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Entende-se por leite pasteurizado do tipo C o produto classificado, quanto ao teor de gordura, como integral, padronizado a 3% m/m, semidesnatado ou desnatado, submetido a pasteurização.
Em uma análise de contagem-padrão de bactérias mesofílicas, a ausência de crescimento dessas bactérias em uma amostra de leite pasteurizado do tipo C pode indicar a presença de antibiótico na amostra.
As tetas do animal a ser ordenhado devem sofrer prévia lavagem com água corrente, seguindo-se secagem com toalha de tecido e início imediato da ordenha.
O processo de pasteurização rápida, comumente empregado na pasteurização do leite do tipo C, compreende a temperatura de 62ºC a 65ºC por 30 min.
A criação comercial de bovinos e caprinos no Brasil é feita exclusivamente para a produção de leite.
Os exames para a detecção de resíduos de antibióticos no leite requerem equipamentos de alto custo, razão pela qual são realizados apenas em laboratórios oficiais pertencentes ao governo federal.
Leite padronizado é aquele que apresenta teor de gordura entre 0,6 e 2,0%.
O leite pasteurizado tipo C deve ser expedido sob temperatura máxima de 4/C e transportado em veículos com carroçarias providas de isolamento térmico e dotadas de unidade frigorífica, para alcançar os pontos de venda com temperatura máxima de 15/C.
Na análise microbiológica de pesquisa de Salmonella no leite tipo C, a quantidade máxima permitida pela legislação é de 106 bactérias/25 mL de leite.
No início da ordenha, faz-se o descarte dos jatos iniciais de leite em caneca de fundo escuro ou em outro recipiente específico para essa finalidade. Esse procedimento permite detectar presença de mastite subclínica.
Soluções ácidas devem ser usadas diariamente para lavagem das tubulações, para evitar perdas de leite.
Atende aos padrões normais para o consumo humano um leite pasteurizado do tipo C que apresenta, no teste de acidez, o valor de 0,16 em gramas de ácido lático/100 mL.
Em queijos minas-frescal, permite-se a presença de até 10 UFC/g de colônias de Listeria monocytogenes, uma vez que essa bactéria apresenta pouca importância para a saúde pública.
As dependências de beneficiamento, industrialização e envase de leite do tipo A devem dispor de utensílios e equipamentos preferencialmente em madeira e plásticos.
A densidade relativa a 15ºC (g/mL) de um leite considerado normal deve variar entre 1,028 e 1,034.

A determinação dos LMRs baseia-se em ensaios toxicológicos experimentais. O consumo de alimentos (carne, fígado, ovos, leite e gordura) não é considerado nesse cálculo, pois seria um fator sujeito a forte variação entre os países em decorrência de seus diferentes hábitos alimentares.
Recomenda-se que o produtor possua equipamento para a ordenha mecânica, a pré-filtragem e o bombeamento até o tanque de depósito, localizado na dependência de beneficiamento e envase, em circuito fechado, sendo permitida a ordenha mecânica em sistema semi-fechado ou a ordenha manual do tipo balde-ao-pé ou similar.