

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A principal indicação de Terapia Nutricional Parenteral (TNP) é suprir as necessidades nutricionais e metabólicas de pacientes que não podem ser alimentados adequadamente por via oral ou por terapia nutricional enteral. São consideradas complicações metabólicas da TNP total:
Hiperlipidemia e pneumotórax.
Hipoalbuminemia e colestase.
Hipercapnia e hipoglicemia.
Atrofia da mucosa gastrointestinal e hemotórax.
Hipercalemia e hipoproteinemia.
Com relação à Terapia Nutricional Enteral, assinale a opção CORRETA.
Uma fórmula enteral polimérica padrão apresenta proteínas em sua forma intacta, é isotônica e indicada para pacientes com capacidade digestiva e absortiva comprometida.
Uma fórmula enteral polimérica padrão apresenta densidade calórica variando de 1,5 a 2,0 Kcal/mL, tem alta osmolalidade e é indicada para pacientes com restrição de líquidos.
Uma fórmula enteral polimérica contém uma mescla de TCL com TCM, sendo este veiculado como constituinte de gordura de coco (aproximadamente 50%) ou em forma pura; contém sacarose e maltodextrina como os carboidratos mais frequentemente utilizados nessas fórmulas.
Quanto à adição de glutamina, nas dietas enterais poliméricas, tem-se preconizado 12 a 20 g/dia e tem-se observado que o conteúdo estimado de glutamina nas dietas enterais poliméricas nacionais, não estão compatíveis com o verificado em dietas similares no mercado externo;
Em caso de falência intestinal, preconiza-se fórmula enteral com 30 a 50 g/ gordura/dia e proteínas totalmente hidrolisadas.
A nutrição parenteral é indicada se o trato digestivo não funciona, está obstruído ou inacessível. Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma indicação específica da nutrição parenteral.
Obstrução: neoplasias e aderências.
Mucosite e esofagite: quimioterapia.
Diarreia grave: doença inflamatória intestinal.
Vômito intratável: pancreatite aguda e quimioterapia.
Pós-operatório: exceto em casos de desnutrição grave.
O paciente submetido à intervenção cirúrgica para tratamento do câncer gástrico sofre perda de sua capacidade de armazenamento de nutrientes, pela remoção parcial ou total do estômago, e alterações na absorção de nutrientes devido à modificação do trânsito intestinal. As recomendações nutricionais no período pós-operatório imediato abrangem:
a ingestão de líquidos durante as refeições é permitida ad libitum;
a administração de vitamina B12 intramuscular, a partir do segundo ou terceiro mês de pós-operatório, para evitar o desenvolvimento de anemia megaloblástica;
na fase inicial de recuperação, as refeições devem ser espaçadas e em maiores quantidades;
dar preferência a alimentos sólidos;
evitar alimentos com alto teor de fermentação e alta concentração de carboidratos simples.
No uso da terapia nutricional enteral, o nutricionista realiza a prescrição dietética, que significa a escolha do tipo de dieta que será administrada ao paciente. A dieta enteral do tipo oligomérica é:
Indicada em pós-operatório precoce de gastrectomia total ou subtotal, fístulas duodenais e pancreatite aguda grave. Possui alto custo e alta osmolaridade, baixo estímulo trófico e sabor de reduzida aceitação oral.
Constituída de proteína hidrolisada, associada com uma mistura de oligopeptídeos de cadeia e tamanho variado como fonte de nitrogênio. Os carboidratos são normalmente formados de oligossacarídeos e dissacarídeos. Os lipídeos possuem TCL/TCM. Há adição de elementos traços, vitaminas, eletrólitos e minerais.
Absorvida quase completamente no trato gastrintestinal superior, sem a participação de enzimas da borda em escova das células intestinais, porém precisa de mecanismos ativos para transportar aminoácidos.
Constituída por proteínas intactas como fonte de nitrogênio, sendo usada em maior percentual na prática clínica. Utiliza as fontes proteicas de caseína, isolado proteico de soja, lactoalbumina, concentrado de soro de leite ou misturas de caseína + proteína de soja.
As situações a serem consideradas para a indicação da terapia nutricional enteral estão relacionadas ao risco de desnutrição. Entretanto, quando o trato digestivo encontra-se total ou parcialmente funcional, algumas contra-indicações devem ser avaliadas, como: .
deglutição comprometida de causa muscular/neurológica;
Íleo paralítico intestinal;
anorexia;
lesão de face e mandíbula;
queimaduras.
De acordo com a RDC n º 63 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, faz parte das atribuições do Nutricionista que constitui a Equipe Multidisciplinar de Terapia Nutricional (EMTN) para Terapia de Nutrição Enteral (TNE):
indicar e prescrever a TNE.
assegurar o acesso ao trato gastrointestinal para a TNE e estabelecer a melhor via.
selecionar, adquirir, armazenar e distribuir os insumos necessários ao preparo da Nutrição Enteral.
zelar pelo perfeito funcionamento das bombas de infusão.
participar do processo de seleção, padronização, licitação e aquisição de equipamentos e materiais utilizados na administração e controle da TNE.
Sobre a composição nutricional de um plano alimentar para portadores de Diabete melito, analise os itens abaixo:
I. Carboidratos totais - 40 a 50% do Valor Energético Total
II. Gordura total - até 35% do Valor Energético Total
III. Proteínas - 15 a 20% do Valor Energético Total
IV. Vitaminas - 100mg/dia de vitamina C e rica em outras vitaminas antioxidantes
V. Sódio - até 5. 000 mg
Quantos desses itens estão CORRETOS?
Um, apenas.
Dois, apenas.
Três, apenas.
Quatro, apenas.
Cinco
As complicações da terapia nutricional podem ser classificadas em gastrointestinais, metabólicas, mecânicas, infecciosas, respiratórias e psicológicas. Sobre as complicações mecânicas da terapia nutricional enteral, assinale a alternativa INCORRETA.
Faringite.
Erosão nasal e necrose.
Fístula traqueoesofágica.
Refluxo gastroesofágico.
Sinusite aguda, rouquidão e otite.
No sistema fechado da nutrição enteral por sonda, a fórmula deve ser administrada para o paciente num intervalo de tempo seguro de:
8 horas
4 horas
12 horas
24 horas
São as recomendações de Terapia Nutricional para pacientes com fístula digestiva:
Paciente sem sepse e fístula de alto débito: 25-30 kcal/kg/dia e terapia nutricional parenteral.
Paciente sem sepse e fístula de baixo débito: 20-25 kcal/kg/dia e terapia nutricional parenteral.
Paciente com sepse e fístula de alto débito: 25-30 kcal/kg/dia e terapia nutricional enteral.
Paciente com sepse e fístula de baixo débito: 20-25 kcal/kg/dia e terapia nutricional enteral.
A adição de glutamina na solução de Nutrição Parenteral Total (NPT) deve ser considerada em pancreatite aguda grave, pois nessa enfermidade observa-se:
redução da albumina.
balanço nitrogenado negativo.
aumento da IL-10.
redução do número de linfócitos
Assinale a alternativa que apresenta uma complicação metabólica da nutrição enteral.
Esvaziamento gástrico retardado.
Síndrome de realimentação.
Diarreia secretora.
Má absorção.
Necrose por pressão, ulceração e (ou) estenose.
Paciente do sexo masculino, 45 anos com tumor maligno de esôfago em terço médio inferior, no momento se encontra em tratamento radioterápico e apresenta limitação da ingestão alimentar, a avaliação nutricional revelou índice de massa corporal de 17 kg/m2 e depleção da musculatura somática.
Assinale a opção em que se encontra a recomendação proteico e energética para esse paciente ganhar peso.
0,8 a 1,0 g/kg/dia e 25 a 30 kcal/kg/dia.
1,0 a 1,2 g/kg/dia e 30 a 35 kcal/kg/dia.
1,5 a 2,0 g/kg/dia e 35 a 40 kcal/dia.
2,0 a 2,5 g/kg/dia e 40 a 45 kcal/dia.
2,5 a 3,0 g/kg/dia e 45 a 50 kcal/dia.
Assinale a opção que corresponde a uma vantagem do uso da Nutrição Parenteral Periférica quando comparada à Nutrição Parenteral Central.
Pode ser mantida por longo período de tempo.
Isenta de complicações relacionadas à punção venosa.
Menor risco de tromboflebite.
Menor probabilidade de hiperglicemia.
Maior volume de líquidos a ser infundido.
Sabe-se que a diarreia é uma das diversas complicações na vigência de nutrição enteral. Assinale a opção que corresponde a um fator etiológico da diarreia na terapia nutricional enteral.
Solução hipo-osmolar.
Sonda a nível gástrico.
Dieta muito fria.
Hiperalbuminemia.
Má-absorção de proteína.
No tratamento dietético do paciente com câncer, a terapia nutricional enteral deverá ser introduzida em:
Indivíduos nutridos em qualquer estágio tumoral.
Indivíduos em risco nutricional em qualquer estágio tumoral.
Indivíduos desnutridos em estágio não-terminal.
Indivíduos desnutridos em estágio terminal.
Sobre a terapia nutricional em pacientes portadores do vírus HIV ou vivendo com AIDS, é correto afirmar que:
A terapia nutricional enteral só está indicada quando o paciente apresenta perda de peso maior que 10% nos últimos 3 meses.
A recomendação de energia para pacientes sintomáticos com CD4 inferior a 200 células/mm3 é de 40 kcal/kg/dia.
Na fase estável da doença, a oferta proteica diária deve ser de 1,5 g/kg de peso ideal.
A recomendação diária de energia para pacientes assintomáticos é de 40 kcal/kg.
Pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica têm comprometimento prévio do estado nutricional, necessitando mais de potássio, fósforo, magnésio, zinco e vitaminas do que pacientes eutróficos. A fim de acelerar a repleção das deficiências, as necessidades finais de energia e de proteína podem chegar respectivamente a:
40-45 kcal/kg/dia e 0,8 g/kg/dia.
40-45 kcal/kg/dia e 1,5 g/kg/dia.
55-65 kcal/kg/dia e 0,8 g/kg/dia.
55-65 kcal/kg/dia e 1 g/kg/dia.
Sobre a terapia nutricional em pacientes críticos, é correto afirmar que:
A Nutrição Parenteral é a via preferencial de alimentação para esses pacientes.
É recomendável que só seja iniciada após 72 horas de internação.
A Nutrição enteral pode ser iniciada mesmo em vigência de instabilidade hemodinâmica.
Na fase aguda, a oferta energética deve ser de 20 a 25 kcal/kg/dia.