

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Leia o relato abaixo. Fídias, funcionário público estadual em Panambi, foi indiciado na Delegacia local por peculato, e, mais tarde, condenadop elo mesmo crime. Ao examinaro s autos para apresentaçõesd e razões recursais, observou o novo causídico que ocorrera uma nulidade que passou desapercebida de todas as partes, isto é, a não concessão do prazo para a defesa preliminar. Considerando-se os dados apresentados, é correto afirmar que se trata de nulidade
absoluta, devendo o rito ser iniciado novamente com a observância da formalidade prevista na lei adjetiva
relativa devendo a Câmara Criminal proceder à audiência do acusado no Tribunal, para depois decidir o mérito da apelação.
relativa, que restou sanada pelo inquérito policial e pela preclusão.
absoluta, devendo os autos retornar ao Ministério Público para a confecção de nova ação penal.
absoluta, devendo o feito recomeçar na fase das alegações finais, reaproveitando-sea prova testemunhal colhida.
NÃO constitui nulidade
a falta de intimação do advogado dativo para os atos instrutórios.
a não apreciação na sentença de tese subsidiária constante das alegações finais defensivas.
o patrocínio de defesas colidentes pelo mesmo advogado constituído.
o julgamento de habeas corpus em segunda instância, sem prévia intimação ou publicação de pauta.
a citação por edital de réu preso na mesma unidade da Federação.
A sentença cuja nulidade foi reconhecida em sede de apelação
não produz nenhum efeito, devendo ser prolatada nova sentença, independentemente de quem haja recorrido.
vincula a nova sentença ao máximo da pena nela imposta, se a nulidade foi reconhecida em recurso da defesa.
obriga o Estado a reparar o dano moral ao condenado, desde que o recurso seja da acusação.
importa em absolvição do acusado, independendo de quem haja recorrido.
desobriga o juiz de prolatar nova sentença, se o recurso for da acusação.
Acerca do tema nulidades no processo penal, marque a alternativa INCORRETA.
É relativa a nulidade decorrente da inobservância da competência penal por prevenção.
É nula a decisão que determina o desaforamento de processo da competência do Júri sem audiência da defesa.
A incompetência do juízo anula somente os atos decisórios, devendo o processo, quando for declarada a nulidade, ser remetido ao juiz competente.
A teoria dos frutos da árvore envenenada foi acolhida pelo processo penal brasileiro.
É absoluta a nulidade por omissão de formalidade que constitua elemento essencial do ato.
Sobre o tema das NULIDADES no Código de Processo Penal, é CORRETO afirmar
I. O acórdão que decreta a nulidade por reconhecer que o Juiz de Direito foi subornado é dotado de efeitos ex nunc (a partir de agora), devendo ser preservados os atos não atingidos pela mácula processual.
II. A inépcia da denúncia não afetará os atos que lhe sucedem, uma vez que a inobservância de formalidade extrínseca do ato processual forja nulidade relativa.
III. Não tendo sido arguida em momento oportuno a nulidade por falta de citação editalícia válida, o trânsito em julgado da sentença não obsta o réu de buscar a invalidação do processo penal.
IV. O sistema das nulidades orienta-se pelo princípio da instrumentalidade das formas, que preconiza caber ao Juiz de Direito decretar a invalidade do ato processual sempre que a lei prescrever a pena de nulidade.
somente a alternativa I está correta.
somente a alternativa II está correta.
somente a alternativa III está correta.
somente a alternativa IV está correta.
todas as alternativas estão incorretas.

Considerando o texto acima, assinale a alternativa correta acerca das nulidades.
Aponte a alternativa que corresponde a regra do Código de Processo Penal sobre nulidade.
A defesa deficiente gera nulidade absoluta, sendo presumido o prejuízo.
A incompetência do juízo anula somente os atos decisórios, devendo o processo, quando for declarada a nulidade, ser remetido ao juiz competente.
A falta de defesa previa após o interrogatório gera nulidade absoluta.
A nulidade de um ato, uma vez declarada, afetará os atos posteriores.
A falta das alegações escritas do acusado no procedimento ordinário é causa de nulidade relativa.
Com relação às nulidades e aos recursos no âmbito do processo penal, assinale a opção correta.
No processo penal, a falta e a deficiência da defesa técnica constituem nulidade absoluta.
É nula a citação por edital que indica o dispositivo da lei penal, mas não transcreve a denúncia ou a queixa.
O prazo para a interposição de agravo contra decisão do juiz da execução penal é de cinco dias.
Ao MP é concedido prazo em dobro para a interposição dos recursos criminais.
Quando não for unânime a decisão de segunda instância, desfavorável à acusação, admitem-se embargos infringentes e de nulidade a serem interpostos pelo MP.
QUANTO ÀS NULIDADES PROCESSUAIS:
todas são absolutas;
todas podem ser argüidas a qualquer tempo;
se decretadas ocasionam a nulidade dos atos subsequentes;
só se dão na primeira instância.
Em caso de nulidade manifesta do processo, não cabe habeas corpus
tal caso, simplesmente peticionar ao juiz da causa,
requerendo que declare a nulidade do feito.
Considere a seguinte situação hipotética.
Marcelo foi denunciado pelo Ministério Público pela prática de homicídio qualificado pelo emprego de meio cruel. Após o curso da instrução probatória, sem quaisquer vícios, o promotor apresentou as alegações finais, requerendo a pronúncia de Marcelo nos mesmos termos da denúncia. Remetidos os autos ao defensor público, este elaborou manifestação de uma lauda na qual afirmou se reservar o direito de apresentar as teses defensivas no plenário do tribunal do júri.
Nessa situação, há nulidade absoluta do processo, que pode ser argüida a qualquer tempo e grau de jurisdição, independentemente da comprovação de prejuízo para o réu.
De acordo com o CPP,
a apelação é cabível contra sentenças definitivas e sempre tem efeito devolutivo e suspensivo.
os embargos infringentes e de nulidade somente podem ser interpostos pela defesa e são cabíveis contra decisões de segunda instância que não sejam unânimes.
os embargos de declaração são cabíveis em caso de decisão ambígua, omissa, contraditória ou obscura e são julgados pela instância superior ao órgão prolator da decisão.
a revisão criminal tem natureza de recurso e somente pode ser requerida pelo próprio réu após o trânsito em julgado de uma decisão condenatória.
A nulidade relativa
pode ser reconhecida de ofício em prejuízo do réu.
é estabelecida para resguardar predominantemente o interesse das partes.
visa garantir interesse de ordem pública.
é insanável e jamais preclui.
independe para o seu reconhecimento da demonstração do prejuízo
Ana, servidora pública, foi indiciada pelo cometimento do crime de prevaricação, crime afiançável, praticado contra a administração pública. Não sendo cabíveis os benefícios previstos na Lei n.º 9.099/1995, foi oferecida a denúncia. O juiz determinou a citação da ré para o interrogatório e não concedeu prazo para a apresentação da resposta prévia, prevista no art. 514 do Código de Processo Penal. Nessa situação, operou-se nulidade absoluta, devendo ser declarada a nulidade de todos os atos decisórios proferidos no processo.
Para a validade da decisão a ser proferida em recurso criminal, será imprescindível a intimação do defensor do réu da sessão de julgamento, sob pena de nulidade.
Roberto foi condenado como incurso nas sanções do art. 157, § 2.º, incisos I e II, do CP, à pena de 5 anos e 6 meses de reclusão, além de multa. Irresignada, a defesa formulou, perante o tribunal a quo, pedido de revisão criminal, aduzindo que a participação do paciente no crime foi de menor importância e que o fato de tal tese não ter sido apreciada na sentença implicaria nulidade do feito por cerceamento de defesa. Para patrocinar a causa, foi nomeado o procurador do estado do Ceará, que não foi intimado pessoalmente para a sessão de julgamento da revisão criminal, não tendo sido conhecido o pedido revisional.
Considerando a situação hipotética acima, assinale a opção correta.
É dispensável a intimação pessoal do procurador do estado, considerando-se a natureza do ato, isto é, sessão de julgamento da revisão criminal, bastando, nesse caso, intimação por publicação oficial.
Não há nulidade na ausência de intimação do procurador do estado, pois a norma que prevê a intimação pessoal do defensor público é norma específica, que não se estende ao caso mencionado.
A ausência de intimação pessoal do procurador do estado, que exercia cargo equivalente ao de defensor púbico, é causa de nulidade absoluta, por cerceamento de defesa, devendo ser renovado o julgamento da revisão criminal.
A ausência de intimação pessoal do procurador do estado do Ceará é causa de nulidade relativa, que deve ser decretada, desde que haja comprovação de prejuízo da defesa.
O ato praticado sem a intimação do procurador do estado do Ceará é inexistente, dado que não se reveste das formalidades legais.
Considere a seguinte situação hipotética.
Fernando foi denunciado pela prática de crime de lavagem de dinheiro. O juiz, entendendo inexistir justa causa a amparar a ação penal, rejeitou a denúncia. Em seguida, o Ministério Público interpôs recurso em sentido estrito. O juiz, recebendo o recurso com suas respectivas razões, por estarem presentes os requisitos legais, nomeou, então, defensor dativo ao denunciado Fernando, para apresentação de contra-razões ao recurso. Nessa situação, é correto afirmar que inexiste nulidade processual.