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Ao preencher o auto, o Agente de Trânsito deve inserir nele informações imprescindíveis sob risco de evitá-lo de vício. Dentre essas medidas, assinale abaixo aquela prescindível, quando não possível colhe-la:
Tipificação da infração.
O local, data e hora do cometimento da infração.
Caracteres da placa de identificação do veículo, sua marca e espécie, e outros elementos julgados necessários a sua identificação.
O prontuário do condutor.
Identificação do órgão ou entidade e da autoridade ou agente autuador.
Em relação ao processo administrativo estabelecido pelo Código de Trânsito Brasileiro, é INCORRETO afirmar que
o recurso contra a imposição de multa poderá ser interposto no prazo legal sem o recolhimento do seu valor.
o recurso contra a imposição de multa obrigatoriamente terá que ser apresentado pelo infrator junto ao órgão ou entidade de trânsito da localidade do licenciamento do veículo.
o agente da autoridade de trânsito competente para lavrar o auto de infração poderá ser servidor celetista.
o agente competente para lavrar o auto de infração poderá incluir neste os elementos que julgar necessários à identificação do veículo.
Conforme o Art. 280 do Código de Trânsito Brasileiro, ocorrendo infração prevista na legislação de trânsito, lavrar-se-á auto de infração, do qual constará:
I – tipificação da infração;
II – local, data e hora do cometimento da infração;
III – o prontuário do condutor, sempre que possível.
Quais afirmativas acima estão corretas?
apenas I e II
apenas II e III
apenas I e III
todas as afirmativas acima
Responda a alternativa correta:
O pagamento da infração terá desconto de 20% até o dia do vencimento da notificação.
Compete a Ciretran o julgamento de recursos de infrações.
É competência do DETRAN o julgamento dos recursos de infrações.
Nenhuma alternativa está correta.
De acordo com a Lei nº. 9503, de 23 de setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), o auto de infração de trânsito será arquivado e seu registro julgado insubsistente se não for expedida a notificação da autuação, no prazo máximo de:
24 horas.
48 horas.
5 dias.
10 dias.
30 dias.
Motorista experiente, Tom encontrou-se com alguns amigos para um almoço. Durante o evento, ingeriu quatro chopes e três doses de cachaça. Após a sobremesa, ainda bebeu uma dose de licor e café. Saiu do restaurante, na condução do seu veículo, em direção à sua casa, distante um quilômetro e meio. Nesse percurso, foi abordado pela autoridade de trânsito. Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa correta.
Ante a exigência de submeter-se ao etilômetro, Tom pode recusar-se, já que ninguém pode constituir prova contra si, não havendo nenhuma consequência dessa sua atitude.
Por se tratar de crime de perigo concreto, a embriaguez de Tom ao volante somente será considerada crime se houver a exposição efetiva de perigo de pessoa determinada.
Apesar da recusa de Tom em submeter-se a exame de alcoolemia por meio do etilômetro, a embriaguez poderá ser constatada por qualquer outro meio pericial.
Somente será configurado crime, se, ao submeter-se a exame de alcoolemia, ficar constatada em Tom concentração de álcool por litro de sangue igual ou superior a dois decigramas ou a influência de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência.
Não haverá caracterização de crime ou infração administrativa se não houver fundada suspeita da embriaguez, para que Tom seja abordado.
Sobre o Julgamento das Autuações e Penalidades previstas na Lei nº. 9503, de 23 de setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), marque a alternativa INCORRETA:
A autoridade de trânsito, na esfera da competência estabelecida no Código de Trânsito Brasileiro e dentro de sua circunscrição, julgará a consistência do auto de infração e aplicará a penalidade cabível.
A notificação da penalidade, a pessoal de missões diplomáticas, de repartições consulares de carreira e de representações de organismos internacionais e de seus integrantes será remetida ao Ministério das Relações Exteriores para as providências cabíveis e cobrança dos valores, no caso de multa.
Aplicada a penalidade, será expedida notificação ao proprietário do veículo ou ao infrator, por remessa postal ou por qualquer outro meio tecnológico hábil, que assegure a ciência da imposição da penalidade.
A notificação da penalidade, devolvida por desatualização do endereço do veículo não será considerada válida, devendo a autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via diligenciar à procura do infrator.
Da notificação da penalidade deverá constar a data do término do prazo para apresentação de recurso pelo responsável pela infração, que não será inferior a trinta dias contados da data da notificação da penalidade.
Sobre o processo administrativo de trânsito, marque a alternativa INCORRETA:
O auto de infração será arquivado e seu registro julgado insubsistente se, no prazo máximo de 30 dias, o condutor não for notificado pessoalmente.
O pagamento da multa poderá ser efetuado até a data do vencimento expressa na notificação, por 80% do seu valor.
Das decisões da JARI (Junta Administrativa de Recursos de Infração) cabe recurso a ser interposto no prazo de 30 dias contado da publicação ou da notificação da decisão.
Esgotados os recursos, as penalidades aplicadas nos termos do Código de Trânsito Brasileiro serão cadastradas no RENACH.
Sobre o julgamento das autuações e penalidades regulamentadas pelo Código de Trânsito Brasileiro, NÃO é correto afirmar que:
aplicada a penalidade, será expedida notificação ao proprietário do veículo ou ao infrator, por remessa postal ou por qualquer outro meio tecnológico hábil, que assegure a ciência da imposição da penalidade.
a notificação devolvida por desatualização do endereço do proprietário do veículo não será considerada válida para todos os efeitos.
a notificação a pessoal de missões diplomáticas, de repartições consulares de carreira e de representações de organismos internacionais e de seus integrantes será remetida ao Ministério das Relações Exteriores para as providências cabíveis e cobrança dos valores, no caso de multa.
o pagamento da multa poderá ser efetuado até a data do vencimento expressa na notificação, por oitenta por cento do seu valor.
o recurso contra a imposição de multa poderá ser interposto no prazo legal, sem o recolhimento do seu valor.
Jorge dirigia o carro de João, seu irmão, em via de mão dupla. Para desviar de caminhão que realizava descarga à sua frente, acabou cruzando a faixa divisória e invadindo, momentaneamente, a pista em sentido oposto. Após ultrapassar o caminhão, foi abordado por Policial Militar que identificou o condutor e comunicou que lavraria auto de infração por ultrapassagem pela contramão em local proibido. Irresignado com a autuação, Jorge se recusou a assinar o auto de infração, afirmando que o Policial não teria como provar o cometimento da infração. Nesta situação,
o auto de infração não valerá como notificação, mas esta será enviada a Jorge, que foi identificado pelo Policial Militar.
o auto de infração, mesmo sem a assinatura, valerá como notificação, pois o Policial Militar atestará que o condutor estava presente, tendo sido identificado e comunicado.
o auto de infração será considerado insubsistente, já que não será possível provar que o condutor cometeu aquela infração administrativa.
a notificação será sempre enviada ao proprietário do veículo, no caso, o irmão de Jorge, havendo ou não assinatura.
Jorge não poderá ser responsabilizado pela infração, ante a falta de assinatura, sendo certo que a notificação será enviada ao seu irmão.
Se a representação diplomática de um país estrangeiro for autuada pela prática de infração de trânsito, então nesse caso, a multa não deverá ser aplicada, diante da imunidade diplomática.
Certo
Errado
Marcelo impugnou um auto de infração perante o órgão executivo de trânsito e, após, recorreu à Junta Administrativa de Recursos de Infrações. Negado o recurso, Marcelo
deve pagar a multa imediatamente, uma vez que inexiste outra forma de impugnação.
pode recorrer ao Conselho Estadual de Trânsito, que é a última esfera administrativa.
pode recorrer ao Departamento Estadual de Trânsito e, caso o recurso seja novamente indeferido, recorrer ainda a uma das Comissões Temáticas do Conselho Nacional de Trânsito.
pode recorrer ao Departamento Estadual de Trânsito, que é a última esfera administrativa.
pode recorrer ao Conselho Estadual de Trânsito e, caso o recurso seja novamente indeferido, recorrer ainda a uma das Comissões Temáticas do Conselho Nacional de Trânsito.
Jair foi autuado por uma infração de trânsito e recorreu. A autoridade de trânsito encaminhou o recurso à Junta Administrativa de Recursos de Infrações. O recurso ainda não foi julgado. Nessa situação, Jair
só poderá pagar a multa após o julgamento do último recurso.
só terá de pagar a multa se o recurso não for julgado em trinta dias.
terá de pagar a multa, já que o recurso não tem efeito suspensivo.
tem a liberdade de pagar ou não a multa, sendo reembolsado se o recurso for julgado procedente.
perderá o direito de ver o recurso julgado, se pagar a multa.
Um funcionário público estadual, concursado e regularmente contratado, no desempenho de suas funções foi autuado, pelo órgão de trânsito municipal, na condução de um veículo oficial pertencente à administração direta. Interposto recurso junto à JARI − Junta Administrativa de Recursos de Infrações, municipal, o mesmo foi indeferido. Nesta situação, cabe recurso, em segunda instância, que será julgado
pela Secretaria à qual está subordinado o funcionário.
pela Secretaria de Administração do Estado.
pela JARI Estadual.
pelo CETRAN.
pelo DETRAN.
Ricardo trafegava em via urbana quando foi autuado por Guarda Municipal, porque não estava usando o cinto de segurança. Recorreu da infração, sustentando que apenas a Polícia Militar teria atribuição para multá-lo. Esse recurso deverá ser
provido, uma vez que o Município não tem poder de polícia de trânsito.
provido, uma vez o Município, apesar de ter poder de polícia de trânsito, não tem competência para fiscalizar esse tipo de infração.
provido, uma vez que diante da ausência de regulamentação do CONTRAN sobre a matéria, a fiscalização dessa infração é de competência apenas do Estado.
rejeitado, uma vez que só o Município pode fiscalizar essa infração, conforme regulamentação do CONTRAN.
rejeitado, uma vez que fiscalizar essa infração é competência tanto dos Estados como dos Municípios, conforme regulamentação do CONTRAN.
Raquel foi autuada, nos últimos doze meses, por três infrações de natureza grave e uma de natureza média, todas devidamente notificadas e em face das quais não cabe mais recurso. As multas já foram pagas. Nesse caso, Raquel
será condenada por crime de trânsito, se for autuada novamente.
deverá passar por curso de reciclagem.
terá suspenso seu direito de dirigir por um período entre um mês e um ano.
terá seu veículo apreendido.
está livre de qualquer punição administrativa.
Quando o veículo não possui placa, ou seja, ainda não é registrado, o auto de infração é considerado irregular.