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Na ação penal privada, caso o autor não formule, em sede de alegações finais, o requerimento de condenação do querelado, a conseqüência jurídica é:
absolvição sumária
extinção da punibilidade
decretação da renúncia
intervenção do parquet
improcedência do pedido
A respeito da queixa, é correto afirmar:
EM TEMA DE AÇÃO PENAL PRIVADA,
estão erradas as de números I e II;
estão erradas as de números II e III;
estão erradas as de números III e IV;
todas estão corretas.
Considere as seguintes assertivas com relação à renúncia ao direito de oferecer queixa, de acordo com o Código de Processo Penal brasileiro:
I. A renúncia ao exercício do direito de queixa, em relação a um dos autores do crime, a todos se estenderá.
II. O processo penal brasileiro não reconhece a renúncia tácita, não admitindo qualquer meio de prova, por expressa vedação legal.
III. A renúncia do representante legal do menor que houver completado dezoito anos não privará este do direito de queixa, nem a renúncia do último excluirá o direito do primeiro.
É correto o que consta APENAS em
I.
II.
I e II.
I e III.
II e III.
Observe as afirmações abaixo e assinale a alternativa correta:
Assim como a renúncia, o perdão do ofendido é ato unilateral, podendo ser tácito ou expresso.
A renúncia é a abdicação do direito de promover a queixa. Poderá ser invocada em qualquer tipo de ação penal privada, mas somente extingue a punibilidade nos casos de ação privada propriamente dita e ação penal privada personalíssima.
O perdão judicial é uma faculdade do querelante, não dependendo da aceitação do querelado.
O perdão do ofendido é a revogação do ato praticado pelo querelante, que desiste da ação penal. O perdão é possível na ação penal privada e na ação penal pública condicionada à representação.
Marque a única alternativa verdadeira:
a decadência sempre ocorre depois de iniciada a ação penal pública incondicionada;
a decadência sempre ocorre antes de iniciada a ação penal pública incondicionada;
a decadência sempre ocorre antes de iniciada a ação penal privada propriamente;
a decadência sempre ocorre depois de iniciada a ação penal privada propriamente;
a decadência pode ocorrer antes ou depois de iniciada a ação penal privada propriamente.
Nos casos em que somente se procede mediante queixa, considerar-se-á perempta a ação penal quando:
iniciada esta, o querelante deixar de promover o andamento do processo durante cento e vinte dias seguidos;
falecendo o querelante, ou sobrevindo sua incapacidade, não comparecer em juízo, para prosseguir, no processo, dentro do prazo de cento e vinte dias, qualquer das pessoas a quem couber fazê-lo;
o querelante deixar de comparecer, sem motivo justificado, a qualquer ato do processo a que deva estar presente, ou deixar de formular pedido de condenação nas alegações finais;
sendo o querelante pessoa jurídica, esta se extinguir, mesmo deixando sucessor.
Considerar-se-á perempta a ação penal quando o querelante, sem motivo justificado, deixar de comparecer a qualquer ato do processo a que deva estar presente.
No caso de morte do acusado, o juiz:
prosseguirá na ação penal até a final condenação do acusado, tendo em vista a necessidade de reparação civil do dano causado;
somente à vista da certidão de óbito, e depois de ouvido o Ministério Público, declara extinta a punibilidade;
suspenderá o curso da ação penal até que sejam ultimadas as providências civis que tenham sido adotadas pelo ofendido, oportunidade em que determinará o arquivamento do feito;
à vista da certidão de óbito, reconhecerá a obrigação do acusado de reparar o dano e decretará o perdimento de seus bens, pena que será estendida aos seus sucessores e contra eles executada até o limite do valor do patrimônio de cada um deles.
Aponte o enunciado verdadeiro:
Sem a confecção do laudo toxiológico não é possível o oferecimento de denúncia pelo crime de tráfico de entorpecentes;
A queixa somente poderá ser aditada pelo Ministério Público na hipótese de tratar-se de ação penal privada subsidiária da pública;
A renúncia ao exercício do direito de queixa, em relação a um dos autores do crime, a todos se estenderá;
A extinção da punibilidade somente poderá ser declarada após o término da instrução criminal;
Sempre a conexão e a continência importarão unidade de processo e julgamento.
Se o querelante, em processo por crime de ação penal privada, deixar de formular pedido de condenação nas alegações finais, o juiz deve
absolver o querelado.
considerar perempta a ação penal.
admitir a ocorrência de decadência em relação ao direito do querelante em prosseguir na ação penal.
admitir a ocorrência de perdão tácito em virtude da omissão do querelante.
admitir a ocorrência de renúncia tácita em virtude da omissão do querelante.
se, quando da apresentação da peça acusatória, já se houver operado a extinção da punibilidade de Caio pelo advento da prescrição, estará configurado caso de rejeição da peça acusatória.
se, intimado para apresentar alegações finais, o acusador deixar de apresentá-las, estará perempta a ação penal instaurada e Firmino não poderá receber sentença penal condenatória.
A decadência do direito de queixa ou de representação, como regra geral, ocorre pelo decurso do prazo de seis meses, a contar
do dia em que o ofendido veio a saber quem é o autor do crime.
do dia em que foi cometido o fato delituoso.
do dia do registro da ocorrência policial.
do dia da remessa do inquérito policial a juízo.
a partir do pedido de explicações em juízo.
Anulada a denúncia e o seu recebimento, fixa-se como marco interruptivo da prescrição a data do seu recebimento válido.