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O pagamento por consignação é meio conducente à exoneração do “solvens” impedido de efetuar um pagamento válido, podendo ainda ser utilizado para evitar que o pagamento seja feito a quem não tem direito sobre o crédito. Assim, são partes legitimadas ativas requerer a consignação do pagamento:
Apenas o devedor e o terceiro interessado.
Apenas o devedor, o terceiro interessado e o terceiro não interessado se o fizer em nome e por conta do devedor.
O credor, o devedor, o terceiro interessado, o terceiro não interessado, se o fizer em nome e por conta do devedor.
Apenas o credor, o devedor e o terceiro interessado.
Apenas o credor e o devedor.
Em relação ao Direito das Obrigações, assinale a alternativa correta:
Na obrigação de dar coisa certa, se a coisa se perder antes da tradição sem culpa do devedor, a obrigação fica resolvida para ambas as partes.
Nas obrigações de dar coisa incerta, antes da escolha, se ocorrer a perda ou deterioração da coisa, a obrigação se resolve.
É possível a compensação entre dívidas vencidas e a vencer.
Ocorre a confusão quando duas pessoas forem ao mesmo tempo credor e devedor uma da outra.
Nas obrigações de não fazer, incorre-se em mora
após regular notificação acerca da prática do ato cuja abstenção era exigível, delineando-se a mora ex persona.
somente após regular distribuição de ação em conflito de interesses processual.
a partir do momento em que se executa o ato de que deveria abster-se, independentemente de qualquer notificação, caracterizando-se a mora ex re.
somente após citação válida em sede de conflito de interesses processual.
Considere que João tenha contratado, pelo valor de R$ 1.000,00, Manoel para confeccionar um armário e que, no contrato, não tenha sido acordado o local para pagamento. Nessa situação, resta configurado um caso de dívida quérable e Manoel, portanto, só poderá ser constituído em mora após a provocação do credor.
EM TEMA DE OBRIGAÇÕES:
Tratando-se de cessão de crédito, os créditos impenhoráveis, por si sós, impedem que haja a transferência;
A cessão de contrato é também conhecida como novação subjetiva,porque o novo devedor – ou o novo credor -, sucede o antigo;
A ação de in rem verso visa compensar as perdas e danos sofridos em razão do enriquecimento sem causa;
O pagamento de divida prescrita constituise em verdadeira renúncia do favor da prescrição pelo devedor.
Émodalidade de extinção direta de dívida pecuniária:
pagamento.
dação em pagamento.
confusão.
compensação.
novação.
. Sobre o adimplemento e a extinção das obrigações, é correto afirmar:
Quando o pagamento for em quotas periódicas, a quitação da última não estabelece presunção de estarem solvidas as anteriores.
A confusão operada na pessoa do credor ou devedor solidário só extingue a obrigação até a concorrência da respectiva parte no crédito, ou na dívida, subsistindo quanto ao mais a solidariedade.
Efetuar-se-á o pagamento no domicílio do credor, salvo se as partes convencionarem diversamente, ou se o contrário resultar da lei, da natureza da obrigação ou das circunstâncias.
O terceiro não interessado, que paga a dívida em seu próprio nome, tem direito a reembolsar-se do que pagar e se sub-roga nos direitos do credor.
Na consignação em pagamento, enquanto o credor não declarar que aceita o depósito, ou não o impugnar, não poderá o devedor requerer o levantamento.
O meio de extinção de obrigações entre pessoas que são, simultaneamente, credor e devedor uma da outra denomina-se de
Confusão.
Novação.
Compensação.
Remissão.
Em relação ao direito das obrigações, assinale a opção correta.
Não tendo sido ajustada época para o pagamento, deve o credor notificar o devedor, dando-lhe prazo de trinta dias para efetuar o pagamento.
A mora ex re deriva de inadimplemento de obrigação líquida para cujo pagamento se tenha estabelecido prazo certo.
A redução do valor da cláusula penal não pode ser determinada de ofício pelo magistrado.
Nas obrigações propter rem, o abandono da coisa extingue a obrigação.
O cessionário de crédito hipotecário não detém direito de fazer averbar a cessão no registro do imóvel.
Marque a alternativa correta. Sobre o tempo, lugar e condições do pagamento do Código Civil estabelece que:
A novação extingue os acessórios e garantias da dívida, sempre que não houver estipulação em contrário. Não aproveitará, contudo, ao credor ressalvar o penhor, a hipoteca ou a anticrese, se os bens dados em garantia pertencerem a terceiro que não foi parte na novação.
O devedor que, notificado, nada opõe à cessão que o credor faz a terceiros dos seus direitos, pode opor ao cessionário a compensação, que antes da cessão teria podido opor ao cedente. Se, porém, a cessão lhe não tiver sido notificada, poderá opor ao cessionário compensação do crédito que antes tinha contra o cedente.
A compensação efetua-se entre dívidas líquidas, vencidas e de coisas infungíveis.
A mora do credor subtrai o devedor isento de dolo à responsabilidade pela conservação da coisa, obriga o credor a ressarcir as despesas empregadas em conservá-la, e sujeita-o a recebê-la pela estimação mais favorável ao credor.
NÃO constitui causa para a realização do pagamento por consignação se
houver a recusa do credor a receber o pagamento, ou a dar quitação na devida forma.
o credor não for, nem mandar receber a coisa no lugar, tempo e condição devidos.
o credor for incapaz de receber.
ocorrer dúvida sobre quem deva legitimamente receber o objeto do pagamento.
o objeto do pagamento sofrer depreciação na data do vencimento.
Nos termos da lei civil considera-se pagamento, e extingue a obrigação, o depósito judicial ou em estabelecimento bancário da coisa devida, nos casos e forma legais. Sobre a consignação em pagamento, esta NÃO é cabível:
Se os bens, hipotecados ou empenhados, forem penhorados em execução por outro credor.
Se o credor não for, nem mandar receber a coisa no lugar, tempo e condição devidos.
Se o credor for incapaz de receber, for desconhecido, declarado ausente, ou residir em lugar incerto ou de acesso perigoso ou difícil.
Se ocorrer dúvida sobre quem deva legitimamente receber o objeto do pagamento.
Se pender litígio sobre o objeto do pagamento.
A obrigação de dar pode ser entendida como aquela consistente em uma prestação de entrega de um ou mais bens ao credor. Sobre a obrigação de dar, assinale a alternativa correta.
Deteriorada a coisa, sendo o devedor culpado, poderá o credor resolver a obrigação, ou aceitar a coisa, abatido de seu preço o valor que perdeu.
Até a tradição pertence ao devedor a coisa, com os seus melhoramentos e acrescidos.
A coisa incerta será indicada, apenas, pelo gênero.
Se a coisa restituível se deteriorar por culpa do devedor, recebê-la-á o credor, tal qual se ache, sem direito à indenização.
Se a coisa se perder por culpa do devedor, responderá este somente pelo equivalente.
Dadas as assertivas abaixo, assinale a alternativa correta.
I. A cobrança antecipada do valor residual garantido descaracteriza o contrato de arrendamento mercantil, que passa a configurar contrato de compra e venda.
II. É admitida a cobrança da comissão de permanência no período da inadimplência, com limite na taxa do contrato, cumulada somente com correção monetária.
III. A cobrança de encargos indevidos no vencimento da obrigação importa na descaracterização da mora.
IV. O bem alienado fiduciariamente não pode ser objeto de penhora.
Está correta apenas a assertivas IV.
Estão corretas apenas as assertivas III e IV.
Estão corretas apenas as assertivas I, II e III.
Estão corretas todas as assertivas.
Nenhuma assertiva está correta.
Em relação à cláusula penal, é correto afirmar:
Estipulada a cláusula penal para a hipótese de total inadimplemento obrigacional, esta converter-se-á em alternativa a benefício do devedor.
A multa estabelecida em cláusula penal terá exclusivamente finalidade moratória.
A exigência da pena convencional prevista está vinculada à alegação e à prova do prejuízo pelo credor.
Estipulada a cláusula penal conjuntamente com a obrigação, ou em ato posterior, poderá ela referir-se à inexecução completa da obrigação, à de alguma cláusula especial ou simplesmente à mora.
Se o prejuízo do credor exceder ao estabelecido na cláusula penal, poderá ele exigir livremente indenização suplementar, independente de previsão contratual.
A caracterização do adimplemento substancial das obrigações produz os seguintes efeitos, EXCETO:
inaugurar ou ratificar a possibilidade de o credor perseguir o ressarcimento pelas perdas e danos.
obstar a resolução unilateral do contrato.
impedir que o credor argua a exceção do contrato não cumprido.
liberar o devedor da obrigação.
descaracterizar a impossibilidade absoluta de cumprimento da obrigação.
Sobre o Direito Obrigacional, é correto afirmar:
Caso o devedor, no desempenho de sua capacidade civil e de forma espontânea, pague dívida prescrita, não poderá requerer a repetição do pagamento.
Firmado contrato de compra e venda pelo qual o vendedor se obriga a entregar ao adquirente um dos dois imóveis de sua propriedade, caberá ao credor a escolha, caso não prevista hipótese distinta na pactuação.
Na obrigação de dar coisa certa, o credor pode ser instado a receber coisa diversa, quando esta for mais valiosa.
Ao efetivar o adimplemento da obrigação, o devedor tem direito a quitação regular pelo credor, mas não pode reter o pagamento em caso de não lhe ser alcançado recibo ou outra prova da quitação, sob pena de configuração da mora.
Descumprida a obrigação, fora dos parâmetros contratados, se concretiza o inadimplemento absoluto, independentemente da prestação ainda se mostrar útil ao credor.
João, pequeno agricultor do interior do Estado, obriga-se a devolver, como pagamento, o trator de seu vizinho completamente reparado, após ter dele feito uso em sua propriedade pelo período de um ano. Poucos dias antes do término do prazo assinalado, sobrevém forte e inesperada chuva na região, causando cheia de rios e alagamento nas propriedades, destruindo, por consequência, o trator a ser entregue consertado ao vizinho, sem que João pudesse ter impedido a ocorrência de dano. Nesse caso, a lei civil assegura que a obrigação seja considerada como:
resolvida para ambas as partes
adiada até o soerguimento econômico de Joião
resolvida por João em novo período de um ano
transferida para outro bem, de mesmo valor, pertencente a João
apurada, em valores, para pagamento acrescido de perdas e danos
De acordo com o Código Civil brasileiro, o pagamento feito de boa-fé ao credor putativo é
inválido, desde que seja arguida a nulidade no prazo decadencial de dois anos contados do pagamento.
válido, exceto se provado depois que não era credor.
inválido em qualquer hipótese podendo ser arguida a qualquer momento.
válido, ainda provado depois que não era credor.
inválido, desde que seja arguida a nulidade no prazo decadencial de um ano contado do pagamento.