Questões de Concurso sobre Cancer

 
 
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De acordo com o I Consenso Brasileiro de Nutrição Oncológica (SBNO, 2021), para os pacientes oncológicos adultos, idosos e cirúrgicos eletivos, o que está indicado na abreviação do tempo de jejum na noite anterior à cirurgia?


A

450 mL de fórmula líquida contendo 10% de dextrose com ou sem proteína.


B

400 mL de fórmula líquida contendo 12,5% de dextrose com ou sem proteína.


C

350 mL de fórmula líquida contendo 10% de dextrose com ou sem proteína.


D

300 mL de fórmula líquida contendo 12,5% de dextrose com ou sem proteína.

A terapia nutricional no paciente adulto oncológico integra o conjunto de estratégias assistenciais voltadas ao manejo clínico, sendo considerada um componente relevante no cuidado multiprofissional.


Fonte: Fonte: Waitzberg, Dan L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica / Dan L. Waitzberg. -- 5. ed. -Rio de Janeiro: Atheneu, 2017.


Considerando esse contexto, assinale a alternativa CORRETA.


A

Para pacientes oncológicos em tratamento ambulatorial de quimio e radioterapia, a modificação da dieta oral deve ser contraindicada, uma vez que adaptações na consistência e composição da dieta podem comprometer a padronização do plano nutricional e dificultar o monitoramento da ingestão calórica pelo nutricionista responsável.


B

A terapia nutricional parenteral é a via de primeira escolha para pacientes oncológicos, independentemente da funcionalidade do TGI, por oferecer maior precisão na oferta de nutrientes e menor risco de complicações infecciosas em comparação à via enteral.


C

Os benefícios da terapia nutricional em pacientes oncológicos restringem-se à preservação da integridade do TGI e à prevenção de déficits nutricionais, sendo a melhora da capacidade funcional, da qualidade de vida e a redução das taxas de reinternação considerados desfechos secundários sem respaldo em evidências científicas robustas.


D

A intervenção nutricional adequada no paciente oncológico está associada ao aumento da sobrevida, à melhora do estado nutricional, da ingestão alimentar, da capacidade funcional e da qualidade de vida. Além disso, favorece maior adesão aos programas de reabilitação e está relacionada à redução das taxas de reinternação.


E

A terapia nutricional no paciente oncológico deve ser iniciada de forma tardia, após a estabilização do quadro clínico e a resolução das complicações infecciosas, sob a justificativa de que a oferta precoce de nutrientes poderia intensificar a resposta inflamatória sistêmica e aumentar o risco de complicações metabólicas nas fases iniciais da internação.

Um Nutricionista de um hospital está revisando o protocolo institucional de triagem e avaliação nutricional. Ele deseja padronizar quando e como avaliar o paciente com câncer, tanto na internação quanto no ambulatório. De acordo com a fisiopatologia da doença e o consenso de nutrição oncológica, assinale a alternativa CORRETA.


A

A avaliação nutricional deve ser feita apenas no pré-operatório; durante quimioterapia/radioterapia, recomenda-se apenas acompanhamento clínico geral.


B

Ambulatorialmente, pacientes sem risco nutricional devem ser reavaliados a cada 90 dias, e pacientes com risco nutricional a cada 60 dias.


C

Na admissão hospitalar, recomenda-se iniciar triagem nutricional em até 7 dias; reavaliações semanais só são necessárias em pacientes já desnutridos.


D

A avaliação nutricional deve iniciar no diagnóstico e ser repetida a cada visita, priorizando ferramentas como NRS-2002, ASG ou ASG-PPP, podendo ser complementada por dinamometria.

A Diretriz BRASPEN de terapia nutricional no paciente com câncer (2019) baseou-se em compêndios internacionais, para população adulta e idosa e estudos recentes de relevância científica.


À luz dos conhecimentos acerca do suporte nutricional enteral e parenteral, em consonância com tal documento, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.


( ) Recomenda-se (com nível alto de evidência) abreviação do jejum para pacientes oncológicos para 2 a 3 horas com fórmula contendo maltodextrina a 12,5%, com ou sem fonte nitrogenada na quantidade de 200 ml. No pós-operatório deve-se iniciar a dieta precocemente nas primeiras 12 a 24 horas na presença de estabilidade hemodinâmica independentemente da via de alimentação.

( ) A estratégia nutricional no paciente oncológico com sarcopenia deve contemplar uma dieta hiperproteica e fracionada de forma a ofertar de 30 a 50 g de proteína por refeição, uma vez que a perda de massa muscular é considerada a principal característica da desnutrição associada ao câncer. Tal recomendação exibe forte evidência científica e prática.

( ) O objetivo da terapia nutricional no câncer crítico é minimizar os efeitos deletérios da resposta inflamatória aguda e da desnutrição, reduzindo a ocorrência de interrupções da terapia antineoplásica e melhorando a qualidade de vida. Assim, ofertar uma terapia nutricional apropriada é importante para minimizar potenciais efeitos adversos. Essa orientação possui forte evidência científica e prática.


As afirmativas acima são, respectivamente,


A

V – V – F.


B

V – F – V.


C

F – V – F.


D

F – F – V.


E

F – F – F.

Em relação à dietoterapia precoce em pacientes oncológicos, assinale a alternativa correta.


A

A introdução precoce da terapia nutricional oral ou enteral deve ser evitada nas primeiras 48 horas de internação, devido ao risco elevado de síndrome de realimentação em pacientes com câncer.


B

A terapia nutricional precoce é recomendada para reduzir complicações infecciosas e manter a massa magra, especialmente em pacientes com risco nutricional ou já desnutridos.


C

A oferta calórica inicial deve sempre atingir 100% das necessidades estimadas já no primeiro dia, a fim de prevenir o catabolismo acelerado característico do paciente oncológico.


D

A nutrição parenteral precoce é preferível à nutrição enteral, mesmo na presença de trato gastrointestinal funcionante, devido a maior rapidez na reversão da desnutrição.

Paciente de 65 anos, internado por câncer gástrico e submetido à gastrectomia parcial, apresenta inapetência e perda ponderal no pós-operatório. Considerando os fundamentos da nutrição hospitalar, a conduta nutricional mais adequada é


A

manter dieta oral conforme aceitação.


B

suspender alimentação até melhora clínica.


C

iniciar nutrição enteral precoce e progressiva.


D

priorizar suplementação proteica apenas oral.


E

ofertar líquidos claros por tempo prolongado.

De acordo com o Consenso Brasileiro de Nutrição Oncológica da Sociedade Brasileira de Nutrição Oncológica (SBNO), elaborado por especialistas para padronizar e qualificar a assistência nutricional a pacientes com câncer no Brasil, qual é a conduta mais adequada em relação à dietoterapia para paciente oncológico em risco nutricional ou com perda de peso não intencional, mas ainda capaz de se alimentar por via oral?


A

Aumentar o volume das refeições principais e reduzir os lanches, priorizando refeições mais volumétricas para otimizar a ingestão calórica.


B

Manter a alimentação habitual do paciente, sem modificações ou intervenções dietéticas, até que ocorra perda de peso superior a 10%.


C

Implementar intervenções dietéticas individualizadas, priorizando fracionamento da dieta, aumento de densidade calórico-proteica e uso de suplementos orais quando necessário.


D

Indicar nutrição enteral e parenteral imediatamente, pois pacientes oncológicos em risco nutricional não devem depender somente de ingestão oral.

Considere as condições clínicas e as condutas nutricionais para pacientes oncológicos em cuidados paliativos, sobre a tomada de decisão em relação à nutrição artificial no paciente com câncer, de acordo com a Diretriz BRASPEN de Terapia Nutricional no Paciente com Câncer (2019):


Imagem associada para resolução da questão


A correta correlação entre Condição Clínica do Paciente e Conduta Nutricional Recomendada é:


A

I-2 - II-1 - III-4 - IV-3.


B

I-2 - II-3 - III-4 - IV-1.


C

I-3 - II-2 - III-1 - IV-4.


D

I-2 - II-3 - III-1 - IV-4.


E

I-3 - II-2 - III-4 - IV-1 .

A prática do nutricionista em oncologia demanda domínio da fisiopatologia tumoral, das respostas metabólicas sistêmicas induzidas pelo câncer e pelos tratamentos antineoplásicos, bem como da aplicação criteriosa da terapia nutricional com base em evidências científicas. Analise a situação clínica a seguir: paciente do sexo feminino, 58 anos, diagnóstico de câncer de pulmão de células não pequenas, em quimioterapia associada à radioterapia. Apresenta perda ponderal de 15% em 6 meses, IMC de 18,4 kg/m², sarcopenia, PCR elevada, hipoalbuminemia, disfagia leve e ingestão alimentar inferior a 50% das necessidades estimadas nas últimas duas semanas. Função gastrointestinal preservada.


No âmbito da abordagem nutricional e dietoterapia oncológica, sob análise desse estudo de caso, assinale a alternativa INCORRETA.


A

A perda ponderal associada à inflamação sistêmica e à sarcopenia caracteriza quadro compatível com caquexia neoplásica, sendo a hipoalbuminemia mais relacionada à resposta inflamatória do que à ingestão proteica isolada.


B

A estimativa de necessidades nutricionais deve considerar aumento do gasto energético de repouso, recomendando-se, em geral, aporte energético entre 25–30 kcal/kg/dia e proteico entre 1,2–2,0 g/kg/dia, ajustados à condição clínica.


C

Diante da ingestão oral insuficiente (<60% das necessidades) e da função gastrointestinal preservada, a terapia nutricional enteral precoce deve ser considerada como estratégia prioritária para prevenção da progressão da desnutrição.


D

A intervenção nutricional contínua e monitorada pode contribuir para melhora da composição corporal, da resposta ao tratamento oncológico e da qualidade de vida, mesmo que a reversão completa da caquexia não seja possível.


E

A presença de inflamação sistêmica e PCR elevada contraindica o uso de terapia nutricional enteral, sendo a nutrição parenteral a via preferencial para controle do catabolismo proteico nesses pacientes.

De acordo com o I Consenso Brasileiro de Nutrição Oncológica (SBNO, 2021), a avaliação nutricional do paciente oncológico pediátrico é realizada com base nas medidas antropométricas (peso, estatura, pregas cutâneas e circunferência do braço) auxiliadas pelos exames bioquímicos


A

albumina, proteína ligada ao retinol, pré-albumina e proteína c reativa.


B

albumina, transferrina, proteína c reativa e hemograma.


C

albumina, transferrina, pré-albumina e proteína ligada ao retinol.


D

albumina, pré-albumina, proteína c reativa e hemograma.

Leia o caso a seguir.


Paciente J.B.L, sexo masculino, 42 anos, diagnóstico de câncer de cólon, 80 kg e 1,78m. Encontra-se em suporte intensivo após cirurgia de ressecção de segmento do intestino, em utilização de nutrição parenteral total.


De acordo com Toledo e Castro (2015), para evitarmos distúrbios de glicemia neste paciente a quantidade mínima, em gramas/dia, de glicose a ser infundida e a meta glicêmica mínima devem ser, respectivamente, de


A

96 g/dia e 110 mg/dL.


B

120 g/dia e 260 mg/dL.


C

160 g/dia e 140 mg/dL.


D

200 g/dia e 180 mg/dL.

O consumo de carnes vermelhas e carnes processadas está ligado ao desenvolvimento de alguns tipos de câncer, especialmente os que atingem o trato gastrointestinal. Qual é a quantidade de carne vermelha que o World Cancer Research Fund International (2018) recomenda que seja consumida semanalmente?


A

200 a 300 g.


B

250 a 350 g.


C

300 a 450 g.


D

350 a 500 g.

Na oncologia pediátrica, o manejo nutricional tem papel fundamental na manutenção do crescimento e na redução de complicações associadas ao tratamento. Em crianças em estado crítico ou com desnutrição grave, o planejamento da oferta energética deve considerar que:


A

dietas com restrição proteica são indicadas para diminuir a produção de ureia decorrente da lise tumoral


B

a oferta energética deve permanecer inferior à Taxa Metabólica Basal durante todo o período de quimioterapia


C

a restrição hídrica para aproximadamente 50% das necessidades facilita a concentração dos nutrientes administrados


D

a progressão gradual do aporte calórico reduz o risco de Síndrome de Realimentação, exigindo monitoramento de eletrólitos como fósforo e potássio


E

o alcance imediato da meta calórica total nas primeiras 12 horas reduz de forma significativa a ativação de mecanismos catabólicos celulares associados ao estresse metabólico agudo

A perda de apetite é um sintoma frequentemente observado em pacientes com câncer, podendo resultar na redução da ingestão alimentar, perda de peso e agravamento do estado nutricional. Nesse contexto, diferentes fatores fisiológicos, metabólicos, emocionais e relacionados ao tratamento podem contribuir para essa condição. Considerando esse contexto, analise as afirmativas a seguir acerca das possíveis causas da perda de apetite em pacientes oncológicos:


I. Alterações metabólicas decorrentes da presença do tumor, que interferem nos mecanismos regulatórios do apetite e no metabolismo energético do organismo.

II. Alterações metabólicas e efeitos adversos relacionados aos tratamentos de quimioterapia e radioterapia, que podem comprometer a ingestão alimentar e a aceitação da dieta.

III. Alterações emocionais, como angústia, medo e depressão, que influenciam negativamente o comportamento alimentar e a percepção da fome.


É CORRETO o que se afirma em:


A

I e II, apenas.


B

III, apenas.


C

I, II e III.


D

I e III, apenas.


E

II, apenas.

Paciente oncológico em quimioterapia apresenta mucosite grave, intolerância alimentar e risco elevado de sepse. A equipe multiprofissional decide iniciar TNP. Nesse contexto, a complicação metabólica CORRETAMENTE característica da TNP e que exige monitoramento laboratorial rigoroso é:


A

Hipoglicemia refratária por supressão da gliconeogênese.


B

Hipercalcemia por excesso de vitamina D.


C

Hiponatremia dilucional por excesso de aminoácidos.


D

Osteoesclerose por excesso de fósforo.


E

Colestase e hiperbilirrubinemia por excesso de glicose e lipídios.

Paciente do sexo feminino, 77 anos, com diagnóstico de câncer colorretal metastático em progressão, encontra-se em cuidados paliativos exclusivos, com expectativa de vida estimada pela equipe inferior a 30 dias, caracterizando cuidado ao fim da vida. Apresenta desnutrição, sarcopenia, anorexia intensa e ingestão oral reduzida, aceitando apenas pequenas quantidades conforme seu desejo. A família demonstra preocupação com a baixa ingestão calórica e hídrica e solicita orientação nutricional. A paciente permanece consciente e reforça preferência por priorizar conforto e evitar intervenções invasivas.


Considerando a fase clínica descrita e as recomendações nutricionais em cuidados paliativos oncológicos, é correto afirmar que, nesse momento, deve-se


A

estabelecer metas energéticas entre 25 e 35 kcal/kg/dia e oferta proteica acima de 1,0 g/kg/dia, com planejamento dietoterápico estruturado para recuperação do estado nutricional.


B

definir metas nutricionais baseadas na expectativa de vida maior que 90 dias, priorizando aumento progressivo da ingestão calórica para reversão da desnutrição.


C

ajustar a oferta de calorias, proteínas e líquidos de acordo com a aceitação e a tolerância da paciente, priorizando conforto, sem metas rígidas de ingestão no cuidado ao fim da vida.


D

indicar terapia nutricional enteral como estratégia prioritária para atingir as necessidades energéticas estimadas, independentemente do objetivo de conforto.


E

indicar terapia nutricional parenteral total para correção da desnutrição e aumento da sobrevida, mesmo nos últimos momentos de vida.

No ambulatório oncológico, uma mulher em radioterapia para tumor de cabeça e pescoço passou a relatar dor para engolir, queda da aceitação alimentar e perda de funcionalidade. O trato gastrointestinal está funcionante, mas a ingestão pela via oral já não cobre o necessário. A equipe discute qual passo nutricional preserva melhor a lógica terapêutica nesse momento. Assinale a alternativa correta.


A

A orientação dietética deve permanecer como eixo único enquanto a deglutição continuar possível, ainda que a ingestão siga insuficiente.


B

A parenteral total ocupa a primeira escolha, porque a inflamação tumoral reduz a utilidade clínica do trato gastrointestinal funcionante.


C

A restrição alimentar dirigida ao metabolismo tumoral pode ser usada como estratégia transitória quando houver reforço proteico planejado.


D

O cuidado pede manejo de sintomas, aconselhamento intensivo, suplemento oral e, persistindo insuficiência, avanço para suporte enteral.


E

O início de dieta enteral deve aguardar falha clínica mais importante, porque o uso precoce tende a reduzir adesão ao tratamento.

A recomendação para oferta calórica para um paciente oncológico crítico adulto com IMC de eutrofia, internado em UTI do 1º ao 4º dia de internação, considerando sua avaliação por fórmulas preditivas é de, em kcal/kg/dia:


A

15 a 20.


B

25 a 30.


C

22 a 25.


D

20 a 25.


E

11 a 14.

De acordo com o Consenso Nacional de Nutrição Oncológica, qual é a frequência ideal de monitoramento da glicemia para pacientes oncológicos em fase instável durante a primeira semana de terapia nutricional?


A

Apenas uma vez ao dia.


B

Semanalmente.


C

A cada 48 horas.


D

De duas a três vezes ao dia.


E

Apenas na presença de sintomas clínicos.

Paciente oncológico em tratamento adjuvante apresenta episódios recorrentes de diarreia e mucosite oral. A equipe cogita uso de glutamina e probióticos para manejo do quadro.


De acordo com a Diretriz BRASPEN de Terapia Nutricional no Paciente com Câncer (2019), considerando as evidências disponíveis, assinale a alternativa que apresenta corretamente as recomendações atuais.


A

Glutamina não tem evidência suficiente para diarreia ou mucosite; probióticos podem ser utilizados na prevenção e tratamento da diarreia, exceto em casos de alterações imunológicas.


B

Glutamina não deve ser utilizada para diarreia, mas pode ser empregada na mucosite; probióticos devem ser restritos ao tratamento da diarreia já instalada.


C

Glutamina só é contraindicada em falência orgânica múltipla; probióticos podem ser usados em todos os pacientes com diarreia, independentemente do estado imunológico.


D

Glutamina é indicada para mucosite, mas não para diarreia; probióticos devem ser evitados durante o uso de quimioterapia.


E

Glutamina pode ser usada para prevenção da mucosite; probióticos não apresentam benefício comprovado na diarreia associada ao câncer.

   
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