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A integração entre a Vigilância em Saúde e a Atenção Primária à Saúde é condição obrigatória para a construção da integralidade na atenção e para o alcance dos resultados, com desenvolvimento de um processo de trabalho condizente com a realidade local, que preserve as especificidades dos setores e compartilhe suas tecnologias. Qual das alternativas a seguir corresponde a uma diretriz dessa integração entre a Vigilância em Saúde e a Atenção Primária à Saúde?
Monitoramento e avaliação individual.
Educação permanente dos profissionais de saúde, com abordagem no eixo da clínica.
Ausência de planejamento e programação integrados das ações individuais e coletivas.
Compatibilização dos territórios de atuação das equipes, com a gradativa inserção das ações de vigilância em saúde nas práticas das equipes da Saúde da Família.
A Vigilância em Saúde deve ser norteadora do Modelo de Atenção à Saúde para a redução do risco de doenças e de outros agravos; além da garantia da promoção, da proteção e da recuperação da saúde. Qual a definição de Vigilância em Saúde?
Conjunto de atividades destinadas à promoção e proteção, recuperação e reabilitação da saúde dos trabalhadores submetidos aos riscos e agravos advindos das condições de trabalho.
Conjunto de ações capazes de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde.
Conjunto de ações que proporciona o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual e coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle de doenças ou agravos.
Processo contínuo e sistemático de coleta, consolidação, análise e disseminação de dados sobre eventos relacionados à saúde, visando o planejamento e a implementação de medidas de políticas públicas para a proteção da saúde da população, a prevenção e o controle de riscos, agravos e doenças, bem como para a promoção da saúde.
A Paraplexia Enzoótica dos Ovinos (scrapie) é uma doença de notificação compulsória e sua suspeita ou ocorrência devem ser imediatamente informadas às autoridades de defesa sanitária animal. Desta forma, conforme a Instrução Normativa MAPA n° 15, de 2 de abril de 2008, que aprova os procedimentos para a atuação em caso de suspeita ou ocorrência de Paraplexia Enzoótica dos Ovinos, é CORRETO afirmar que:
Considera-se como suspeita clínica fundamentada de scrapie aquela que persiste após investigação clínica, epidemiológica apenas, visto que, não há comprovação de doenças que possibilitem diagnósticos diferenciais.
Todos os proprietários ou detentores de ovinos e caprinos suspeitos, positivos, de alto risco ou expostos à scrapie não são responsáveis por sua guarda.
São considerados animais com suspeita clínica de scrapie os ovinos e caprinos, maiores de 12 (doze) meses de idade, que apresentam ou apresentaram sinais clínicos nervosos tais como mudanças no comportamento, na locomoção e na postura, com apresentação isolada ou conjunta, persistentes por mais de 15 (quinze) dias.
São considerados animais com diagnóstico para scrapie os ovinos e caprinos com resultado positivo à prova de Fixação de Complemento em amostras de tecido nervoso ou linfóide, ou por meio de outras técnicas diagnósticas e metodologias aprovadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA.
Considera-se scrapie uma enfermidade neuro degenerativa, não transmissível e porém fatal que acomete ovinos e caprinos, pertencente ao grupo das encéfalopatias espongiformes transmissíveis EET.
O Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica das Doenças Transmitidas por Alimentos (VE-DTA) é instituído e constituído de acordo com as áreas de competência e níveis governamentais pelos órgãos que desenvolvem atividades de:
I. Vigilância Epidemiológica.
II. Vigilância Sanitária.
III. Vigilância Ambiental.
IV. Defesa e Inspeção Sanitária Animal.
V. Defesa e Inspeção Sanitária Vegetal.
VI. Laboratório de Saúde Pública.
VII. Laboratório de Defesa Sanitária Animal.
VIII.Laboratório de Defesa Sanitária Vegetal.
IX. Educação em Saúde.
X. Assistência à Saúde.
XI. Saneamento.
Correspondem às atividades que compõem o VE-DTA
I, II, VI, IX, X e XI, apenas.
I, II, III, VI, IX e X, apenas.
I, II, III, VI, IX, X e XI, apenas.
I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX, X e XI.
O transporte internacional de agentes infecciosos e material biológico deve ser realizado segundo as normas de segurança específicas de órgãos como a International Air Transport Association (IATA). As substâncias incluídas na categoria A da IATA são as do tipo infectantes cuja exposição durante o transporte pode causar incapacidade permanente, doença fatal ou risco de morte em humanos e animais.
Assinale a alternativa que indica um microrganismo em que os exemplares de sua cultura estão incluídos na categoria A da IATA.
Bacillus cereus.
Clostridium perfringens.
Salmonella sp.
Burkholderia mallei.
Staphylococcus aureus.
O assunto fraude em alimentos ganhou mídia no Brasil após a operação Leite Compensado, em 2014, e posteriormente a operação Carne Fraca, em 2017, deixando os consumidores alertas sobre o tema. As fraudes em alimentos geralmente ocorrem por adulteração ou falsificação do produto. Visando coibir tais crimes, o RIISPOA atualizado em 2017 prevê penas mais severas e introduz o conceito de condições agravantes e atenuantes, que não havia no Regulamento original.
Analise as afirmativas abaixo conforme essas atualizações:
1. Caracteriza-se a habitualidade na adulteração ou na falsificação de produtos quando constatada a idêntica infração por duas vezes, consecutivas ou não, dentro do período de doze meses.
2. É proibido recolher novamente às câmaras frigoríficas produtos e matérias-primas delas retirados e que permaneceram em condições inadequadas de temperatura, caso constatada perda de suas características originais de conservação.
3. São consideradas circunstâncias atenuantes a infração ter sido cometida acidentalmente.
4. Apurando-se no mesmo processo administrativo a prática de duas ou mais infrações, as penalidades serão aplicadas pela infração mais grave.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
São corretas apenas as afirmativas 1 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 2 e 3.
São corretas apenas as afirmativas 2 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3.
São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 4.
O controle microbiológico, instituído pela Instrução Normativa n°58 de 2018 do MAPA, nos abatedouros frigoríficos de suínos e bovinos, compreende:
a coleta de amostras para análise de Enterobacteriaceae e Salmonella spp. em carcaça de suínos.
a coleta de amostras para análise de Escherichia coli produtora de Shiga toxina, denominada de STEC em carcaça de bovinos.
a coleta de amostras para análise de Enterobacteriaceae e Salmonella spp. em carne de bovinos.
os sorogrupos de STEC a serem pesquisados na carcaça bovina serão O157:H7, O26, O45, O103, O111, O121 e O145, por serem considerados de alto risco para a saúde pública.
a coleta de amostra para a pesquisa de STEC por esfregadura da superfície das carcaças com o auxílio de esponjas estéreis.
A Portaria Nº 711, de 1 de novembro de 1995, aprova as Normas Técnicas de Instalações e Equipamentos para o abate e industrialização de suínos, e classifica as pocilgas para o abate de suínos em:
de entrada, de sequestro e de matança.
de chegada e seleção, de sequestro e de matança.
de chegada, de sequestro e de necropsia.
de chegada e recepção, de sequestro e de matança.
de seleção, de necropsia e de matança.
A Instrução Normativa nº 34 de 2017 do MAPA define os requisitos e critérios para a realização do diagnóstico de brucelose a serem adotados pelos Laboratórios pertencentes à Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária. Em relação aos cuidados a serem adotados na amostragem, pode-se afirmar que:
para o teste de polarização fluorescente, a amostra deve estar sob refrigeração de 2°C a 8°C antes do uso.
para o teste do anel em leite (TAL) as amostras de leite devem ser conservadas congeladas.
é considerada amostra, para diagnóstico sorológico de brucelose, o soro sanguíneo, no mínimo 2,5mL, congelado ou resfriado até 8° C.
a amostra será obrigatoriamente dividida em 2 alíquotas e identificadas, uma para teste e outra para contraprova.
a amostra a ser testada deverá ser mantida sob refrigeração se a análise for realizada 48h após o recebimento.
A Instrução Normativa nº 9 de 2003 do Ministério da Agricultura proíbe a fabricação, a manipulação, o fracionamento, a comercialização, a importação e o uso veterinário do princípio ativo:
sulfametizol.
cefaclor.
ampicilina.
cloranfenicol.
eritromicina.
Em relação ao Manual de Coleta de Amostras de Produtos de Origem Animal do MAPA, é CORRETO afirmar que:
amostra oficial é a amostra que pode ser utilizada quando solicitada a análise pericial, no âmbito do direito à defesa do fiscalizado.
amostra de prova é a amostra coletada por serviço oficial do MAPA, por servidor público competente que esteja em exercício em um Serviço de Inspeção ou Unidade Técnica da estrutura do MAPA.
análise exploratória é a análise laboratorial realizada a partir da amostra oficial de contraprova, quando o resultado da amostra da análise fiscal for contestado por uma das partes envolvidas, para assegurar amplo direito de defesa do interessado, quando pertinente.
análise pericial é a análise efetuada em amostra coletada pela autoridade fiscalizadora competente com objetivos distintos da tomada de ações fiscais, como levantamento de dados, mapeamento, observação de perfis e tendências na produção, apuração de denúncias ou suspeitas.
a análise fiscal é a análise efetuada pela Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (SUASA) ou pela autoridade competente em amostras coletadas pelos servidores do MAPA.
A Instrução Normativa n° 31 de 2003 do MAPA, aprova o Regulamento Técnico para Produção, Controle e Emprego de Vacinas Autógenas. Quanto à validade e conservação das vacinas autógenas, pode-se afirmar:
devem ter prazo de validade máximo de 12 meses e serem conservadas em temperatura inferior a -12°C.
devem ter prazo de validade máximo de 6 meses e serem conservadas entre 2°C e 8°C.
devem ter prazo de validade máximo de 6 meses e serem conservadas à temperatura abaixo de 0°C.
devem ter prazo de validade máximo de 12 meses e serem devem ser conservadas entre 2°C e 8°C.
devem ter prazo de validade máximo de 6 meses e serem conservadas entre 15°C e 25°C.
São procedimentos a serem considerados durante a coleta oficial de amostras de produtos cárneos para análise de Escherichia coli verotoxigênica, segundo o Programa do Ministério da Agricultura para controle de patógenos:
utilização de gabarito com as dimensões do pedaço de carne a ser cortado: 8 cm de largura, 3 cm de comprimento e 3 mm de espessura.
peso da amostra de no mínimo 200 g.
acondicionamento do produto coletado em saco plástico estéril.
coleta asséptica de 20 pedaços pequenos e finos da superfície de aparas de desossa.
deverão ser coletadas amostras de aparas de desossa da carne de cabeça, estômago ou intestino.
Segundo o Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal são alterações na planta de um estabelecimento registrado ou relacionado que requerem análise prévia do projeto pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (DIPOA):
ampliação da sede da Inspeção Federal.
alteração do fluxo de funcionários.
reforma no setor de manutenção.
ampliação da área de descanso.
ampliação do refeitório.
A AGEVISA (Agência Estadual de Vigilância Sanitária de Rondônia) possui ações de vigilância em saúde destinadas ao controle de quirópteros devido a sua importância para a Saúde Pública. É uma doença zoonótica transmitida por quirópteros a:
dengue.
raiva.
febre amarela.
hantavirose.
doença de Creutzfeldt-Jacob.
Em relação ao teste para o diagnóstico da Anemia Infecciosa Equina – A.I.E, conforme preconizado pela Legislação - Instrução Normativa N.° 45, 15 de junho de 2004, a confirmação desta doença é possível através da coleta de amostras de sangue e submissão ao teste de:
Fixação de complemento.
Polarização fluorescente.
Imunodifusão em ágar-gel.
Imunofluorescência direta.
Polarização de complemento.
Analise as assertivas e assinale a alternativa que corresponde à zoonoses de notificação obrigatória.
I. Botulismo.
II. Doença de Chagas.
III. Hantavirose.
IV. Tuberculose.
Apenas I e II está correta.
Apenas I, II e IV estão corretas.
Apenas II, III e IV estão corretas.
Todas estão corretas.
Leia as afirmativas a seguir:
I. A Leptospirose é uma zoonose que ocorre apenas na América do Sul e que acomete o ser humano, animais domésticos e silvestres. Embora se trate de uma doença amplamente disseminada, a mesma não possui relevância como problema econômico ou de saúde pública e, por isso, não é de notificação obrigatória.
II. A ração balanceada é a quantidade de alimentos calculada para fornecer uma quantidade inferior aos requisitos nutricionais mínimos conhecidos para os animais, sem considerar as diferentes fases de sua vida.
Marque a alternativa CORRETA:
As duas afirmativas são verdadeiras.
A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
As duas afirmativas são falsas.
A Instrução Normativa MAPA Nº 47, de 18 de junho de 2004, aprova o regulamento técnico do Programa Nacional de Sanidade Suídea – PNSS, a qual preconiza a Certificação de Granjas de Reprodutores Suídeos, para a comercialização e distribuição, no Território Nacional, de suídeos destinados à reprodução, assim como a sua participação em exposições, feiras e leilões, somente serão permitidas àqueles procedentes de Granjas de Reprodutores Suídeos Certificadas (GRSC). Em relação aos níveis sanitários, as granjas para obterem suas certificação deverão ser livres de:
Peste suína clássica, Doença de Aujeszky, Botulismo, Tuberculose, Sarna e somente controlada para leptospirose.
Peste suína africana, Doença de Aujeszky, Brucelose, Tuberculose, Sarna e livre ou controlada para leptospirose.
Peste suína clássica, Doença de Aujeszky, Brucelose, Tuberculose, Sarna e livre ou controlada para leptospirose.
Peste suína africana, Doença de Aujeszky, Brucelose, Tuberculose, Sarna e somente controlada para leptospirose.
Peste suína clássica, Doença de Aujeszky, Brucelose, Coccidiose, Sarna e livre ou controlada para Leptospirose.
Conforme Instrução Normativa nº 33, de 24 de agosto de 2016 do MAPA, se houver medida fitossanitária a ser cumprida em cultura perene, o prazo de inscrição da Unidade de Produção (UP), antes da adoção da primeira medida, será de:
10 dias.
15 dias.
20 dias.
25 dias.
30 dias.