

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Após a ordenha, deve-se desinfectar imediatamente as tetas com produtos apropriados. Os animais devem ser mantidos em pé, pelo tempo suficiente para que o esfíncter da teta volte a se fechar. Para isso, recomenda-se oferecer alimentação no cocho após a ordenha.
Ao obter uma matéria prima de origem animal, devemos dispensar cuidados especiais e controlar todo o processo de beneficiamento, acondicionamento, armazenamento, transporte, e manuseio, para que seja assegurada a sua qualidade. Na hora da obtenção do leite, o descarte dos três primeiros jatos é uma prática de rotina nas propriedades. Quanto a essa conduta, é correto afirmar que:
podemos descartar os jatos iniciais diretamente no piso da sala de ordenha, sem que isso possa acarretar problemas de proliferação bacteriana no ambiente.
com essa prática, não é preciso o resfriamento do leite após sua obtenção.
ao descartarmos os três primeiros jatos, estamos eliminando a microbiota normal, presente no terço final das tetas.
é uma conduta não aprovada, uma vez que, ao eliminarmos os três primeiros jatos, estamos desperdiçando o produto.
essa prática é válida apenas para algumas raças de bovinos.
A adição de água ao leite, uma das fraudes mais comuns, pode ser facilmente detectada pela determinação da densidade do produto.
A produtividade dos produtores integrados não aumentou com a utilização dos grandes recipientes.
O pequeno agricultor familiar é marginalizado no processo de integração da produção leiteira com a agroindústria.
A adição de urina ao leite pode ser facilmente constatada pela diminuição de sua densidade.
O leite integral deve apresentar, no mínimo, 3% de gordura.
O leite com resíduo de antibióticos pode ser utilizado apenas para a fabricação de bebidas lácteas.
No processo de pasteurização, o sistema de refrigeração deverá assegurar que a temperatura do leite não exceda a 10º C no momento do empacotamento.
Pode-se considerar a etapa de recepção do leite um ponto crítico de controle (PCC) para perigo químico.
Após o processo de pasteurização, o leite que apresentar resultado negativo no teste de fosfatase alcalina e positivo no teste de peroxidase deverá ser submetido a reprocessamento por serem estes resultados indícios de falhas de procedimentos.
Pode-se considerar a etapa de pasteurização um PCC para perigo biológico.
O clima tropical favorece a propagação de bactérias nos alimentos perecíveis no Brasil, dificultando seriamente a sua conservação. No caso do leite, é recomendável o uso de substâncias químicas conservantes para atenuar esse problema.
A utilização de panos pode ser admitida apenas na etapa de filtragem do leite, estando proibida a sua utilização nas demais etapas.
O limite crítico a ser estabelecido pela indústria deve estar na faixa de temperatura de 72º C a 75º C, aplicada durante 15 a 20 segundos exigida pelo MAPA para a pasteurização do leite.
Nessa indústria, poderia ser estabelecida como limite operacional ou limite de segurança a temperatura de 72º C para a pasteurização.