

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Educador que escreveu sobre a “concepção ‘bancária’ da educação como instrumento da opressão”
José Carlos Libâneo
L. Vigotski
Jean Piaget
Paulo Freire
D. Saviani
Paulo Freire se opôs aos privilégios das classes dominantes, as quais impedem a maioria de usufruir os bens produzidos pela sociedade. Para ele, a modificação desse quadro:
Tem a educação como principal via, especialmente quando esta, em sua forma bancária, ensina o educando a consciência de classe.
É inviável enquanto a organização dos meios de produção se mantiver no formato capitalista.
Deveria partir dos próprios oprimidos, depois de um trabalho de conscientização e politização.
Depende somente dos opressores que, ao se dedicarem a compreensão da realidade do oprimido, os libertarão.
Com base em FREIRE e sobre o ensinar, assinalar a alternativa INCORRETA:
Ensinar exige comprometimento.
Ensinar exige compreender que a educação é uma forma de intervenção no mundo.
Ensinar exige segurança, competência profissional, porém não há possibilidade de haver generosidade.
Ensinar exige tomada consciente de decisões.
Assinale a alternativa correta.
O trabalho colaborativo é uma estratégia para o aperfeiçoamento das práticas na perspectiva da aprendizagem autônoma
e libertadora, cuja referência maior é Paulo Freire.
mas opressiva, cuja referência maior é Paulo Freire.
mas opressiva, cuja referência maior é Vygotsky.
e libertadora, cuja referência maior é Vygotsky.
mas opressiva, cuja referência maior é Mantoan.
“Recentemente, jovem professor universitário, de opção democrática, comentava comigo o que lhe parecia ter sido um desvio seu no uso de sua autoridade. Disse, constrangido, ter se oposto a que aluno de outra classe continuasse na porta entreaberta de sua sala, a manter uma conversa gesticulada com uma das alunas. Ele tivera inclusive que parar sua fala em face do descompasso que a situação provocava”.
Com esse relato em Pedagogia da autonomia, Freire (2011) compreende que ensinar exige
liberdade e autoridade.
a concretização das palavras pelo exemplo.
respeito à autonomia do ser do educando.
saber escutar.
disponibilidade para o diálogo.
Segundo o autor Paulo Freire, a educação que se impõe aos que verdadeiramente se comprometem com a libertação não pode fundar-se numa compreensão:
Dos sujeitos como corpos conscientes intencionados ao mundo.
Não baseada numa consciência mecanicistamente compartimentada.
Que problematize os homens e suas relações no mundo.
Dos homens como seres vazios a quem o mundo encha de conteúdos.
Para Freire (2006), “a inteligência não é um elemento exclusivamente racional, pois, antes que surjam no indivíduo as primeiras representações mentais, já se manifesta nele um elevado nível de inteligência corporal, que prossegue mesmo após estruturar-se o pensamento”. Nesse sentido, o autor afirma que:
Somente a prática ensina a criança.
O corpo é indissociável ao processo de aprendizagem.
A estrutura física é indiferente ao processo de aprendizagem.
A inteligência e o corpo são fatores distintos e indiferentes ao processo de aprendizagem.
O corpo e a inteligência se estabelecem de formas diferentes.
Paulo Freire é reconhecido como Patrono da Educação Brasileira, título outorgado pela Lei no 12.612/12. Assinale a alternativa que não apresenta uma das obras do autor pernambucano:
Pedagogia do Oprimido.
Educação como Prática da Liberdade.
Emílio ou da Educação.
Pedagogia da Autonomia.
Para Paulo Freire, em sua perspectiva sobre a educação, é preciso reinsistir em que não se pense que a prática educativa vivida com afetividade e alegria, prescinda:
Da formação científica séria e da clareza política dos educadores ou educadoras.
Da presença de qualidades afetivas e sentimentais por parte dos docentes.
Uma atuação docente esvaziada de sentido político e social e que não luta pela liberdade dos sujeitos.
Da vontade dos educandos em se concretizar como seres atuantes e alfabetizados na sociedade.
Partindo de uma análise crítica das realidades sociais, sustentava os fins sociopolíticos da educação. Teve seu início com Paulo Freire, nos anos 60, rebelando-se contra toda forma de autoritarismo e dominação, defendendo a conscientização como processo a ser conquistado pelo homem, através da problematização de sua própria realidade. Sendo revolucionária, ela preconizava a transformação da sociedade e acreditava que a educação, por si só, não faria tal revolução, embora fosse uma ferramenta importante e fundamental nesse processo. O contexto acima refere-se a seguinte tendência pedagógica:
Pedagogia Progressista Crítico-Social dos Conteúdos.
Pedagogia Progressista Libertadora.
Pedagogia Histórico-Crítica.
Nenhuma das alternativas.
Leia as afirmativas a seguir e marque a opção CORRETA:
O currículo escolar não deve ser uma construção colaborativa.
É vedado aos municípios destinar espaços para programações culturais voltadas para a infância.
Paulo Freire propôs uma prática de sala de aula que pudesse desenvolver a criticidade dos alunos.
Tornar os estudantes capazes de evitar uma gravidez indesejada não é um dos objetivos do trabalho de orientação sexual nas escolas.
O livro didático deve ser o único material utilizado pelo professor como base para a reflexão sobre o ensino.
Uma educação emancipatória contribui para estabelecer uma relação dialética entre o currículo e o contexto histórico, social, político e cultural em que esse currículo está inserido. Na visão de Paulo Freire, são elementos de uma educação emancipatória:
A reflexão crítica nas relações com o mundo; a atitude de fala consciente, que é mais importante do que a atitude de escuta.
A conscientização de homens e mulheres quanto à sua vocação ontológica e histórica de ser mais; a adaptação e o ajuste à sociedade contemporânea.
O desenvolvimento de uma consciência crítica capaz de superar a ideologia da opressão; o diálogo não como construção teórica, mas como construção prática
O envolvimento de todos os atores do processo educativo por meio da vivência da prática dialógica; a cultura como o acrescentamento que o homem faz ao mundo que não fez.
O pedagogo, educador e filósofo que defende a ideia de que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para sua própria produção, e que ensinar exige consciência do inacabamento e apreensão da realidade é conhecido como:
Wallon.
Piaget.
Cortella.
Freire.
Rogers.
Assinale a alternativa CORRETA. Este pensador caracteriza a proposta pedagógica tradicional como educação bancária, pela verticalidade da relação professor-aluno e pelo cunho mecânico da transmissão e da memorização dos conteúdos, que sugerem similaridades com as relações que ocorrem nas agências bancárias. Trata-se de:
Paulo Freire.
Wallon.
Bruner.
Ausubel.
A pedagogia que, partindo dos interesses egoístas dos opressores, egoísmo este camuflado de falsa generosidade, faz dos oprimidos objetos de seu humanitarismo, segundo Paulo Freire:
Busca a superação da relação vigente para o surgimento de um homem novo, o opressor.
Inaugura a violência que os oprime, os explora e os reconhece como outro.
Mantém e encarna a própria opressão, sendo um instrumento de desumanização.
Eventualmente desvelará o mundo da opressão através de seu descomprometimento com a práxis.
O termo cunhado por Paulo Freire, educação bancária tem por objetivo qualificar o tipo de educação que forma indivíduos acomodados, sem questionamentos e que se submetem à estrutura do poder vigente. Em oposição a este tipo de educação, o educador propõe a chamada educação:
Pedagogia do oprimido.
Autonomia do sujeito.
Não diretiva.
Libertadora ou problematizadora.
Existem muitos estudos sobre a autonomia. A temática autonomia ganha em Paulo Freire, em seu livro “Pedagogia da Autonomia”, um sentido sócio-políticopedagógico, onde é vista como
uma forma de afastar a transformação da sociedade, independentemente de sua legitimidade e adequabilidade a outros valores, como liberdade, igualdade ou justiça.
algo além da liberdade de pensar por si, pois envolve a capacidade de agir, o que exige um homem consciente e ativo, sendo por isso que o homem ativo é contrário ao homem autônomo.
condição sócio-histórica de um povo ou pessoa que tenha se libertado, se emancipado das opressões que restringem ou anulam sua liberdade de determinação.
algo que deve ser conquistado, construído a partir das decisões, das vivências, da própria liberdade, sem preocupação com a emancipação humana.
um atributo humano essencial, na medida em que está vinculada à ideia de dignidade e a de o ser humano ser espontaneamente autônomo.
Paulo Freire foi um educador brasileiro com atuação e reconhecimento internacionais.
De acordo com a obra Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, são concepções de educação do autor, exceto:
A autoridade coerentemente democrática está convicta de que disciplina verdadeira não existe na estagnação, no silêncio dos silenciados, mas no alvoroço dos inquietos, na dúvida que instiga, na esperança que desperta.
É impossível neutralidade na educação, pois a qualidade de ser política é inerente à sua natureza. A educação não se torna política por causa da decisão deste ou daquele educador. Ela é política.
Ensinar é transferir conhecimento, por isso exige capacidade de arriscar-se ou aventurar-se a fim de “imunizar” o educando contra uma educação inquiridora.
Não há docência sem discência; as duas se explicam e seus sujeitos, apesar das diferenças que possuem, não se reduzem à condição de objeto um do outro. Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.
“Uma das tarefas mais importantes da prática educativo-crítica é propiciar as condições em que educandos, em suas relações uns com os outros e todos com o professor ou a professora, ensaiam a experiência profunda de assumir-se” (FREIRE, 2004). Nesse sentido, é papel do(a) pedagogo(a) na escola contemporânea, EXCETO:
mobilizar a participação social de todos os educandos e professores/professoras na construção de uma escola que propicia experiências emancipatórias.
reconhecer as estruturas dos fenômenos educativos e buscar na sociedade civil formas de controle das práticas pedagógicas escolares.
aprimorar junto à equipe docente ações pedagógicas que promovam debates político-pedagógicos para a consolidação de uma escola democrática.
colaborar intensivamente junto aos educandos na busca de uma aprendizagem no viés da educação emancipadora.
organizar ações pedagógicas junto à comunidade escolar e propor o diálogo entre educandos e professores/professoras na produção de novas propostas curriculares, enfatizando a luta pelo direito à educação de qualidade para todos.
Dentre os saberes necessários a prática educativa, Paulo Freire destaca a questão da curiosidade enquanto:
Elemento que retarda a aprendizagem do aluno, pois o deixa inquieto e sem foco.
Uma prática que promove a construção e a produção do conhecimento do objeto que deve ser inerente a professores e alunos.
Algo que deve ser domesticado, para gerir a memorização.
Uma prática condizente com a educação bancária.
Um saber ingênuo que não promove a consciência crítica dos sujeitos.