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Considere a tira abaixo:
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Fonte: https://www.facebook.com/tirasarmandinho/photos/a.4883616712091 44.113963.488356901209621/1618921331486500/?type=3&theater
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Estamos diante de:
Uso de linguagem não verbal.
Um processo de variação linguística.
Linguagem injuntiva.
Metáfora.
Catacrese.
Bortoni-Ricardo afirma, em seu livro Educação em língua materna, que a sociolinguística:
“Estamos vendo, então, que o grau de monitoração que um falante pode conferir a sua fala vai depender dos recursos comunicativos que ele já adquiriu, no contato com a língua escrita e com eventos monitorados de linguagem oral.”.
Considerando o trecho em questão e o argumento desenvolvido pela autora ao longo do livro, aponte a alternativa correta:
O ensino da regra padrão deve ser limitado, pois os alunos têm seu próprio conjunto de regras linguísticas que deve ser respeitado: as regras não padrão, as quais os alunos não devem monitorar.
O ensino da regra padrão deve ser pautado na ideia de que todo erro é, na verdade, um conjunto de regras não padrão, desde que seja monitorado.
O ensino da regra padrão tem como objetivo que a regra não padrão seja abandonada pelo aluno, pois ele não é capaz de monitorá-la.
O ensino da regra padrão prevê que o professor seja capaz de monitorar o que é uma regra padrão e o que é uma regra não padrão.
O ensino de regra padrão nem sempre exige do professor que seja capaz de monitorar o que é uma regra não padrão, pois esse papel cabe ao aluno.
Em “bata às portas da Justiça para a defesa de direitos e interesses” (2º§), acerca do efeito de sentido produzido pelo emprego das palavras de acordo com o contexto estabelecido, pode-se afirmar que:
A linguagem denotativa foi empregada de forma exclusiva.
É possível reconhecer o emprego de expressão que caracteriza a linguagem conotativa.
A expressão “defesa de direitos e interesses” poderia ser substituída por “necessária apresentação de defesa dos cidadãos”, mantendo-se a ideia original.
O emprego dos vocábulos “direitos” e “interesses” indica um reforço da mesma ideia, não havendo distinção significativa quanto ao sentido que expressam individualmente.
É possível reconhecer o emprego de uma linguagem informal, destoando – intencionalmente – da adequação proposta pela norma padrão predominantemente utilizada no texto.
Leia o trecho a seguir:
“Pouco se sabe sobre as línguas, a despeito dos séculos de trabalho a elas dedicados, mas há algumas evidências. A primeira é que as línguas ligam-se estreitamente a seus usuários, isto é, a outros fatos sociais. Não são sistemas que pairam acima dos que falam, e não se isentam dos valores atribuídos pelos que falam.”
POSSENTI, S. Gramática e política. In: GERALDI, W. (org.). O texto na sala de aula. 3. ed. São Paulo: Ática, 2002.
O trecho de Bortoni-Ricardo, em Educação em língua materna (2004), que concorda com esse é:
“No contínuo da urbanização, não existem fronteiras rígidas que separem os falares rurais, rurbanos ou urbanos”.
“O padrão de comportamento do professor em relação ao uso de regras não padrão pelos alunos depende basicamente do tipo de evento em que essas regras ocorrem. ”
“Todo falante dispõe de suficiente competência linguística em sua língua materna para produzir sentenças bem formadas e comunicar-se com eficiência.”
“Contar uma narrativa de experiência pessoal é cognitivamente menos complexo que fazer o reconto de um filme assistido.”
“Essas crenças sobre a superioridade de uma variedade ou falar sobre os demais é um dos mitos que se arraigaram na cultura brasileira.”
“Diafásica”, denominação cunhada por Eugenio Coseriu, à semelhança dos termos diatópica e diastrática, designa as variedades “estilísticas” entre os diversos tipos de modalidade expressiva. São exemplos, entre outros, de variedades diafásicas as:
variedades de “níveis” entre os diferentes estratos socioculturais de uma comunidade linguística.
variedades de dialetos entre os diferentes espaços geográficos em que uma língua histórica é falada.
diferenças entre língua falada e língua escrita, entre língua de “uso” e língua literária.
expressões espontâneas entre pessoas escolarizadas que não apresentam a fixidez das formas gramaticais.
variedades linguísticas que decorrem do contato dos falantes de uma língua com os falantes de uma língua estrangeira, como a língua “mista” falada nos portos da China, “o pidgin”.
“Não sei como pareço aos olhos do mundo, mas eu mesmo me vejo como um pobre garoto que brincava na praia e se divertia em encontrar uma pedrinha mais lisa vez por outra, ou uma concha mais bonita do que de costume, enquanto o grande oceano da verdade se estendia totalmente inexplorado diante de mim.”
Sobre os adjetivos sublinhados nessa frase de Isaac Newton, a única afirmação correta é:
“pobre garoto” e “garoto pobre” significam exatamente o mesmo;
o adjetivo “lisa” mostra uma característica da pedrinha e pode sofrer variação de grau;
“bonita” indica um estado da concha e não pode sofrer variação de grau;
“grande” tem valor descritivo;
“inexplorado” é um adjetivo de relação e pode sofrer variação de grau.
A teoria da variação linguística fornece um instrumental metodológico que permite analisar e sistematizar os diferentes tipos de variação linguística. Um aspecto muito importante da variação é o fato de que ela não está limitada a um dos níveis da gramática, mas se apresenta em todos: no nível fonético/fonológico, no morfológico, no sintático, no lexical e no discursivo. Na fala, certos ditongos aparecem tanto de maneira plena quanto de maneira reduzida, dependendo de quem fala, como em: peixe/pexe, outro/otro, caixa/caxa. Essa variação acontece em qual nível da língua?
Fonético/Fonológico.
Morfológico.
Sintático.
Lexical.
Discursivo.

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(Fonte: dialetosportugueses.blogspot.com. Acesso em 08/10/19.)
A charge acima aborda uma questão de variação linguística que contempla as múltiplas possibilidades de a língua realizar-se em suas multimodalidades. Neste sentido, é pertinente afirmar que:
( ) A modalidade oral admite variações fonéticas, de modo que, a rigor, não existe uma maneira de fala padronizada e submissa a uma única forma.
( ) As formas de atuação social que as pessoas empreendem definem a variação como um fenômeno pelo qual, no cotidiano da atuação verbal, uma língua nunca é uniforme.
( ) A língua que falamos mostra a que grupo pertencemos; é uma espécie de atestado de nossas identidades, por meio da forma, das entonações e dos nossos sotaques.
O preenchimento CORRETO dos parênteses está na alternativa
V, V e V.
V, V e F.
F, F e V.
V, F e V.
F, F e F.
O reconhecimento da diversidade linguística no ensino da língua portuguesa implica
privilegiar os textos orais em detrimento dos textos escritos.
discutir o preconceito linguístico em práticas de linguagem.
propor a leitura de textos literários canônicos.
adequar o registro linguístico dos discentes à norma padrão do português.
Analise o texto abaixo:
Certamente você já deve ter se deparado com determinados tipos de .................................., seja conversando com os colegas na sala de aula, assistindo a uma reportagem na TV ou lendo textos históricos. Essas .................................. envolvem vários traços históricos, sociais, culturais e geográficos e podem acontecer de diversas formas. Estão diretamente relacionadas ao fenômeno do uso do idioma, em que seus próprios falantes podem alterar o modo de falar, escrever e passar as informações adiante. Um bom exemplo do que se aborda aqui é a linguagem dos internautas que, em meio a tantas abreviações e neologismos, termina por criar um universo específico, no qual somente os interlocutores são capazes de decifrar o vocabulário por eles utilizado.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
variação linguística • variações
produção textual • produções
interação linguística • interações
informação • anunciações
linguagem • concepções
Sobre a variação linguística, é correto afirmar-se que:
não se verifica, na sociedade em geral, a crença sobre o maior prestígio de determinada variedade linguística em detrimento de outras.
na história de um idioma, as variedades indicam o empobrecimento progressivo da linguagem.
no contexto social, alguns traços de variação linguística recebem mais carga de avaliação negativa que outros.
na escrita, não se admite qualquer variação linguística, pois somente na modalidade oral é que isso pode verificar-se.
sociolinguisticamente, alguns textos podem ser considerados linguisticamente corretos, porque respeitam a norma culta da língua, e outros, ao contrário, são considerados incorretos, porque não obedecem às normas gramaticais.
Muitos estudiosos entendem que a fala e a escrita se encontram em um “continuum” por se tratar de modalidades linguísticas:
complementares.
excludentes.
distintas.
variantes
sucessivas.
Assinale a opção em que a frase está de acordo com a norma-padrão.
Na rua, haviam muitos moradores.
Devem haver muitos problemas nessa empresa.
No final do semestre, houveram festas na faculdade.
Podiam haver soluções para os problemas do meu tio.
Daqui para frente, outros haverão de ter problemas.
Leia o texto para responder a esta questão.

https://amigopai.wordpress.com/2015/08/10/pronomes-de-tratamento/
Na escrita de gêneros do discurso oficiais, o uso da língua portuguesa em sua variedade padrão é obrigatório. Na charge, verifica-se:
a observância da norma padrão com o uso de “distraído” em vez de “distraída” que deveria concordar com “Vossa Excelência”.
a ocorrência de desvio da norma padrão pela falta de vírgula separando o vocativo.
a observância da norma padrão com o uso do imperativo “Desculpe” em vez de “Desculpa”.
a ocorrência de desvio da norma padrão pelo uso de “Vossa Excelência” em vez de “Sua Excelência”.
A valorização das variedades linguísticas constitui um dos “valores e atitudes subjacentes às práticas de linguagem” (BRASIL, 1998, p. 64). Isso implica a proposta de incorporar a língua falada às aulas de gramática. Que argumento se incompatibiliza com a efetivação de tal proposta?
A) As variedades socioculturais discentes devem ser, paulatinamente, desconsideradas, a fim de as atividades didáticas voltarem-se para a variação linguística de prestígio, com vistas à ascensão social.
O discente, na maioria das vezes, não vem de um contexto sociofamiliar letrado, no entanto o seu modo de falar deve ser levado em consideração nas diferentes situações de sala aula de Língua Portuguesa.
Os exercícios gramaticais devem trazer recortes linguísticos que ilustram as variedades socioculturais da língua portuguesa, sem que se discrimine a variedade linguística discente e, em segundo plano, a de seus familiares e amigos.
Inicialmente, para uma reflexão gramatical, deve-se considerar o conhecimento linguístico do discente, para, em seguida, ele poder observar os conhecimentos linguísticos diferentes do seu e compará-los ao seu próprio conhecimento linguístico.
De acordo com a norma-padrão, a frase que completa adequadamente o balão do segundo quadrinho é:
Ei, quer ver eu arrumar, a gaveta de meias Garfield!?
Ei, quer ver eu, arrumar a gaveta de meias, Garfield.
Ei Garfield, quer me ver arrumar, a gaveta de meias?
Ei Garfield quer ver eu arrumar, a gaveta de meias?
Ei, Garfield, quer me ver arrumar a gaveta de meias?
Diante de um segmento textual expresso em linguagem coloquial, a atitude didática mais adequada do professor é:
demonstrar a inadequação desse emprego.
propor a modificação do segmento para a linguagem formal.
indicar as deficiências comunicativas desse nível de linguagem.
mostrar a provável adequação dessa linguagem à situação comunicativa.
condenar a linguagem que não corresponda ao uso culto da língua.
Marque a alternativa CORRETA:
O padrão da norma culta se impõe em toda e qualquer situação comunicativa.
A linguagem própria do estudante, por conter erros de expressão, deve ser sempre corrigida pelo professor.
A variação linguística é um fenômeno reconhecido pela ciência, que aponta, dentre outros fatores, a necessidade de considerar a situação comunicativa do falante.
A noção de “erro” é admitida pela linguística.
Os jargões das diversas profissões não são reconhecidos cientificamente
No tocante à incidência dos fenômenos sociolinguísticos, é CORRETO afirmar o seguinte:
Gírias, clichês e jargões devem ser reprimidos como abusos expressivos.
Os estrangeirismos são vocábulos que devem ser suprimidos da base de comunicação e expressão dos alunos.
Os dialetos e regionalismos são considerados elementos inferiores de expressão linguística.
Uma dada comunidade linguística só pode exprimir-se através de seu código linguístico, exclusivamente.
O repertório lexical, vocabular e linguístico dos estudantes, utilizado em seu dia a dia, deve ser potencializado e valorizado pelo professor em suas abordagens.
Diante da questão: “Que tipos de textos devemos estudar no espaço escolar?”, assinale a opção que indica a resposta mais adequada.
Textos literários, já que são expressivamente os mais ricos.
Textos da chamada “boa imprensa” por apresentarem estruturação correta.
Textos clássicos da língua, por unirem qualidades estéticas e correção.
Textos de gêneros textuais e modalidades linguísticas variados.
Textos de modalidades linguísticas “nobres”, por suas qualidades expressivas.