

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
O agente que solicita, em razão da função que exerce, vantagem indevida pratica o crime de corrupção passiva, o qual se processa por ação penal pública incondicionada.
Funcionário Público que, por tolerância, deixa de responsabilizar subordinado que cometeu infração no exercício do cargo, pratica
conduta penal atípica.
crime de corrupção passiva.
crime de prevaricação.
crime de condescendência criminosa.
apenas ilícito administrativo disciplinar.
Pedro é funcionário público, exercendo as funções de guarda de presídio. Pedro solicitou a um presidiário quantia em dinheiro para fornecer-lhe um aparelho celular cujo uso fora proibido. O presidiário aceitou, mas o aparelho não lhe foi entregue, nem a quantia solicitada foi paga. Nesse caso, Pedro
responderá por crime de prevaricação.
não responderá por nenhum delito, por tratar-se de fato atípico.
não responderá por nenhum delito, por que não houve início de execução.
responderá por tentativa de corrupção passiva.
responderá por crime de corrupção passiva.
Assinale a opção correta a respeito dos crimes contra a administração pública.
Os crimes praticados por servidor contra a administração pública são circunscritos às hipóteses previstas no Código Penal.
Esse tipo de crime é classificado como impróprio, pois exige-se do agente uma determinada qualidade, no caso, ser servidor público.
Os crimes praticados por servidor público contra a administração pública previstos no Código Penal são delitos de ação penal pública incondicionada.
O conceito de funcionário público para o direito penal é o mesmo previsto na esfera do direito administrativo, tendo em vista a comunicabilidade das instâncias penal e administrativa para fins de punição à má atuação dos servidores.
"A" entrou no exercício de função pública antes de satisfeitas as exigências legais. Sua conduta
configura crime de concussão.
configura crime de peculato.
configura o crime de exercício funcional ilegalmente antecipado ou prolongado.
não caracteriza infração penal.
não caracteriza infração penal, mas ele não receberá o salário até que satisfaça as exigências legais.
1. Pratica o crime de peculato o funcionário público que se apropria de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo.
2. Pratica o crime de concussão o funcionário público que, em razão de sua função, exigir, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, vantagem indevida.
3. Pratica o crime de condescendência criminosa o funcionário público que retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.
4. O funcionário público que, valendo-se da qualidade de funcionário, patrocina, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, está incurso no crime de advocacia administrativa.
Assinale a alternativa correta.
Somente as afirmativas 1, 3 e 4 são verdadeiras.
Somente as afirmativas 2, 3 e 4 são verdadeiras.
Somente as afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras.
Somente as afirmativas 1, 2 e 4 são verdadeiras.
Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras.
De acordo com a Lei nº 10.028, de 10 de outubro de 2000, constitui infração administrativa contra as leis de finanças públicas:
suprimir ou reduzir tributo, mediante omissão de informações ou declaração falsa às autoridades fazendárias.
deixar de divulgar ou enviar ao Poder Legislativo ou ao Tribunal de Contas o relatório de gestão fiscal, nos prazos e condições estabelecidos em lei.
elaborar, distribuir, fornecer, emitir ou utilizar documento que saiba ou deva saber falso ou inexato.
deixar de aplicar, ou aplicar em desacordo com o estatuído, incentivo fiscal ou parcelas de imposto liberadas por órgão ou entidade de desenvolvimento.
deixar de recolher, no prazo legal, valor de tributo, descontado ou cobrado, na qualidade de sujeito passivo de obrigação e que deveria recolher aos cofres públicos.
Receber dinheiro, iludindo o interessado, a pretexto de influir na nota a ser atribuída, para certo candidato, por Desembargador membro da banca de concurso público, para ingresso na carreira da Magistratura no Estado de São Paulo,
tipifica o crime de corrupção ativa.
tipifica o crime de exploração de prestígio.
tipifica o crime de concussão.
tipifica o crime de corrupção passiva.
não é fato que recebe punição de acordo com o Código Penal Brasileiro.
Os crimes cometidos contra a administração pública são delitos que têm servidores públicos por autores ou sujeitos ativos.
A respeito do peculato doloso, é certo que
a posse do dinheiro, valor ou bem pelo funcionário público é indispensável para a caracterização dessa infração penal.
a reparação do dano, se ocorre antes do trânsito em julgado da sentença, extingue a punibilidade.
o carcereiro que se apropria de objeto do preso não pratica esse delito, por tratar-se de bem particular.
comete esse delito o policial que subtrai um tocafitas de veículo particular estacionado na via pública.
o particular, no caso de concurso de agentes, responde por esse delito se sabia que o autor era funcionário público.
Um agente de segurança, ao receber material de escritório para sua repartição, desvia um microcomputador e o leva para sua casa. Cometeu
Para facilitar o ingresso de pessoa que tem restrição de entrada no interior da Câmara dos Deputados, um agente de segurança exige uma quantia em dinheiro. Esse agente cometeu crime de
extorsão.
corrupção ativa.
corrupção passiva.
peculato.
concussão consumada.
Um funcionário é surpreendido fazendo uso de entorpecente no banheiro da Câmara dos Deputados. Para não ser delatado, oferece dinheiro para os agentes de segurança, que não aceitam. O funcionário cometeu
corrupção passiva.
corrupção ativa.
concussão.
tentativa de corrupção passiva.
desacato.
Em relação aos Crimes contra a Administração Pública, considere:
I. Exigir, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida.
II. Solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem.
III. Solicitar, exigir, cobrar ou obter, para si ou para outrem, vantagem ou promessa de vantagem, a pretexto de influir em ato praticado por funcionário público no exercício da função.
IV. Oferecer ou prometer vantagem indevida a funcionário público, para determiná-lo a praticar, omitir ou retardar ato de ofício.
As assertivas correspondem, respectivamente, aos crimes de
concussão, corrupção passiva, tráfico de influência e corrupção ativa.
corrupção ativa, concussão, corrupção passiva e tráfico de influência.
corrupção passiva, tráfico de influência, concussão e corrupção ativa.
tráfico de influência, corrupção passiva, corrupção ativa e concussão.
concussão, corrupção ativa, tráfico de influência e corrupção passiva.
O funcionário de cartório que aceita promessa de propina para retardar a expedição de mandado em processo sob seus cuidados comete crime de
corrupção ativa.
concussão.
prevaricação.
corrupção passiva.
peculato.
Considere:
I. Dar causa à instauração de investigação policial contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente.
II. Provocar a ação da autoridade, comunicando-lhe a ocorrência de crime ou contravenção que sabe não ter se verificado.
III. Dar causa à instauração de ação de improbidade administrativa contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente.
Dentre as situações acima descritas, configura o delito de Comunicação Falsa de Crime a conduta indicada SOMENTE em
II e III.
II.
I e III.
I e II.
I.
João, tesoureiro de órgão público, agindo em concurso com José e em proveito deste, que não é funcionário público mas que sabe que João o é, desvia certa quantia em dinheiro, de que tem a posse em razão do cargo. Por essa conduta
José não responde por crime nenhum, já que foi João quem desviou o dinheiro.
João responde por peculato e José por apropriação indébita.
João e José respondem pelo crime de peculato.
João não responde por crime porque o dinheiro foi todo entregue para José, que é quem deve ser processado.
João e José respondem pelo crime de peculato, mas este tem a pena reduzida pela metade, porque foi João quem desviou o dinheiro.
O ressarcimento do dano, no crime de peculato doloso,
extingue a punibilidade do agente se for anterior ao recebimento da denúncia.
extingue a punibilidade do agente se for anterior à denúncia.
não extingue a punibilidade do agente.
extingue a punibilidade do agente se for anterior à sentença.
extingue a punibilidade do agente se for anterior ao trânsito em julgado da sentença.