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Candau (2022) afirma que a pandemia de Covid-19 afetou diferentes dimensões da vida social, reforçando as desigualdades já presentes na nossa sociedade e nos processos educativos. Analisando as possibilidades educacionais que queremos construir, tendo no horizonte o período pós-pandemia, a autora aponta como cenários possíveis, a volta à escola “normal”, a promoção do “ensino híbrido” e uma terceira possibilidade que é reinventar a escola.
Assumindo a perspectiva de que vivemos um momento privilegiado para se reinventar a educação escolar e a Didática, a autora propõe, EXCETO:
Dinamizar os processos de ensino e de aprendizagem que permitam dar respostas aos desafios da contemporaneidade.
Reconhecer que, no processo de construção da escola, a sua configuração é apoiada na lógica da modernidade.
Construir novos formatos e novas maneiras de organizar o espaço e o tempo da escola.
Negar a relevância histórico-social da escola.
A teoria da administração escolar no Brasil conta com a contribuição de autores situados na escola clássica e na escola crítica da administração, cujas ideias estão presentes na gestão das escolas públicas brasileiras atualmente. Segundo um dos teóricos da organização e administração da escola, a administração escolar fundamenta-se:
Fonte: Ribeiro, J. Q. (1952). Ensaios de uma teoria da administração escolar. São Paulo: USP
Nas concepções da equipe gestora da escola, face às determinações legais.
Por meio das organizações sociais que circundam a escola e planejam o seu funcionamento.
Na sua capacidade de assegurar as tradições e a cultura escolar ao longo dos tempos.
Com base na filosofia da educação, da política da educação e das ciências correlatas ao processo educativo.
Nas regulações estatais acerca dos currículos e na condução da ação pedagógica dos professores.
Uma escola voltada para o pleno desenvolvimento do educando valoriza a transmissão de conhecimento, mas também enfatiza outros aspectos: as formas de convivência entre as pessoas, o respeito às diferenças, a cultura escolar.
(Progestão.2001, p.45)
Sobre “Funções Sociais da Escola”, analise as informações seguintes.
As informações contêm elementos que caracterizam correta e respectivamente na série I; II e III - as Funções apresentadas na alternativa:
I - "Atenuar, em parte, os efeitos da desigualdade e preparar cada indivíduo para lutar e se defender nas melhores condições possíveis, no cenário social”.
II - "Garantir a reprodução social e cultural como requisito para sobrevivência mesma da sociedade".
III - "Utilizar o conhecimento para compreender as origens das influências, seus mecanismos, intenções e consequências, e oferecer para debate público e aberto as características e efeitos para o indivíduo e a sociedade desse tipo de processo de reprodução".
Educativa; Reprodutora; Educativa.
Compensatória; Reprodutora. Educativa.
Integradora; Educativa; Reprodutora.
Reprodutora; Educativa; Compensatória.
Integradora; Compensatória; Reprodutora.
Wallon destaca que não podemos tratar a criança de forma fragmentada. Em cada idade, ela constituirá um conjunto indissociável e original. No período inicial da vida, os três campos funcionais - afetividade, motricidade e inteligência - estão indissociavelmente integrados, formando um quarto campo funcional, a formação da pessoa, muito embora ainda imaturos (DANTAS, 1990). A despeito da imaturidade dessa “tétrade”, a evolução desses campos está vinculada a dois fatores: às relações sociais e à maturação orgânica neurológica.
Assinale a opção que apresenta dimensões presentes na síntese dos conjuntos funcionais, segundo Wallon.
Cognitiva, individual e social.
Cognitiva, moral e motora.
Afetiva, moral e social.
Afetiva, cognitiva e motora.
Afetiva, proximal e motora.
Para Lück (2006), a construção e a prática da gestão autônoma envolvem princípios, atitudes e estratégias como também monitoramento e avaliação.
Segundo as reflexões da autora sobre a autonomia da gestão escolar, é incorreto afirmar:
Entre as estratégias da construção da autonomia da gestão escolar encontram-se a formação de parcerias e o desenvolvimento de competências de autogestão.
O medo de perda de poder e controle e a burocratização são atitudes que contribuem para o cerceamento da prática autônoma.
A criatividade é um dos princípios orientadores de práticas de autonomia em gestão escolar.
O enfoque de gestão a ser dado nas escolas é sobre os processos sociais de participação política como um valor em si, excluindo os resultados educacionais.
Conforme Oliveira (2010), analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O brincar do bebê tem uma importância fundamental na construção de sua inteligência e de seu equilíbrio emocional, contribuindo para sua afirmação pessoal e integração social.
( ) É a crença no retorno periódico da mãe que alimenta, protege, aquece, conversa e brinca que dá forças ao bebê para suportar sua ausência.
( ) A brincadeira simbólica, ao representar a realidade do jeito que a criança a vê e sente, não é uma negação da mesma, mas uma situação privilegiada de aprender a lidar com as funções e relações sociais.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – F – V.
F – V – F.
V – V – V.
F – F – F.
V – V – F.
De uma forma extremamente sucinta, é a carta de definição da política educativa da escola, que é o cerne da política da escola - política distinta e original de cada comunidade educativa, definida na gestão de tensões positivas, princípios, normas nacionais e objetivos, necessidades, recursos e modos de funcionamento específicos de cada escola. Segundo ALARCÃO,o trecho anterior refere-se ao:
Currículo.
Projeto de Escola.
Planejamento Escolar.
Trabalho Coletivo.
Esse autor assume que a educação tem como principal objetivo preparar a criança para a vida, individual e socialmente. Procura fazer com que a criança se torne consciente de sua personalidade e do ambiente natural e humano em que vive. Agora, educar para a vida é educar para atender suas necessidades, o que implica proporcionar um conjunto de conhecimentos que coloca o sujeito em condições de se adaptar à sociedade e às suas necessidades. Quais são essas necessidades primárias da criança? Ele aponta quatro: a) Nutrição (depende da respiração e da higiene); b) Proteção da intemperança; c) Defesa contra vários perigos ou inimigos e d) Trabalhar e, prosperar...Dela dependem as necessidades de ilustração, arte, recreação, descanso (REINA,1998).
Fonte: Letícia Marques Borges Vilela de Carvalho, UFPR, 2020.
O texto acima representa as ideias de qual dos autores descritos nas alternativas? Marque a opção CORRETA.
Rosseau.
Decroly.
Freinet.
Piaget.
Paulo Freire.
Conforme Borges (2010, p. 98), acerca das dificuldades relacionadas ao Ensino Médio, em expansão no Brasil, “[...] tem-se constituído ao longo da história da educação brasileira como o nível de mais difícil enfrentamento, em termos de sua concepção, estrutura e formas de organização”.
De acordo com o autor, é correto afirmar que
a educação técnica profissional de nível médio no Brasil não existe no campo educacional.
sua ambiguidade confere uma dupla função de preparar para a continuidade de estudos e, ao mesmo tempo, para o mundo do trabalho.
o Ensino Médio no Brasil não oferece vagas profissionalizantes.
na história da educação brasileira, o Ensino Médio sempre foi propositor da continuidade de estudos e ascensão ao mercado de trabalho.
o Ensino Médio no Brasil não encontra dificuldades nas capacitações tecnológicas.
De acordo com Mantoan (2003), é preciso pontuar uma diferença entre os conceitos de integração e inclusão. Dessa forma, assinale a alternativa que se refere ao conceito de inclusão:
Ocorre dentro de uma estrutura educacional que oferece ao aluno a oportunidade de transitar no sistema escolar — da classe regular ao ensino especial — em todos os seus tipos de atendimento: escolas especiais, classes especiais em escolas comuns, ensino itinerante, salas de recursos, classes hospitalares, ensino domiciliar e outros.
Implica uma mudança de perspectiva educacional, pois não atinge apenas alunos com deficiência e os que apresentam dificuldades de aprender, mas todos os demais, para que obtenham sucesso na corrente educativa geral.
Questiona somente as políticas e a organização da educação especial e da regular, pois prevê a inserção escolar de forma radical, completa e sistemática. Nem todos os alunos devem frequentar as salas de aula do ensino regular.
Propõe inserir um aluno, ou um grupo de alunos, que já foi anteriormente excluído, em que o aluno tem acesso às escolas por meio de um leque de possibilidades educacionais, que vai da inserção às salas de aula do ensino regular ao ensino em escolas especiais.
Fante (2005), em estudo sobre o fenômeno bullying em escolas, narra entre outros dados, que em um dos estudos uma escola pública apontou que “no primeiro semestre daquele ano letivo, 66,92% dos alunos (301) haviam se envolvido em condutas bullying, sendo que 25,56% foram consideradas vítimas, 22,04% agressor e 19,32% vítimas agressoras”. A respeito desse tema, segundo Fante, é correto afirmar que o fenômeno bullying
afeta especificamente a vítima, que continua a sofrer seus efeitos negativos além do período escolar, por outro lado, agressores e expectadores não são afetados com a ocorrência do bullying, e por isso é difícil combater esse fenômeno.
apresenta entre seus protagonistas, alguns tipos de papéis que são bem definidos entre os envolvidos, e entre esses papéis estão a vítima típica, a vítima provocadora, a vítima agressora, o agressor e o espectador.
é próprio de escolas públicas das zonas periféricas das grandes cidades, onde a violência e o tráfico se integram à vida dos habitantes; sendo que na pesquisa, esse fenômeno estava ausente nas escolas privadas, rurais ou de cidades pequenas.
tem como característica principal a violência explícita, e afeta igualmente meninos e meninas, e entre as violências que o envolvem estão desde ofensas verbais, chantagem, abusos físicos e psíquicos, até humilhações, perseguição e discriminação.
requer ação de conscientização e intervenção por parte da escola, sendo que a prevenção do bullying necessita começar pela revisão do Regimento Escolar, que deve propor medidas disciplinares mais rigorosas mirando a responsabilização do agressor e a denúncia à justiça comum.
Andreia é professora de Ciências, e Danilo, de Geografia, lecionando para o 7o ano do ensino fundamental. Ambos têm trabalhado em um projeto interdisciplinar que diz respeito aos rios paulistanos e à ocupação urbana. Nas pesquisas em conjunto para a aula, depararam-se com o texto de Jerá Guarani (2020), no qual são mencionados os rios e córregos canalizados ou escondidos sob o asfalto de São Paulo, como o Anhangabaú e o Tamanduateí. Caso os professores queiram trabalhar a perspectiva da autora com seus alunos, as discussões do caso desses rios de São Paulo devem apontar para
a atualidade da agenda da ONU de objetivos de desenvolvimento sustentável, sendo o mais importante deles o uso consciente da água.
a incompatibilidade dos modos de vida tradicionais guarani com o mundo ocidental de hoje em dia, tornando urgente sua inserção na vida social civilizada.
a falta de políticas sociais voltadas para a dignidade humana, que mostram o sucateamento do Estado.
a necessidade das pessoas civilizadas de se tornarem selvagens, pois todas as coisas ruins para o meio ambiente vêm de pessoas civilizadas.
o lado bom do progresso industrial e econômico de São Paulo, que possibilitou a formação da maior rede de abastecimento de água e de esgoto do país.
Segundo Emília Ferreiro (1996), o desenvolvimento da alfabetização ocorre, sem dúvida, em um ambiente social e, para aprender a ler e escrever, a criança precisa construir um conhecimento de natureza conceitual. Nessa concepção, defende-se a alfabetização como
uma função da maturação biológica.
o processo de aquisição de um código de transcrição da fala.
o desenvolvimento de capacidades relacionadas à percepção, à memorização e ao treino de um conjunto de habilidades sensoriais e motoras.
um processo de construção de conhecimento por meio de práticas que têm, como ponto de partida e de chegada, o uso da linguagem e a participação nas diversas práticas sociais e de escrita.
De acordo com Nicolescu (1999), a transdisciplinaridade a partir de seu prefixo "trans" diz respeito àquilo que está ao mesmo tempo entre as disciplinas, através das diferentes disciplinas e além de qualquer disciplina. Seu objetivo é a compreensão do mundo presente para o qual um dos imperativos é a unidade do conhecimento. A respeito dos pilares que determinam a pesquisa transdisciplinar, assinale a alternativa correta:
Os níveis de realidade, a lógica do terceiro incluído e a complexidade.
A indivisibilidade do ser, o concreto e o abstrato.
Os níveis de subjetividade, a lógica do terceiro excluído e a totalidade.
Os níveis de identidade, o princípio da não contradição, a lógica do terceiro excluído.
Os níveis de identidade, a interpretação dos contrários, a lógica do terceiro excluído.
Tanto Bakhtin quanto Vygotsky abordam a linguagem como princípio para a interação social e fundamentam-se na concepção da criança como produtora de cultura e sujeito de direitos. Acerca das concepções de alfabetização e letramento na perspectiva sociointeracionista, assinale a alternativa INCORRETA.
Vygotsky e Bakhtin apresentam a constituição da linguagem escrita pela criança como parte do processo geral de constituição da linguagem. E como um processo contínuo de inserção no mundo da escrita através das interações sociais orais da criança, considerando o significado que a escrita tem na sociedade.
A linguagem escrita não segue uma linha reta e nem contínua, pois a linguagem escrita diz respeito à apropriação da produção da cultura, dos modos de vida, das crenças, das concepções dos conhecimentos elaborados e sistematizados partilhados com os sujeitos ou grupos que compõem o contexto mais próximo à criança.
O processo de constituição da linguagem pela criança se inicia fora das instituições educacionais. Cabe aos professores de Educação Infantil trazer significado a esse processo, para o mundo da criança, onde ela tenha interesse.
É fundamental conhecer e considerar as características da criança de zero a seis anos e seus contextos, no seu processo de formação social e pessoal. Ter como referência a criança no trabalho pedagógico implica desenvolver um olhar sensível a fim de primar por experiências concretas, expressões e relações multifacetadas, compreendendo como ela conhece o mundo, o afeto, o prazer e o desprazer, a fantasia, o brincar.
Os processos de aprendizagem e desenvolvimento das crianças se constituem a partir de seu contexto social, econômico e político, e de encontro com os contextos de outros sujeitos, encontro este marcado e movido pela mediação que produz significações diversas.
Segundo Thiengo e Ribeiro (2019, p. 20), “a sala de aula é um espaço plural, pois nela estão presentes diferentes indivíduos que possuem uma trajetória de vida ímpar e diferentes perspectivas de vida, independentemente de sua condição financeira, orientação sexual ou identidade de gênero. Logo, a escola se torna um ambiente de acolhimento às diversidades, e deve, portanto, lidar com as diferenças de modo a possibilitar a aprendizagem de todos e exercitar o espírito de cidadania, sem preconceitos, discriminações ou violências”. Analise as afirmativas a seguir no que se refere a gênero e sexualidade na escola.
I - Identidade de gênero representa o modo com que uma pessoa representa socialmente a sua sexualidade em razão de suas percepções sobre a masculinidade e a feminilidade, não se restringindo ao seu sexo biológico de nascimento e muito menos à sua orientação sexual.
II - O sexo determina a orientação sexual de um indivíduo, bem como a sua identidade de gênero e a sua expressão de gênero.
III - Transgênero é o indivíduo que se identifica com um gênero diferente daquele que corresponde ao seu sexo atribuído no momento do nascimento.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas I e III.
A escola apropria-se do debate sobre o racismo estrutural para refletir acerca de suas práticas de avaliação:
“No Brasil, a negação do racismo e a ideologia da democracia racial sustentam-se pelo discurso da meritocracia.”
ALMEIDA, Silvio. Racismo Estrutural. São Paulo: Pólen, 2017.
Em relação ao modo como as questões raciais impactam e são impactadas pelos métodos escolares de avaliação, é correto afirmar que
a avaliação antirracista reconhece a igualdade entre todos os seres humanos, portanto prescinde de discriminações positivas ou negativas.
o discurso da meritocracia tende a responsabilizar os indivíduos em desigualdade de condições pelo próprio fracasso escolar.
a democracia racial da sociedade brasileira é um elemento facilitador do convívio social e da promoção escolar de todas as raças.
a meritocracia incentiva e apoia a ideia de que os indivíduos discriminados mais esforçados sejam recompensados por sua excelência.
a meritocracia é um recurso que auxilia a eliminação do racismo na sociedade brasileira pois avalia de forma igualitária os estudantes.
Franco (2016) busca trabalhar significativamente com o cotidiano de trinta coordenadores pedagógicos, e empreende um processo de investigação formação. Ao indagar sobre o cotidiano desse profissional, a autora afirma que praticamente todos os coordenadores pedagógicos entrevistados responderam que
percebem a escola como espaço onde inexiste improvisação, nos quais as atividades cotidianas são conduzidas por ações reflexivas, previstas e planejadas, baseadas no bom senso e no diálogo.
se sentem muito tranquilos, embora exaustos, pois o trabalho é planejado e organizado; trabalham muito e percebem claramente mudanças significativas na estrutura da escola, sendo que tais mudanças correspondem ao produto de seu trabalho.
são raros os momentos e tempos gastos pelo coordenar em tarefas burocráticas, preenchendo planilhas, organizando relatórios, fazendo levantamentos ou atendendo pais de alunos; e também, são incomuns as ocasiões nas quais organizam eventos e festas.
as questões de indisciplina dos alunos e da falta de professores são tratadas diretamente pelos diretores escolares, e que é desnecessário que se envolvam com esses problemas, assim, dedicam-se estritamente à capacitação docente.
sabem que a função prioritária do coordenador é organizar o pedagógico na escola, estruturar o trabalho coletivo dos docentes, organizar as mudanças para que a escola ensine melhor; no entanto, não sabem como caminhar nessa direção.
Paro (2001) defende que, de modo sintético, a autonomia escolar pode ser entendida como se referindo a duas dimensões que se interpenetram: autonomia pedagógica e a autonomia administrativa.
De acordo com o autor, é correto afirmar que a autonomia
pedagógica está circunscrita às escolhas docentes, excluindo-se, dessa forma, as manifestações ou intervenções dos discentes ou dos responsáveis.
administrativa é plena e prescinde dos limites da ação do Estado, cabendo decisão estrita dos docentes a respeito de métodos e gerenciamento de recursos.
pedagógica é expressa em comportamentos, tendo em vista que o currículo e o planejamento já são integralmente determinados pela BNCC e prescritos pela Rede de Ensino.
administrativa deve ser democrática, e não se restringe a professores e diretores, devendo incluir todos os envolvidos na ação escolar, especialmente seus usuários.
pedagógica e administrativa devem estar relacionadas à proposta do neoliberalismo e da responsabilização da escola, garantindo assim, a qualidade total do ensino para todos.
De acordo com Melo, Oliveira, Souza e Maia (2020), as teorias de aprendizagens têm sido utilizadas para compreender e trazer melhorias para o processo de ensino.
Considere as teorias de aprendizagens e associe corretamente o teórico à sua respectiva teoria.
TEÓRICOS
1 – Ausubel
2 – Bruner
3 – Piaget
4 – Vygotsky
TEORIAS
( ) propõe que as ideias, a lógica do raciocínio humano e a própria inteligência se desenvolvem por meio da interação entre os sujeitos e o meio em que vivem, tendo função adaptativa.
( ) defende a ideia de que o desenvolvimento ocorre a partir de uma relação dialética entre o sujeito e o seu meio cultural e social, motivo pelo qual sua teoria é chamada de sociointeracionista.
( ) entende a mente humana como sendo uma estrutura demasiadamente arrumada, constituída por uma hierarquia dinâmica na qual ideias, conceitos e conjecturas mais inclusivas e gerais estão relacionados a dados mais particulares de conhecimento.
( ) destaca que o currículo em espiral seria a melhor alternativa, sendo esse tipo de currículo aquele que desenvolve outra vez os mesmos tópicos em idades ou em graus de graduação, bem como em distintos graus de dificuldade.
A sequência correta é:
1, 2, 3, 4.
2, 3, 4, 1.
3, 4, 1, 2.
4, 1, 2, 3.
2, 3, 1, 4.