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Um dos aspectos importantes da SAN é promover a saúde, a nutrição e a alimentação da população, mas somente para populações em situação vulnerável socialmente.
Em 2002, foi consolidada a consulta pública, sendo aprovada a fortificação das farinhas de trigo e milho por meio da RDC nº 344/2002 da Anvisa. Quais nutrientes tornaram-se obrigatórios nessas farinhas?
Vitamina A e iodo
Vitamina B12 e ferro.
Ferro e ácido fólico.
Ácido fólico e vitamina A.
Vitamina B6 e Ferro.
O Ministério da saúde publicou em 2016 o documento “Orientações para Avaliação de Marcadores de Consumo Alimentar na Atenção Básica”. Esse documento contém um grupo de indicadores voltados para as diversas fases da vida: crianças, adolescentes, gestantes, adultos e idosos, de modo a possibilitar o reconhecimento de alimentos ou comportamentos que se relacionam à alimentação saudável ou não saudável. Considerando o documento “Orientações para Avaliação de Marcadores de Consumo Alimentar na Atenção Básica”, são indicadores para avaliação do consumo alimentar de adultos e idosos:
I. hábito de realizar refeições assistindo à televisão, mexendo no computador e/ou no celular, e consumo de feijão;
II. consumo de hambúrguer e/ou embutidos, e consumo de bebidas adoçadas;
III. consumo de macarrão instantâneo, salgadinhos de pacote ou biscoitos salgados, e consumo de biscoito recheado, doces ou guloseimas;
IV. consumo de alimentos ricos em ferro, e diversidade alimentar mínima.
Dos itens, verifica-se que estão corretos apenas
I e II.
I e IV.
II e IV.
III e IV.
I, II e III.
O Programa Nacional de Suplementação de Ferro, publicado em 2013, apresenta a recomendação para a suplementação de ferro em recém-nascido pré-termo com peso entre 1000g e 1500g. Assinale a alternativa que apresenta corretamente essa recomendação.
3mg/kg peso/dia durante um ano. Posteriormente, 1mg/kg peso/dia por mais um ano.
2mg/kg peso/dia durante um ano. Após esse prazo, 1,5mg/kg peso/dia por mais um ano.
4mg/kg peso/dia durante um ano. Posteriormente, 1mg/kg peso/dia por mais um ano.
2mg/kg peso/dia durante um ano. Posteriormente, 1mg/kg peso/dia por mais um ano.
3mg/kg peso/dia durante um ano. Após esse prazo, 2mg/kg peso/dia por mais um ano.
Sobre o Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A, considere as afirmações abaixo.
I - A deficiência de vitamina A subclínica é definida como uma situação na qual as concentrações estão baixas, sendo acompanhada de diminuição da sensibilidade à luz até cegueira parcial ou total.
II - Os suplementos de vitamina A devem ser oferecidos às crianças de 12 a 59 meses de idade na dose de 200.000 UI de seis em seis meses. O intervalo seguro entre uma administração e outra é de, no mínimo, quatro meses.
III - Em caso de superdosagem, podem ocorrer hepatotoxicidade, dor de cabeça, náuseas, tontura, sonolência, irritabilidade, delírio, vômitos, diarreia e eritema cutâneo.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas II e III.
I, II e III.
O Programa Nacional de Suplementação de Ferro (PNSF) é uma das iniciativas do Ministério da Saúde no combate à anemia por deficiência de ferro entre crianças e gestantes. Assinale a alternativa correspondente à faixa etária de crianças que deve ser atendida pelo PNSF.
Zero a 24 meses.
Zero a 60 meses.
6 a 18 meses.
6 a 24 meses.
12 a 18 meses.
O Programa Saúde na Escola, instituído em 2007, visa à integração e à articulação permanente entre os Ministérios da Saúde e da Educação, com a finalidade de promover a melhoria da qualidade de vida da população brasileira. Esse programa tem como principal objetivo
comparar o número de escolares atendidos ao confrontar os dados desse Programa com os do Programa Nacional de Alimentação Escolar.
promover a saúde e a cultura da paz, reforçando a prevenção de agravos à saúde, bem como fortalecer a relação entre as redes públicas de saúde e de educação.
diminuir a evasão dos alunos, ofertando atividades de alimentação saudável e atividade física na rotina.
coletar informações sobre o estado nutricional do aluno matriculado na rede privada, independentemente da série que ele está cursando.
A OMS recomenda a administração de suplementos de vitamina A para prevenir a carência, a xeroftalmia e a cegueira de origem nutricional em crianças de 6 a 59 meses. Ressalta ainda que a suplementação profilática de vitamina A deve fazer parte de um conjunto de estratégias para a melhoria da ingestão desse nutriente, associada, portanto à diversificação da dieta (OMS, 2011). Consoante essas recomendações, o Ministério da Saúde implementou, em 2005, o Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A. Sobre a suplementação de vitamina A em crianças, é correto afirmar:
crianças de 6 a 11 meses de idade devem receber uma dose de vitamina A de 100.000 UI.
crianças de 12 a 59 meses de idade devem receber doses semestrais de vitamina A de 100.000 UI.
o intervalo seguro entre uma administração e outra de vitamina A é de, no mínimo, seis meses.
o suplemento de vitamina A deve ser administrado por via oral ou intramuscular.
Com o intuito de diminuir a aquisição de alimentos ultraprocessados na alimentação escolar, foi criado o informe técnico Nº 03/2016 do Programa Nacional de Alimentação Escolar que dispõe sobre os alimentos proibidos e restritos. As alternativas abaixo são exemplos de alimentos proibidos de serem adquiridos para alimentação escolar, exceto:
Refrigerantes
Refrescos Artificiais
Embutidos e enlatados
Chás prontos para consumo
Bebidas com baixo valor nutricional
Uma das carências nutricionais mais prevalentes no mundo é a hipovitaminose A. No Brasil, o Programa Nacional de Suplementação de “Vitamina A Mais” tem por finalidade reduzir e controlar a hipovitaminose A de quais grupos?
Crianças de 0 a 59 meses e gestantes no pós-parto imediato.
Crianças de 6 a 59 meses e gestantes no pós-parto imediato.
Crianças de 12 a 59 meses e gestantes no pós-parto imediato.
Crianças de 6 a 59 meses e gestantes no pré-parto imediato.
Crianças de 12 a 59 meses e gestantes no pré-parto imediato.
Em 2006, o Ministério da Saúde implantou em todas as capitais dos estados brasileiros e no Distrito Federal o sistema de vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico (VIGITEL). Sobre o assunto, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) O sistema VIGITEL pretende ser contínuo e monitorar a cada três anos alguns indicadores selecionados entre a população com 18 anos ou mais.
( ) O VIGITEL questiona sobre os dados antropométricos de peso e altura autorrelatados do indivíduo.
( ) Além da avaliação de tendências de indicadores nutricionais ao longo dos anos, o VIGITEL possibilita que se avaliem desigualdades entre as regiões do país.
( ) Uma limitação do uso desse tipo de vigilância é a obtenção de dados autorrelatados e amostragem da população apenas com telefonia fixa.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
V – F – F – F.
F – V – V – V.
V – V – F – V.
F – V – V – F.
V – F – V – F.
Sobre o Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A, é correto afirmar que:
Foi instituído por meio da Portaria nº 619, de 13/2001.
Tem por objetivo reduzir e controlar a deficiência nutricional de vitamina A em crianças de 6 a 49 meses de idade e puérperas no pósparto imediato.
Tem por objetivo controlar e reduzir a deficiência nutricional de vitamina A em crianças de 6 a 59 meses de idade e puérperas no pós-parto imediato.
Tem por objetivo reduzir e controlar a deficiência nutricional de vitamina A em crianças de 12 meses de idade e gestantes.
Tem por objetivo controlar a deficiência nutricional de vitamina A em nutrizes.
Para os programas de educação nutricional, o enfoque diferenciado entre os sexos e a ênfase na melhor adequação dos hábitos alimentares vigentes, mais do que as mudanças desses hábitos, promovem impacto nutricional positivo entre os adolescentes. Dessa forma o profissional nutricionista que estiver trabalhando individualmente ou em grupo com adolescentes deve estar atento a algumas deficiências nutricionais importantes encontradas nesse ciclo da vida, como por exemplo:
deficiência de cálcio, vitamina A e ferro;
deficiência de cobre, magnésio e ferro;
deficiência de zinco, selênio e vitamina B1;
vitaminas do complexo B, K e manganês;
deficiência de cálcio, biotina e riboflavina.
O Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A, cujo objetivo é reduzir e controlar a deficiência nutricional de vitamina A em crianças de 6 a 59 meses de idade e puérperas no pós-parto imediato (antes da alta hospitalar), foi instituído por meio da Portaria:
Portaria nº 729, de 13 de maio de 2005.
Portaria nº 825, de 25 de abril de 2006.
Portaria nº 780, de 10 de janeiro de 2007.
Portaria nº 920, de 18 de junho de 2008.
O acompanhamento do Programa Nacional para Prevenção e Controle dos Distúrbios por Deficiência de Iodo é realizado pela Comissão Interinstitucional para a Prevenção e o Controle dos Distúrbios por Deficiência de Iodo (CIPCDDI), que é responsável por planejar ações corretivas e/ou mudanças de estratégias, além de avaliar as ações adotadas, dentre elas o alcance das metas. Uma das metas a serem alcançadas pela CIPCDDI e corretamente descrita é a avaliação do(da)
volume da tireoide, que deverá ser feita em escolares de 6 a 18 anos a cada 5 anos.
iodação do sal, uma vez que 90% dos domicílios deverão ter sal iodado com pelos menos 15 ppm.
iodo urinário, que deverá ser realizado em escolares a cada dois anos, indicando como se encontra o teor de iodo na alimentação escolar.
iodo urinário, que deverá ser realizado em escolares a cada cinco anos, indicando como se encontra o teor de iodo na alimentação da população.
De acordo com o Ministério da Saúde, o Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A (Portaria nº729, 13/05/2005) realiza estratégias de intervenção, suplementação e educação nutricional no combate à carência de vitamina A. Considerando esse contexto, marque a alternativa CORRETA.
O Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A presta assistência às crianças de 6 a 59 meses de idade e às puérperas no pós-parto imediato (30 dias após a alta hospitalar), em todas as áreas de risco, inclusive nas aldeias indígenas.
O Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A consiste em administrar megadoses na concentração de 200.000 UI para crianças de 6 a 11 meses de idade e megadoses na concentração de 300.000 UI para crianças de 12 a 59 meses de idade e para puérperas no pós-parto imediato.
O Ministério da Saúde recomenda a reavaliação das tabelas de composição química dos alimentos disponíveis no país, com inclusão dos alimentos habitualmente consumidos e a atualização das informações sobre biodisponibilidade das diferentes formas de vitamina A presentes nos alimentos.
O Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A considera áreas de risco: região Norte, Nordeste, Estado de Minas Gerais (Vale do Jequitinhonha e Vale do Mucuri), Vale do Ribeira, no Rio de Janeiro (município de Nova Odessa), e aldeias indígenas da Região Nordeste, do Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Com relação aos programas de combate à carência nutricional promovidos pelo Ministério da Saúde, marque a alternativa CORRETA.
O programa nacional para prevenção e controle dos distúrbios por deficiência de Iodo tem entre suas metas a avaliação da iodúria nos escolares, a cada três anos, para assim, indicar o teor de iodo na alimentação da população.
No programa nacional de suplementação de vitamina A, os suplementos de vitamina A que são distribuídos à população específica precisam de alguns cuidados especiais, uma vez que são menos estáveis que as vacinas. Devem, portanto, ser mantidos em locais arejados, não ser expostos à luz do sol e, quando não utilizados, devem ser mantidos no refrigerador para sua melhor conservação.
No programa nacional de suplementação de ferro, os suplementos de sulfato ferroso que são distribuídos à população específica devem ser administrados no mesmo horário todos os dias, entre as refeições (mínimo de 15 minutos antes da refeição), de preferência com leite para evitar desconforto gástrico.
As alternativas A e B estão corretas.
Acerca da Portaria n.º 730/GM, de 13/5/2005, que institui o Programa Nacional de Suplementação de Ferro, destinado a prevenir a anemia ferropriva, Assinale a opção INCORRETA.
A anemia nutricional por carência de ferro é um problema grave de saúde pública, que, no Brasil, acomete em torno de 50% das crianças menores de cinco anos de idade.
A anemia em crianças está associada ao retardo do crescimento, ao déficit cognitivo e à baixa resistência a infecções.
No Brasil, a fortificação de alimentos com ferro e ácido fólico tornou-se obrigatória para farinha de trigo e farinha de milho a partir de 18 de junho de 2004, pela Resolução – RDC n.º 344, de 13 de dezembro de 2002.
A Portaria n.º 730 instituiu a suplementação de ferro, para crianças de três meses a doze meses de idade, gestantes a partir da 12.ª semana de gestação e mulheres até o sexto mês pós-parto.
A Portaria n.º 730 instituiu a suplementação de ferro para crianças de seis meses a dezoito meses de idade, gestantes a partir da vigésima semana de gestação e mulheres até o terceiro mês pós-parto.