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A Educação Sexual é considerada positiva no currículo escolar, está relacionada ao direito que toda pessoa tem à saúde, educação, informação e não discriminação. Furlani (2016) apresenta uma forma contemporânea de organizar a educação sexual, em diferentes abordagens. Considerando algumas dessas abordagens, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Biológico higienista.
2. Moral tradicionalista.
3. Terapêutica.
4. Religioso radical.
5. Dos direitos humanos.
Coluna 2
( ) Essa abordagem está voltada ao caráter psicológico do sujeito, busca “causas” explicativas para vivências sexuais consideradas “anormais”. Apresenta geralmente conclusões simplistas, imediatistas, genéricas e universais para os fenômenos da vida sexual.
( ) Presente em instituições ou escolas religiosas, essa educação da vida sexual e afetiva de homens e mulheres costuma determinar representações acerca da sexualidade considerada “normal”.
( ) O momento atual aponta para um processo escolar que, em todos os níveis (inclusive nos cursos de formação de educadores), esteja minimamente articulado com políticas públicas que possam combater e minimizar as injustiças e as desigualdades sociais. Nessa abordagem, o processo educacional aparece comprometido com a construção de uma sociedade melhor, menos desigual e mais humana.
( ) Teoria que prevalece nas ações educacionais. Estão voltadas ao desenvolvimento sexual humano com ênfase ao contexto biológico e centrado na promoção da saúde.
( ) A abordagem nesse tipo de educação destaca a privação da informação. Aposta que a castidade será assumida como comportamento. Esse tipo de programa não apresenta e não discute com os jovens as formas de prevenção e práticas sexuais seguras.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
1 – 2 – 3 – 4 – 5.
2 – 3 – 4 – 5 – 1.
5 – 1 – 2 – 3 – 4.
4 – 5 – 1 – 2 – 3.
3 – 4 – 5 – 1 – 2.
As teorias do Condicionamento de Pavlov, Thorndike e Skinner formulam que o comportamento ocorre em sequência de estímulos, de respostas e da conjunção E-R (estímulo-resposta).
Certo
Errado
A tendência progressista libertária teve como fundamento principal realizar modificações institucionais, acreditando que a partir dos níveis menores (subalternos), irão modificando "contaminando" todo o sistema, sem definir modelos a priori e negando-se a respeitar qualquer forma autoridade ou poder. Essa tendência defende, apoia e estimula a participação em grupos e movimentos sociais: sindicatos, grupos de mães, comunitários, associações de moradores etc.., para além dos muros escolares e, ao mesmo tempo, trazendo para dentro dela essa realidade pulsante da sociedade. A necessidade premente era concretizar a democracia, recém-criada, através de eleições para conselhos, direção da escola, grêmios estudantis e outras formas de gestão participativa. No Brasil, os educadores chamados de libertários têm inspiração no pensamento de (X). Buscam a aplicação concreta de suas técnicas, na qual os próprios alunos organizavam seu trabalho escolar. A metodologia vivenciada é a própria autogestão, tornando o interesse pedagógico intrínseco às necessidades e interesses do grupo.
Fonte: Fundamentos sócio-filosóficos da educação/ Cecília Telma Alves Pontes de Queiroz, Filomena Maria Gonçalves da Silva Cordeiro Moita. Campina Grande; Natal: UEPB/UFRN, 2007.
Marque a alternativa que substitua CORRETAMENTE o (X) do texto.
Celestin Freinet
Jean Piaget
Paulo Freire
Lev Vygotsky
Para Giacomini, Satoreto e Berch (2010), as técnicas de orientação e mobilidade tem como objetivo provocar o “mover-se” da pessoa com deficiência visual, de forma orientada, com segurança e independência. Nesse processo de aprendizagem são utilizadas técnicas de
guia vidente, autoajuda, autoproteção, bengala longa, cão guia e uso de equipamentos eletrônicos.
guia intérprete, código braille, autoproteção, bengala longa, cão guia e uso de equipamentos eletrônicos.
guia intérprete, apoio e proteção, bengala curta, bengala longa, cão guia e uso de equipamentos eletrônicos.
piso tátil, autoajuda, autoproteção, bengala curta, cão guia e uso de equipamentos manuais de vida diária.
guia vidente, autoproteção, bengala curta e longa, recursos ópticos e não ópticos, e uso de equipamentos eletrônicos.
Gandin (2014) estrutura um plano em três grandes partes. Quais partes são essas?
Marco referencial, diagnóstico e programação.
Introdução, objetivos e avaliação.
Metodologia, justificativa e aplicação.
Prerrogativas, análise de dados e síntese.
Referencial teórico, hipóteses e análise de cenário.
Hoffmann (2001), Perrenoud (1999), Weisz (2009) e Zabala (2002) apresentam a importância da avaliação formativa, continuada, processual ou denominada de mediadora, no processo de ensino e aprendizagem. Esses autores destacam a avaliação na perspectiva construtivista. Perrenoud aponta outros aspectos sobre a avaliação os quais se referem a uma ampla concepção de observação formativa, bem como uma ampla concepção de intervenção e, também, a uma ampla concepção da regulação. Além desses aspectos Perrenoud destaca a importância de não dissociar a avaliação formativa da ____________ , sendo ____________um dispositivo da ____________.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
didática … a didática … regulação
mediação … a intervenção … observação
especialização … a pedagogia … certificação
regulação … a especificidade … metacognição
psicopedagogia … a psicologia … emancipação
Considerando a organização de projetos educativos interdisciplinares (KLEIMAN; MORAES, 2007), pode-se afirmar que:
I- a seleção de temas ajuda a integrar interesses de diferentes profissionais em um trabalho colaborativo;
II- a escolha do tema do projeto deve ser negociada e discutida entre os participantes a fim de que congregue o interesse da maioria;
III- um problema relevante que estiver afetando o convívio institucional ou mobilizando a equipe e a comunidade não pode motivar a elaboração de um projeto institucional.
Marque a alternativa correta.
As afirmativas I e II estão corretas.
Asafirmativas I e IlI estão corretas.
As afirmativas lI e IlI estão corretas.
As afirmativas I, II e III estão erradas.
As afirmativas I, lI e IlI estão corretas.
Pimenta (1985, p. 34), reforça a importância do pedagogo no trabalho coletivo da escola: A prática na escola é uma ______ – os pedagogos são profissionais necessários na escola: seja nas tarefas de administração (entendida como organização racional do processo de ensino e garantia de perpetuação desse processo no sistema de ensino, de forma a consolidar um projeto pedagógico – político de emancipação das camadas populares), seja nas tarefas que ajudem o(s) professor(es) no ato de ensinar, pelo conhecimento não apenas dos processos específicos de ______, mas também da articulação entre os diversos conteúdos e na busca de um projeto – político coerente. Portanto, o pedagogo deverá articular coletivamente as ações na escola, de forma, que todos os envolvidos no processo ensino - aprendizagem, possam ter conhecimento de todas as funções que são exercidas na escola e também ______ para direcionar as ações assumindo com responsabilidade a sua área ou função específica. Dessa forma, o pedagogo não será o multitarefeiro, cumpridor de tarefas alheias à sua função, mas desenvolverá um trabalho de “assessoria ao processo ensino - aprendizagem, desenvolvido na relação professor - aluno" (PIMENTA, 1985, p. 35).
Analise o texto acima e assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
ação individual / ensino / experiência
ação em grupo / ensino / conhecimento
prática coletiva / aprendizagem / competência
prática individual / aprendizagem / responsabilidade
prática interativa / ensino / organizadas
João Barroso, in Ferreira (org.), 2008, discute a flexibilização da gestão e o reforço da autonomia das escolas. Em concordância com análises sobre a gestão da escola e sua autonomia, realizadas por Carmen M. de Castro Neves, in Veiga (org.), 1995, e por Libâneo; Oliveira e Toschi, 2010, Barroso argumenta que a autonomia da escola
constitui um modelo de gestão legalmente previsto e pré-existente à ação dos indivíduos, o qual pode ser ou não apoiado pelos docentes, desde que assumido pelo gestor.
representa uma proposta democrática defendida por muitos sindicatos de educadores, a qual associa a defesa da eleição dos diretores de escola à liberdade de currículo.
faz parte das democracias ocidentais e seu funcionamento depende, unicamente, de regulamentação pelos respectivos governos, os quais podem decretar graus variados para ela.
é um conceito construído social e politicamente, pela interação dos diferentes atores organizacionais numa determinada escola e que expressa sua unidade em torno de princípios e objetivos legais.
significa um anseio utópico de educadores que, inspirados em ideais libertários, opõem-se à burocratização da organização escolar, posta a serviço da reprodução da sociedade capitalista de classes.
Bernard Charlot (2013), com base em referenciais filosóficos e antropológicos, levanta questões pedagógicas e epistemológicas para conduzir sua reflexão sobre o por quê alguns alunos aprendem e outros tantos não. Ele indaga: “Qual tipo de olhar, qual tipo de abordagem permitem entender o que está acontecendo na história escolar de uma criança, seja na própria sala de aula, seja no mundo externo? A questão central, inclusive quando se trata de política educacional, é a seguinte: o que se tem que fazer para aprender alguma coisa?” B. Charlot, assim como T. Weisz (2006) e A. Zabala (1998), desafiados por essa questão apoiam-se em teorias sociológicas, antropológicas, psicogenéticas, e em reflexões sobre práticas pedagógicas, chegando à conclusão de que só aprende quem
presta atenção nas explicações do professor em sala de aula e que pede outras explicações quando não conseguiu entendê-las, pois só assim as novas aprendizagens vão se somando aos conhecimento anteriores.
domina os conhecimentos prévios necessários à assimilação dos conteúdos da unidade que está sendo ensinada; daí a importância da avaliação rigorosa de uma unidade ou ano escolar para dar acesso ao seguinte.
tem uma atividade intelectual, quem, partindo de conhecimentos que já tem, busca respostas para problemas, os quais podem ser, no modelo de ensino pela resolução de problemas, os núcleos de situações de aprendizagem.
valoriza o estudo em função de sua classe social e do futuro que a escola pode lhe trazer e, assim, esforça-se, realiza as tarefas de sala de aula e de casa, lê os livros indicados e apoia sua autoestima em seu sucesso escolar.
traz questionamentos para a sala de aula, quem relaciona por si mesmo os conteúdos escolares com a sua própria realidade de vida, pois os professores estão na escola para oferecer respostas a quem tem perguntas.
No artigo de Rodrigues e Melchiori (2014), denominado “Aspectos do desenvolvimento na idade escolar e 7 na adolescência” são realizados alguns apontamentos sobre o desenvolvimento emocional e social. Assinale a alternativa que não está de acordo com as afirmações realizadas pelas autoras.
O crescimento cognitivo possibilita que as crianças desenvolvam conceitos mais elaborados sobre ela mesma, assim como maior controle emocional.
A emoção pode ser definida como uma resposta (tristeza, medo, raiva, alegria) que é produzida por uma informação que vem do mundo externo, ou interno a nós.
As emoções são sempre positivas, automáticas, inconscientes e preparam o nosso corpo para agir diante do perigo, de situações incômodas, ou mesmo diante de situações prazerosas.
Ao tomarmos consciência dessas reações emocionais, experimentamos sentimentos que precisamos aprender a reconhecer e a lidar.
Para Drezza (2022), ao iniciar a vida escolar crianças videntes, crianças com baixa visão e crianças cegas enfrentam diversos desafios. Isso porque ali será o ambiente de aprendizagem promotor de novidades constantes e de múltiplos fazeres. Nessa concepção, é necessário adequar e adaptar os materiais pensando na individualidade do aluno com deficiência visual, mas o professor poder ir além e fazer uso de recursos metodológicos de apoio como
soletrar palavras novas e apresentá-las escritas na lousa para que todos possam copiar em seus cadernos.
disponibilizar o material de aula com antecedência e em formato acessível para ampliar o rendimento, por exemplo, Libras.
dar ao aluno com deficiência visual mais tempo para a realização das atividades, para que não fique em desvantagem em relação aos demais.
construir mapas e outras estruturas da disciplina de geografia em vídeo aulas para que o estudante tenha acesso tátil.
fazer uso da língua portuguesa e de todo seu grafema para estimular a escrita do aluno com deficiência visual.
Para Scheer, (2022), a concepção “recurso de tecnologia assistiva que traduz imagens em palavras. É direcionada ao público com deficiência visual, mas pode beneficiar também outros públicos” – refere –se a
tradução simultânea.
dosvox.
audiodescrição.
handtalk.
telepatiX.
Segundo Vasconcellos (2019), o trabalho por projetos possibilita superar uma série de problemas da prática tradicional, tais como a(o):
I. Passividade dos alunos.
II. Distanciamento entre o objeto de conhecimento e os interesses dos educandos.
III. Desarticulação do ensino com a realidade.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas I e II.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
I, II e III.
Vianna et al. (2013) em gamification, inc.: como reinventar empresas a partir de jogos, escreve que a “Gamificação tem como base a ação de pensar como em um jogo”. Utilizando-se da sistemática e mecânica do ato de jogar, fora do contexto do jogo. Com base nestas comparações entre um jogo e suas mecânicas para um cenário fora do jogo, os autores trazem alguns aspectos que podem favorecer o processo de aprendizagem.
Assinale a alternativa que diverge desta ideia de favorecimento educacional.
Ciclos mais lentos de respostas.
Reconhecimento e recompensa.
Níveis crescentes de dificuldade.
Diferentes caminhos para seguir.
Repetição de experimentos.
O século XX trouxe, aos que se dedicam à educação escolar, contribuições teóricas importantes para a compreensão dos processos de desenvolvimento humano e de aprendizagem, como são exemplos as de Piaget, de Vygotsky e de Wallon, as quais são discutidas por LA TAILLE, OLIVEIRA e DANTAS (1992). De acordo com o que esses estudiosos analisam e apresentam nessa obra,
Vygotsky designou os processos cognitivos por funções mentais, elementares e superiores, e atribuiu o desenvolvimento do que chamou de consciência, exclusivamente ao afeto que, na sua teoria, caracteriza a mediação.
Wallon, formado em filosofia e em medicina, toma, como eixo do desenvolvimento da criança, o processo que leva do motor ao mental e que recebe a influência dos fatores sociais, somente a partir dos dois anos, com o início da fala.
Piaget escreveu que a inteligência humana só se desenvolveu no indivíduo em função de interações sociais, e que o desenvolvimento moral vai da heteronomia, (sob coação), para a autonomia, (a depender de relações de cooperação entre iguais).
Piaget e Vygotsky explicam o desenvolvimento humano como um processo que passa necessariamente por fases ou etapas, enquanto Wallon adota uma lógica de continuum, ininterrupto, idêntico para todos os indivíduos da espécie, com exceção, apenas, de casos patológicos.
Vygotsky fundamenta sua teoria sobre o desenvolvimento psicológico tomando por base o funcionamento do cérebro e atribui grande importância à educação escolar porque é ela que transmite conceitos científicos e, assim, promove as funções psicológicas superiores.
De acordo com Moreira e Candau (2014), com as mudanças do mundo contemporâneo, estudos curriculares têm definido currículo de formas muito diversas e várias dessas definições permeiam o que tem sido denominado currículo no cotidiano escolar, no qual “a escola deve promover um processo de ampliação dos horizontes culturais dos estudantes”. Dessa forma, é necessário que a escola se desafie a se constituir como um espaço que permeie diferentes conhecimentos e saberes para a promoção de uma educação intercultural, construindo e reconstruindo estratégias e práticas pedagógicas. Nesta perspectiva, o currículo pós-crítico busca realizar no campo educacional brasileiro transformações nas práticas educacionais. Considerando o exposto, bem como a teoria pós-crítica, assinale a afirmativa INCORRETA.
É um espaço para a elaboração de novas possibilidades, de seguir caminhos desconhecidos, de modificar sentidos preestabelecidos e viver novas conexões.
Admite a hipótese de uma consciência coerente, centrada, unitária, abarcando a própria noção de consciência com suas conotações racionalistas e cartesianas.
Olham com desconfiança para conceitos como alienação, emancipação, libertação, autonomia, que supõem, todos, uma essência subjetiva que foi alterada e precisa ser restaurada.
Busca considerar os alunos, como sujeitos na sua singularidade, assim como o processo de intenções e significados que envolve o processo formador daquilo que somos e daquilo que nos tornamos.
Busca-se proliferar problematizações e investigações para representar grupos sociais marginalizados e inferiorizados em favor de outros, fugindo da homogeneização e da assimilação cultural historicamente impostas, dando visibilidade à diversidade cultural.
Conforme Edgar Morin, à obra A Cabeça Bem-Feita: repensar a reforma, reformar o pensamento, deve-se pensar o problema do ensino considerando dois aspectos. Sobre isso, analise as assertivas.
I. Por um lado, deve-se considerar os efeitos cada vez mais graves da compartimentação dos saberes e da incapacidade de articulá-los, uns aos outros.
II. Por outro lado, deve-se considerar que a aptidão para contextualizar e integrar é uma qualidade fundamental da mente humana, que precisa ser desenvolvida, e não atrofiada.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
I e II estão corretas.
Apenas I está correta.
Apenas II está correta.
I e II estão incorretas.
Assinale o que e correto afirmar sobre os conteúdos de ensino processo pedagógico (SACRISTÁN, 2000).
São vistos como uma construção social, isso lhe dá um significado estático e universal.
Devem ser sempre os mesmos e entendidos da mesma forma através do tempo.
Refletem só a perspectiva dos que decidem o que ensinar no programa educativo.
Os aprendizes aprendem exatamente os conteúdos ensinados no processo de ensino.
Compreendem as aprendizagens a serem alcançadas em um determinado período, podem ser: atitudes, valores, comportamentos habilidades e conhecimentos.
Vitor Paro entende os termos educação, democracia e cidadania como imbricados de tal maneira que um necessariamente contém os demais. Tendo isso em vista, considere o excerto:
O termo cidadania, embora tendo origens que remontam à antiguidade grega, possui um significado moderno e complexo que não podia ser alcançado pelas sociedades daquela época. Para compreendê-lo é preciso ter em mente que a cidadania, para além do conceito de pessoa, entendida como um ser natural, dotado de características próprias, supõe a categoria de indivíduo. Este, mais do que um ser que tem características apenas particulares, detém propriedades sociais, que o faz exemplar de uma sociedade, composta por outros indivíduos que possuem essas mesmas características. Estas não advêm de sua simples condição natural, mas do fato de pertencerem a uma sociedade historicamente determinada.
(Paro, Escritos sobre Educação)
Isso implica
assumir o destino cultural de um sujeito sem agência individual, determinado histórica e socialmente, ou seja, frente a uma demarcação coletiva da sociedade.
privilegiar a dimensão pessoal na formação para a democracia, para que cada um possa escapar das amarras socioeconômicas de partida, de modo independente dos demais.
considerar o conceito de homem histórico, construtor de sua própria humanidade, ou seja, que é, ao mesmo tempo, natureza e transcendência da natureza.
substituir o paradigma da sociedade do dever para o da sociedade dos direitos, isto é, estruturar a política a partir da separação entre direitos do cidadão e deveres do Estado.
reconhecer que o ordenamento jurídico-político da sociedade é a chave exclusiva pela qual a democracia acontece, a partir de um poder central democraticamente eleito.