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Na rotina de um hospital público, o Assistente Administrativo (Hospitalar) auxilia a chefia do setor no acompanhamento das atividades diárias, contribuindo para a organização dos serviços e o cumprimento das metas estabelecidas. Em determinado período, foram definidas prioridades de atendimento, distribuídas tarefas entre os servidores, orientada à equipe durante a execução e, ao final, avaliados os resultados alcançados para correção de falhas. À luz das funções administrativas, assinale a alternativa CORRETA.
A distribuição de tarefas é atividade restrita ao controle administrativo.
A definição de prioridades corresponde exclusivamente à função de direção.
A avaliação de resultados não integra o processo administrativo formal.
As atividades descritas correspondem às funções de planejamento, organização, direção e controle.
As atividades descritas caracterizam apenas a função de controle, sem relação com as demais funções administrativas.
Durante uma emergência, um surto de dengue, o diretor de um hospital público determinou a compra emergencial de medicamentos e materiais hospitalares sem realizar licitação prévia, justificando a medida pela urgência em garantir o atendimento à população.
Com base nos princípios da legalidade e da eficiência, analise a conduta do gestor e assinale a alternativa correta.
O gestor agiu de forma ilegal, pois a dispensa de licitação nunca é admitida, ainda que em emergências.
A decisão do diretor é compatível com os princípios da legalidade e da eficiência, pois a ação seguiu previsão legal e buscou garantir a continuidade do serviço público.
A conduta é contrária à eficiência, pois todo procedimento de compra deve seguir o trâmite comum de licitação, mesmo em caso de urgência.
O ato é ilegal, pois o princípio da legalidade impede qualquer exceção ao processo licitatório.
Os princípios básicos da administração são aplicados a diversos contextos como na área industrial, serviços, comércio e hospitalar. Analise as afirmações abaixo sobre os princípios básicos da administração aplicados a hospitais:
I.A aplicação do princípio da divisão do trabalho em hospitais visa especializar as funções para aumentar a qualidade e a eficiência no atendimento ao paciente.
II.Nos hospitais, o princípio da unidade de comando é essencial para evitar conflitos de autoridade, garantindo que cada colaborador responda a apenas um superior direto.
III.A centralização total das decisões nos altos escalões administrativos é o princípio mais eficaz para garantir a eficiência operacional em hospitais.
Após análise, assinale a alternativa correta.
Apenas os itens I e II estão corretos.
Apenas o item I está correto.
Apenas os itens I e III estão corretos.
Apenas os itens II e III estão corretos.
Os itens I, II e III estão corretos.
No contexto da administração hospitalar, o gerenciamento de causas está diretamente relacionado ao(à):
Realização exclusiva de auditorias financeiras.
Identificação e análise de falhas nos processos assistenciais e administrativos.
Supervisão do estoque de materiais hospitalares.
Treinamento de profissionais apenas para operar equipamentos.
Fiscalização da estrutura predial do hospital.
Sobre a escala 12x36, frequentemente utilizada em hospitais, analise as assertivas a seguir:
I. A escala de 12 horas de trabalho seguidas prevê 36 horas de descanso ininterruptas.
II. O intervalo para repouso e alimentação é facultativo, e não prevê indenização caso não seja feito.
III. Pode ser feita mediante acordo individual escrito, convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas III.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
I, II e III.


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A Teoria U, desenvolvida por Otto Scharmer, do MIT, propõe um conjunto de princípios e práticas para transformação organizacional profunda, com aplicações crescentes em serviços de saúde. Considerando essa abordagem e suas implicações para as relações humanas no trabalho interdisciplinar em saúde, analise as afirmativas a seguir:
I.O processo de "suspender padrões de julgamento" permite que profissionais de formações distintas desenvolvam um campo social de escuta generativa, transcendendo os limites epistemológicos de suas especialidades para a construção de soluções integradas.
II.A prática do "sensing" institucional manifesta-se quando gestores e equipes desenvolvem a capacidade de perceber o sistema a partir de múltiplas perspectivas, incluindo a dos usuários mais vulneráveis e identificando pontos cegos organizacionais não detectáveis por indicadores convencionais.
III.O "presencing" coletivo ocorre quando equipes multiprofissionais, ao enfrentarem desafios complexos, conseguem conectar-se com sua fonte mais profunda de propósito e conhecimento, emergindo daí protótipos inovadores de cuidado que integram diferentes saberes técnicos.
IV.A inteligência relacional contemplada na Teoria U depende primariamente de competências individuais preexistentes, sendo pouco influenciada pelos campos sociais e pelas estruturas organizacionais em que ocorrem as interações profissionais.
É correto o que se afirma em:
IV, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III, apenas.
I e IV, apenas.
I, II, III e IV.
Qual dos fatores abaixo deve ser prioritariamente considerado na elaboração da escala de trabalho de profissionais da saúde em hospitais?
Preferência pessoal do gestor da unidade.
Rotatividade máxima entre todos os profissionais.
Legislação trabalhista e limites de carga horária.
Necessidade de ampliar tempo de descanso entre os plantões.
Vontade exclusiva dos profissionais sobre os turnos desejados.
Em uma sala de cirurgia, a organização dos equipamentos móveis e a disposição dos profissionais devem ser cuidadosamente planejadas para otimizar o fluxo de trabalho e garantir a eficiência do procedimento.
Para cirurgias de grande porte, que exigem uma equipe multidisciplinar composta por cirurgião, anestesista e enfermeiros, além de equipamentos de monitoração distribuídos ao redor da mesa cirúrgica onde o paciente está disposto, o arranjo físico mais adequado é do tipo
celular.
por processo.
por produto.
posicional.
funcional.
A tabela a seguir mostra um trecho dos itens que compõem uma unidade funcional de um hospital.

Esta unidade funcional é
a internação.
o apoio administrativo.
o atendimento imediato.
o atendimento ambulatorial.
o apoio ao diagnóstico e terapia.
Segundo Correa (2013), a hotelaria hos pitalar envolve:
segurança orgânica.
hospitalidade.
auxílio seguridade.
seguro de vida.
risco cirúrgico.


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Segundo Correa (2013), quando se fala em humanização, faz-se referência a uma série de fatores. Segurança, acessibilidade, flexibilidade e conforto são premissas básicas que vão de encontro às necessidades do paciente. Por isso a importância das cores e da decoração, juntamente com as condições mínimas exigidas pela ANVISA para um espaço hospitalar adequado. Assim, assinale a opção que apresenta corretamente esse fator.
Segurança.
Pessoal.
Administração.
Processo de atendimento.
Arquitetura hospitalar.
Segundo Correa (2013), como é denominada a introdução de técnicas, procedimentos e serviços que visem ao benefício, tanto de origem social e físico quanto emocional e psicológica, tanto do paciente quanto de familiares?
Cultura organizacional.
Hotelaria hospitalar.
Recurso financeiro.
Acreditação.
Administração hospitalar.
Segundo Correa (2013), como é denominada a organização não governamental de direito privado sem fins lucrativos e de interesse coletivo, sendo a área de atuação nacional, representada por instituições credenciadas para avaliar e certificar as instituições de saúde?
Organização Nacional de Acreditação (ONA).
Ministério da Saúde (MS).
Resolução da Diretoria Colegiada (RDC).
Organização Nacional de Saúde (ONS).
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
De acordo com Mauriz et al. (2012), uma das principais funções na gestão financeira em hospitais é o faturamento hospitalar.
Com base no que afirma os autores, assinale a alternativa correta.
O faturamento deve instituir fortemente objetivos setoriais comuns a parte de seus colaboradores internos para evitar a evasão de receitas.
A avaliação registrada em prontuários das atividades realizadas por especialidades constitui um instrumento vital à gestão da instituição de saúde.
O processo de faturamento deve possuir instrumentos rigorosos e eficazes de controle a partir do final da prestação de serviços.
A cobrança de materiais e medicamentos utilizados constitui um tipo de evasão de receita operacional no faturamento.
Para as afirmativas abaixo a respeito da administração hospitalar, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) O Plano de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde deve constar a proibição do acondicionamento e o armazenamento, a fim de diminuir os riscos de contaminação.
( ) O aumento do giro dos leitos tem impacto direto nas receitas e custos operacionais do hospital, pois aumenta as receitas.
( ) O prontuário do paciente é utilizado por diversos profissionais nas áreas médica, administrativa e jurídica.
As afirmativas são, respectivamente,
F – V – V.
F – V – F.
V – V – F.
V – F – V.


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Segundo Chioro et al (2021) in Santos e Pinto (2021), uma característica marcante da rede hospitalar brasileira é a presença de Hospitais de Pequeno Porte (HPP) sendo que cerca de 60% dos hospitais brasileiros têm menos de 50 leitos e quase 40% dos hospitais brasileiros têm 20 leitos ou menos. Para os autores, o investimento em HPP:
deu-se depois do advento e da compreensão mais recente quanto às vantagens competitivas (eficiência) do que se convencionou chamar de hospital ancilar, que se caracteriza por concentrar tecnologias, deter conhecimentos específicos, estar tripulado por equipes especializadas com as melhores curvas de aprendizagem, ser capaz de induzir maiores escalas produtivas e melhor relação custo-efetividade.
deu-se depois do advento e da compreensão mais recente quanto às vantagens competitivas (eficiência) do que se convencionou chamar de hospital ancilar, que se caracteriza por concentrar tecnologias, deter conhecimentos específicos, estar tripulado por equipes especializadas com as melhores curvas de aprendizagem, ser incapaz de induzir maiores escalas produtivas e melhor relação custo-efetividade.
deu-se antes do advento e da compreensão mais recente quanto às vantagens competitivas (eficiência) do que se convencionou chamar de hospital moderno, que se caracteriza por concentrar tecnologias, deter conhecimentos específicos, estar tripulado por equipes especializadas com as melhores curvas de aprendizagem, ser capaz de induzir maiores escalas produtivas e melhor relação custo-efetividade.
deu-se depois do advento e da compreensão mais recente quanto às vantagens competitivas (eficiência) do que se convencionou chamar de hospital ancilar, que se caracteriza por desconcentrar tecnologias, deter conhecimentos específicos, estar tripulado por equipes especializadas com as melhores curvas de aprendizagem, ser incapaz de induzir maiores escalas produtivas e melhor relação custo-efetividade.
deu-se antes do advento e da compreensão mais recente quanto às desvantagens competitivas (eficiência) do que se convencionou chamar de hospital moderno, que se caracteriza por desconcentrar tecnologias, erodir conhecimentos específicos, estar tripulado por equipes especializadas com as melhores curvas de ajuste instantâneo, ser capaz de reduzir as escalas produtivas e a relação custo-efetividade.
Segundo Chioro et al (2021) in Santos e Pinto (2021), “O campo da gestão hospitalar enfrenta a racionalização crescente das práticas médico-hospitalares. Hospitais públicos e privados são cada vez mais parecidos e se transformam em hospitais empresa, integrados, cada vez mais, às atividades econômicas globais e suscetíveis a avaliação de custo-benefício. Como já indicava Carapinheiro (1998), são peças centrais do complexo médicoindustrial, atravessados por estratégias das indústrias de medicamento e equipamentos...”. Sendo assim, as decisões cruciais para a vida do hospital são:
detonadas em órgãos e estâncias externos. Submetidos à automação e informatização crescente, terceirização de serviços e o deslocamento da relação médico-paciente para médico-organização, com especialização crescente da prática médica, hierarquizada entre especialidades e novas interdependências técnicas e funcionais.
tomadas em órgãos e instâncias externos. Submetidos à automação e informatização decrescente, primarização de serviços e o deslocamento da relação médico-paciente para médico-organização, com especialização crescente da prática médica, hierarquizada entre especialidades e novas interdependências técnicas e funcionais.
tomadas em órgãos e instâncias externos. Submetidos à automação e informatização decrescente, primarização de serviços e o deslocamento da relação médico-paciente para médico-organização, com especialização decrescente da prática médica, hierarquizada entre especialidades e novas interdependências técnicas e funcionais.
tomadas em órgãos e instâncias externos. Submetidos à automação e informatização decrescente, terceirização de serviços e o deslocamento da relação médico-paciente para médico-organização, com especialização decrescente da prática médica, hierarquizada entre especialidades e antigas interdependências técnicas e funcionais.
tomadas em órgãos e instâncias externos. Submetidos à automação e informatização crescente, terceirização de serviços e o deslocamento da relação médico-paciente para médico-organização, com especialização crescente da prática médica, hierarquizada entre especialidades e novas interdependências técnicas e funcionais.
Neri e Pinto (2021) in Santos e Pinto (2021) a partir de MENDES (2011, p. 82) definem “as RAS como organizações poliárquicas de conjuntos de serviços de saúde, vinculados entre si por uma missão única, por objetivos comuns e por uma ação cooperativa e interdependente que permite ofertar uma atenção contínua e integral a determinada população, coordenada pela atenção primária à saúde – prestada no tempo certo, no lugar certo, com o custo certo, com a qualidade certa, de forma humanizada e com equidade – e com responsabilidades sanitária e econômica e gerando valor para a população”. Neste sentido, a expressão “gerando valor para a população” remete à necessidade de:
um sistema de saúde que gere qualidade no resultado prometido à população, num sentido que ultrapassa a utilidade individual do cuidado ao usurário para a perspectiva de um envoltório de resultados que contemple a comunidade.
um sistema sanitário que gere qualidade no resultado prometido à população, num sentido que ultrapassa a utilidade individual do cuidado ao usurário para a perspectiva de um envoltório de resultados que contemple a comunidade.
um sistema de saúde que gere qualidade no resultado entregue à população, num sentido que ultrapassa a efetividade individual do cuidado ao usuário para a perspectiva de um somatório de resultados que contemple a comunidade.
um sistema sanitário que gere quantidade no resultado prometido à população, num sentido que ultrapassa a utilidade individual do cuidado ao usurário para a perspectiva de um envoltório de resultados que contemple a comunidade.
um sistema de saúde que gere qualidade no resultado entregue à população, num sentido que descasa a efetividade individual do cuidado ao usuário da perspectiva de um somatório de resultados que contemple o mercado.
Informados por BELTRAMMI;CAMARGO (2017) os autores Chioro et al (2021) in Santos e Pinto (2021) afirmam que em tempos de necessária reflexão sobre o futuro dos sistemas públicos e universais de saúde, não é recomendável negligenciar as ideias-força observadas em experiências como a britânica, especialmente aquelas que fazem mais sentido para o contexto brasileiro; algumas dessas ideias seriam:
a centralidade no usuário; a desconexão viva entre o hospital e a rede de atenção à saúde; o acesso aos cuidados em tempo inoportuno; a formação de capacidades humanas para a saúde na lógica das necessidades vigentes; a produção de autonomia para que os indivíduos sejam sujeitos de seu próprio cuidado; a clínica ampliada baseada em evidência para o melhor cuidado; a incorporação tecnológica guiada pelo mercado dentre outras.
a centralidade no mercado; a desconexão viva entre o hospital e a rede de atenção à saúde; o acesso aos cuidados em tempo inoportuno; a formação de capacidades humanas para a saúde na lógica das necessidades vigentes; a produção de autonomia para que os indivíduos sejam sujeitos de seu próprio cuidado; a clínica ampliada baseada em evidência para o melhor cuidado; a incorporação tecnológica guiada pelo mercado dentre outras.
a centralidade no mercado; a desconexão viva entre o hospital e a rede de atenção à saúde; o acesso aos cuidados em tempo inoportuno; a formação de capacidades humanas para a saúde na lógica do mercado; a produção de autonomia para que os indivíduos sejam sujeitos de seu próprio cuidado; a clínica reduzida baseada em evidência para o melhor cuidado; a incorporação tecnológica guiada pelo mercado dentre outras.
a centralidade no usuário; a conexão viva entre o hospital e a rede de atenção à saúde; o acesso aos cuidados em tempo oportuno; a formação de capacidades humanas para a saúde na lógica das necessidades vigentes; a produção de autonomia para que os indivíduos sejam sujeitos de seu próprio cuidado; a clínica ampliada baseada em evidência para o melhor cuidado; a incorporação tecnológica guiada por necessidades e não pelas induções assimétricas do mercado dentre outras.
a centralidade no mercado; a desconexão viva entre o hospital e a rede de atenção à saúde; o acesso aos cuidados em tempo inoportuno; a formação de capacidades humanas para a saúde na lógica do mercado; a produção de isolamento; a clínica ampliada baseada em evidência para o melhor cuidado; a incorporação tecnológica guiada pelo mercado dentre outras.
Gestores de hospitais precisam analisar e interpretar indicadores de qualidade assistenciais e gerenciais para fundamentar sua tomada de decisão. Assinale a alternativa que reflete uma interpretação correta, de acordo com o tipo e a finalidade do indicador.
Quanto maior a taxa de absenteísmo-doença, são mais eficazes as políticas de saúde do trabalhador.
Quanto maior a média de permanência, melhor o desempenho do fluxo de admissões e altas.
Quanto menor o turnover de leitos, melhor o faturamento por internações.
Quanto maior o turnover de leitos, melhor o faturamento por internações.
Quanto menor a média de permanência, pior o desempenho do fluxo de admissões e altas.


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