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De acordo com José Moran e Lilian Bacich, são alguns dos modelos de uma aprendizagem baseada em projetos: o(a) __________, quando o projeto é aplicado no âmbito de uma única disciplina; o(a) __________, quando o projeto é desenvolvido de modo independente das disciplinas; e o(a) __________, quando o projeto se apresenta como uma atividade interdisciplinar.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
abordagem-projeto – componente-projeto – exercício-projeto
exercício-projeto – componente-projeto – abordagem-projeto
exercício-projeto – abordagem-projeto – componente-projeto
componente-projeto – currículo-projeto – abordagem-projeto
currículo-projeto – exercício-projeto – abordagem-projeto
Sobre as linguagens das ciências e das artes em sua relação com a comunicação humana, grandes cientistas, como Galileu Galilei e Leonardo da Vinci, transitaram pelas vias de conexão entre a ciência e a arte ao desenvolverem o conhecimento e comunicação das mais diferentes formas, deixando legados inestimáveis à humanidade. Artistas têm uma sensibilidade apurada para a percepção dos problemas da sociedade e comumente sintetizam e antecipam questões cruciais. O ser humano nunca viveu sem utilizar a arte como forma de expressão, uma indicação de que a linguagem da arte é a própria linguagem da humanidade. Por isso, e para isso, a arte precisa ser mais bem compreendida e valorizada na educação, em todos os níveis de ensino, para a formação de docentes e cientistas com orientação holística. A arte pode se combinar com a ciência como parte de uma estratégia pedagógica explícita para a educação científica da população. Com base no texto, analise as afirmativas a seguir.
I. Atividades de ciência e arte possibilitam o desenvolvimento de novas intuições, ajudam a construir um discurso interno e público sobre a relação entre arte, ciência, atividades humanas e tópicos relacionados a atividades multidisciplinares e multiculturais.
II. A arte pode ser incluída na educação científica não apenas para tornar as coisas mais belas, apesar de frequentemente isso acontecer, mas primariamente porque os artistas oferecem olhares sobre a natureza diferentes daquelas que fazem os cientistas.
III. Os artistas usam bases diferentes para tomar decisões enquanto criam suas obras - seus experimentos – mas, tanto artistas como cientistas, nos ajudam no entendimento da natureza e de seus efeitos nas pessoas.
Após análise das afirmativas, assinale a alternativa correta.
Apenas as afirmativas I e II estão corretas
Apenas as afirmativas II e III estão corretas
As afirmativas I, II e III estão corretas
Apenas a afirmativa II está correta
Apenas a afirmativa III está correta
Barbosa (2007) destaca que conhecer “as novas perspectivas sobre as culturas da infância, as culturas familiares e a cultura escolar podem, certamente, nos auxiliar a pensar em um novo modelo de escolarização de qualidade para as crianças brasileiras”. A respeito desse tema, a autora cita Sarmento e afirma que esse autor
apresentou alguns princípios geradores das culturas da infância, e esses princípios são a interatividade, a ludicidade, a fantasia do real e a reiteração.
defende que as culturas infantis são independentes das culturas adultas e que as culturas infantis são distintas em diferentes faixas etárias.
concluiu que as culturas infantis são idênticas em todo o Planeta, e que as crianças produzem menos culturas e estão menos criativas após o acesso à internet.
afirma que para manter a qualidade da educação, é necessário a manutenção da incomunicabilidade das culturas, pois as culturas infantis são altamente massificadas.
propõe conhecer as culturas infantis para ensinar as crianças a superarem-nas, de modo que possam avançar em direção a pensamentos mais elaborados e próximos da cultura adulta.
Para alguns autores, o uso de “gamification” na educação é passível de algumas observações.
Utilizando o texto de Deterding et al. (2011, p. 2095) , Resnick (2004) e Okan(2003), é correto afirmar:
1. A recompensa é um recurso motivador.
2. A recompensa consegue desenvolver o comportamento que a recompensa está a premiar.
3. A recompensa pode aumentar o conceito de aprendizagem lúdica.
4. Gamification pode gerar expectativas irrealistas em relação à aprendizagem.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
São corretas apenas as afirmativas 1 e 2.
São corretas apenas as afirmativas 1 e 3.
São corretas apenas as afirmativas 1 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 2 e 3.
São corretas apenas as afirmativas 3 e 4.
De acordo com Moran (2015), o uso de novas metodologias que mesclam sala de aula e ambientes virtuais é fundamental para abrir a escola para o mundo e para trazer o mundo para dentro da escola. Algumas dimensões já estão sendo adotadas na educação formal. Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona modelos a suas organizações:
Primeira coluna: modelos
(1) Modelo blended.
(2) Metodologias ativas.
(3) Modelo online com colaboração e personalização.
Segunda coluna: organização
(__)O aluno desenvolve um percurso mais individual e participa em determinados momentos de atividades de grupo. Uma parte da orientação será via sistema (plataformas adaptativas com roteiros semiestruturados, que respondem às questões mais previsíveis) e a principal será feita por professores e tutores especialistas, que orientarão os alunos nas questões mais difíceis e profundas.
(__)Semipresencial, misturado, onde as reuniões são de forma física e virtual em grupos e momentos diferentes, de acordo com a necessidade, com muita flexibilidade, sem os horários rígidos e planejamento engessado.
(__)Aprendizagem por meio de mais práticas, atividades, jogos, projetos relevantes do que da forma convencional, combinando colaboração (aprender juntos) e personalização (incentivar e gerenciar os percursos individuais).
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
3 - 1 - 2.
3 - 2 - 1.
2 - 3 - 1.
2 - 1 - 3.
1 - 2 - 3.
Falar que a escola deve proporcionar formação integral (intelectual, afetiva e social) às crianças é comum hoje em dia. No início do século passado, porém, essa ideia foi uma verdadeira revolução no ensino. Uma revolução comandada por um médico, psicólogo e filósofo francês chamado Henri Wallon (1879-1962). Crises sociais e instabilidades políticas foram fundamentais para o francês Henri Wallon construir sua teoria pedagógica.
Nesse sentido, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(__)As emoções, para Wallon, têm papel preponderante no desenvolvimento da pessoa. É por meio delas que o aluno exterioriza seus desejos e suas vontades. Em geral, são manifestações que expressam um universo importante e perceptível, mas pouco estimulado pelos modelos tradicionais de ensino.
(__)Segundo a teoria de Wallon, as emoções dependem fundamentalmente da organização dos espaços para se manifestarem. A motricidade, portanto, tem caráter pedagógico tanto pela qualidade do gesto e do movimento quanto por sua representação.
(__)Diferentemente dos métodos tradicionais (que priorizam a inteligência e o desempenho em sala de aula), a proposta walloniana põe o desenvolvimento intelectual dentro de uma cultura mais humanizada.
(__)Para Wallon, elementos como afetividade, emoções, movimento e espaço físico se encontram em planos diferentes, porém a abordagem é sempre a de considerar a pessoa como um todo.
Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/7229/henri-wallon
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
F, V, V, V.
V, V, V, F.
V, F, V, F.
V, V, V, V.
V, F, V, V.
"Alfabetizar é ensinar a ler e escrever, o segredo da alfabetização é a leitura, escrever é uma decorrência do conhecimento que se tem para ler". A produção de textos espontâneos é um dos métodos educacionais o qual faz com que a criança pense sobre o que está realizando, pois assim ela conhece o todo e compreende que o todo se constitui de partes (palavras, frases, letras...).
Assinale a alternativa que apresenta o autor dessa perspectiva teórica:
Piaget.
Cagliari.
Paulo Freire.
Vygotsky.
Maria Montessori propôs, em sua teoria educacional, despertar a atividade infantil através do estímulo e promover a autoeducação da criança. Entretanto, esclareceu que “dar liberdade à criança não quer dizer que se deva abandoná-la à própria sorte e, muito menos, negligenciá-la”. (MONTESSORI, s.d., p. 43) Sendo assim, cabe ao professor:
organizar um ambiente que reproduza o mundo dos adultos e permita a vigilância constante
ofertar material concreto, permitir o manuseio com vastas orientações e permanente controle
preparar, com pleno conhecimento de causa, o ambiente; dispor o material didático com habilidade e introduzir, com o máximo cuidado, a criança nos trabalhos da vida prática
oferecer objetos reconhecíveis pelos sentidos (cilindros de diferentes tamanhos, cores variadas, sons diversos para distinguir), acompanhando tudo com constantes advertências
Emilia Ferreiro (1996) apresenta informações de uma pesquisa com crianças repetentes, que não conseguiam realizar cálculos escolares com lápis e papel. Na situação de vulnerabilidade social em que se encontravam, muitas dessas crianças trabalhavam e, de alguma maneira, precisavam lidar com cálculos monetários em seu cotidiano, diante das dificuldades de operar em um contexto de inflação acentuada.
A respeito do que a autora conclui a partir dessa investigação, assinale a alternativa correta.
Quando a escola apresenta uma operação, como uma adição simples, com lápis e papel, as crianças rapidamente abandonam erros e vícios advindos de uma aprendizagem intuitiva e desestruturada.
As crianças vulneráveis reconhecem autonomamente, desde o início, que o cálculo de lápis e papel é o mesmo cálculo feito com moedas, apresentando como desafio escolar a aquisição do cálculo mental e por aproximação.
As crianças das populações urbanas marginalizadas têm uma possibilidade de cálculo com dinheiro superior à que a escola constata, ao ocupar-se somente da representação do cálculo.
Essas crianças apresentam um tipo de cálculo mental valorizado no contexto e na tradição escolar, que é o cálculo exato, tendo fundamentalmente a dificuldade em traduzi-lo para o papel.
Quando a criança está fazendo cálculos com lápis e papel, tem uma espécie de controle interno sobre a ordem de grandeza do resultado, com erros dentro de limites controláveis e, por isso, passíveis de aprendizagem.
Segundo Amorim e Alves, ao inserir uma criança cega no ambiente de aprendizagem propriamente dito, escola, faz-se necessário compreender que algumas intervenções educativas são necessárias. Como, por exemplo,
na presença de pessoas estranhas ao ambiente, mantenha-se perto da criança para protegê-la. Não há necessidade de avisá-la da presença de outra pessoa.
auxiliar a criança a explorar e a descobrir o que está a sua volta, não faça oferta de pistas isso acarretará em dependência por parte da criança.
se o professor tem dúvida de como ensinar um novo movimento ou ação não feche os olhos, pergunte aos pais, pois eles estão o tempo todo com a criança cega.
não há problema com ambiente barulhento, pois esse será o ambiente comum da criança. Isso não provoca desorientação na criança.
o contato físico é necessário e aceitável para dirigir a manipulação e exploração de novos objetos, brinquedos e para ensinar movimentos.
Entre os instrumentos básicos utilizados pelo professor para rever suas ações, apoiar suas decisões, buscar alternativas e fortalecer sua atuação profissional, estão os registros. O trabalho a partir dos registros permite conhecer melhor as práticas educativas, abrindo assim um caminho de diálogo e de provocações construtivas de um novo saber. Um exemplo de registro é o diário de campo.
Conforme Oliveira et al. (2015), normalmente o diário de campo é
escrito ao final de cada mês, possibilitando ao docente a avaliação do desempenho das crianças nas atividades propostas em um período suficiente para a formação de uma visão mais ampla da realidade.
composto predominantemente por imagens em vídeos ou em fotografias, possibilitando ao professor registrar informações e acontecimentos que nem sempre a escrita capta.
produzido depois do trabalho direto com as crianças, tomando partido do distanciamento necessário para a descrição dos fatos mais inquietantes, das intervenções, dos resultados alcançados e das novas dúvidas.
elaborado no momento exato em que as crianças realizam suas atividades educativas, impedindo, assim, que os detalhes dos eventos se percam com o passar dos dias.
pensado como forma de avaliação da aprendizagem das crianças, a fim de que se torne possível a classificação delas conforme indicadores de qualidade estabelecidos em âmbito nacional.
Segundo Zilberman, literatura infantil e escola possuem um elemento em comum: a natureza formativa. Em outras palavras, isso significa que:
A literatura infantil é bastante utilizada com o objetivo educativo de preparar as crianças para seu papel social, assim como a instituição escolar.
Ambas possuem como principal objetivo desenvolver o aspecto cognitivo da criança em desenvolvimento.
A escola e a literatura não se identificam quanto aos seus principais objetivos, visto que a escola não valoriza a escrita literária.
A literatura infantil e a escola visam desenvolver, prioritariamente, a fluência leitora dos estudantes.
Todas as alternativas estão corretas.
Para Hoffmann (2012), a avaliação na educação infantil é, pois, “um conjunto de procedimentos didáticos que se estendem por um longo tempo e em vários espaços escolares, de caráter processual e visando, sempre, a melhoria do objeto avaliado”.
(Hoffmann, 2012, p. 13.)
Sobre a avaliação na educação infantil, as instituições devem criar procedimentos para acompanhamento do trabalho pedagógico e do desenvolvimento das crianças, garantindo, EXCETO:
A utilização de múltiplos registros realizados por adultos e crianças (relatórios, fotografias, desenhos, álbuns etc.).
A observação crítica das atividades, brincadeiras e interações das crianças no cotidiano com o objetivo de seleção, promoção ou classificação.
A documentação específica que permita às famílias conhecer o trabalho da instituição junto às crianças e os processos de desenvolvimento e aprendizagem.
A continuidade dos processos de aprendizagens por meio da criação de estratégias adequadas aos diferentes momentos de transição vividos pela criança, ou seja, a transição casa/instituição; transições no interior da instituição; transição creche/pré-escola; e, transição pré-escola/ensino fundamental.
Feuerstein é conhecido, mundialmente, pelos métodos elaborados na área da avaliação e do apoio cognitivo, sendo que considera haver duas principais abordagens na educação da criança com necessidades especiais. Em relação às abordagens expressas, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Abordagem passiva.
(2) Abordagem ativa.
( ) Desenvolve habilidades que promovam a independência, como ler, contar e mover-se fisicamente de um lado para outro.
( ) O professor não afasta o aluno da formação propedêutica, porém insere também atividades de preparação para o trabalho.
( ) Representa uma concepção protegida de educação, ou seja, o espaço escolar preferido é o das escolas especiais.
2 - 1 - 1.
2 - 2 - 1.
1 - 1 - 2.
1 - 2 - 2.
Sara Paín (2008) distingue quatro instâncias e dois tipos de elaborações envolvidos na atividade pensante: organismo, corpo, inteligência e desejo. Com base nos conceitos da autora, assinale a alternativa INCORRETA.
A dimensão estética acompanha, desde as origens, a cultura humana, expressa em intensidades, afetações e suscitando mecanismos de produtividade lógica e dramática como dois fios de um mesmo tecido, tanto objetiva quanto subjetivamente.
A estruturação estética se faz sobre a base da combinação de formas, ritmos e harmonias que nos situam no mundo.
A dimensão estética favorece o desenvolvimento da imaginação e das habilidades, o exercício da criatividade, do senso crítico e da melhor absorção no aprendizado.
Uma teoria psicopedagógica em que a dimensão estética, enquanto uma estrutura de pensamento, está no mesmo nível em que as estruturas lógica e simbólica.
A dimensão estética não vai além de certa racionalidade e objetividade didáticas.
Considere o seguinte excerto adaptado de Paro (2014): “Todo processo educativo envolve uma relação de poder em seu conceito mais geral, seja em estado potencial, seja em estado atual. Em princípio, essa relação pode dar-se tanto como poder-sobre quanto como poder-fazer”. Assinale a alternativa que identifica correta e respectivamente o modo pelo qual o poder é exercido nessas duas formas, segundo o autor.
Coerção ou manipulação; persuasão.
Autoridade; identificação.
Ideologia ou influência indireta; liderança ético-política.
Disciplina; regulamentação ou ação normativa.
Hierarquia; vinculação.
Conforme explicita Lück (2010), o trabalho escolar é uma ação de caráter coletivo, realizado a partir da participação conjunta e integrada dos membros de todos os segmentos da comunidade escolar. No capítulo 3 da obra em questão, Lück trabalha especificamente o tema “promoção da gestão escolar participativa” e destaca que essa promoção “tem recebido dos dirigentes escolares o cuidado, em seu estabelecimento de ensino, no sentido do desenvolvimento de um ambiente estimulador dessa participação, a partir de certas atenções básicas.” A seguir, a autora cita seis tipos de atenções básicas, dentre as quais encontra-se
a valorização da capacidade e aptidões dos participantes.
o estímulo incondicional e irrestrito aos os diferentes talentos.
a pontuação da participação para a avaliação de desempenho.
a melhor pontuação de desempenho aos membros sempre dispostos a ajudar.
o apoio à implementação, apenas, de projetos concebidos e realizados em grupos.
Os jogos são, segundo Piaget, caracterizados pela “assimilação deformante”. Isso significa que:
I. A realidade é assimilada por analogia: como a criança pode ou deseja compreender as coisas, afetiva ou cognitivamente, segundo os limites de seu sistema cognitivo.
II. Favorece a integração da criança a um mundo social cada vez mais complexo.
III. Esses modos deformantes de pensar e inventar a realidade são o prelúdio de futuras teorizações das crianças.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
I, II e III.
Para os que pretendem ingressar no cargo de Supervisor de Ensino, o estudo de obras que permitem conhecer o pensamento de teóricos da educação como Piaget, Vygottsky e Wallon é imprescindível. Na obra “Piaget- -Vygotsky: novas contribuições para o debate”, de Castorina e outros (2005), Marta Kohl de Oliveira analisa que “a partir de suas concepçõe sobre desenvolvimento e aprendizagem, podemos apontar três ideias básicas de Vygotsky que têm particular relevância para a questão do ensino escolar”. A primeira é que “o desenvolvimento deve ser olhado de maneira prospectiva”; a segunda é que “os processos de aprendizagem movimentam os processos de desenvolvimento” e, a terceira, a importância da atuação dos outros membros do grupo social
no desafio, no apoio, na correção, na premiação e no castigo, sempre na dose e na hora adequadas, e com diálogo.
na oferta de “modelos” de conduta e de bom desempenho escolar, intelectual, principalmente pelos membros da família.
na definição de conteúdos relevantes para o currículo escolar, assim como na garantia de tempo significativo de escolaridade.
na estimulação do esforço pessoal necessário à aprendizagem escolar, principalmente para os filhos de pais não letrados.
na mediação entre a cultura e o indivíduo e na promoção dos processos interpsicológicos que serão posteriomente internalizados.
Hoffmann (2001) propõe uma discussão a respeito da autoavaliação. A autora defende que a autoavaliação deve
caracterizar-se por meio de processos auto-sentencivos dos estudantes a respeito de atitudes e relações pessoais na escola.
constituir-se de uma resposta autônoma do estudante sobre sua aprendizagem, atribuindo-se conceitos e graus a serem incorporados pelo professor.
recair sobre questões atitudinais identificadas pelos próprios alunos, sendo material de apoio das reuniões de conselho de classe e do retorno aos pais.
ser um processo contínuo, em que tanto professor quanto estudante refletem sobre a melhor forma de prosseguir diante de uma dificuldade.
ser aplicada junto aos estudantes ao final de um período de aprendizagem a partir de roteiros que permitam refletir holisticamente sobre o ano letivo.