

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A emoção e a paixão não têm poderes para excluir da responsabilidade do autor da infração penal; portanto, não excluem a imputabilidade penal.
Feliciano, após ingerir, em uma festa na casa de amigos, grande quantidade de álcool, subtraiu o automóvel de propriedade de Euclides, que estava na garagem externa da residência deste, efetuando ligação direta. Nessa situação, o crime só se consuma com a posse mansa e pacífica do bem, e, se ficar constatado por laudo pericial que a embriaguez de Feliciano era completa, a imputabilidade penal deste ficará excluída.
A embriaguez completa e culposa, provocada por álcool ou substância de efeitos análogos, exclui a imputabilidade penal.
É isento de pena o agente que, por doença mental, era, ao tempo da sentença, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.
Entre as causas de exclusão da culpabilidade incluem-se
estado de necessidade e legítima defesa.
embriaguez fortuita completa e obediência à ordem, não manifestamente ilegal, de superior hierárquico.
exercício regular de direito e embriaguez fortuita completa.
legítima defesa e obediência à ordem, não manifestamente ilegal, de superior hierárquico.
estado de necessidade e inexigibilidade de conduta diversa.
Ao estudarmos a estrutura jurídica do crime, pode-se concluir que a embriaguez fortuita completa é uma:
Causa supralegal de exclusão da punibilidade.
Eximente de ilicitude.
Causa de isenção de pena.
Descriminante putativa.
Causa de atipicidade da conduta.
A embriaguez preordenada, segundo o Código Penal, é circunstância que agrava a pena.
De acordo com o Código Penal, para que se considere o agente inimputável por ser inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento, em razão da embriaguez, é necessário que esta seja
completa e voluntária.
incompleta e proveniente de caso fortuito ou força maior.
completa e proveniente de caso fortuito ou força maior.
voluntária ou culposa.
incompleta e culposa.
Considere que determinado crime foi praticado por um adolescente, em detrimento de bens e serviços da União. Nesse caso, tratando-se de menor de 18 anos de idade, inimputável, caberá conhecer do ato infracional o juiz da infância e da juventude, ou o juiz que exercer essa função, na esfera estadual.

Exclui a punibilidade do sujeito do crime
o estado de necessidade.
a legítima defesa.
a embriaguez fortuita.
o estrito cumprimento do dever legal.
o exercício regular de direito.
Em relação as causas de exclusão da culpabilidade, considere as assertivas abaixo.
I. O desconhecimento da lei é inescusável.
II. O erro sobre a ilicitude do fato, se evitável, isenta o autor de pena; se inevitável, poderá diminui-la de um terço a dois terços.
III. Reconhecida a excludente da obediência hierárquica, responde pelo crime apenas o superior de quem emanou a ordem, ainda que manifestamente ilegal.
IV. Para que se configure a coação moral irresistível, indispensável se torna a presença de três elementos: o coator, o coagido e a vítima.
V. É irresistível a coação quando não pode ser superada senão com uma energia extraordinária e, portanto, juridicamente inexigível.
É correto o que se afirma APENAS em
I e II.
I, IV e V.
II, III e V.
III e IV.
III, IV e V.
João ingeriu bebidas alcoólicas numa festa sem a intenção de embriagar-se. Todavia, ficou completamente embriagado e, nesse estado, tornou-se violento e ficou totalmente incapaz de entender o caráter criminoso do fato, situação em que agrediu e feriu várias pessoas. Nesse caso, João
não é isento de pena porque a embriaguez foi dolosa.
é isento de pena porque a embriaguez foi proveniente de caso fortuito.
é isento de pena porque a embriaguez foi proveniente de força maior.
não é isento de pena porque a embriaguez foi culposa.
não é isento de pena pois a embriaguez jamais exclui a imputabilidade penal.
Considere a seguinte situação hipotética.
Um portador de síndrome paranóide furtou de uma grande loja um colar de ouro adornado com valiosos diamantes e foi processado em razão do crime. O juiz da causa determinou a realização de exame psicológico/psiquiátrico, por meio do qual se constou que, ao tempo do crime, o réu apresentava plena capacidade de entender o ilícito, mas faltava-lhe capacidade para atuar de acordo com esse entendimento.
Nessa situação, admissível será a absolvição de réu, em face da ausência de culpabilidade em razão da inimputabilidade do agente.
Considere a seguinte situação hipotética.
Marcelo, sob coação moral irresistível, foi forçado a assinar um documento falso.
Nessa situação, o fato reveste-se de tipicidade, pois a ação é juridicamente relevante, todavia Marcelo deverá ser isento de pena, pois está presente uma causa excludente da culpabilidade.
Um motorista sentiu-se mal na direção, diminuiu a marcha do veículo com intenção de estacioná-lo, mas perdeu a consciência. O automóvel desgovernou-se e apanhou uma pessoa no acostamento da estrada, causando-lhe a morte. É um caso de
exclusão de culpabilidade.
exclusão de tipicidade.
homicídio culposo.
exclusão da ação.
homicídio doloso.
NÃO exclui a culpabilidade
a embriaguez fortuita completa.
a doença mental.
o erro inevitável sobre a ilicitude do fato.
a obediência à ordem, manifestamente ilegal, de superior hierárquico.
a coação moral irresistível.
Excluem a culpabilidade