

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A respeito da evolução histórico-jurídica da responsabilidade civil do Estado, assinale a opção correta.
Segundo a concepção absolutista, a responsabilidade civil do Estado tinha base em relação paritária entre as pessoas e o Estado, o que permitia a responsabilização do Estado pela doutrina do risco integral.
A fase da responsabilidade objetiva do Estado teve por base as doutrinas civilistas surgidas na França, com forte influência na conceituação dos atos da administração em atos de império e atos de gestão.
A fase da publicização da culpa administrativa foi uma fase que antecedeu a doutrina da irresponsabilidade administrativa do Estado.
A atual fase da responsabilidade objetiva do Estado foi materializada como nova concepção com o julgamento do caso Blanco em 1873, na França, quando somente as regras de direito público foram aceitas para a solução do caso, porquanto o Estado aparecia como causador de dano a administrado.
Marque a alternativa INCORRETA.
Os chamados atos "discricionários", ou atos praticados no exercício de competência discricionária, seriam os atos que a administração pratica com certo grau de liberdade de avaliação ou decisão, segundo critérios de oportunidade e conveniência formuladas por ela mesma, ainda que adstrita à lei reguladora da expedição desses atos.
Os bens públicos podem ser classificados, de acordo com o critério da destinação ou afetação, em bens de uso comum do povo, de uso especial e dominicais.
No que se refere à responsabilidade civil da Administração Pública no direito brasileiro, vigora a teoria subjetiva do risco integral, para atos comissivos dos agentes públicos (art.37, § 6º da CF/88), e a teoria objetiva, para atos omissivos dos agentes públicos.
A presunção de legitimidade é atributo do ato administrativo.
O direito administrativo se delineia com esteio na supremacia do interesse público sobre o privado e na indisponibilidade, pela Administração, dos interesses públicos.
Na hipótese considerada, não compete ao Estado entrar com ação de regresso, pois o agente público agiu com culpa e só caberia ação de regresso se houvesse dolo.
Sobre a responsabilidade civil da Administração, assinale a afirmativa falsa.
A responsabilidade decorre de ato comissivo ou omissivo, culposo ou doloso.
A obrigação do servidor em reparar o dano estende-se a seus sucessores, até o limite do valor da herança.
Tratando-se de dano causado a terceiro, o servidor responderá mediante denunciação à lide.
A responsabilidade objetiva pode abranger ações de agentes de empresas privadas, desde que concessionárias de serviços públicos.
É possível a responsabilidade do Estado por ato jurisdicional.
Analise os itens a seguir:
I- Os bens de domínio público do Estado abrangem os bens de uso comum do povo, os bens de uso especial e os bens dominicais.
II- Desafetação é o fato ou manifestação de vontade do poder público mediante a qual o bem do domínio público é incorporado ao domínio privado, do Estado ou do administrado.
III- A responsabilidade civil do Estado é objetiva, levando à obrigação de indenizar mesmo quando inexistente o nexo de causalidade entre a conduta do agente público e o dano causado.
IV- A intervenção do Estado no domínio econômico se dá, principalmente, por meio do monopólio, da repressão ao truste e a formação de cartéis, do controle do abastecimento e tabelamento de preços e da criação de paraestatais.
Assinale a afirmativa correta:
Apenas os itens II e IV estão corretos.
Os itens I, III e IV estão incorretos.
Apenas o item III está incorreto.
Apenas os itens I e III estão corretos.
EM MATÉRIA DE RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO:
somente as alternativas I e II estão corretas.
somente as alternativas I, III e IV estão corretas.
todas as alternativas estão corretas.
todas as alternativas estão incorretas.
A responsabilidade objetiva do Estado, em última análise, resulta na obrigação de indenizar, quem tenha sido vítima de algum procedimento ou acontecimento, que lhe produza alguma lesão, na esfera juridicamente protegida, para cuja configuração sobressai relevante haver
ausência de culpa do paciente.
culpa ou dolo do agente causador.
nexo causal entre aquele comportamento e o dano causado.
prova de ilicitude desse acontecimento danoso.
prova de falta ou deficiência do serviço que causou o dano.
No caso de responsabilidade civil do Estado, por dano causado a outrem, cabe ação regressiva, contra o agente causador, que tenha agido culposa ou dolosamente, mas constitui requisito essencial para tanto, ter havido
ajuizamento de ação pelo paciente, cobrando indenização do dano.
condenação do Estado a indenizar o paciente.
reconhecimento de culpa ou dolo, por parte do agente.
prova produzida pelo paciente, de culpa ou dolo do agente.
recusa do agente em assumir o ônus da reparação desse dano.
A responsabilidade objetiva, incidente quanto às pessoas de direito público, estende-se, entre outros casos, nos termos da Constituição Federal,
A responsabilidade civil do Estado por danos causados a terceiros é:
inexistente, porque o Estado pode, na tutela do interesse público, restringir os direitos de particulares que a ele se oponha.
objetiva em face dos danos causados por atos comissivos de seus agentes, mas passível de atenuação quando houver culpa da vítima.
subjetiva em face dos atos praticados por seus agentes no exercício de sua função, sendo sempre necessária a comprovação de culpa do agente público que praticou o ato causador do dano.
objetiva diante de atos comissivos ou omissivos de seus agentes, devendo o Estado responder independentemente de culpa pela omissão na prestação de serviços públicos.
inexistente quando a vítima do dano for servidor público, que não é terceiro em relação à pessoa jurídica de direito público
Caio, servidor público federal efetivo e regularmente investido na função pública, motorista da Presidência da República, ao dirigir carro oficial em serviço, dorme ao volante e atropela uma pessoa que atravessava, prudentemente, em uma faixa de pedestres em Brasília, ferindo-a. Considerando essa situação hipotética e os preceitos, a doutrina e a jurisprudência da responsabilidade civil do Estado, assinale a única opção correta.
No âmbito de ação indenizatória pertinente e após o seu trânsito em julgado, Caio nunca poderá ser responsabilizado, regressivamente, caso receba menos de dois salários mínimos.
Caso Caio estivesse transportando material radioativo, indevidamente acondicionado, que se propagasse no ar em face do acidente, o Estado só poderia ser responsabilizado pelo dano oriundo do atropelamento.
Na teoria do risco administrativo, há hipóteses em que, mesmo com a responsabilização objetiva, o Estado não será passível de responsabilização.
A obrigação de reparar o dano
é personalíssima e não se estende em nenhuma hipótese aos sucessores do servidor.
estende-se aos sucessores e contra eles será executada até o limite do valor da herança recebida.
estende-se aos sucessores e contra eles será executada ainda que exceda o valor da herança recebida.
estende-se aos sucessores do servidor somente se for decorrente de ato comissivo doloso.
estende-se aos sucessores do servidor somente se for decorrente de ato omissivo ou comissivo culposo.
Responsabilidade civil da Administração.
Conduta comissiva ou omissiva, independentemente da licitude do comportamento funcional, pode gerar a responsabilização da administração pública.