

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Supondo-se que, antes mesmo dos fatos narrados, Fábio tivesse alugado para Márcio um imóvel em prédio urbano e que este lhe devesse aluguéis vencidos até dezembro de 2016, seria cabível que Fábio tivesse cobrado, em 6/1/2020, tais aluguéis vencidos.
Certo
Errado
A declaração feita pelo devedor de que apresentará proposta de pagamento do débito não implica renúncia tácita à prescrição.
Certo
Errado
Decorridos dois terços do prazo prescricional relativo a aluguéis de prédios urbanos contra uma pessoa, advindo sua morte e ocorrendo hipótese de suspensão do prazo, para configurar a prescrição, restará contra o seu sucessor, cessada a causa suspensiva, o prazo de
1 ano.
2 anos.
5 anos.
3 anos.
4 anos.
Decadência é a perda da possibilidade de exigir um direito em juízo, em razão do falecimento de seu titular.
Certo
Errado
No que se refere ao tema da prescrição no Direito Civil, assinale a alternativa incorreta.
Os prazos de prescrição não podem ser alterados por acordo das partes
A prescrição pode ser alegada em qualquer grau de jurisdição, pela parte a quem aproveita
A prescrição iniciada contra uma pessoa continua a correr contra o seu sucessor
A exceção prescreve em prazo diverso ao da pretensão
ABC é um hotel situado na capital do estado no qual Jaqueline ficou hospedada por dez noites e não efetuou o pagamento relativo à sua hospedagem, apesar de ter assinado contrato de hospedagem assinado por duas testemunhas. Devido a uma confusão na contabilidade, a falta do pagamento só foi verificada dez meses após os fatos, momento no qual o hotel ABC decidiu propor ação de execução em face de Jaqueline. Passado um mês, Jaqueline foi citada.
Diante da situação hipotética, é correto afirmar que o despacho do juiz que ordenou a citação de Jaqueline
fez com que ela fosse constituída em mora, impedindo a prescrição.
não é capaz de suspender a prescrição, uma vez que deve ser declarada de ofício.
foi indiferente, uma vez que pretensão do hotel já estava prescrita.
é causa de suspensão da prescrição, sendo certo que a suspensão somente poderá ocorrer uma única vez.
é causa de interrupção da prescrição, sendo certo que a prescrição recomeçará a correr da data do ato que a interrompeu.
No dia do aniversário de dezessete anos de Pedro, seu pai, Carlos, após uma briga entre eles durante a comemoração, destruiu o videogame do filho, comprado com a mesada que este recebia de sua avó. Indignado com a situação, Pedro buscou, alguns meses depois, auxílio para ajuizar uma ação de reparação de danos morais e materiais em desfavor de seu genitor.
Considerando-se essa situação hipotética, é correto afirmar, à luz do Código Civil, que o prazo prescricional para o ajuizamento, por Pedro, da referida demanda, em desfavor de Carlos, é de
três anos, a contar do evento danoso.
dois anos, a contar da data do evento danoso.
dois anos, a contar da data em que Pedro completar dezoito anos.
um ano, a contar do evento danoso.
três anos, a contar da data em que Pedro completar dezoito anos.
Em janeiro de 2020, João, com 70 anos de idade, foi vítima de estelionato praticado por José. A ação penal foi oferecida pelo Ministério Público (MP) sem a representação de João, motivo pelo qual o juízo criminal extinguiu a ação penal, com base no inciso IV do § 5.º do art. 171 do Código Penal, alegando ilegitimidade do MP.
Nessa situação hipotética, tendo a sentença penal transitado em julgado em janeiro de 2021, João poderá ingressar em juízo para obter a reparação civil do dano até janeiro de
2023, haja vista o prazo prescricional de 3 anos, a contar da ocorrência do evento danoso.
2025, em razão do prazo prescricional de 5 anos, a contar da ocorrência do evento danoso.
2023, em razão do prazo prescricional de 2 anos, a contar do trânsito em julgado da sentença penal.
2024, visto que o prazo prescricional de 3 anos começa a fluir do trânsito em julgado da sentença penal.
2026, visto que o prazo prescricional de 5 anos começa a fluir do trânsito em julgado da sentença penal.
Acerca do instituto da prescrição, assinale a opção correta.
Os prazos de prescrição podem ser alterados por acordo entre as partes.
A renúncia da prescrição somente ocorre de forma expressa.
A prescrição pode ser alegada em qualquer grau de jurisdição pela parte a quem aproveita.
A interrupção da prescrição poderá ocorrer diversas vezes durante o processo.
O prazo para a prescrição da pretensão de cobrança de dívidas líquidas é de dez anos.
Acerca do instituto da decadência, assinale a opção correta.
Aplicam-se à decadência as normas que interrompem a prescrição.
A decadência convencional pode ser alegada pela parte a quem aproveita, em qualquer grau de jurisdição.
É válida a renúncia à decadência fixada em lei.
O juiz não deve reconhecer de ofício a decadência estabelecida em lei.
O juiz pode suprir a alegação da decadência convencional quando não alegada pela parte.
Em decorrência dos gastos hospitalares despendidos após sofrer atropelamento, a pessoa que sofreu o acidente pretende ajuizar ação contra o condutor. Este, ao pisar no freio, não conseguiu parar o veículo, apesar de ter retirado o carro da oficina mecânica poucos minutos antes do infortúnio, para justamente consertar um problema de frenagem. Tal fato despertou seu interesse em processar o dono da oficina pela falha na prestação do serviço. Os respectivos prazos prescricionais para a exigibilidade das pretensões da vítima do acidente e do motorista, pela via judicial são de:
3 anos para ambos: vítima e condutor.
10 anos para ambos: vítima e condutor.
3 anos para a vítima e 10 anos para o motorista.
10 anos para a vítima e 3 anos para o motorista.
João Carlos, médico, foi excluído dos quadros de uma sociedade cooperativa médica, sob o argumento de que desrespeitou alguns preceitos contratuais. Irresignado com a referida exclusão, João, promoveu determinada demanda, objetivando o reconhecimento da nulidade do ato administrativo, bem como a reparação de danos materiais e morais. Acontece que a sociedade cooperativa arguiu como matéria defensiva a prescrição, tendo em vista o decurso do prazo de três anos. Dessa forma, seguindo o entendimento do STJ, o prazo prescricional alusivo ao inadimplemento contractual é de:
2 anos.
5 anos.
4 anos.
10 anos.
3 anos.
Paula firmou negócio jurídico com Diogo em 20/1/2014. Nessa data, as partes assinaram contrato de compra e venda de um veículo automotor pelo valor de R$ 90 mil. No contrato escrito, Paula se comprometeu a pagar a Diogo esse em 10 parcelas de R$ 9 mil, de modo que cada uma das parcelas teria como vencimento o dia 10 de cada mês, tendo sido o início do adimplemento fixado para 10/2/2014. Contudo, após o pagamento de quatro parcelas, Paula ficou desempregada e entrou em crise financeira, o que resultou no inadimplemento das demais prestações. Como Diogo conhecia Paula e não precisava do dinheiro naquele momento, resolveu protelar a cobrança da dívida. Após alguns anos, vislumbrando que não receberia o valor de forma amigável, Diogo, em 15/8/2021, protocolou ação judicial para cobrar de Paula o valor remanescente.
Com relação a essa situação hipotética, é correto afirmar que, segundo as regras de prescrição e decadência e o entendimento do STJ, a cobrança de valores oriundos de responsabilidade contratual deve ser feita no prazo
prescricional de três anos após a data do inadimplemento, razão pela qual o pleito de Diogo não prosperará.
prescricional de cinco anos após a data do inadimplemento, razão pela qual o pleito de Diogo não prosperará.
prescricional de dez anos, razão pela qual o pleito de Diogo poderá prosperar.
geral de vinte anos, razão pela qual o pedido de Diogo poderá prosperar.
decadencial de dez anos, razão pela qual o pleito de Diogo poderá prosperar.
Determinada pessoa, após sofrer danos decorrentes de um acidente em seu equipamento eletrônico, utilizado para fins profissionais, requereu à seguradora, com a qual fizera a cobertura de riscos relativos ao bem, o pagamento da indenização prevista na apólice. Passados seis meses obteve negativa sob a alegação que o evento causador da avaria do equipamento não constava como hipótese concessiva da cobertura ajustada. Transcorridos nove meses dessa resposta o consumidor ingressa com ação judicial contra a seguradora, cuja citação ocorreu cinco meses após o ajuizamento da demanda, por questões administrativas do Tribunal. Em sua defesa, a empresa alegou que o pleito estaria prescrito, tendo em vista que prazo prescricional para exercício de qualquer pretensão do segurado em face do segurador é ânuo. Considerando o caso hipotético, assinale a afirmativa correta.
Não se operou a prescrição, pois o prazo para ingresso da ação indenizatória é de três anos.
Operou-se a prescrição tendo em vista que a seguradora só fora citada após um ano da ocorrência do sinistro.
Operou-se a prescrição, uma vez que o termo inicial para o ajuizamento da ação é contado a partir da data do sinistro.
Não se operou a prescrição, pois a ciência do segurado sobre a recusa da cobertura securitária é o termo inicial do prazo prescricional.
Se a decadência for convencional, a parte a quem aproveita somente pode alegá-la até a decisão de primeira instância, mas o Poder Judiciário pode reconhecê-la, de ofício, a qualquer tempo.
Certo
Errado
Os prazos de prescrição podem ser alterados por acordo das partes, e a renúncia da prescrição pode ser expressa ou tácita.
Certo
Errado
Renato vendeu seu automóvel para Cláudio pelo valor de R$ 30.000,00 a ser pago na data da efetiva entrega do bem. A tradição do bem ocorreu, mas Cláudio não efetuou o pagamento na data avençada. Por ser amigo de Cláudio, Renato tolerou o inadimplemento por muito tempo. Quando consultou um advogado, descobriu que o prazo para deduzir a sua pretensão em juízo já havia terminado. Posteriormente a esse fato, Cláudio reconheceu o débito e pediu a Renato a prorrogação do prazo para pagamento da dívida.
Nesse caso, com relação à prescrição, ocorreu:
renúncia;
interrupção;
suspensão;
impedimento.
Com fundamento no Código Civil brasileiro, assinale a alternativa correta a respeito da prescrição e da decadência.
Prescreve em três anos a pretensão do vencedor para haver do vencido o que despendeu em juízo.
Salvo disposição legal em sentido contrário, aplicam-se à decadência as normas que impedem, suspendem ou interrompem a prescrição.
Como regra, a interrupção da prescrição por um credor aproveita aos demais credores.
A prescrição interrompida recomeça a correr da data do ato que a interrompeu, ou do último ato do processo para a interromper.
Os prazos de prescrição poderão ser alterados por acordo das partes, mediante negócio jurídico processual.
A respeito da perda da pretensão do titular de um direito subjetivo que não o exerce em determinado lapso temporal, é correto afirmar que é hipótese que impede ou suspende a sua consumação
a ausência do país em virtude do exercício de atividade profissional.
ao longo da duração do poder familiar em relações envolvendo ascendentes e descendentes.
a vigência de sociedade conjugal ainda que separada de fato por um longo período.
a prestação de serviço nas Forças Armadas.
a incapacidade relativa.
A prescrição
não pode ser interrompida.
não admite renúncia, expressa ou tácita.
pode ser renunciada apenas expressamente, antes ou depois de se consumar.
pode ser renunciada expressa ou tacitamente, mas apenas depois de se consumar.
pode ser interrompida apenas uma vez, não aproveitando a outros credores, ainda que solidários.