Questões de Concurso sobre Conjunções coordenativas conclusivas

 
 
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DOS NOSSOS MALES



A nós bastem nossos próprios ais,

Que a ninguém sua cruz é pequenina,

Por pior que seja a situação da China,

Os nossos calos doem muito mais...


Mário Quintana

"A nós bastem nossos próprios ais, que a ninguém sua cruz é pequenina".


O elemento sublinhado estabelece entre os dois versos uma relação:


A

explicativa.


B

conclusiva.


C

opositiva.


D

aditiva.

Considere os períodos:


• À medida que transcorrem as semanas desde o surgimento do surto de pneumonia pelo novo coronavírus (2019-nCov) na China, em dezembro, fica mais e mais claro que o pior da epidemia se concentra nesse país asiático. (1o parágrafo)

• Pouco se pode fazer em Brasília, contudo, contra os efeitos colaterais do coronavírus na economia. (3o parágrafo)


As conjunções destacadas organizam as relações entre as partes do texto, estabelecendo entre elas, respectivamente, sentido de


A

proporção e conclusão.


B

conformidade e adição.


C

condição e conclusão.


D

proporção e adversidade.


E

conformidade e concessão.

Analise o seguinte trecho retirado do terceiro paragrafo.


"Embora o estudo seja de associação e não permita estabelecer uma relação direta de causa e efeito (...)"


O termo grifado no trecho acima é responsável por dar ao restante do enunciado a ideia de:


A

concessão.


B

condição.


C

conclusão.


D

conformidade.

O termo “por conseguinte” (linha 9) possui valor semântico:


A

Conclusivo.


B

Adversativo.


C

Concessivo.


D

Consecutivo.


E

Explicativo.

No período: "PORÉM não dentro daquele seu consultório mórbido." a palavra destacada expressa uma ideia de:


A

Explicação.


B

Conclusão.


C

Adição.


D

Oposição.

Em O amor deixou de ser fotogênico e inspirador (/.27-28), a partícula e, do trecho, apresenta dentro' do contexto em questão, um valor de:


A

Conclusão.


B

Alternância.


C

Relatividade.


D

Adição.


E

Explicação.

As questões 05 e 06 se referem à conjunção porque (l. 17).


Levando em consideração o sentido do texto, a conjunção expressa uma:


A

Conclusão.


B

Adição.


C

Explicação.


D

Temporalidade.


E

Dúvida.


Imagem associada para resolução da questão


Examine a tirinha quanto aos aspectos gramaticais em geral a fim de poder responder corretamente a esta questão.


I. A função de linguagem predominante é a fática.

II. Um sentido polissêmico se encontra no emprego da palavra “paciente”.

III. Na primeira fala, percebe-se um erro devido ao emprego de “a” quando deveria ser “há”.

IV. Não existe falha gramatical na tirinha.

V. “Por isso” é um termo conclusivo.


Está(ão) correta(s):


A

Todas.


B

Somente I, II, e IV.


C

I e IV, apenas.


D

Nenhuma.


E

Apenas I, II, III e V.

No último trecho do parágrafo, o termo "logo" poderia, sem prejuízo para a correção gramatical do período opara o sentido original, ser substituído por:


A

portanto.


B

contudo.


C

não obstante.


D

entretanto.

Leia o texto para responder as questões 01, 02, 03, 04, 05, 06 e 07.


Falta de educação e velocidade


Os anjos da morte estão cansados de nos recolher, a nós que nos matamos ou somos assassinados no tráfego das estradas, cidades, esquinas deste país. Os anjos da morte estão exaustos de pegar restos de vidas botadas fora. Os anjos da morte andam fartos de corpos mutilados e almas atônitas. Os anjos da morte suspiram por todo esse desperdício.

Não sei se as propagandas que tentam aos poucos aliviar essa tragédia ajudam tanto a preservar vidas quanto as intermináveis, ricas e coloridas propagandas de cerveja ajudam a beber mais e mais e mais, colaborando para uma parte dessa carnificina. Mas sei que estou no limite. Não apenas porque abro jornais, TV e computador e vejo a mortandade em andamento, mas porque tenho observado as coisas em questão. Recentemente, dirigindo numa autoestrada, percebi um motorista tentando empurrar para o canteiro central um carro que seguia à minha frente na faixa esquerda, na velocidade adequada ao trajeto. Chegava provocadoramente perto, pertinho, pertíssimo, quase batia no outro, que se desviava um pouco lutando para manter-se firme no seu trajeto sem despencar.

[...]

Atenção: os jovens são – em geral, mas não sempre – mais arrojados, mais imprudentes, têm menos experiência na direção. Portanto, são mais inclinados a acidentes, bobos ou fatais, em que a gente mata e morre. Mas há um número impressionante de adultos – mais homens do que mulheres, diga-se de passagem, porque talvez sejam biologicamente mais agressivos – cometendo loucuras ao dirigir, avançando o sinal, quase empurrando o veículo da frente com seu parachoque, não cedendo passagem, ultrapassando em locais absurdos sem a menor segurança, bebendo antes de dirigir, enfim, usando o carro como um punhal hostil [...].

Cada um se porta como quer – ou como consegue. Isso vem do caráter inato, combinado com a educação recebida em casa. Quando esse comportamento ultrapassa o convívio cotidiano e pode mutilar pais de família, filhos e filhas amados, amigos preciosos, ou seja, lá quem for, então é preciso instaurar leis férreas e punições comparáveis. Que não permitam escapadelas nem facilitem cometer a infração com branda cobrança. Que não admitam desculpas e subterfúgios, não premiem o erro, não pequem por uma criminosa omissão.

Precisamos em quase tudo de autoridade e respeito, para que haja uma reforma generalizada, passando da desordem e do caos a algum tipo de segurança e bem-estar. Os motoristas americanos e europeus impressionam pela educação. Não por serem bonzinhos ou melhores do que nós, mas porque temem a lei, a punição, a cassação da carteira, a prisão por coisas que aqui entre nós são consideradas apenas “normais”, menos detalhes, “todo mundo faz assim,”

Autoridade justa, mas muito rigorosa, é o que talvez nos deixe mais lúcidos e mais bem-educados: em casa, na escola, na rua, na estrada, no bar, no clube, dentro do nosso carro. E os fatigados anjos da morte poderão, se não entrar em férias, ao menos relaxar um pouco.

(Lya Luft – adaptado)


No fragmento: “Atenção: os jovens são – em geral, mas não sempre – mais arrojados, mais imprudentes, têm menos experiência na direção. Portanto, são mais inclinados a acidentes, bobos ou fatais, em que a gente mata e morre. Mas há um número impressionante de adultos – mais homens do que mulheres...” Os termos destacados podem ser substituídos sem perder a coesão e coerência, respectivamente, por:


A

Entretanto – onde – Conquanto;


B

Sendo assim – já que – Outrossim;


C

Dessa forma – nos quais – Contudo;


D

Por isso – visto que – À medida que.

Ainda sobre a expressão em destaque na questão anterior, no contexto em que foi aplicada, podemos afirmar que ela expressa uma relação semântica de:


A

Condição.


B

Causa e efeito.


C

Conclusão.


D

Contrariedade.


E

Temporalidade.

As conjunções conquanto (l.6) e mas (l.22), expressam, respectivamente, ideia de:


A

Adversidade e adversidade.


B

Conclusão e adversidade.


C

Adversidade e concessão.


D

Concessão e adversidade.


E

Concessão e concessão.

Há o emprego de conjunção conclusiva em:


A

Ela não só dirigiu a pesquisa como também escreveu o relatório.


B

Chove bastante, portanto a colheita está garantida.


C

Não demore, que o jogo já vai começar.


D

Não esperem por mim, pois estou trabalhando.


E

Ela disse que viria cedo, contudo não conseguiu

Analise a seguinte oração: “Embora houvesse amor, o casal optou pela separação”. O trecho em destaque possui a ideia de:


A

Adição.


B

Concessão.


C

Conclusão.


D

Alternância.


E

Explicação.

A conjunção porém (l.32) apresenta um valor de ___________, podendo, por conseguinte, ser substituída por ____________, sem alterar o sentido expresso no texto.


Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas acima?


A

proporção; a medida que.


B

conclusão; portanto.


C

causal; pois.


D

adversidade; no entanto.


E

alternância; ou.

No período " A felicidade pode passear, falar e comunicar-se na vida externa, mas reside com endereço exato na consciência ", a conjunção "MAS" expressa uma ideia de:


A

Conclusão.


B

Explicação.


C

Adição.


D

Oposição.

No trecho "Começou a fazer tentativas para subir; PORÉM , como as uvas estavam altas e a subida era íngreme, por muito que tentasse não as conseguiu alcançar" a palavra destacada expressa uma ideia de:


A

Conclusão.


B

Oposição.


C

Adição.


D

Explicação.

Nos enunciados “No entanto, por causa da internet, elas aumentaram o seu potencial viral...” (texto) e “Não tá no zap. Então não aconteceu” (charge), as conjunções destacadas estabelecem, respectivamente, relações de sentido de


A

oposição e conclusão.


B

causa e consequência.


C

concessão e conclusão.


D

causa e comparação.


E

finalidade e condição.

Assinale a alternativa correta sobre o seguinte excerto presente no 2º parágrafo: “Não é isso, vô. É que ele mentiu. Por que foi que ele mentiu? Por que não me falou logo que tinha esposa, que tinha filho?”.


A

O pronome “isso” se refere ao substantivo “brincadeira”.


B

O pronome “me” poderia estar posposto ao verbo “falou” sem que isso causasse prejuízo sintático ao período.


C

Em “[...] que tinha esposa [...]”, o item em destaque serve para introduzir uma oração que funciona como complemento do verbo “falou”.


D

No excerto, o termo “logo” exerce papel de conjunção conclusiva.


E

A palavra “filho” contém o encontro consonantal “lh”.

No período "Por isso, a equipe responsável optou por isolá-lo, mas em razão dos cuidados intensos necessários, o grupo decidiu que Iuri passaria um período na residência da veterinária, Samara de Oliveira Freitas", a palavra destacada expressa uma ideia de:


A

Conclusão.


B

Adição.


C

Explicação.


D

Oposição.

   
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