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A fome, constatada em grupos populacionais vulneráveis, é parte de um conceito mais amplo de insegurança alimentar, conforme ilustra o diagrama a seguir.

a alimentação inadequada é caracterizada pela insuficiência na ingestão de nutrientes, e é específica dos extremamente pobres.
a fome é um fenômeno decorrente da falta de acesso aos alimentos e da deficiência na alimentação.
a fome total é aquela em que há falta permanente de determinados elementos nutritivos e se relaciona à insegurança alimentar.
as deficiências na alimentação têm como causa primária a falta de acesso a alimentos.
A redução significativa da taxa de desnutrição infantil permitiu que o Brasil atingisse a meta estabelecida pela Organização das Nações Unidas, no primeiro Objetivo de Desenvolvimento do Milênio, Erradicar a Extrema Pobreza e a Fome, de acordo com o Ministério da Saúde. A causa dessa conquista deve-se
à implantação dos protocolos e das diretrizes para enfrentamento da desnutrição infantil nas unidades básicas de saúde.
ao aumento da notificação nos sistemas de saúde de crianças com baixo peso, o que permitiu a busca ativa dos casos.
à ampliação das políticas de inclusão social, especialmente na região Centro-Norte, atendendo grupos populacionais mais vulneráveis.
ao aumento da escolaridade materna, associado à melhoria da cobertura dos serviços de saúde e da renda da população mais pobre.
“Ajudar as pessoas a descobrirem os princípios, padrões e valores que melhor se adaptem às suas próprias necessidades, visando à qualidade de vida individual e coletiva” é uma medida de prevenção
primária.
secundária.
terciária.
quaternária.
relativa.
A alimentação adequada e saudável deriva de sistema alimentar socialmente e ambientalmente sustentável. Dessa forma, recomendações sobre alimentação devem levar em consideração o impacto das formas de produção e de distribuição dos alimentos.
Esse é um aspecto que influencia negativamente o impacto social do sistema alimentar
que está centrado na agricultura familiar.
que utiliza técnicas tradicionais.
que realiza cultivos consorciados combinados à criação de animais.
que tem elevado consumo de água e combustíveis.
que realiza um processamento mínimo dos alimentos.
O Ministério da Saúde (2012) reconhece a importância do estado nutricional de vitamina A da gestante e puérpera para a redução da mortalidade deste grupo. O Programa de Suplementação de Vitamina A do Brasil prevê a suplementação de todas as puérperas residentes nas áreas endêmicas para a deficiência de vitamina A, tais como- Estados da Região Nordeste e nos municípios do Estado de Minas Gerais (Norte do Estado e nos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri). O objetivo do programa é melhorar os estoques maternos da vitamina A, favorecer a adequação dos níveis séricos maternos e da vitamina A no leite materno. A dose segura para a suplementação de puérperas preconizada pelo Ministério da Saúde, conforme previsto no Manual “Cadernos de Atenção Básica, n° 32. Atenção ao Pré-Natal de Baixo Risco, 2012”, é uma megadose de 200.000 UI de vitamina A (1 cápsula via oral):
antes do parto e outra megadose de 200.000 UI de vitamina A no pós-parto imediato, ainda na maternidade
no pós-parto imediato e, outra megadose de 200.000 UI de vitamina A 24h após a primeira dose, ainda na maternidade
no pós-parto imediato e, outra megadose de 200.000 UI de vitamina A, 15 dias após a primeira dose
no pós-parto imediato, ainda na maternidade
As Redes de Atenção à Saúde (RAS) são definidas como arranjos organizativos de ações e serviços de saúde, de diferentes densidades tecnológicas, que integradas por meio de sistemas de apoio técnico, logístico e de gestão, buscam garantir a integralidade do cuidado. Desta forma, a afirmativa correta sobre RAS é:
Formação de relações verticais entre os pontos de atenção à saúde com o centro de comunicação na Atenção Primária à Saúde.
Concentração de serviços em determinado local, com o objetivo de racionalizar custos e otimizar resultados.
Múltiplos sistemas de governança para toda a rede com o propósito de criar uma missão, visão e estratégias nas organizações que compõem a região de saúde.
Financiamento bipartite, garantido e suficiente, alinhado com as metas da rede.
A atuação do nutricionista na atenção primária à saúde deve:
Pautar-se em estratégias de ações coletivas com base no perfil epidemiológico do território;
Priorizar as ações de cuidado nutricional individual e ambulatorial;
Compreender a família e a comunidade como locais de execução das ações e não corpos sociais.
Excluir as ações de alimentação e nutrição do processo de formação dos profissionais da equipe.
Segundo a Resolução/CD/FNDE nº 38, de 16 de julho de 2009, estabelece cardápios por modalidade de ensino e por faixa etária. Para atender às necessidades nutricionais da clientela atendida pela rede municipal de ensino, os cardápios deverão oferecer, no mínimo,
três porções de frutas e hortaliças por semana (200 gramas/aluno/semana) nas refeições ofertadas.
quatro porções de frutas e hortaliças por semana (300 gramas/aluno/semana) nas refeições ofertadas.
cinco porções de frutas e hortaliças por semana (400 gramas/aluno/semana) nas refeições ofertadas.
seis porções de frutas e hortaliças por semana (500 gramas/aluno/semana) nas refeições ofertadas.
sete porções de frutas e hortaliças por semana (600 gramas/aluno/semana) nas refeições ofertadas.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), indivíduos adultos do sexo masculino passam a apresentar risco aumentado para complicações metabólicas quando o perímetro da cintura for igual ou maior que:
80 cm
88 cm
94 cm
98 cm
102 cm