de oito versos, versos decassílabos em esquema de rimas A-B-A-B-A-B-C-C.
Estruturalmente, na epopeia clássica predomina a objetividade: nesse caso, refletida na ordem direta dos versos e na preferência pela denotação.
Pela época em que foi composta, a epopeia valoriza a classe alta: nesse caso, inclusive, com uma referência direta a “Barões” e ao desempenho heroico dos nobres.
Considerando o gênero textual, a finalidade do texto acima é:
Argumentar acerca da destinação de vagas de dança em escolas internacionais.
Informar a população sobre assuntos culturais relevantes do país.
Descrever a atuação dos alunos brasileiros no quadro nacional e internacional da dança.
Narrar a situação atual das escolas de dança contemporânea no Brasil e no mundo.
A linguagem empregada nos textos frequentemente apresenta múltiplos sentidos, diferentes daqueles veiculados pelos dicionários. Dependendo do contexto, as palavras ganham novos sentidos, carregados de valores culturais, afetivos e sociais. Com base nessas considerações, assinale a alternativa que apresenta o termo destacado utilizado denotativamente, ou seja, com seu sentido literal, mais usual.
“Se esse passo for dado, a diversidade surge resplandecente, como joia desejada, que contabiliza para o tesouro da humanidade.” (7º§)
“Deve-se festejar a diversidade, não apenas suportar sua presença; torná-la laudável, não um infortúnio imposto; anunciá-la abertamente, não a tratando como hóspede indesejada.” (5º§)
“Cada pessoa se depara com algo que gostaria de negar, precisa ver o que não gostaria de reconhecer e é colocada próxima daquilo de que gostaria de manter distância: o outro, a outra.” (3º§)
“Talvez [a humanidade] se assemelhe melhor a um infante, quiçá a um bebê, que, inseguro, busca firmar seus passos e a quem a queda se apresenta não como mandatária, mas como experiência.” (1º§)
Leia o texto abaixo :
“As matas ciliares são a cobertura vegetal nativa, que ficam às margens de rios, igarapés, lagos, olhos d’água e represas, com as funções principais de reduzir a erosão, auxiliar na infiltração da água da chuva e no abastecimento dos mananciais subterrâneos. “
O trecho acima apresenta a seguinte função:
Função metalinguística.
Função fática.
Função referencial.
Nenhuma das alternativas.
Sabe-se que, para a realização da comunicação, existem elementos fundamentais, como, por exemplo, emissor, receptor, canal, código, mensagem e contexto. Para atingir a finalidade pretendida no contexto comunicativo em questão (uma bula medicamentosa – Texto 01), recorreu-se, predominantemente, à seguinte função da linguagem:
Metalinguística.
Fática.
Poética.
Emotiva.
Referencial.
A Questão é Começar
Coçar e comer é só começar. Conversar e escrever também. Na fala, antes de iniciar, mesmo numa livre conversação, é necessário quebrar o gelo. Em nossa civilização apressada, o “bom dia”, o “boa tarde, como vai?” já não funcionam para engatar conversa. Qualquer assunto servindo, fala-se do tempo ou de futebol. No escrever também poderia ser assim, e deveria haver para a escrita algo como conversa vadia, com que se divaga até encontrar assunto para um discurso encadeado. Mas, à diferença da conversa falada, nos ensinaram a escrever e na lamentável forma mecânica que supunha texto prévio, mensagem já elaborada. Escrevia-se o que antes se pensara. Agora entendo o contrário: escrever para pensar, uma outra forma de conversar.
Assim fomos “alfabetizados”, em obediência a certos rituais. Fomos induzidos a, desde o início, escrever bonito e certo. Era preciso ter um começo, um desenvolvimento e um fim predeterminados. Isso estragava, porque bitolava, o começo e todo o resto. Tentaremos agora (quem? eu e você, leitor) conversando entender como necessitamos nos reeducar para fazer do escrever um ato inaugural; não apenas transcrição do que tínhamos em mente, do que já foi pensado ou dito, mas inauguração do próprio pensar. “Pare aí”, me diz você. “O escrevente escreve antes, o leitor lê depois.” “Não!”, lhe respondo, “Não consigo escrever sem pensar em você por perto, espiando o que escrevo. Não me deixe falando sozinho.”
Pois é; escrever é isso aí: iniciar uma conversa com interlocutores invisíveis, imprevisíveis, virtuais apenas, sequer imaginados de carne e ossos, mas sempre ativamente presentes. Depois é espichar conversas e novos interlocutores surgem, entram na roda, puxam assuntos. Termina-se sabe Deus onde.
(MARQUES, M.O. Escrever é Preciso, Ijuí, Ed. UNIJUÍ, 1997, p. 13).
Observe a seguinte afirmação feita pelo autor: “Em nossa civilização apressada, o “bom dia”, o “boa tarde” já não funcionam para engatar conversa. Qualquer assunto servindo, fala-se do tempo ou de futebol.” Ela faz referência à função da linguagem cuja meta é “quebrar o gelo”. Indique a alternativa que explicita essa função.
Função emotiva
Função referencial
Função fática
Função conativa
Função poética
Marque a alternativa com a predominância correta da função da linguagem de cada um dos textos seguintes:
I - "Você, amigo livro, é como cada pessoa que passa em minha vida, mas com uma diferença, sempre me recebe de braços abertos. A cada página sua folheada recebo mais um abraço, nem sinto a vida passar, porque Você é o melhor amigo de quem quer crescer como ser humano". (Renato Luiz de Oliveira Ferreira) - (Adaptado)
II - Educação é o ato de educar, de instruir, é polidez, disciplinamento. (...) O conceito de educação engloba o nível de cortesia, delicadeza e civilidade demonstrada por um indivíduo e a sua capacidade de socialização.
(https://www.significados.com.br/educacao/)
Poética e Apelativa.
Apelativa e Metalinguística.
Referencial e Emotiva.
Emotiva e Poética.
Metalinguística e Fática.
Observe o seguinte trecho, extraído do TEXTO 01 “Pudor”: “Sílfide", eu sei, é o feminino de "silfo", o espírito do ar, e quer mesmo dizer uma coisa diáfana, leve, borboleteante. Esse exemplo de uso da linguagem, em que o código linguístico explica o próprio código, como ocorre quando se busca o significado de uma palavra nos dicionários, pode ser compreendido como:
Apelativo.
Emotivo.
Referencial.
Fático.
Metalinguístico.
É correto afirmar que o texto, de natureza
científica, tem caráter explicativo e emprega expressões em sentido figurado, tais como “lutar contra a ruína econômica” e “sobrevivia do socorro financeiro da família da esposa”.
polêmica, tem caráter argumentativo e emprega expressões em sentido próprio, tais como “premissa básica do aconselhamento motivacional” e “Essa pérola só seria publicada pela primeira vez nos Estados Unidos em 2011.”.
jornalística, tem caráter informativo e emprega expressões em sentido figurado, tais como “saltava de galho em galho” e “dar a volta por cima”.
religiosa, tem caráter doutrinador e emprega expressões em sentido figurado, tais como “foi engavetado por veto de dona Annie Lou” e “uma fictícia entrevista entre o autor e o diabo”.
opinativa, tem caráter educativo e emprega expressões em sentido próprio, tais como “autor que fez fama à sombra da Grande Depressão” e “atropelou o mercado editorial”.
Marque a função da linguagem que predomina no período: "O brasileiro não lê, mas vez ou outra aparecem best-sellers por aqui".
Referencial.
Apelativa.
Fática.
Emotiva.
Poética.
Escolha a opção que mostra linguagem denotativa:
Pregos de aço são resistentes dos pés à cabeça.
O prego gritava a cada martelada.
Prego longo para parede espessa.
Pregamos tanto que quebramos a cabeça do prego.