Questões de Concurso sobre Terapia Nutricional, Enteral e Parenteral - Página 58 | Gran Questões

Questões de Concurso sobre Terapia Nutricional, Enteral e Parenteral

 
 
Disciplina 1
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
1.197 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Não se pode considerar como indicação de nutrição parenteral o seguinte aspecto isolado:


A

obstrução intestinal baixa.


B

fístula digestiva baixa de alto débito.


C

fístula digestiva alta de baixo débito.


D

menos de 60 cm de intestino funcionante.

A aspiração é um problema para os pacientes que recebem nutrição enteral. Para minimizar esse problema deve-se:


A

Aumentar a velocidade de infusão da fórmula


B

Diminuir o volume da fórmula a ser infundida


C

Administrar ácido acetilsalicílico a fim de acelerar o esvaziamento gástrico


D

Administrar ácido acetilsalicílico a fim de acelerar o esvaziamento gástrico

Indique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas em relação à Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional (EMTN).

( ) A EMTN é um grupo formal e obrigatoriamente constituído de pelo menos um profissional de cada categoria: médico, nutricionista, enfermeiro, farmacêutico e bioquímico, podendo ainda incluir profissional de outras categorias, habilitados e com treinamento específico para a prática da Terapia Nutricional.

( ) É competência da EMTN assegurar condições adequadas de indicação, prescrição, preparo, conservação, transporte, administração, controle clínico e laboratorial e avaliação final da TN, visando benefício máximo e prevenção de riscos.

( ) Compete exclusivamente ao farmacêutico ou ao bioquímico qualificar fornecedores e assegurar que a entrega dos insumos e da nutrição enteral industrializada seja acompanhada do certificado de análise emitido pelo fabricante.

( ) O nutricionista da EMTN deve elaborar a prescrição dietética com base nas diretrizes estabelecidas na prescrição médica.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.


A

F – V – V – V


B

V – F – V – V


C

F – V – F – V


D

V – F – F – F


E

F – V – F – F

As boas práticas de preparação da nutrição enteral (NE) estabelecem as orientações gerais para aplicação nas operações de preparação da NE, bem como critérios para aquisição de insumos, materiais de embalagem e NE industrializada. No que se refere à estrutura física, é necessário que


A

a sala de manipulação e envase possua duas passagens distintas para entrada de insumos limpos e saída de NE pronta. A entrada para a sala deve ser feita exclusivamente pelo vestiário.


B

a instalação de fogão, micro-ondas, geladeira e freezer na sala de manipulação da NE siga uma organização compatível com as atividades realizadas, descritas no manual de boas práticas.


C

o processamento de alimentos in natura seja realizado na sala de manipulação e envase da NE, desde que haja horários distintos para a realização dos procedimentos descritos no manual de boas práticas.


D

a dispensação seja realizada na área de armazenamento e depósito de materiais de limpeza, na ausência de ambiente específico,desde que dentro das normas estabelecidas no manual de boas práticas.

Em pediatria, a nutrição sempre teve importância. Crianças que por alguma razão não possam receber o leite materno, devem receber fórmulas semelhantes à do leite materno. As dietas para terapia nutricional enteral em pediatria podem ser classificadas em grupos distintos. NÃO corresponde a um destes grupos, as dietas


A

imunomoduladoras que podem oferecer características imunológicas.


B

para pacientes com problemas absortivos, nas quais os nutrientes serão fornecidos com menor complexidade, denominada fórmula semielementar.


C

para pacientes sem problemas absortivo-poliméricos.


D

especializadas: nefropatias, hepatopatias, intolerância à lactose, regurgitação e erros inatos de metabolismo.


E

para pacientes com problemas absortivos, onde os nutrientes são oferecidos na sua forma elementar.

Em relação à indicação de terapia nutricional parenteral, é correto afirmar que


A

é indicada quando o trato gastrointestinal está funcionante.


B

em casos de fístulas de baixo débito, seu uso é obrigatório.


C

é o método mais fisiológico que nutre o doente.


D

é indicada quando não é possível o acesso gastrointestinal ou, ainda, quando a alimentação enteral é de difícil tolerância.


E

é indicada quando se tem disponível um acesso venoso profundo.

Com relação à Terapia Nutricional Parenteral em pacientes graves, é incorreto afirmar que


A

o paciente grave deve receber entre 1,2g/kg/dia e 2,0g/kg/dia de proteína, dependendo do estado metabólico.


B

a calorimetria indireta não é um método preciso para determinação do gasto energético, pois leva a uma oferta nutricional inadequada.


C

a terapia nutricional parenteral não é recomendada para pacientes com tubo digestório funcionante.


D

pacientes graves, com IMC > 30 kg/m2, devem receber entre 12 e 20 kcal/kg/dia.

O suporte nutricional enteral é preferível ao parenteral por apresentar menor incidência de complicações severas e manter o trofismo da mucosa intestinal. No entanto, a nutrição parenteral total é indicada nos seguintes casos, EXCETO:


A

obstrução intestinal


B

constipação aguda


C

perfuração intestinal


D

hemorragia colônica

O transporte da nutrição enteral preparada pelas empresas de bens e serviços deve ser feito em recipientes térmicos exclusivos, mantendo temperatura controlada de


A

4 a 8 ºC, por no máximo 3 horas.


B

4 a 6 ºC, por no máximo 1 hora.


C

2 a 8 ºC, por no máximo 2 horas.


D

2 a 6 ºC, por no máximo 4 horas.

Ao paciente J.V.P, 56 anos, portador de obstrução intestinal, foi indicada nutrição parenteral total acesso central, composta de 700 mL de aminoácido a 10%; 250 mL de emulsão lipídica a 20% e 500 mL de glicose monoidratada a 50%. Este conjunto fornece ao paciente


A

1600 kcal.


B

1630 kcal.


C

1730 kcal.


D

1780 kcal.

Um paciente foi submetido a uma ressecção gástrica ampliada por neoplasia e evoluiu com fístula gastroduodenal. Permaneceu em jejum por um período de 24 horas e, com débito de 700 mL pela fístula, foi introduzida nutrição parenteral total. Após estabilização do quadro e a fístula com débito inferior a 200 mL, pode ser introduzida nutrição enteral, com indicação de dieta


A

monomérica por sonda nasogástrica.


B

oligomérica por sonda nasojejunal.


C

semielementar por gastrostomia.


D

polimérica por jejunostomia.

A redução da mortalidade neonatal foi assumida como uma das metas para a redução das desigualdades regionais no país em 2009, sob a coordenação do Ministério da Saúde. De acordo com a cartilha “Cuidados com o recém-nascido pré-termo”, as necessidades calóricas e proteicas por dia, via nutrição parenteral, do recém-nascido pré-termo com peso menor que 1.000 g são de


A

80 a 100 kcal e de 1,5 a 2,0 g.


B

90 a 100 kcal e de 2,5 a 3,5 g.


C

110 a 130 kcal e de 3,0 a 3,8 g.


D

130 a 150 kcal e de 2,5 a 3,0 g.

Uma característica que pode estar presente nas dietas enterais e que favorece o crescimento microbiano se refere


A

à atividade de água ≥ 0,6 e ≤ 0,8.


B

à isoosmolaridade.


C

à hiperosmolaridade.


D

ao pH em torno de 4,0.

A importância da terapia nutricional no tratamento de pacientes com insuficiência renal crônica (IRC) é reconhecida há várias décadas. Com a perda progressiva da capacidade excretória renal, ou seja, com a redução da filtração glomerular, uma variedade de solutos tóxicos, sobretudo provenientes do metabolismo das proteínas e aminoácidos, acumulam-se no soro ou no plasma. Dentre os mais importantes estão:


A

albumina e creatina


B

uréia e creatinina


C

albumina e creatinina


D

uréia e creatina

Dentre os objetivos da terapia nutricional para os pacientes em hemodiálise, está:


A

Fazer com que o paciente perca o excesso de peso.


B

Garantir que o paciente chegue à cura sem uso de medicamentos.


C

Garantir que o paciente obtenha de 4L a 5L de água para regular sua hidratação.


D

Prevenir ou melhorar a toxidade urêmica e de outros distúrbios metabólicos influenciados pela nutrição.

São situações em que se pode fazer uso da Terapia Nutricional Enteral (TNE), exceto:


A

inconsciência


B

septicemia


C

quimioterapia


D

íleo paralítico

A parte fundamental do cuidado do diabetes mellitus é:


A

terapia nutricional


B

terapia medicamentosa


C

exercício físico


D

administração de insulina

A sonda nasoenteral com posicionamento gástrico apresenta vantagens em relação à localização duodenal e jejunal. Não é vantagem do posicionamento gástrico o(a)


A

maior tolerância a fórmulas variadas.


B

boa aceitação de fórmulas hiperosmóticas.


C

progressão mais rápida para alcançar o valor calórico total ideal.


D

menor risco de aspiração.


E

fácil posicionamento da sonda.

A nutrição parenteral não é indicada como terapia exclusiva no caso de


A

fístulas entéricas de alto débito.


B

pré-operatório de pacientes com desnutrição grave em que a cirurgia não pode ser adiada.


C

acidente vascular cerebral.


D

colites severas.


E

vômitos e diarreia intratáveis.

A terapia enteral pode ser fundamental para a recuperação de pacientes oncológicos. Alguns critérios devem ser respeitados para a escolha dessa via de administração da dieta. Assinale a alternativa que não corresponde a um desses critérios.


A

IMC inferior ou igual a 21,0 kg/m2.


B

Aceitação da dieta via oral inferior a dois terços da recomendação nutricional.


C

Obstrução pelo tumor da cavidade oral.


D

Perda de peso maior ou igual a 10% nos últimos seis meses.


E

Trato gastrintestinal funcionante.

 
Ir para a página:
OK
 
Gerar simulado