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Barbosa (2012) expõe a concepção de história da arte que caracterizava o trabalho realizado no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP), quando de sua atuação como diretora da instituição e da elaboração e divulgação da Abordagem Triangular: não adotamos um critério de historia da arte objetivo e cientificizante que seja apenas prescritivo, eliminando a subjetividade. Para a autora,
é importante analisar as características formais do objeto artístico com seu significado no habitat de origem, sendo esse o escopo máximo da história da arte.
no que diz respeito à história da arte, a reconstrução do passado é o dado mais importante e tem um fim em si mesmo.
História da Arte e Crítica de Arte são disciplinas que, nos dias atuais, se confundem, tendo, como horizonte, sua fusão.
cada geração tem direito de olhar e interpretar a história de maneira própria, dando um significado à história que não tem significação em si mesma.
a História da Arte proposta pela Abordagem Triangular é aquela que privilegia obras consagradas dos grandes museus ocidentais.
Segundo os PCN-Arte (1997), “as pesquisas desenvolvidas a partir do início do século 20 em vários campos das ciências humanas trouxeram dados importantes sobre o desenvolvimento da criança, sobre o processo criador, sobre a arte de outras culturas. Na confluência da antropologia, da filosofia, da psicologia, da psicanálise, da crítica de arte, da psicopedagogia e das tendências estéticas da modernidade, surgiram autores que formularam os princípios inovadores para o ensino de artes plásticas, música, teatro e dança. Tais princípios reconheciam a arte da criança como manifestação espontânea e autoexpressiva: valorizavam a livre expressão e a sensibilização para a experimentação artística como orientações que visavam o desenvolvimento do potencial criador.”
da formação do professor.
do desenvolvimento do aluno.
da transmissão dos conteúdos.
da profissionalização dos alunos.
da popularização da arte.
Ao delinear a vida intelectual de Ana Mae Barbosa, Schütz-Foerste (in Barbosa, 2010) indica a pesquisa, em 1982, que abordava a influência de John Dewey na Arte/Educação no período da Escola Nova. A autora aponta como enfoque dos estudos de Barbosa
a divulgação de teorias estrangeiras como forma de colocar o País no Primeiro Mundo.
a demonstração da leitura equivocada que os brasileiros faziam do autor.
a busca de superação das práticas de dominação e transferência de teorias estrangeiras.
o desenvolvimento de metodologias de ensino alinhadas ao projeto educacional norte-americano.
a influência dos autores franceses no ideário escolanovista.
Para Barbosa (2012), o desenvolvimento crítico para a arte é o núcleo fundamental da teoria de Edmund Feldman. Para ele, a capacidade crítica se desenvolve ao longo de quatro processos, que são:
elaboração, comparação, contextualização e compreensão.
observação, justaposição, eleição e avaliação.
descrição, análise, interpretação e julgamento.
leitura, historicização, crítica e decisão.
leitura, releitura, contextualização e distinção.
No Ensino Fundamental, o componente curricular Arte está centrado nas seguintes linguagens: as Artes visuais, a Dança, a Música e o Teatro. Essas linguagens articulam saberes referentes a produtos e fenômenos artísticos e envolvem as práticas de criar, ler, produzir, construir, exteriorizar e refletir sobre formas artísticas. A sensibilidade, a intuição, o pensamento, as emoções e as subjetividades se manifestam como formas de expressão no processo de aprendizagem em Arte. A Base Nacional Comum Curricular propõe que a abordagem das linguagens articule seis dimensões do conhecimento que, de forma indissociável e simultânea, caracterizam a singularidade da experiência artística. Tais dimensões perpassam os conhecimentos das Artes visuais, da Dança, da Música e do Teatro e as aprendizagens dos alunos em cada contexto social e cultural. Sobre tais dimensões, é CORRETO afirmar que:
Estesia: refere-se às impressões que impulsionam os sujeitos em direção a novas compreensões do espaço em que vivem, com base no estabelecimento de relações, por meio do estudo e da pesquisa, entre as diversas experiências e manifestações artísticas e culturais vividas e conhecidas.
Crítica: refere-se à experiência sensível dos sujeitos em relação ao espaço, ao tempo, ao som, à ação, às imagens, ao próprio corpo e aos diferentes materiais.
Expressão: refere-se ao deleite, ao prazer, ao estranhamento e à abertura para se sensibilizar durante a participação em práticas artísticas e culturais.
Criação: refere-se ao fazer artístico, quando os sujeitos criam, produzem e constroem.
De acordo com Isabel Marques, a função específica da dança na escola é:
construir conhecimento por meio da dança com os alunos.
treinar o corpo para a formação no balé.
aprimorar e desenvolver a coordenação motora.
promover a experiência concreta de outras áreas do conhecimento humano.
possibilitar o relaxamento e o controle emocional.
O professor de artes, propondo estudo de aspectos peculiares acerca de determinadas manifestações artísticas, a partir de uma perspectiva multicultural, estimula o aluno a:
Apreciar determinada manifestação artística de interesse do professor.
A abordagem para o ensino de arte desenvolvida a partir das experiências realizadas pela professora Ana Mae Barbosa, nas décadas de 80 e 90 do século XX, denomina-se:
O procedimento básico do método é ensinar uma coisa de cada vez, progressivamente. As crianças são submetidas a um intenso estímulo auditivo; ouvem muitas vezes a gravação que acompanha o livro de exercícios, até que conheçam perfeitamente o que vão tocar. (Fonterrada, 2008)
O excerto caracteriza o método de
Hans-Joachim Koellreutter.
Shinichi Suzuki.
Heitor Villa-Lobos.
Zoltán Kodály.
Camargo Guarnieri.
No ensino das Artes ocorreram transformações metodológicas ao longo da história para atender às demandas sociais de cada momento pedagógico.
Neste sentido relacione as colunas abaixo:
Coluna 1 Nomenclaturas
1. Tradicional.
2. Livre Expressão.
3. Sociointeracionista.
Coluna 2 Foco
( ) Favorecer a formação do aluno por meio do ensino das quatro linguagens de Arte: dança, artes visuais, música e teatro.
( ) O que importa não é o resultado, mas o processo e, principalmente, a experiência. Há a valorização do desenvolvimento criador e da iniciativa do aluno durante as atividades em classe.
( ) Aprendizado de técnicas e desenvolvimento de habilidades manuais, coordenação motora e precisão de movimentos para o preparo de um produto final.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
1 • 2 • 3
1 • 3 • 2
2 • 1 • 3
3 • 1 • 2
3 • 2 • 1
A abordagem Reggio Emília incentiva o desenvolvimento intelectual das crianças, por meio de um foco sistemático na representação simbólica. Alguns termos são usados para melhor organização da proposta.
Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando tais termos às suas atribuições.
COLUNA I
1. Atelier
2. Consiglio di Gestione
3. Educatore
4. Pedagogista
5. Atelierista
COLUNA II
( ) Professor com formação artística com a função de auxiliar no desenvolvimento do currículo, bem como de registrar e documentar as atividades realizadas.
( ) Comitê de administração baseado na comunidade, eleito por pais, cidadãos e educadores, servindo em uma pré-escola ou creche.
( ) Oficina ou estúdio com uma variedade de materiais e de recursos usados por todas as crianças e adultos de uma escola.
( ) Age como consultor, auxiliar e coordenador de diversas pré-escolas e creches.
( ) Professor em uma pré-escola.
Assinale a sequência correta.
5 2 1 4 3
2 3 5 1 4
3 5 2 1 4
1 4 3 5 2
A proposta educacional de Edmund Feldman implica no ato de ver, associado a princípios estéticos, éticos e históricos ao longo dos processos de descrição, análise, interpretação e julgamento. Para Barbosa (2014), o núcleo fundamental dessa teoria é o desenvolvimento
da habilidade manual.
técnico na linguagem do desenho.
da capacidade expressiva.
crítico para a arte.
da memória sobre a produção histórica.
Viktor Lowenfeld, pesquisador sobre o desenvolvimento gráfico infantil, defendia o incentivo ao potencial criador da criança, visando, principalmente:
Os produtos resultantes da prática.
A interferência do adulto.
Os processos de desenvolvimento.
A imitação mecânica.
Os modelos visuais.
“a arte deve mobilizar a educação escolar em arte”, sub-tema pertinente a valorização dos conteúdos curriculares de arte no ensino abordado por ferraz e fusari(2001) na obra “metodologia do ensino de arte” e justificado abaixo:
“Na escola, os cursos de arte constituem-se um espaço e tempo curriculares[…]professores e alunos se dedicam metodicamente à busca e aquisição de novos saberes[…]artisticos e estéticos”
“Na escola, os cursos de arte constituem-se um apenas um único tema curricular- […]a identidade brasileira”
“Na escola, o curso de arte constitui-se uma polivalência curricular[…]professor e alunos devem saber todas as modalidades artística, independente da habilidade do professor”.
Nenhuma citação acima comtempla a fala da autora citada na questão.
A metodologia que consiste em copiar ou reproduzir obras de arte é inovadora, porque permite ao educando exercitar a imaginação e a liberdade criativa.
Diferentes componentes curriculares articulam-se nas aulas de arte. Assim, os caminhos educativos a serem percorridos, durante o curso, com os alunos são denominados:
meios de comunicação
objetivos educacionais
conteúdos escolares
métodos de ensino
Uma educação multiculturalista crítica em arte é norteada por algumas atitudes fundamentais no cotidiano escolar, tais como as sugeridas por Ana Mae Barbosa. (In. Romano, 2012, p. 53.)
Compreendem atitudes fundamentais da educação multiculturalista, exceto:
Reconhecer e celebrar diversidade racial e cultural em arte na sociedade, potencializando o orgulho pela herança cultural em cada indivíduo.
Enfatizar o estudo de grupos particulares / minoritários, como indígenas, mulheres e negros.
Possibilitar a confrontação de questões, tais como racismo, sexismo, excepcionalidade física ou mental, evitando problematizar estereótipos culturais.
Promover o entendimento de cruzamentos culturais, particularmente nos papéis e funções da arte, dentro de grupos e entre eles.
Nas atividades de apreciação de uma obra de arte, os alunos praticam um rico exercício em que desenvolvem a sua capacidade de:
Produção plástica.
Domínio de conteúdo.
Reprodução artística.
Crítica reflexiva.
Transferência de modelos.
[...] tenho alguma bagagem para saber o que costuma dar certo com a educação inclusiva.
(MENDONÇA, 2015, p. 23).
O autor, portador da síndrome Asperger, oferece algumas pistas para educadores ajudarem a promover o equilíbrio psicológico do aluno.
Conforme descrições do autor, são formas em que os educadores podem auxiliar na promoção do equilíbrio psicológico do aluno, exceto:
Canalizar a ansiedade do aluno para algo prazeroso e produtivo.
Impedir que o aluno saia da sala quando sentir necessidade.
Estimular a confiança em algum colega para ser interlocutor do aluno.
Deixar o aluno vivenciar o processo de uma atividade, o que pode ser mais importante que o resultado.
Ensinar arte e apresentar objetos artísticos específicos são alguns dos papéis do educador em arte. Nada ou muito pouco em sua prática é pré-concebido. Sendo assim, conforme a didática da arte, o educador cria ao fazer:
A análise de trabalhos.
O processo de avaliação.
A mediação das obras.
A classificação de tarefas.
processo de revelação de uma obra.