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De acordo com Dainez e Smolka (2019, p. 2): “A educação escolar de crianças com deficiência tem constituído temática de grande relevância atualmente, pelos desafios e dilemas que coloca, tanto em termos das políticas públicas quanto em termos das práticas educativas cotidianas. Essa atenção está em pauta na agenda de pesquisas que enfocam a educação especial no contexto das políticas de educação inclusiva, ampliando o escopo das investigações a respeito das condições e das formas de acolhimento educacional de alunos com deficiência que passam a frequentar a instituição escolar”.
Sobre a educação especial no contexto das políticas de educação inclusiva, assinale a afirmação correta.
No processo de significação, ou seja, de criação, apropriação e uso de signos e sentidos (VYGOTSKY, 1995), possível nas relações humanas e nas formas de atividade historicamente produzidas, novas formações psíquicas podem emergir, ampliando os modos de agir, de pensar, de participar da cultura.
Na década de 1980, no Brasil, passaram a ser difundidos, no meio educacional, estudos a favor de se situar mais fortemente a deficiência nas áreas médicas e da assistência social, mantendo-se para a educação seu papel histórico de desenvolvimento de capacidades.
As mudanças havidas na política relacionada à educação especial a partir da LDBEN 9394-96 não levaram ao aumento das matrículas de alunos com deficiência em escolas regulares públicas.
Estando a atividade de ensinar/significar orientada para o desenvolvimento humano, cabe à sociedade criar condições efetivas de participação da pessoa com deficiência nas atividades sociais, laborais, alargando as formas de relação com o conhecimento, mas isso não demanda ressignificar a função social da escola.
Estudos recentes indicam a necessidade da construção de um sistema de ensino público consistente e articulado com um projeto político e educacional, de cunho filantrópico, que contemple a formação humana complementar dessa população.
Paro (2001) apresenta a ideia da educação como uma atualização histórica do homem. Nessa perspectiva, os objetivos da escola fundamental devem se pautar em dupla dimensão, sendo a democracia a síntese da dimensão
individual.
ética.
cultural.
social.
estética.
Com base na concepção construtivista, Zabala (1998) apresenta a diferenciação dos conteúdos de aprendizagem segundo determinadas tipologias que servem para identificar com mais precisão as intenções educativas. Nessa perspectiva, o conhecimento de acontecimentos, situações, dados e fenômenos concretos e singulares refere-se à aprendizagem dos conteúdos
factuais.
atitudinais.
conceituais.
transversais.
procedimentais.
Sérgio Antônio da Silva Leite, (2008), no texto “Notas sobre o processo de alfabetização escolar” integrante do livro denominado “Alfabetização e letramento: contribuições para as práticas pedagógicas” realiza algumas afirmações:
I- A questão do processo de alfabetização escolar continua sendo um tema desafiador para os pesquisadores e profissionais da área da Educação.
II- Embora, nas últimas duas décadas, tenham se observado grandes progressos teórico-metodológicos na área, a formação do aluno como um competente leitor e produtor de texto, em nossas escolas públicas e particulares, ainda se coloca como um dos grandes objetivos a serem alcançados.
III- No modelo tradicional, a escrita era entendida como um reflexo complexo da linguagem oral, ou seja, a escrita era concebida como superior à representação da fala; nesta perspectiva, ler e escrever são entendidos como atividades de codificação e decodificação, sendo o processo de alfabetização elevado ao ensino do código escrito, centrado na mecânica da leitura e da escrita.
IV- O modelo tradicional tem sido duramente criticado desde os anos 60, quando os países desenvolvidos detectaram a condição do analfabetismo funcional em parcelas significativas das suas respectivas populações: aquele indivíduo que passa pela escola durante alguns anos, tem contato com o código escrito, mas, depois que sai, não se utiliza da leitura e da escrita como instrumentos de inserção social e desenvolvimento da cidadania.
Considerando as assertivas, assinale a alternativa correta.
Todas as alternativas estão corretas.
Apenas I e II estão corretas.
Apenas I, II e III estão corretas.
Apenas I, II e IV estão corretas.
Apenas III e IV estão corretas.
São exemplos de métodos associados às metodologias ativas, identificados por Bacich e Moran (2018), EXCETO:
Estudo dirigido.
Aprendizagem por projetos.
Sala de aula invertida.
Currículo STEAM.
Criação de jogos.
De acordo com Emilia Ferreiro e Ana Teberosky (1989), a criança passa por um processo de aquisição de escrita baseado em níveis de hipóteses. Assinale a alternativa que compreende esses níveis:
Sensório-motor, pré-operatório, operatório-concreto e operatório-formal.
Percepção, atenção, memória, pensamento, linguagem e aprendizagem.
Pré-silábica, intermediário, hipótese silábica, hipótese silábico-alfabética e hipótese alfabética.
Garatuja, pré-esquemática e esquemática.
Quem fez a pesquisa sobre o processo de construção da leitura e da escrita, mapeando o processo que cada indivíduo percorre para aquisição da língua escrita?
Emília Ferreiro.
Vygotsky.
Piaget.
Montessori.
Celso Vasconcellos.
Romeu Sassaki, no seu livro Inclusão: construindo uma sociedade para todos (1997), afirma que a história da atenção educacional para pessoas com deficiência apresenta quatro (4) fases.
Relacione as fases (1; 2; 3; 4) com algumas das suas características (a; b; c; d).
1 – Exclusão
2 – Segregação institucional
3 – Integração
4 – Inclusão
a – nessa fase foram criadas as classes especiais dentro das escolas comuns para garantir que as crianças com deficiência não interferissem no ensino ou não absorvessem as energias do professor;
b – os países como EUA, Canadá, Espanha e Itália foram os pioneiros na implantação dessa fase;
c – não recebiam nenhuma atenção, a sociedade simplesmente ignorava, rejeitava, perseguia e explorava as pessoas com deficiência;
d – nessa fase, inicialmente, as pessoas com deficiência, excluídas da sociedade e da família, eram acolhidas por pessoas religiosas, porém não se tinha controle sobre a qualidade desse acolhimento; posteriormente a sociedade começou a admitir que essas pessoas poderiam ser produtivas.
A correlação correta está em:
1-d; 2-c; 3-b; 4-a.
1-c; 2-a; 3-d; 4-b.
1-a; 2-b; 3-c; 4-d.
1-b; 2-a; 3-d; 4-c.
1-c; 2-d; 3-a; 4-b.
A partir dos estudos sobre importantes personagens da educação no século XX, e de suas contribuições para conceber o estudante como um ser pensante e como um agente de mudança, conclui-se que o movimento da Escola Nova foi um importante mobilizador para a reflexão das práticas pedagógicas do educador. Diante de tantos problemas que a educação brasileira enfrenta, é importante compreender o atual contexto e identificar os desafios que ele apresenta. No entanto, é necessário dialogar sobre a importância de um projeto de educação transformador que visa formar e (re)formar os educadores para atuar e compreender os campos de disputa e os grandes impasses da educação contemporânea. É fundamental compreender o movimento da Escola Nova como um importante marco para educação no Brasil, que foi fortemente influenciada pela pedagogia progressista deweyana. Um fazer educativo baseado nas concepções desses autores, buscando discutir a pluralidade presente nos espaços escolares e sua relação com o fazer pedagógico. Com o advento da nova pedagogia, uma nova concepção de ensino surge no Brasil. Os estudos e experiências desenvolvidas na escola laboratório na visão de John Dewey e nas reformas propostas, o ensino, os métodos e as concepções de educação e as correntes pedagógicas surgidas a partir de então, configuram-se como arcabouço para a compreensão das transformações educacionais, mediante o desenvolvimento de processos de ensino pautados numa relação dialética e democrática.
(Disponível em: https://socialeducation.files.wordpress.com/2020/ 02/pensamento-pedagogico-iii_web.pdf. Adaptado.)
De acordo com o exposto, e considerando o movimento da Escola Nova no Brasil, foi o principal responsável:
Paulo Freire.
Darcy Ribeiro.
Anísio Texeira.
Florestan Fernandes.
Leia o trecho a seguir.
Reconhece-se que a teoria de Bruner está pautada na participação ativa do estudante para o desenvolvimento do seu processo de aprendizagem por meio da descoberta, a exploração de novas alternativas, o Currículo em Espiral e a aprendizagem segundo as fases internas do desenvolvimento. (LEÃO e GOI, 2021, p. 10)
Para Bruner uma teoria de ensino deve apresentar as seguintes características, EXCETO:
Apontar as experiências mais efetivas para que ocorra a predisposição para aprendizagem.
Especificar como estruturar os conhecimentos, para melhor ser entendido e aprendido pelo aluno.
Conter-se na natureza e na aplicação dos prêmios e punições no processo de ensino e aprendizagem.
Indicar a sequência menos eficiente para aprender os conteúdos a serem abordados.
Com relação às teorias de aprendizagem e desenvolvimento humano, Vygotsky, ao fazer uma análise crítica a respeito do estado da Psicologia no início do século XX, apresentou elementos fundamentais para a superação do que ele denominou de crise da Psicologia. Tendo como fundamento epistemológico a ideia de totalidade do conhecimento, o referido autor dá início ao processo de criação da teoria:
histórico-cultural.
inatista.
fenomenológica.
cartesiana.
construtivista.
De acordo com Amiralian (2004) existe ainda uma grande problemática sobre as pessoas com baixa visão, isso porque as variáveis que envolvem a construção não apenas conceitual mais prática da baixa visão são multifacetadas. Contudo, são indicadas duas problemáticas especificas da baixa visão que merecem atenção primária. Sendo essas
a ausência de políticas públicas específicas a pessoas com baixa visão e falta de recursos de apoio.
o déficit dos recursos ópticos e não ópticos no Brasil e a falta de especialistas para avaliar as diferentes situações da baixa visão.
a falta de identificação do indivíduo como pessoa com baixa visão e o deslocamento da sua problemática para outras áreas.
a educação de alunos com baixa visão em sala regular e a dificuldade de professores especializados.
o uso de recursos tecnológicos e a falta de oportunidades para a entrada no mercado de trabalho.
A escritora e pesquisadora Kiusam de Oliveira nos conta a história de Tayó, uma menina negra de seis anos que tem orgulho do cabelo crespo com penteado black power, enfeitando-o das mais diversas formas. Esse é o mote do livro “O mundo no black power de Tayó”. Ela transformou a história do livro em tirinhas. Vamos conhecer uma delas!

Disponível em: https://mskiusam.com/tirinhas-de-tayo/ Acesso em 30/11/2022.
O fato evidencia a importância de trabalhar a reeducação das relações étnico-raciais na escola. Sobre essa questão, assinale a alternativa CORRETA.
Ser negro no Brasil não se limita às características físicas. Trata-se, também, de uma escolha política.
Os negros se discriminam entre si e são racistas também.
A discussão sobre a questão racial se limita ao Movimento Negro e aos estudiosos do tema e não precisa ser discutido na escola.
O racismo, o mito da democracia racial e a ideologia do branqueamento só atingem os negros.
O racismo não perpassa o espaço escolar. As crianças são pequenas e ingênuas.
Para Bacich e Trevisani (2015), o ensino híbrido segue uma tendência de mudança que ocorreu praticamente em todos os serviços e processos de produção de bens que incorporaram os recursos das tecnologias digitais, apresentando muitos pontos positivos. Contudo, como qualquer iniciativa inovadora, tem recebido algumas críticas, sendo uma delas:
o aluno pode desenvolver sua compreensão fora do contexto educacional, dispensando a figura do professor.
o resultado da autoavaliação que faz parte do material a ser trabalhado é um indicador pouco útil do desempenho do aluno.
as atividades em sala de aula desencorajam as trocas sociais e colaboração entre os colegas de sala.
o modelo é bastante dependente da tecnologia, o que pode criar um ambiente de aprendizagem desigual.
o aluno é incentivado a ser mais dependente e a não se preparar previamente para a aula.
“A educação é ____________ e não ___________.” (Dewey, 1897). Citando o filosofo americano Dewey, Daniela Moura defende que o trabalho por projetos contribui de forma significativa para a educação nesse mundo atual.
Considerando as concepções da autora sobre a Pedagogia de projetos, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas da citação.
a formação do sujeito histórico... o resgate do educando
o resgate do educando... a formação do sujeito histórico
uma redefiniçao dos conteúdos...dos espaços escolares
uma preparação para a vida futura...um processo de vida
um processo de vida...uma preparação para a vida futura
A respeito das concepções de desenvolvimento e de aprendizagem, assinale a alternativa correta.
Para Vygotsky, o processo de desenvolvimento coincide com o da aprendizagem. O processo de desenvolvimento não segue o da aprendizagem, criando a área de desenvolvimento potencial.
As concepções de aprendizagem podem ser definidas como o significado que o fenômeno da aprendizagem possui para os alunos. A concepção quantitativa é caracterizada como uma atividade estereotipada, pela aquisição (recolha e acumulação) mecânica de conhecimentos com o objetivo de retratá-los nas avaliações. A concepção qualitativa é vista como uma atividade estratégica, baseada na compreensão, na construção de significados, quando através do relacionamento do conhecimento formal com a experiência, o estudante atinge o crescimento pessoal. A concepção institucional representa a aprendizagem enquanto obtenção de reconhecimento pela escola, principalmente atestado pelas classificações.
As concepções de aprendizagem podem ser vistas fora de uma hierarquia porque cada uma delas não engloba a anterior, acrescentando mais aspectos. Existe uma espécie de crescimento da compreensão do fenômeno da aprendizagem em relação à ordenação das mesmas. Elas não são propriamente construções individuais porque são altamente influenciadas pelos aspectos contextuais. São antes, ideias mais ou menos estáveis que pré-dispõem o aluno para a ação.
O professor deve mediar a aprendizagem utilizando estratégias e estar atento para permitir que o aluno construa seu conhecimento individualmente, com participação ativa e a cooperação de todos os envolvidos no ambiente.
Segundo Vygotsky, a intervenção pedagógica é essencial na definição do desenvolvimento das crianças. A sua teoria nos mostra a relação de acerto e erro como indicativo de que todos os conhecimentos precisam ser trabalhados, além de apontar a educação sob um pilar em que o homem é visto como um ser holístico em processo de construção permanente.
Na Concepção Sociocultural de Desenvolvimento, inaugurada por Lev Vygotsky, a criança:
necessita de maturação biológica individual para alcançar seu pleno desenvolvimento
traz a linguagem como elemento próprio, que independe de relações com a cultura
depende de um conjunto de fatores externos para desenvolver-se biologicamente
precisa ser considerada juntamente com o seu contexto sociocultural
De acordo com Fernández (1991), a família do paciente-problema de aprendizagem apresenta-se amiúde como um bloco indiferenciado, em que cada um pode viver se tiver um outro de quem ser ou a quem converter em parasita. Levando em consideração os vínculos familiares do que não aprende, a autora afirma que:
Encontra-se sempre um tipo de família que corresponda ao paciente-problema de aprendizagem.
A família do que não aprende nada tem a ver com a parte intelectual e desejante.
As famílias não se queixam dos filhos que não aprendem, os elogiam e verbalizam a tranquilidade dos mesmos, de forma generalizada.
A necessidade de a família provar que alguém do seu grupo não tem problemas – o de não aprender – tratando sempre o fator econômico como a única causa.
A tentativa de diferenciar-se pode chocar-se com o mandato ou com a estrutura do clã de suprimir ou neutralizar a diferença.
Ernaldina Sousa Silva Rodrigues (2009), em sua pesquisa de mestrado, intitulada "A organização do tempo Pedagógico no trabalho docente: relação entre o prescrito e o realizado", no capítulo 2, que trata do trabalho docente e a organização do tempo pedagógico, esclarece que:
"[...] as pesquisas educacionais introduzem, aos poucos, uma nova visão sobre o trabalho docente, passando a descrever e a analisar também o fazer do professor em contexto nas situações reais de trabalho. Não se trata mais de uma visão fragmentada desse trabalho, no sentido de eficiência, ou seja, da produção do efeito desejado a partir da transmissão da maior quantidade possível de conhecimentos, segundo as prescrições" (RODRIGUES, 2009, p. 30).
A pesquisa em questão considera que o trabalho do professor interage com o fluxo dos acontecimentos na sala de aula e na escola e passa a ser analisado por um conjunto de atividades nem sempre visíveis ao público, num esforço no sentido de superação da visão do trabalho como mera prescrição. Nesse sentido, para a autora, ao abordar a questão do ensino como trabalho, a prática docente é plural e não se reduz à aplicação de métodos. A organização do trabalho do professor na escola se realiza, portanto, em conformidade com a ordenação do tempo na escola (obedece a uma hierarquia em nível nacional, estadual e municipal. Ou seja, é concebido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação, pelos Programas Curriculares Nacionais, as diretrizes estaduais e, também, as diretrizes municipais da área de educação, que têm como finalidade padronizar e controlar o tempo escolar, a cadência das atividades, o ritmo dos professores e dos alunos, constituindo-se como fator fundamental para a compreensão do processo de trabalho docente). Sobre esse aspecto, a experiência no tempo interage com as práticas escolares paralelamente ao desenvolvimento da natureza, em todos os seus ciclos, demonstrando a multiplicidade da noção de tempo, dialeticamente diversificada e singular, histórica e socialmente construída. Nesse entendimento, o tempo escolar pode ser dividido em administrativo e pedagógico (RODRIGUES, 2009).
Com base no acima exposto pela autora, considere as afirmativas a seguir, que tratam do tempo escolar (administrativo e pedagógico).
I. Visa precisamente ao controle das atividades de professores e alunos, por meio de calendários, jornadas e horários.
II. Esse tempo é empregado pelos professores no trabalho de ensino na sala de aula tendo como referência os conteúdos a serem apresentados e desenvolvidos no dia, na semana, no bimestre, no semestre e no ano letivo.
III. Esse tempo deve ser organizado, por exemplo, de acordo com os horários estabelecidos pela escola, isto é, os horários de entrada, de recreio e de saída e os saberes acumulados no processo de ensino.
IV. Se o professor conhece os seus alunos, esse fator pode facilitar ainda mais esta organização, que inclui, no seu bojo, momentos de continuidades e descontinuidades de atividades que fazem parte da cultura escolar nas instituições de ensino fundamental.
V. A organização do tempo perpassa certa rotina diária de atividades no trabalho de ensino. Podemos considerar essa rotina como parte de uma prescrição diária que compõe a cultura da instituição escolar, visando nortear parte do trabalho realizado pelo professor.
Está correto o que se afirma em:
II, III e IV.
I, III e IV.
III, IV e V.
I, II, III, IV e V.
I, II, III e V.
Dentre as dimensões da alfabetização digital, uma delas é descrita, na obra organizada por Coll e Monero (2010), como “a competência de examinar as consequências sociais dos meios de comunicação do ponto de vista da segurança, da privacidade e outros”. Essa competência é a alfabetização
midiática.
tecnológica.
responsável.
informacional.
global.