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Além da cromogranina A, qual, dentre os abaixo, também se faz presente na imuno-histoquímica dos tumores neuroendócrinos:
Beta-catenina.
Somatostatina.
Serotonina.
Sinaptofisina.
Glucagon.
Mulher de 59 anos, com histórico de tabagismo e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), possui diagnostico de carcinoma pulmonar de pequenas células e está em tratamento com Cisplatina e Etoposideo. No segundo dia de quimioterapia, ela refere sentir-se extremamente fatigada e apresenta episódios de náuseas e vômitos, apesar da administração de antieméticos. Exames laboratoriais: creatinina = 2,3 mg/dL, ureia = 200 mg/dL, fosfato = 7,8 mg/dL, potássio = 5,9 mEq/L, LDH = 800 UI/L, Hb = 9 mg/dL, Ht = 27%, albumina = 3.0 g/dL, plaquetas = 180,000/mcL, leucócitos = 8,000/mcL, cálcio total = 7.0 mg/dL. Gasometria arterial: acidose metabólica (pH = 7.25; HCO3- = 15 mEq/L; PCO2 = 30 mmHg; PO2 = 90 mmHg). Baseado nos achados clínicos e laboratoriais, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais apropriada.
Administração de alopurinol
Administração de bicarbonato de sódio
Administração de rasburicase
Alcalinização da urina
Hemodiálise
Assinale a alternativa que apresenta o tipo histológico mais comum de câncer de glândula salivar, representando aproximadamente 70-80% dos casos, e geralmente apresentando um crescimento lento.
Carcinoma mucoepidermoide
Adenocarcinoma polimorfo de baixo grau
Carcinoma adenóide cístico
Carcinoma ex-pleomórfico
Adenocarcinoma de células acinares
Desde a publicação da Classificação da OMS de 2016, os avanços clínicos e moleculares provocaram mudanças relevantes na estratificação de fases da leucemia mieloide crônica (LMC). Atualizações significativas concentraram-se especificamente na doença em fase acelerada (FA) e em fase blástica (BP). Isto foi acompanhado pelo advento de novas estratégias terapêuticas, destinadas a superar a resistência terapêutica aos inibidores convencionais da tirosina quinase (ITKs). De acordo com a Nova Classificação e Atualizações no Diagnóstico da LMC, assinale a alternativa que apresenta alterações associadas ao risco aumentado de progressão na LMC em fase crônica ao diagnóstico, de acordo com a Classificação da OMS de 2022.
Falha em obter uma resposta hematológica completa com o primeiro inibidor de tirosinokinase (ITK).
Aglomerados de pequenos megacariócitos (incluindo micromegacariócitos) com aumento de reticulina e/ou fibrose de colágeno.
Qualquer indicação de resistência a 2 ITKs sequenciais (excluindo causas explicáveis, como mutações resistentes no domínio da quinase).
Ocorrência de mutações compostas no gene de fusão BCR::ABL1 durante a terapia com ITK.
Desenvolvimento de novas anomalias cromossômicas adicionais.
Paciente, 25 anos, com histórico familiar positivo para câncer de mama (avó e tia materna apresentaram câncer de mama entre 60 e 65 anos), comparece à consulta demonstrando preocupação com o resultado do seu primeiro ultrassom de mamas; tal exame apresentou mamas com ecotextura de fundo heterogênea; nódulos ovais, paralelos, circunscritos, hipoecogênicos, sem efeito acústico posterior, com as seguintes localizações e medidas: na mama direita: na JQL, às 9h, com 0,8 x 0,6 x 0,5 cm, distando cerca de 0,5 cm da pele e 5,0 cm do mamilo. No QIL, entre 6h e 7h, com 0,5 x 0,4 x 0,3 cm, distando cerca de 0,3 cm da pele e 1,7 cm do mamilo; raros cistos simples esparsos bilaterais com até 0,3 cm; linfonodos axilares de aspecto habitual. A melhor conduta frente a tal caso é:
Solicitar mamografia.
Solicitar ressonância magnética.
Indicar a repetição do exame em seis meses.
Indicar a repetição do exame em doze meses.