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O leite pasteurizado tipo A é classificado, quanto ao teor de gordura, em integral, semidesnatado ou desnatado, produzido, beneficiado e envasado em estabelecimento denominado “granja leiteira”, podendo, ainda, ser designado leite pasteurizado tipo A integral, leite pasteurizado tipo A semidesnatado ou leite pasteurizado tipo A desnatado.
Dada a presença, no leite, de alto teor de ácido lático, que inibe a proliferação de microrganismos patogênicos, não se utilizam os princípios da Análise de Perigos de Pontos Críticos de Controle no controle da qualidade desse produto.
O leite instável não ácido se caracteriza pela perda da instabilidade da caseína ao teste do álcool, o que resulta em precipitação positiva, sem elevação da acidez.
Sobre o leite tipo "B" pode afirmar-se que, EXCETO:
É permitida para o leite tipo "B" a padronização, o pré-aquecimento e a congelação, sendo que seu beneficiamento pode ser realizado em um horário no qual se realize o beneficiamento de leites de outros tipos.
Pode ser produzido em estábulo ou em instalações apropriadas; ser procedente de vacas mantidas sob o controle veterinário permanente.
Ser integral e atender às características físico-químicas e bacteriológicas do padrão; ser pasteurizado e logo depois de engarrafado em estábulo leiteiro ou em usinas de beneficiamento ou entreposto-usina.
O leite tipo "B" pode ser produzido numa localidade para venda em outra, desde que devidamente engarrafado e transportado em veículo próprio, obedecidas as condições de temperatura e prazos estabelecidos.
O produto gorduroso obtido exclusivamente pela bateção e malaxagem, com ou sem modificação biológica do creme pasteurizado, derivado exclusivamente do leite de vaca, é:
o creme de leite.
a gordura anidra de leite.
a caseína alimentar.
o iogurte.
a manteiga.
A autoridade estadual ou municipal de localidades onde haja usina de beneficiamento de leite não pode dar concessão para o comércio de leite cru.
O produto final do queijo de minas padrão — obtido do leite integral ou padronizado, pasteurizado, de massa crua, que é prensado mecanicamente e devidamente maturado durante 20 dias — deve ter as seguintes características: formato cilíndrico, de faces planas e bordos retos, formando ângulo vivo; peso de 1 kg a 1,200 kg; crosta fina amarelada, preferentemente revestida de parafina; consistência semidura, tendente para macia, de untura manteigosa; buracos mecânicos e em cabeça de alfinete, pouco numerosos; cor branca-creme e homogênea; e odor e sabor próprios, ácidos, agradáveis e não picantes.
Pasteurização de curta duração consiste no aquecimento do leite à:
A uma temperatura de 72 a 75 °C por 15 a 20 segundos.
A uma temperatura de 82 a 85°C por 20 a 25 segundos.
A uma temperatura de 62 a 65°C por 30 minutos.
A uma temperatura de 72 a 75°C por 15 a 20 minutos.
Conforme o Programa de Controle de Resíduos em Leite (PCLR/2004), a pesquisa de micotoxinas (aflatoxina M) em leite pode ser realizada pelos métodos diagnósticos de enzima imunoensaio (ELISA) ou cromatografia líquida de alta eficiência.
Sobre o produto leite, analise.
I. A avaliação da densidade pode não se detectar eficientemente uma fraude por adição de água, pois há casos em que se utiliza amido para disfarçar.
II. Quanto aos percentuais de extrato seco total, considerando-se a soma do extrato seco desengordurado com a gordura mínima permitida pela legislação, um leite normal deve ter no mínimo 11,4% de matéria seca, e é indispensável para o julgamento da integridade do produto.
III. Ao adicionar água ao leite, há um tipo de alteração; com isso, além de lesar o consumidor, põe em risco sua saúde, pois a água que é adicionada, muitas vezes não passa por nenhum tratamento e pode contaminar o produto com micro-organismos patogênicos.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
I
II
III
I, II
I, II, III