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As práticas de linguagem previstas na BNCC para o componente de língua inglesa caracterizam-se por
limitar o uso da língua inglesa ao ambiente escolar formal.
privilegiar atividades mecânicas de repetição estrutural.
restringir-se às habilidades de reading e writing.
articular linguagem, cultura e uso social da língua em diferentes gêneros discursivos.
priorizar conteúdos gramaticais sintáticos.
Uma aluna do 2º ano do Ensino Fundamental chegou à escola com um “boneco de alpiste” feito em casa com sua família. As crianças ficaram curiosas e perguntaram: “Será que o ‘cabelo’ dele vai crescer?”. Percebendo o interesse dos alunos, a professora sugeriu que a turma registrasse, dia a dia, as observações do crescimento do alpiste em um quadro de acompanhamento coletivo.
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), essa proposta se relaciona, principalmente, à seguinte habilidade específica do Ensino Fundamental de Língua Portuguesa:
analisar mudanças e permanências, comparando imagens de um mesmo lugar em diferentes tempos.
descrever características de plantas que fazem parte de seu cotidiano e relacioná-las ao ambiente em que elas vivem.
reconhecer e experimentar, em projetos temáticos, as relações processuais entre diversas linguagens artísticas.
planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, pequenos relatos de experimentos.
identificar as diferentes formas de registro das memórias pessoais, familiares e escolares.
Frade, Araújo e Glória (2018) discutem a emergência da força das práticas culturais de leitura e de escrita digital que vêm de fora do contexto escolar.
Para as autoras, os sujeitos que se alfabetizam na contemporaneidade e que já são usuários dos gêneros digitais passam a
substituir progressivamente as práticas escolares tradicionais de leitura e escrita por interações digitais mais sofisticadas e enriquecidas.
apresentar autonomia no uso crítico e ético das tecnologias, desvinculando-se das mediações pedagógicas propostas pela escola.
mobilizar os códigos digitais como estruturas neutras e técnicas de comunicação, permitindo um uso mais democrático e justo do conhecimento tecnológico.
enfrentar o esvaziamento da produção de sentidos culturais, éticos, estéticos e políticos em face à massificação da cultura pelo ambiente virtual.
construir outros sistemas semióticos, sendo preciso decifrar, registrar, compreender e produzir sentido para textos verbais ou multissemióticos.
Na Educação Infantil, as práticas relacionadas à linguagem escrita devem respeitar as características do desenvolvimento infantil e os objetivos dessa etapa da Educação Básica. Nesse contexto, a atuação do professor deve priorizar:
A realização de exercícios sistemáticos de repetição para garantir a memorização das letras e palavras antes das situações de uso da escrita.
A aplicação de atividades para conhecer letras e palavras, acompanhando o desempenho individual das crianças no processo de alfabetização.
A promoção de experiências significativas com diferentes portadores de texto, incentivando a curiosidade, a comunicação e o contato com a cultura escrita.
A organização de atividades voltadas ao domínio do sistema alfabético como objetivo principal pedagógico dessa etapa educacional.
No ensino de Língua Portuguesa, a análise linguística e semiótica ganha função pedagógica quando participa da leitura, da produção e da revisão dos textos. Para concretizar essa articulação, o trabalho pedagógico deve:
ensinar categorias gramaticais antes da leitura, aplicar exercícios de identificação e pedir que os estudantes reconheçam as mesmas formas nos textos posteriores.
analisar escolhas linguísticas e semióticas nos gêneros, relacioná-las aos efeitos de sentido e mobilizar essa reflexão durante leitura, produção, revisão e edição.
solicitar produções livres, corrigir desvios da norma e apresentar regras correspondentes, permitindo que cada estudante reescreva o texto com maior correção.
selecionar frases dos textos, classificá-las segundo estruturas sintáticas e retomar o gênero depois que a turma dominar as categorias previstas.
comparar textos do mesmo gênero, reproduzir suas estruturas mais frequentes e avaliar a fidelidade das produções ao modelo apresentado pelo professor.
Na Educação Infantil, as experiências com a linguagem
oral e escrita podem ocorrer em situações significativas e lúdicas, nas quais as crianças participam de conversas, narrativas, brincadeiras com palavras e contato com diferentes textos. Neste sentido analise as assertivas a seguir.
I. A leitura de histórias pode ampliar o contato das crianças com narrativas, vocabulário e diferentes formas de expressão.
II. As experiências com a escrita na Educação Infantil devem priorizar exercícios repetitivos de cópia para antecipar a alfabetização sistemática.
III. Cantigas, parlendas e brincadeiras com palavras podem favorecer experiências relacionadas à oralidade, aos sons e aos usos da linguagem.
IV. O contato com livros e outros portadores de texto pode despertar interesse pela leitura e favorecer experiências significativas com a cultura escrita.
É correto o que se afirma em:
II, III e IV, apenas.
I, II e III, apenas.
I, III e IV, apenas.
I, II e IV, apenas.
Lerner (2002) afirma que um dos imperativos do processo de ensino de ler e escrever na escola é o de que
se separe tanto quanto possível a leitura enquanto conteúdo escolar da sua utilização fora do contexto escolar.
a escola se concentre exclusivamente nas dimensões da leitura e da escrita que sejam passíveis de avaliação.
se preserve na escola o sentido que a leitura e a escrita têm como práticas sociais.
as competências leitoras sejam trabalhadas apenas nas disciplinas de português, preservando a especificidade do ensino desse conteúdo.
a criança desaprenda as competências leitoras adquiridas fora da escola, que são repletas de concepções equivocadas.
O desenvolvimento do raciocínio geográfico na BNCC pauta-se na aplicação de princípios lógicos para a leitura do mundo. A operação intelectual que consiste em delimitar a área de ocorrência de um fenômeno, avaliando sua abrangência espacial para compreender sua magnitude e limites (respondendo à pergunta "até onde vai?"), refere-se ao princípio da:
Analogia.
Conexão.
Extensão.
Diferenciação.
Ordem.
No contexto das práticas da linguagem escrita nas Series Iniciais do Ensino Fundamental, assinale a alternativa que expressa, CORRETAMENTE, o desenvolvimento das competências de leitura e escrita.
Fundamenta-se na padronização das produções textuais, direcionando as crianças à adequação de suas escritas a modelos fixos, de modo a assegurar uniformidade nos resultados obtidos.
Estrutura-se na proposição de atividades de copia e reprodução textual como eixo organizador da aprendizagem, visando à consolidação das convenções gráficas por meio da repetição sistemática de modelos previamente estabelecidos pelo professor.
Configura-se na articulação entre leitura, produção e reflexão sobre a língua, promovendo situações reais de uso da escrita, nas quais as crianças elaboram textos com diferentes finalidades comunicativas.
Organiza-se com ênfase na memorização de regras ortográf icas e gramaticais, integrando exercícios graduados que priorizam a internalizaçáo normativa da língua em contextos inadequados de uso.
Desenvolve-se por meio da sistematização de sequências lineares de conteúdos linguísticos, orientadas pela progressão formal dos elementos da língua, com foco na precisão estrutural da escrita.
O ensino de Língua Portuguesa nos anos iniciais promove o desenvolvimento da leitura, da escrita e da oralidade em diferentes situações de aprendizagem. No ensino de Língua Portuguesa nos anos iniciais, sobre a prática de contribuir para o desenvolvimento das competências linguísticas dos estudantes, é CORRETO afirmar que:
A aplicação de sequências de atividades que alternem momentos de interpretação textual e exercícios de fixação linguística, visando o equilíbrio entre compreensão e domínio das estruturas da língua.
A utilização de diferentes gêneros textuais em situações reais ou simuladas de comunicação, articulando leitura, produção escrita e oralidade, de modo a favorecer a construção de sentidos e a reflexão sobre o uso da língua.
A organização de atividades que integrem leitura de textos e análise de aspectos gramaticais, priorizando a sistematização das regras como etapa fundamental para a consolidação da competência linguística.
A realização de práticas de leitura e produção textual orientadas pelo professor, com foco na adequação à norma padrão e na progressiva eliminação de desvios linguísticos apresentados pelos alunos.
No desenvolvimento da linguagem oral na Educação Infantil, o trabalho docente envolve ações intencionais que favorecem as interações, as aprendizagens e o acompanhamento do percurso de desenvolvimento das crianças. Nesse contexto, assinale a alternativa correta.
Transmitir conteúdos previamente definidos, priorizando atividades padronizadas e restringindo as possibilidades de interação entre as crianças.
Organizar situações de aprendizagem centradas exclusivamente na reprodução de modelos linguísticos estabelecidos pelo educador.
Acompanhar apenas os resultados finais das aprendizagens, desconsiderando os processos de desenvolvimento vivenciados pelas crianças.
Refletir, selecionar, organizar, planejar, mediar e monitorar o conjunto das práticas e interações, garantindo a pluralidade de situações que promovam o desenvolvimento pleno das crianças.
Conduzir o processo educativo com foco principal na memorização de informações e na repetição de exercícios sistemáticos.
A produção de textos, nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, constitui uma prática pedagógica essencial para o desenvolvimento da linguagem escrita, nas concepções contemporâneas de alfabetização e letramento e do papel formativo da Língua Portuguesa, a produção textual deve ser compreendida como:
Um processo contínuo, intencional e contextualizado, que envolve etapas como planejamento, escrita, revisão e reescrita, considerando a intenção comunicativa, o interlocutor, o gênero textual e a situação de uso da linguagem, favorecendo a construção de sentidos e a ampliação das competências linguísticas dos alunos.
Uma atividade restrita à correção gramatical e ortográfica, cujo objetivo principal é identificar erros formais, priorizando normas da língua em detrimento da função social da escrita e da expressão de ideias.
Um exercício mecânico de cópia e reprodução de modelos prontos, no qual o aluno atua de forma passiva, sem reflexão sobre o conteúdo, a organização textual ou a finalidade comunicativa.
Um instrumento utilizado exclusivamente para avaliação somativa e classificação dos alunos, sem caráter formativo, de acompanhamento do processo ou de intervenção pedagógica.
Uma prática a ser desenvolvida apenas após a alfabetização completa, desconsiderando que crianças em processo de alfabetização já produzem textos significativos, ainda que com hipóteses de escrita.
No contexto de uma escola pública de Ensino Fundamental, a equipe pedagógica propõe repensar as práticas de leitura literária com crianças do 1º ao 5º ano. Durante o planejamento, docentes divergiram sobre o papel da literatura infantil nesse ciclo, discutindo desde sua função lúdica até sua contribuição para o desenvolvimento crítico e linguístico dos alunos. Considerando os debates contemporâneos sobre o ensino da literatura infantil nesse segmento, assinale a alternativa CORRETA e coerente com os princípios teóricos que fundamentam uma abordagem formativa e emancipatória da leitura.
A literatura infantil, ao inserir o aluno em mundos fictícios organizados por estruturas narrativas claras, fortalece o raciocínio lógico e contribui para o desenvolvimento de competências cognitivas formais.
O ensino da literatura infantil no Ensino Fundamental deve privilegiar obras que abordem situações cotidianas, pois favorecem a identificação imediata do aluno com o conteúdo do texto lido.
A leitura literária nesse segmento escolar promove formação crítica quando mediada de forma sensível, respeitando a complexidade estética do texto e a escuta ativa das interpretações dos alunos.
A presença da literatura infantil nas séries iniciais tem valor instrumental, funcionando como recurso auxiliar no processo de alfabetização e aquisição do sistema de escrita alfabética.
A leitura de literatura infantil é mais eficaz quando acompanhada por atividades lúdicas ou ilustrativas, pois isso reduz a resistência à leitura e aproxima o aluno do conteúdo trabalhado em aula.
Em relação às diferentes apreensões do literário no espaço escolar e às implicações didáticas dessas abordagens, assinale a alternativa que reflete uma compreensão CORRETA e compatível com as concepções críticas contemporâneas sobre o ensino da literatura.
A apreensão do literário na escola exige estratégias de sistematização de conteúdos que visem a fixação de temas recorrentes, como condição para o aprofundamento da sensibilidade leitora.
O trabalho com literatura nas práticas escolares deve privilegiar textos cuja linguagem permita o mapeamento de estruturas narrativas, facilitando o desenvolvimento de habilidades textuais.
A valorização da linguagem conotativa no ensino literário se justifica por seu caráter expressivo, ainda que a instabilidade de sentido possa comprometer sua aplicabilidade didática em sala de aula.
A leitura literária, quando compreendida como experiência estética, promove uma relação com o texto fundada na suspensão da literalidade, sem, contudo, dispensar a função cognitiva da linguagem.
O contato com obras literárias favorece a ampliação lexical e o refinamento gramatical do aluno, embora nem sempre atue decisivamente na formação de sua autonomia interpretativa.
Nos anos iniciais do Ensino Fundamental, o ensino de Língua Portuguesa fundamenta-se na concepção de linguagem como prática social, envolvendo a participação dos estudantes em situações reais de uso da língua oral e escrita. Considerando as orientações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e as discussões contemporâneas sobre alfabetização e letramento, assinale a alternativa CORRETA.
A aprendizagem da leitura pode ocorrer por meio de atividades em que os estudantes identificam informações presentes nos textos escritos, favorecendo a compreensão de sentidos produzidos nas diferentes situações de leitura.
O ensino da escrita pode envolver propostas em que os estudantes organizam ideias em textos produzidos no contexto da sala de aula, permitindo compreender formas de estruturação presentes em diferentes gêneros textuais.
O desenvolvimento da oralidade pode ocorrer por meio de atividades em que os estudantes relatam experiências pessoais e participam de conversas em sala de aula, favorecendo a organização de discursos em situações comunicativas escolares.
O ensino da leitura nos anos iniciais pode priorizar atividades de identificação de elementos linguísticos presentes nos textos, permitindo que os estudantes reconheçam progressivamente estruturas formais que organizam a língua escrita.
A integração entre leitura, escrita e oralidade pode ocorrer quando os estudantes participam de práticas de linguagem nas quais interpretam textos, produzem enunciados e interações que envolvem diferentes gêneros e contextos sociais.
A necessária articulação entre teoria e prática torna-se evidente ao confrontarmos a crítica de Perez Esclarín (1998), ao questionar “para que serve sua nova e luxuosa escola, se continua longe da vida?”, com a definição de Libâneo (2013).
Nesse contexto, segundo o autor, compete à Didática “converter os objetivos sociopolíticos e pedagógicos em objetivos de ensino; selecionar e organizar os conteúdos curriculares” (p.25).
Para superar tal distanciamento e efetivar a Didática como mediadora entre a escola e a realidade social, o docente deve
priorizar a transmissão rigorosa do acervo cultural e científico, entendendo que a apropriação teórica dos conhecimentos universais constitui a finalidade última da educação escolar.
fundamentar a organização do ensino nos processos cognitivos individuais, alinhando as estratégias didáticas às etapas de maturação biológica e psicológica dos discentes.
incorporar metodologias ativas e tecnologias digitais ao cotidiano escolar, modernizando os recursos instrucionais para elevar a atratividade das aulas frente à cultura juvenil.
enfatizar a verificação sistemática do rendimento escolar, utilizando indicadores de desempenho padronizados para monitorar o cumprimento das metas curriculares estabelecidas.
articular as dimensões técnica e política do ensino, promovendo a contextualização dos conteúdos curriculares em sua relação com a prática social vivenciada pelos alunos.
Uma professora observou que os estudantes demonstravam dificuldades para interpretar textos, argumentar oralmente e produzir registros escritos coerentes em diferentes situações de aprendizagem. Durante o planejamento coletivo, a equipe pedagógica discutiu estratégias voltadas à ampliação das práticas de linguagem desenvolvidas no cotidiano escolar.
Diante da situação apresentada, qual encaminhamento pedagógico é correto?
Organizar atividades centradas na memorização de regras gramaticais e na reprodução mecânica de exercícios estruturais de linguagem.
Desenvolver práticas de leitura, oralidade, produção textual e análise linguística articuladas a diferentes gêneros textuais e situações reais de comunicação.
Estruturar o ensino da língua portuguesa a partir da execução sequencial de atividades voltadas à identificação isolada de classes gramaticais.
Planejar práticas pedagógicas direcionadas ao treinamento ortográfico repetitivo desvinculado das experiências comunicativas dos estudantes.
Aplicar atividades voltadas ao preenchimento de exercícios padronizados relacionados à reprodução formal das estruturas linguísticas.
A escrita como prática social do sujeito tem relação com o contexto em que ele vive e onde ele produz seus discursos. Os gêneros do discurso orais e escritos, por exemplo, são materializações dessa prática social em torno de movimentos organizados em domínios sociais da comunicação que, no dia a dia da escola, são manifestados por meio de:
práticas de leitura com foco na identificação temática e composição do conteúdo e de escrita com foco na estrutura gramatical contextual adequada.
situações de escrita e leitura com foco nos elementos textuais da estrutura, da gramática e, depois, da intencionalidade.
situações de leitura e escrita de gêneros discursivos organizados por meio do conteúdo temático, construção composicional e estilo.
práticas de trabalho com o texto, primeiro, com a interpretação e, depois, com atividades de leitura e produção das tipologias textuais.
A didática geral e a prática de ensino são fundamentais na formação docente. Em um curso de licenciatura, os futuros professores relatam dificuldade em articular teoria e prática durante os estágios supervisionados. Para superar essa lacuna, a abordagem didática que deve ser priorizada é:
Manter a prática de ensino restrita à observação passiva, sem intervenção pedagógica.
Reduzir a carga teórica, priorizando apenas atividades práticas em sala de aula.
Integrar teoria e prática por meio de reflexão crítica, planejamento de aulas, análise de contextos escolares e construção de estratégias didáticas que considerem diversidade e realidade social dos alunos.
Excluir atividades de estágio supervisionado, substituindo por relatórios teóricos.
No artigo sobre integração entre currículo e tecnologias digitais, Almeida e Valente (2012) discutem a produção de narrativas digitais como estratégia pedagógica associada à cultura digital e à reorganização das práticas educativas.
De acordo com a perspectiva apresentada pelos autores, assinale a alternativa correta.
As narrativas digitais devem ser utilizadas principalmente como recurso de apresentação de conteúdos curriculares previamente estruturados pelo professor, ampliando a atratividade das aulas.
A produção de narrativas digitais favorece processos de autoria, reflexão e construção de conhecimento ao articular experiências dos estudantes, linguagens midiáticas e conteúdos curriculares.
O uso pedagógico de narrativas digitais pressupõe domínio técnico avançado de ferramentas digitais por parte dos estudantes, condição necessária para a integração entre currículo e tecnologia.
A integração entre currículo e tecnologias ocorre quando os recursos digitais passam a substituir gradualmente os materiais didáticos tradicionais no processo de ensino-aprendizagem.
A utilização de narrativas digitais no contexto escolar contribui principalmente para desenvolver habilidades instrumentais relacionadas ao uso de softwares de edição e produção multimídia.