Questões de Concurso sobre Espaços Vetoriais

 
 
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Os espaços vetoriais têm aplicações em muitas áreas que envolvem dados, sistemas dinâmicos, otimização e modelagem. Para que um conjunto de vetores seja um espaço vetorial deve satisfazer algumas condições. Observe, por exemplo os conjuntos de vetores

e .

Quais desses conjuntos são espaços vetoriais reais?



A

A e D.


B

B e C.


C

A e C.


D

B e D.

No espaço vetorial M2(IR), considere os seguintes subespaços vetoriais:


E =


F =


Uma base para a soma E + F é:


A


B


C


D


E

Dados o subespaço W = {(x,y,z) ,x + z = 0 e x - 2y = 0}, determine um conjunto de geradores.


A

{(2,1,-2)}


B

{(1,1,-2)}


C

{(2,1,2)}


D

{(1,1,2)}


E

{(-2,1,2)}

No o campo vetorial:

= (x,y,z) = xcos(y) + xysen(z) + zcos(x) , o vetor rotacional é dado pelas componentes


A

(–xycos(z); –zsen(x); ysen(z) + xsen(y)).


B

(xycos(z); –zsen(x); –ysen(z) – xsen(y)).


C

(xycos(z); zsen(x); –ysen(z) – xsen(y)).


D

(–xycos(z); –zsen(x); –ysen(z) + xsen(y)).


E

(–xycos(z); zsen(x); ysen(z) + xsen(y)).

Sejam os subespaços vetoriais em ℝ3 : e . Uma base para o subespaço é:


Fonte: LIPCHUTZ, S. Lipschutz, S.; Lipson, M.: Álgebra Linear - Coleção Schaum. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.


A

{(–1,2,1)}


B

{(–1,2,–1)}


C

{(0,0,0)}


D

{(–1,1,2)}


E

{(0,1,0)}

Considere a transformação definida por e analise as afirmações a seguir:


I - é uma transformação linear.

II - se e só .

III - pode ser definido pela matriz .

IV - Se é linearmente independente, então e também são linearmente independentes.

V - O conjunto imagem de é um subespaço vetorial de de dimensão 1.


Está correto apenas o que se afirma em


A

I.


B

I e V.


C

I, II e V.


D

II, III e V.


E

II, IV e V.

O volume do paralelepípedo formado pelos vetores , , e onde 𝐴(1, 2, −1), 𝐵(5, 0, 1), 𝐶(2, −1, 1) e 𝐷(6, 1, −3) é dado por:


A

6.


B

12.


C

24.


D

36.


E

48.

Sejam 𝑾 = {(𝟐, 𝟒), (𝟑, 𝟎)} e 𝒀 = {(𝟏, 𝟐), (𝟓, 𝟒)} duas bases do espaço vetorial ℝ𝟐. Escrevendo o vetor (𝟓, 𝟐)𝑾 na base 𝒀, obtém-se o vetor


A

(6, 2)𝑌


B

(1, 0)𝑌


C

(−2, 6)𝑌


D

(−8, 10)𝑌


E

(−6,−1)𝑌

Considere as afirmações a seguir.


I. Todo espaço vetorial é um anel, mas nem todo anel é um espaço vetorial.

II. Seja 𝐹 o espaço vetorial de todas as funções reais, com domínio real, contínuas sobre o corpo ℝ. Seja 𝐴 ⊂ 𝐹, o subespaço gerado pelas funções 𝑓, 𝑔, 𝑟, dadas por 𝑓(𝑥) = 𝑒𝑥, 𝑔(𝑥) = 𝑒−𝑥, 𝑟(𝑥) = 𝑠𝑒𝑛ℎ(𝑥), isto é, 𝐴 = ⟨𝑒𝑥, 𝑒−𝑥 , 𝑠𝑒𝑛ℎ(𝑥)⟩. Como a dimensão de 𝐴 é finita, podemos estabelecer um isomorfismo entre 𝐴 e ℝ3.

III. Seja 𝑇: ℝ4 → ℝ3 uma transformação linear, tal que 𝑁(𝑇) = ⟨(0,0,0,1)⟩, isto é, o núcleo de 𝑇 é o espaço vetorial gerado pelo vetor (0,0,0,1). Defina em ℝ4 a relação ∼, dada por: 𝑢 ∼ 𝑣 ⟺ 𝑢 − 𝑣 ∈ 𝑁(𝑇). Assim, podemos dizer que {}.

IV. Dada uma coleção infinita de subespaços de um espaço 𝑉, é sempre possível achar um subespaço na interseção dos subespaços dessa coleção.

V. Dados 𝐴, 𝐵, subespaços de um espaço vetorial 𝑉, o conjunto 𝐴 ∪ 𝐵 = {𝑐 ∈ 𝑉: 𝑐 ∈ 𝐴 𝑜𝑢 𝑐 ∈ 𝐵} não é um subespaço de 𝑉.


Analisando os itens acima, podemos afirmar que:


A

apenas um item é verdadeiro.


B

apenas dois itens são verdadeiros.


C

apenas três itens são verdadeiros.


D

apenas quatro itens são verdadeiros.


E

todos os itens são verdadeiros.

No espaço vetorial R3, a representação do vetor 𝒗 = (𝟐, 𝟔, 𝟏𝟎) na forma de matriz, na base 𝑾 = { (𝟏, 𝟏, 𝟎), (𝟎, 𝟏, 𝟎), (𝟏, 𝟎, 𝟏)}, é dada por


A


B


C


D


E

Existem dois vetores (a,b,c) e (x,y,z) em W, tais que (a,b,c) ≠ (mx, my, mz) para qualquer valor de m, com m um número real.


C

Certo


E

Errado

Um aluno ao resolver um sistema linear com 3 equações do tipo ax + by + cz + d = 0, identificou, corretamente, que ele era possível e indeterminado. Isso significa que, na representação geométrica desse sistema, os planos dividiam o espaço em, apenas,


A

2 ou 4 ou 6 regiões.


B

4 ou 6 regiões.


C

6 ou 8 regiões.


D

2 ou 4 regiões.


E

4 ou 6 ou 8 regiões.

Um campo vetorial é definido pela função . O divergente desse campo vetorial, no ponto A(2,–5), é


A

2.


B

–2.


C

4.


D

0.


E

6.

Sejam os vetores reais e não nulos e definidos sobre um espaço vetorial V. Para que esses dois vetores sejam ortogonais, é necessário que o produto


A

escalar desses vetores seja nulo.


B

vetorial desses vetores seja nulo.


C

escalar desses vetores seja igual a 1.


D

vetorial desses vetores seja anticumutativo.

Se U = { : a - c + d = 0 e b - 3d = 0} e T = são subespaços vetoriais do espaço vetorial das matrizes quadradas de ordem 2, então é correto afirmar que a dimensão da soma U + T é igual a


A

2.


B

3.


C

1.


D

4.


E

5.

Considere T(x, y, z) o operador linear de que apresenta os seguintes valores próprios e vetores próprios:


e ; e ; e e .


O valor de T(2, –5, 7) é


A

(1, 7, 26).


B

(2, 9, 35).


C

(–3, 1, 11).


D

(4, –11, 8).


E

(5, 15, –1).

 
 
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